{"id":23739,"date":"2024-04-29T08:15:51","date_gmt":"2024-04-29T11:15:51","guid":{"rendered":"https:\/\/noticiasnoface.com.br\/?p=23739"},"modified":"2024-04-29T08:21:47","modified_gmt":"2024-04-29T11:21:47","slug":"aos-12-anos-tive-minha-lingua-cortada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiasnoface.com.br\/index.php\/2024\/04\/29\/aos-12-anos-tive-minha-lingua-cortada\/","title":{"rendered":"\u201cAos 12 anos tive minha l\u00edngua cortada\u201d"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-opt-id=219497321  fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/mlbfrsat7ahr.i.optimole.com\/w:1024\/h:1024\/q:mauto\/ig:avif\/https:\/\/noticiasnoface.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/photo-output.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-23742\" srcset=\"https:\/\/mlbfrsat7ahr.i.optimole.com\/w:1024\/h:1024\/q:mauto\/ig:avif\/https:\/\/noticiasnoface.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/photo-output.jpg 1024w, https:\/\/mlbfrsat7ahr.i.optimole.com\/w:300\/h:300\/q:mauto\/ig:avif\/https:\/\/noticiasnoface.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/photo-output.jpg 300w, https:\/\/mlbfrsat7ahr.i.optimole.com\/w:150\/h:150\/q:mauto\/ig:avif\/https:\/\/noticiasnoface.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/photo-output.jpg 150w, https:\/\/mlbfrsat7ahr.i.optimole.com\/w:768\/h:768\/q:mauto\/ig:avif\/https:\/\/noticiasnoface.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/photo-output.jpg 768w, https:\/\/mlbfrsat7ahr.i.optimole.com\/w:1080\/h:1080\/q:mauto\/ig:avif\/https:\/\/noticiasnoface.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/photo-output.jpg 1536w, https:\/\/mlbfrsat7ahr.i.optimole.com\/w:1080\/h:1080\/q:mauto\/ig:avif\/https:\/\/noticiasnoface.com.br\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/photo-output.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Luc\u00e9lia Rodrigues da Silva, 28, \u00e9 mission\u00e1ria, casada e m\u00e3e de tr\u00eas crian\u00e7as. Seu atual cen\u00e1rio de vida contrasta com o que ela enfrentou h\u00e1 quase 16 anos. Apesar de sua apar\u00eancia tranquila, poucos imaginam os horrores que Luc\u00e9lia viveu quando, aos 12 anos, foi resgatada do apartamento de seus pais adotivos em Goi\u00e2nia.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Ela estava acorrentada e amorda\u00e7ada, coberta por ferimentos resultantes das constantes torturas que sofria, incluindo ter a l\u00edngua cortada com um alicate. A Universa, a mission\u00e1ria conta sobre os anos de sofrimento que passou na casa de quem mais lhe devia prote\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O come\u00e7o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>&#8220;No dia 1\u00ba de novembro de 1995, iniciei minha inf\u00e2ncia em um bairro simples da regi\u00e3o metropolitana de Goi\u00e2nia. Com menos de sete anos, meus pais se separaram. Costumo dizer que tudo come\u00e7ou com a quebra da alian\u00e7a deles, com a separa\u00e7\u00e3o. N\u00f3s, os filhos, sofremos muito com isso. Lembro que, na \u00e9poca, altern\u00e1vamos entre dormir na casa do meu pai e na da minha m\u00e3e, que ficavam no mesmo bairro. Era f\u00e1cil manter esse contato frequente.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, houve um per\u00edodo em que minha m\u00e3e mudou para um bairro mais distante, e n\u00f3s, os filhos, tivemos que escolher com quem quer\u00edamos morar. Lembro-me claramente da pergunta: &#8216;Com quem voc\u00eas querem morar?&#8217;.<\/p>\n\n\n\n<p>Se pudesse responder na \u00e9poca, diria que queria morar com os dois, apontando para ambos com as m\u00e3os. Eu queria meus pais juntos, casados. Mas naquela \u00e9poca, as crian\u00e7as n\u00e3o tinham voz como t\u00eam hoje em dia. Ent\u00e3o, tivemos que escolher, e ficamos com nosso pai, pois ele tinha emprego e condi\u00e7\u00f5es financeiras melhores para cuidar de n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o passar do tempo, quando tinha de 9 para 10 anos, mudei para a casa da minha m\u00e3e, que era um barrac\u00e3o de dois c\u00f4modos, muito pequeno e apertado. Ali, enfrentamos muitas dificuldades financeiras e momentos dif\u00edceis.normal<\/p>\n\n\n\n<p>Durante esse tempo, minha m\u00e3e arrumou um novo companheiro, um padrasto para mim, enquanto meu pai arrumou uma madrasta para n\u00f3s. Felizmente, essas pessoas foram boas conosco e cuidaram de n\u00f3s como se f\u00f4ssemos filhos deles.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ado\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Durante esse per\u00edodo dif\u00edcil, conhecemos uma empres\u00e1ria que acabou me adotando. A conhecemos por meio de uma tia minha, que era empregada dom\u00e9stica na casa dela. Fomos criando amizade, o tempo foi passando, e aquela mulher acabou vendo um pouco do que est\u00e1vamos vivendo, entrando em nossa intimidade e percebendo as dificuldades que eu e minha m\u00e3e enfrent\u00e1vamos.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi ent\u00e3o que ela pediu \u00e0 minha m\u00e3e para que eu passasse uma semana em sua casa. Minha m\u00e3e concordou, e eu fui. Foi muito bom estar l\u00e1 naquela semana, fui muito bem cuidada, tratada e acolhida. Aquela casa tinha tudo do bom e do melhor. Estava acostumada a morar num barrac\u00e3o pequeno e apertado com minha m\u00e3e, e de repente me vi numa mans\u00e3o num condom\u00ednio de luxo em Goi\u00e2nia.normal<\/p>\n\n\n\n<p>Lembro-me de que, no fim da semana, quando ela me devolveu para a minha m\u00e3e, ela pediu para que eu fosse morar com ela, prometendo que me daria uma vida melhor, um futuro melhor, bons estudos e cuidaria de mim como se eu fosse sua filha. Minha m\u00e3e concordou em me deixar ir morar com a empres\u00e1ria, pensando num futuro melhor para mim.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando cheguei \u00e0 casa dela, ela me levou para comprar roupas novas, me levou ao sal\u00e3o para arrumar o cabelo e as unhas, e me matriculou num col\u00e9gio particular em Goi\u00e2nia. Assim, passei a viver uma vida totalmente diferente da que vivia com minha m\u00e3e.<\/p>\n\n\n\n<p>Morei com ela dos meus 10 aos 12 anos. Os primeiros seis meses ali dentro daquela casa foram muito bons. Fui realmente bem tratada, acolhida e amada, como uma filha.normal<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Torturas<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Mas, depois desse tempo, ela come\u00e7ou a se transformar numa pessoa que eu n\u00e3o conhecia, passando a me bater, castigar, machucar e fazer coisas que n\u00e3o eram normais.<\/p>\n\n\n\n<p>As agress\u00f5es aumentavam, e chegou a um ponto em que ela passou a me manter em cativeiro. Mudamos para um sobrado num setor nobre de Goi\u00e2nia, e ali vivi os piores dias da minha vida, passando por momentos em que achava que morreria a qualquer momento.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela fazia muitas coisas comigo naquele lugar. Havia uma sequ\u00eancia e um ritual para as torturas acontecerem. Aquela mulher me queimava com o ferro de passar roupa, quebrou meu dente, cortou minha l\u00edngua com alicante, dava v\u00e1rias marteladas nas minhas m\u00e3os e nos meus p\u00e9s e me abusava sexualmente. Ela tamb\u00e9m me deixava sem comer. Lembro que fiquei tr\u00eas dias sem nenhuma refei\u00e7\u00e3o.normal<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s toda a sequ\u00eancia, ela me colocava de castigo de uma maneira muito diferente. Eu tinha que ficar em p\u00e9 de frente para um banheiro, e ela vinha com um livro nas m\u00e3os, colocava em minhas m\u00e3os e mandava eu ler em voz alta. Lembro-me perfeitamente que o livro tinha a capa preta com as palavras &#8220;B\u00edblia Sagrada&#8221;. Ela me colocava para ler a B\u00edblia, a palavra do Senhor, e foi assim que aprendi a orar.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O resgate<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>No dia 15 de mar\u00e7o de 2008, ela me acorrentou nas escadas, como de costume, com as m\u00e3os para cima, acorrentada e amorda\u00e7ada. Assim, dormi pendurada nas escadas. Quando acordei, j\u00e1 eram quase 8 horas da manh\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi ent\u00e3o que, vendo o c\u00e9u atrav\u00e9s do teto aberto, decidi fazer uma ora\u00e7\u00e3o em pensamento, clamando ao senhor Jesus por ajuda e pedindo para ser tirada daquele lugar insuport\u00e1vel. Parecia que tinha dormido apenas algumas horas, mas ao olhar novamente para o rel\u00f3gio, vi que eram 10h22. Ali, naquela situa\u00e7\u00e3o terr\u00edvel, continuei a esperar por um milagre, clamando por socorro em meio ao tormento.<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00ed, \u00e0s 10h25, quando acordo, escuto a voz de uma mulher me chamando na porta, uma voz desconhecida, batendo sem parar e me chamando pelo nome, Luc\u00e9lia. Estava amorda\u00e7ada, incapaz de responder, s\u00f3 podia fazer gestos, pois estava amorda\u00e7ada.<\/p>\n\n\n\n<p>De repente, a porta se abre e a mulher entra correndo. Ao ver a cena, uma crian\u00e7a de 12 anos acorrentada e amorda\u00e7ada, ela grita: &#8216;Meu Deus, tem uma menina presa aqui!&#8217;. Automaticamente, olho para o lado e vejo que ela segura um papel. A pol\u00edcia foi at\u00e9 a casa pela den\u00fancia de um vizinho.<\/p>\n\n\n\n<p>O maior nome que consigo ler \u00e9 &#8220;pol\u00edcia&#8221; e, atr\u00e1s dela, os policiais est\u00e3o de frente para mim, olhando. Ela rapidamente tira a morda\u00e7a da minha boca e minha primeira rea\u00e7\u00e3o \u00e9 ordenar que os policiais v\u00e3o embora, dizendo que n\u00e3o fui eu quem os chamou e que se n\u00e3o forem embora, morrerei, assim como minha fam\u00edlia.normal<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque a empres\u00e1ria me amea\u00e7ava, dizendo que, se eu denunciasse ou sa\u00edsse da casa, ela mataria meus pais, meus irm\u00e3os e por \u00faltimo, a mim.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao ouvir a policial dizer que foram enviados por Deus, relembro da ora\u00e7\u00e3o feita h\u00e1 tr\u00eas minutos pedindo a interven\u00e7\u00e3o divina. Olho novamente para o c\u00e9u, clamando a Deus, e meu grito muda. Come\u00e7o a gritar: &#8216;Deus existe, Deus existe, Deus existe, Jesus me ouviu, Jesus me ouviu&#8217;.<\/p>\n\n\n\n<p>A policial, com l\u00e1grimas nos olhos, me pede calma, dizendo que Deus realmente existe e que eles est\u00e3o ali para me tirar daquele lugar, mas precisam que eu fique calma, pois v\u00e3o fotografar e filmar, j\u00e1 que ningu\u00e9m acreditaria no que est\u00e3o vendo. Eles seguem os procedimentos policiais e, em seguida, ela me tira das escadas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>&#8220;Parecia um sonho&#8221;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Naquele momento, parecia um sonho, como tantas outras vezes sonhei em sair daquela casa. Ela me abra\u00e7a e sussurra no meu ouvido algo que nunca esquecerei. Ela diz: &#8220;Filha, eu te amo&#8221;. Eu n\u00e3o sabia o nome dela, s\u00f3 sabia que era policial porque li no papel, nem estava fardada. Mas ela me chamou de filha e disse que me amava.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje sei que era Deus falando atrav\u00e9s dela, dizendo que me amava e que nunca me abandonou. Ela me ajuda a mostrar as torturas que sofri: a mulher me queimava com o ferro de passar roupa, me afogava em um tanque de lavar roupas, me dava choque com uma m\u00e1quina, me esganava com cordas, colocava sacolas pl\u00e1sticas na minha cabe\u00e7a, me enforcava, me queimava com pimenta, apertava minha l\u00edngua com alicate, cortava meu dedo com tesoura, me deixava dormir no ch\u00e3o frio, me dava fezes de cachorro para comer, urina para beber e me submetia a diversos outros abusos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Recome\u00e7o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Deus colocou um ponto final naquele sofrimento quando fui resgatada com vida. Passei quase nove meses morando em um abrigo, onde crian\u00e7as entravam e sa\u00edam todos os dias, enquanto eu esperava por uma fam\u00edlia. Embora meus pais estivessem vivos, a Justi\u00e7a n\u00e3o me permitia viver com eles.<\/p>\n\n\n\n<p>Fui ent\u00e3o adotada por um casal de pastores, Ezenete e Marcos Rodrigues, que se tornaram meus pais adotivos e curaram minha alma. Eles s\u00e3o a raz\u00e3o de quem sou hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>Morei em Belo Horizonte por nove meses com meus pais adotivos. Ap\u00f3s passar por todo o processo de cura e liberta\u00e7\u00e3o, que foi proporcionado por eles, pedi \u00e0 minha m\u00e3e para voltar para Goi\u00e2nia, para a casa do meu pai.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de alguns dias, ela me autorizou a retornar para Goi\u00e2nia. Queria voltar porque sentia muita saudade dos meus pais biol\u00f3gicos, dos meus irm\u00e3os, de poder dizer o quanto os amava e decidi perdo\u00e1-los por tudo que aconteceu.<\/p>\n\n\n\n<p>Com 17 para 18 anos, comecei a receber convites para pregar em v\u00e1rias igrejas, que aceitei com alegria. Eram convites para pregar, para contar meu testemunho de supera\u00e7\u00e3o, de milagre e de cura. Assim, ia compartilhando nas igrejas por onde passava.<\/p>\n\n\n\n<p>Com 19 anos, Deus realizou meu maior sonho: casar e ter uma fam\u00edlia. Meu esposo e eu nos casamos em 27 de fevereiro de 2015. J\u00e1 s\u00e3o 9 anos de casados, completados em fevereiro deste ano.normal<\/p>\n\n\n\n<p>Depois do casamento, meu sonho era ser m\u00e3e. Recebi a not\u00edcia de que n\u00e3o poderia gerar filhos, mas criei na promessa de Deus de que me daria filhos. Em 2016, realizei meu sonho e dei \u00e0 luz meu primeiro filho, Miguel, em setembro. Mais uma vez, em 2018, pude gerar e dar \u00e0 luz meu segundo filho. Em 2023, pude gerar pela terceira vez, dando \u00e0 luz meu terceiro filho em abril do mesmo ano.Continua ap\u00f3s a publicidade<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, sou m\u00e3e de tr\u00eas filhos lindos: Miguel, Matheus e Marcos, minhas b\u00ean\u00e7\u00e3os, meus milagres, minhas promessas de Deus.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de m\u00e3e, sou mission\u00e1ria, viajando pelo Brasil para contar minha hist\u00f3ria de supera\u00e7\u00e3o e milagre em igrejas e escolas, dando palestras que t\u00eam sido uma b\u00ean\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>A primeira m\u00e3e adotiva de Luc\u00e9lia foi condenada a 7 anos de pris\u00e3o em 2008, assim como a empregada da casa, pelas torturas cometidas. O marido dela foi condenado a 1 ano e 8 meses por omiss\u00e3o.<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"image","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[517],"tags":[],"class_list":["post-23739","post","type-post","status-publish","format-image","hentry","category-aconteceu","post_format-post-format-image"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/noticiasnoface.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23739","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/noticiasnoface.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/noticiasnoface.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasnoface.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasnoface.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23739"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/noticiasnoface.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23739\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":23744,"href":"https:\/\/noticiasnoface.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23739\/revisions\/23744"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/noticiasnoface.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23739"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasnoface.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23739"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasnoface.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23739"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}