A volta do Concorde? Jatos supersônicos prometem levar passageiros de NY a Londres em 90 minutos


A volta do Concorde? Jatos supersônicos prometem levar passageiros de NY a Londres em 90 minutos
Mais de duas décadas após o último voo do Concorde, empresas privadas estão competindo para trazer de volta as viagens supersônicas para o mercado comercial; Nasa projetou avião futurista
Mais de cem pessoas se reuniram em janeiro, em um hangar de aviões na Califórnia, para ver a Nasa revelar seu jato X-59 — uma aeronavefuturista projetada para viajar mais rápido do que a velocidade do som que ajudou a reavivar o entusiasmo pelas viagens supersônicas.
Não existe mais um jato comercial supersônico de passageiros desde que o Concorde parou de voar em 2003. Desde então, os jatos supersônicos — que viajam mais rápido do que a velocidade do som — têm sido usados principalmente pelas forças armadas.
Mas a apresentação pela agência espacial do X-59, projetado e construído em parceria com a Lockheed Martin, ocorre em um momento em que um número crescente de empresas privadas está competindo para trazer de volta as viagens supersônicas para o mercado comercial.
A Boom, a Exosonic e a Spike estão entre as empresas que prometem viagens supersônicas modernas que serão mais silenciosas, mais ecológicas e mais econômicas do que no passado. E pelo menos uma empresa (a Hermeus) está explorando voos hipersônicos, que levariam passageiros de Nova York a Londres em 90 minutos.
No entanto, há dúvidas se essas empresas conseguirão cumprir suas promessas, considerando a economia das viagens aéreas e as crescentes preocupações sobre o impacto da aviação comercial no meio ambiente.
Aqui estão cinco coisas que você deve saber sobre o esforço para reviver as viagens supersônicas.

Incêndios no Canadá deixa Nova York irreconhecível, VEJA VÍDEO

Fumaça provocada por incêndios no Canadá sufoca Nova York
Desafio da poluição do ar já um fenômeno comum enfrentado por grandes cidades asiáticas, como Pequim
Fumaça vinda do Canadá cobriu os céus de Nova York Spencer Platt/Getty Images
Há dias, as imagens de Nova York sufocando na fumaça vêm surpreendendo os Estados Unidos, enquanto moradores lutam para lidar com o desafio desconhecido da forte poluição do ar.
A fumaça, provocada por incêndios florestais no Canadá, levou as autoridades a alertar sobre a baixa qualidade do ar na costa leste e as pessoas voltaram a usar máscaras faciais N95, amplamente abandonadas desde a pandemia da Covid-19. Nas redes sociais, as pessoas compartilham fotos da cena “apocalíptica” e dicas para minimizar os riscos à saúde.
Com exceção dos estados da costa oeste — como a Califórnia —, que sofrem incêndios florestais anuais, essas cenas são raras nos Estados Unidos.
Do outro lado do mundo, no entanto, lutar contra a poluição não é novidade. E a intensa poluição do ar causada por fumaça nociva, gases e produtos químicos industriais — que sufoca muitas das principais cidades da Ásia durante grande parte do ano — pode se tornar a norma para muitas outras em todo o mundo à medida que a crise climática piora.
No ano passado, seis das 10 cidades mais poluídas do mundo estavam na Índia, segundo a rede de monitoramento IQAir. Pesquisadores estimam que o ar poluído pode estar reduzindo a expectativa de vida de centenas de milhões de indianos em até nove anos; acredita-se que a poluição do ar tenha causado quase 1,6 milhão de mortes no país só em 2019.
A capital Nova Déli é regularmente envolta em poluição por conta de vários fatores — incluindo emissões de veículos, usinas movidas a carvão e a prática anual de queimar campos agrícolas para preparar a terra para a próxima safra.
Isso significa que seu povo está exposto a altos níveis de material particulado fino, ou MP2.5 — um indicador amplamente usado de poluição do ar nociva. Esse poluente minúsculo é altamente perigoso; quando inalado, pode penetrar profundamente no tecido pulmonar e entrar na corrente sanguínea, e tem sido associado a problemas de saúde, incluindo asma e doenças cardíacas.
Ele vem de fontes como a combustão de combustíveis fósseis, tempestades de poeira e incêndios florestais — o que significa que Nova York agora está sufocada pelo poluente.
Os níveis de MP2.5 em Nova York atingiram o pico na tarde de quarta-feira (7), com 303,3 microgramas por metro cúbico. Para comparação, as diretrizes da Organização Mundial da Saúde recomendam um limite de nível médio anual de 5 microgramas por metro cúbico; Londres mediu 9,4 microgramas por metro cúbico na quarta-feira, e Hong Kong mediu 21 microgramas por metro cúbico, ambos com segurança dentro da faixa “boa” do IQAir.
Muitos países do Sudeste Asiático também estão familiarizados com as perturbações da vida cotidiana que a poluição do ar pode trazer, especialmente durante a estação anual de queima de restolho, quando os agricultores ateiam fogo à palha deixada no campo após a colheita dos grãos.
Em 2019, o ar ficou tão ruim na Malásia que dezenas de estudantes adoeceram e vomitaram, o que levou ao fechamento de mais de 400 escolas em todo o país do sudeste asiático.
Apenas alguns meses depois, a Malásia foi novamente coberta por uma densa névoa que veio de incêndios florestais em grande escala na vizinha Indonésia, supostamente motivados pela limpeza da terra para a produção de papel e óleo de palma.
Mais recentemente, a cidade de Chiang Mai, no norte da Tailândia, conquistou o título nada invejável de cidade mais poluída do mundo por, pelo menos uma semana seguida em abril, devido à fumaça de incêndios florestais e queimadas em outras partes da região. Inúmeras pessoas procuraram atendimento médico para problemas respiratórios, incluindo asma e falta de ar. Um hospital disse que as enfermarias estavam tão cheias que tiveram que recusar alguns pacientes.
Mas, talvez, a cidade mais conhecida por sua poluição — e que conseguiu mudar as coisas com mais sucesso — seja Pequim.
Durante anos, os moradores da capital chinesa respiraram ar poluído diariamente. Isso culminou no infame “apocalipse do ar” de 2013, quando o índice de qualidade do ar atingiu 755, quebrando o que deveria ser o topo da escala, em 500, segundo a Embaixada dos EUA em Pequim — que mantinha um monitor diário da qualidade do ar. Essa alta histórica significava que o ar estava muito perigoso, forçando os residentes a se fecharem em casa, usarem máscaras com filtro e ligarem os purificadores de ar no máximo.
O evento atraiu a atenção da mídia global e forçou a questão para o mainstream da China. Logo depois, a China lançou uma ampla campanha antipoluição, fechando minas e usinas de carvão, estabelecendo estações de monitoramento do ar em todo o país e lançando novas regulamentações.
Ainda há problemas — a China voltou a usar carvão nos últimos anos, construindo rapidamente novas usinas de energia, mesmo quando mais e mais países buscam energia renovável —, mas a melhoria na capital é inegável. Em 2021, Pequim registrou sua melhor qualidade mensal do ar desde o início dos registros em 2013; as fotos agora mostram, principalmente, céus azuis na cidade.
É um sinal encorajador e uma evidência de que as políticas e os investimentos certos podem ajudar a melhorar a qualidade do ar. Mas, alertam cientistas e especialistas, há mais desafios no horizonte que mesmo cidades com ar normalmente bom, como Nova York, não podem escapar.
A mudança climática causada pelo homem exacerbou as condições quentes e secas, que permitem que os incêndios florestais comecem e cresçam.
Cientistas relataram recentemente que milhões de acres queimados por incêndios florestais no oeste dos EUA e no Canadá — uma área aproximadamente do tamanho da Carolina do Sul — podem ter sido motivados pela poluição de carbono das maiores empresas de combustíveis fósseis e cimento do mundo.
O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, apontou para “os impactos devastadores das mudanças climáticas” em um comunicado na quarta-feira, após falar com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sobre como apagar os incêndios em Quebec.
A imagem do prédio das Nações Unidas em Nova York, quase invisível através da fumaça laranja, “é a imagem perfeita de como os líderes mundiais falharam em deter a crise climática”, escreveu o cientista e defensor do clima Lucky Tran na quarta-feira no Twitter.
Em outro post, ele disse que “hoje, os nova-iorquinos e os habitantes da costa leste estão experimentando esse impacto em primeira mão.”

Fumaça provocada por incêndios no Canadá sufoca Nova York

Preta Gil é diagnosticado com câncer

Preta Gil, 48, comunicou, na noite de ontem, que foi diagnosticada com um câncer no intestino. Ela, que estava internada há seis dias na Clínica São Vicente, no Rio, dará início ao tratamento na próxima semana.
“Tenho adenocarcinoma na porção final do intestino. Inicio meu tratamento já na próxima segunda-feira e conto com a energia de todos para seguir tranquila e confiante”, informou a artista.

Amigos e famosos fizeram questão de deixar mensagens de apoio a Preta Gil após contar sobre o problema de saúde.
“Mandando as melhores energias”, escreveu o ator Lázaro Ramos. “Orando por você”, postou a cantora Claudia Leitte. “Vai ficar tudo bem”, declarou a apresentadora Tata Werneck.
O que são adenocarcinomas? Tumores malignos que se originam nas células epiteliais dos órgãos. No sistema digestivo, são as células que revestem a superfície interna do órgão.
A filha de Gilberto Gil usou seus stories no domingo (8) para confirmar que estava sentido fortes dores abdominais. Ela realizou uma bateria de exames, mas ainda aguardava o diagnóstico.
Não quero que fiquem preocupados, estou sendo muito bem assistida por uma junta médica. Estou cercada da minha família e amigos mais íntimos e estou confiante que, seja o que for, vamos tratar e ficarei bem. Tenho muita fé em Deus, nos meus Orixás, nas minhas Santas e na vida. Assim que tiver informações mais precisas, dividirei com vocês, como sempre fiz ao longo desses anos. Amo vocês, se cuidem, cuidem de quem amam e fiquem em paz.

“Gente estou em New York fazendo compras depois falo sobre educação”, diz jornalista de esquerda, assistam:

A jornalista Gabriela Prioli criou toda sua relevância no público de extrema-esquerda. Mas toda sua relevância parece estar desmoronando após gravar um vídeo onde se negou de comentar sobre o MEC e a educação, pois estava ocupada em Nova York fazendo compras e que precisava relaxar. A militância não deixou barato, abriu toda artilharia contra a jornalista que apagou o vídeo imediatamente das redes sociais. As vezes até demora, mas a máscara do socialismo sempre cai, as vezes cai até em Nova York.
A jornalista de esquerda disse que não poderia comentar sobre o MEC pois estava em Nova York fazendo compras.

Ao identificar atirador negro de Nova York, mídia esquece o caso!

Ao identificar que o atirador de Nova York era um negro e o discurso de supremacista branco não iria ser usado, simplesmente a mídia esqueceu o caso do atirador de Nova York no Brooklin.

Identificado

A polícia de Nova York prendeu o suspeito acusado de atirar em 10 pessoas em um vagão de metrô lotado no Brooklyn, mais de 24 horas após o ataque aterrorizante, informou a mídia americana nesta quarta-feira (13).

A polícia identificou Frank James, de 62 anos, como suspeito do incidente. A televisão informou que ele foi visto por policiais que estavam em uma rua de Manhattan e teria levado ele preso. As autoridades devem fornecer um resumo sobre o caso ainda nesta quarta-feira.

Frank James estava usando uma máscara de gás, o atirador gerou um pânico generalizado nesta terça-feira em Nova York, ao abrir fogo contra os passageiros de um metro no horário do rush após detonar uma bomba de fumaça.

“Essa pessoa é perigosa”, alertou a governadora do estado de Nova York, Kathy Hochul, que pediu cautela à população.

Imediatamente a polícia começou uma operação de caça ao atirador, deixando claro que o tiroteio no Brooklyn não tinha sinais de atentado terrorista, e que não houve vítimas fatais.

O atirador não era um branco

Foi com grande frustração que a mídia recebeu a notícia que o atirador do metro de Nova York era um negro. Já estava tudo pronto para juntar a narrativa do uso de armas e o racismo estrutural, como foi um negro acabou a narrativa e o caso foi esquecido.

URGENTE: 5 baleados e 13 feridos em metrô de Nova York

5 Baleados e 13 feridos em metrô de Nova York. O fato aconteceu nessa terça 9 na rua 36 com a 4 avenida no bairro do Brooklin em Nova York.

Nova York em alerta

As autoridades ja colocaram Nova york em alerta. A governadora de Nova york Kathy Hochul do partido Democrata, ja acionou os bombeiros e esta tudo sob controle e toda os feridos ja foram atendidos .

Linhas de metros interditadas

As linhas de metros que passam pelo Brooklin já foram interditadas e toda população já está sendo alertadas para evitarem essa area, pois ainda se encontra artefatos explosivos no local.
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