Lula explode lei Rouanet com 16 bilhões para aumentar popularidade

➡️ Lei Rouanet explode no governo Lula e chega a R$ 16 bilhões em 2023.
Na contramão do ajuste fiscal, governo Lula bate recorde de projetos aprovados para receber via Lei Rouanet e já supera 4 anos de Bolsonaro.

Milhões e Milhões para militância

governo Lula aprovou a liberação de R$ 16,3 bilhões para projetos culturais via Lei Rouanetem 2023, segundo dados do Ministério da Cultura aos quais a coluna teve acesso. A cifra representa um recorde histórico e contrasta com o ajuste fiscal em curso, uma vez que a Fazenda busca receitas extras, inclusive com aumento de impostos, para evitar um rombo de R$ 168 bilhões no ano que vem.

Para se ter uma ideia da explosão de recursos despejados na Lei Rouanet, a quantia disponibilizada por Lula nos últimos 12 meses é maior que a ofertada nos quatro anos de Jair Bolsonaro. E supera em quase cinco vezes o valor concedido pela União em 2022, quando a liberação para projetos foi de R$ 3,4 bilhões.

Neste primeiro ano do governo Lula 3, foram aprovados 10,6 mil projetos, ante 13,6 mil entre 2019 e 2022. As propostas incluem sete segmentos: artes cênicas, artes visuais, audiovisual, humanidades [que engloba literatura, filologia e história], museu e memória, música, e patrimônio cultural.

Abaixo, no gráfico interativo, constam detalhes dos projetos aprovados via Lei Rouanet de 2017 [gestão Michel Temer] a 2023.

A área mais contemplada neste ano foi artes cênicas, que obteve a liberação de R$ 4,4 bilhões em incentivos fiscais. O setor musical angariou R$ 3,9 bilhões; o de artes visuais, R$ 2,3 bilhões.

Patrimônio cultural recebeu autorização para captar R$ 1,9 bilhão; museus e memória, R$ 1,7 bilhão; humanidades, R$ 1,3 bilhão; e audiovisual, R$ 653 milhões.

A maior quantidade de projetos aprovados em 2023 também foi no segmento de artes cênicas: 3.592. Em segundo lugar, o campo musical teve 2.968 propostas liberadas; e, em terceiro, humanidades, com 1.466.

A região mais contemplada

O Sudeste representa, de longe, a região mais contemplada com a liberação de recursos via Lei Rouanet: R$ 11,1 bilhões. Desse total, São Paulo responde por mais da metade, com autorização para captar R$ 6 bilhões.

O valor concedido ao estado mais populoso do Brasil configura, sozinho, mais do que a soma do que foi disponibilizado às regiões Norte, Sul, Nordeste e Centro-Oeste. Na outra ponta da tabela está o Acre, autorizado receber R$ 2 milhões em isenções, com apenas quatro propostas contempladas.

O Sul foi a segunda região mais autorizada a captar recursos, com R$ 2,1 bilhões; o Nordeste aparece em terceiro, com R$ 1,6 bilhão; o Centro-Oeste, em quarto, com R$ 999 milhões; e o Norte, em quinto, com R$ 367 milhões.

Os dois extremos

Se Lula é responsável pelo recorde na aprovação de projetos via Lei Rouanet, Jair Bolsonaro, que o antecedeu, fez o caminho inverso e endureceu as regras para que projetos se enquadrassem no benefício.

Em 2017 e 2018, o governo de Michel Temer aprovou, respectivamente, R$ 6,1 bilhões e R$ 6,8 bi em isenções. Com Bolsonaro, os valores caíram para R$ 3,7 bi, R$ 3,5 bi, R$ 2,2 bi e R$ 3,4 bi, entre 2019 e 2022.

E agora, com Lula, atingiram o recorde. Para que a cifra fosse alcançada, a ministra da Cultura, Margereth Menezes, revogou regras estabelecidas pelo governo Bolsonaro. Alegou que as normas haviam sido criadas para “desacreditar o mecanismo de incentivo fiscal para a cultura, dificultar o acesso e travar a produção cultural brasileira”.

Após assinar o decreto que permitiu a medida, o presidente Lula afirmou: “Vão dizer que a mamata voltou“.

Lei Rouanet: 24 meses para captar

Os recursos da Lei Rouanet são oriundos de isenção fiscal. Isso quer dizer que tanto pessoas físicas quanto jurídicas podem escolher projetos aprovados pelo governo para destinar parte de seu Imposto de Renda.

Dessa forma, em vez de ir para o cofre da União, o dinheiro vai para os idealizadores dos projetos, que devem prestar contas ao Ministério da Cultura sobre o que foi feito com a grana.

No caso de pessoas físicas, a doação pode ser de até 6% do IR. No de pessoas jurídicas, 4% sobre o IR devido. Após o governo aprovar projetos para a Lei Rouanet, o idealizador da proposta tem 24 meses para correr atrás dos patrocinadores.

Ou seja: dos R$ 16,3 bilhões aprovados pelo governo federal neste ano, só em 2025 será possível precisar com exatidão o valor de que o governo federal de fato abriu mão via renúncia fiscal.

Os recursos da Lei Rouanet são divididos em sete áreas culturais: artes cênicas, artes visuais, audiovisual, humanidades, museus e memória, música e patrimônio cultural. 

Cada uma dessas áreas apresenta uma série dos chamados “produtos”, como exposições, gravações de DVDs, turnês, espetáculos teatrais, filmes, séries, entre outros. 

No governo Lula, o número de produtos contemplados com recursos da Lei Rouanet também sofreu um aumento exponencial. Em comparação com 2022, o número de produtos que receberam verbas por meio da lei cresceu 65 vezes, passando de 61 mil para mais de 4 milhões.

A Lei Rouanet foi criada em 1991 por Sergio Paulo Rouanet, ministro da Cultura de Fernando Collor, com o objetivo de fomentar projetos e iniciativas culturais no país.

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Museu em Londres obriga visitante a se esfregar num mangote de opala 6 cilindros

Visitantes precisam se espremer entre duas pessoas nuas para entrar em exposição em Londres
Royal Academy of Arts oferece experiências em mostra com curadoria de Marina Abramovic
20.set.2023 às 19h49
Visitantes da próxima exposição da Royal Academy of Arts, em Londres, terão que passar por um homem e uma mulher nus para entrar na mostra. Com abertura neste fim de semana, a montagem tem curadoria da artista Marina Abramović, que é conhecida por diferentes polêmicas em seus trabalhos anteriores. As informações são do Daily Mail.
“Inabalável, incansável, corajosa e extrema, Abramović é uma artista que você gostaria de ter ao seu lado em uma batalha. Ela me aterroriza, e quem sabe o que ela faria com o inimigo”, disse o jornal The Guardian, em crítica publicada nesta quarta-feira (20) sobre o lançamento.
No site do museu, afirma-se que a arte de performance “pode ser surpreendente e íntima”. A performance na qual um homem e uma mulher nus estarão obstruindo a entrada se chama “Imponderabilia” e força um “confronto entre a nudez e o gênero, a sexualidade, o desejo”, definiu Andrea Tarsia, chefe de exposições da Royal Academy of Arts.
Para aqueles que não desejam passar pelo espaço entre os intérpretes nus, há uma entrada separada.
A Royal Academy of Arts afirmou ainda que a segurança e o bem-estar dos intérpretes são sua principal prioridade, e a equipe da galeria estará de prontidão para protegê-los de qualquer toque indesejado ou comportamento inadequado.
O trabalho anterior de Abramovic inclui “Rhythm 0”, em que ela colocou 72 objetos, incluindo uma bala, uma arma, um escalpelo e uma barra de metal em uma mesa e convidou os visitantes a interagir com ela da forma que desejassem – resultando em uma arma carregada sendo apontada para sua cabeça.
Em 2010, a artista promoveu um desafio inusitado no Museu de Arte Moderna de Nova York com “The Artist Is Present”: ela sentou em silêncio por três meses, convidando os visitantes a olhar no fundo de seus olhos. Um ano depois, esculpiu estátuas em tamanho real de duas mulheres nuas com facas nos punhos.
Abramovic é a primeira artista mulher na história de 255 anos do museu a se apresentar nas galerias principais, com exposição que fica aberta até 1º de janeiro de 2024 e ingressos a partir de 25 libras (cerca de 150 reais).
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Há 25 anos, Carla Perez assustava o mundo em Cinderela Baiana, o pior filme da história

Volta e meia a gente vê na imprensa críticas falando que o filme do Flash é tosco, que Zack Snyder não sabe dirigir e que um longa qualquer é “inassistível”. Certeza absoluta que quem escreve essas coisas ou não viu ou apagou da memória Cinderela Baiana, produção que tem Carla Perez com “atriz” principal e que completa agora 25 anos de seu lançamento.
Para saber do que se trata o filme — afinal, quase ninguém assistiu — o negócio é pensar num longa incrivelmente surreal, sem roteiro, sem atores e totalmente sem noção. Tudo isso ainda não dá a dimensão exata do que Cinderela Baiana, um verdadeiro clássico da ruindade nacional e, certamente, um dos piores filmes brasileiros de todos os tempos.
Sério, não há concorrência para o que Carla Perez fez. Sabe aquele tipo de produção em que nada, mas absolutamente nada se salva? Pois é isso o que aconteceu aqui. Ou melhor, salva-se uma única peça: Lázaro Ramos, que estava bem no início de sua carreira e faz um papel secundário no longa.
O filme é um desastre em todos os sentidos: roteiro, direção, produção, distribuição, atuações e o que mais você quiser enumerar. A história mostra uma família extremamente pobre do interior da Bahia. Eles não têm o que comer e vivem mendigando. A filha do casal, a menina chamada Carlinha, passa fome mas adora dançar, mesmo sem música nenhuma tocando. Magrelinha e descalça, a garota não para de requebrar um só instante no meio da caatinga, já dando a entender que viria a ser uma grande dançarina no futuro.
A história vai se desenvolvendo até que Carlinha cresce e vira uma moça em Salvador. Ela tem o sonho de ser dançarina, mas é muito pobre e vive perambulando pelas ruas da cidade ao lado de seus amigos, um deles é Chico (Lázaro Ramos). Papo vai, papo vem, surge um empresário inescrupuloso que quer encontrar a melhor dançarina para conseguir explorar e ganhar muito dinheiro. Ela é Carlinha, obviamente.
De tão ruim, o filme foi um grande fracasso de bilheteria e uma vergonha para sua protagonista, que renega o trabalho até hoje. Como é uma raridade em vídeo, a internet virou sua casa, onde tem muitas visualizações e se tornou uma espécie de hit do riso involuntário por causa de seus diálogos sem sentido e cenas sem pé nem cabeça. Nada faz muito sentido ali, na verdade, não apenas as falas.
Carlinha fazendo o símbolo da paz no final do filme

Carlinha fazendo o símbolo da paz no final do filme
Reprodução/Cinderela Baiana
Há algumas cenas verdadeiramente surreais. Uma delas é quando morre a mãe de Carlinha: alguém (não se sabe quem) prepara o velório. O pai e a menina chegam em casa e vêm a mulher morta, cercada por velas e flores. Quem preparou aquilo? Vai saber. Na sequência, os dois viram as costas e vão morar em Salvador. Assim, com a mãe morta ali. Não esperaram nem o enterro. E qualquer cena é motivo para colocar Carla Perez dançando, sem nenhuma explicação. De onde vem a música para o povo requebrar no meio da rua? Mais mistério.
A sequência final é uma coisa de louco. Já famosa, Carlinha chega num carrão branco no meio de uma estrada onde encontra algumas crianças trabalhando. Vendo aquela situação, a Cinderela Baiana faz um megadiscurso delirante contra a exploração infantil. Ela pega uma enxada das mãos de uma garota e diz: “me dê isso menina, você devia estar estudando e brincando, não jogada na estrada para ganhar uns míseros trocados para matar a fome”. Carlinha joga a enxada longe, pega uma gaiola que aparece do nada e manda: “vai passarinho, assim como as crianças, você também tem direito à liberdade”. As aves voam.
A moça discursa mais um pouco, faz o símbolo da paz com as mãos e começa a tocar do mais ABSOLUTO NADA o hit Pau Que Nasce Torto/Melô do Tchan. Claro que a Cinderela e as crianças saem dançando loucamente com mais um monte de gente que se junta a elas.
A cereja do bolo deste finalzinho é um helicóptero que entra em cena com dois soldados segurando fuzis. O que estariam eles fazendo ali no meio de uma região tão afastada da cidade e que não oferece risco nenhum a ninguém? São muitas perguntas.
GRANA ZERO
A direção e roteiro de Cinderela Baiana é de Conrado Sanchez, diretor da Boca do Lixo (reduto independente do cinema de São Paulo). Em sua defesa, em entrevistas, Sanchez disse no passado que apenas metade do roteiro acabou sendo filmado, tudo devido às dificuldades da produção e do baixo orçamento.
O resultado é que praticamente ninguém do elenco era ator, havia apenas Lázaro Ramos, do teatro independente na época e em começo de carreira, e também Perry Salles. Há ainda uma participação de Alexandre Pires, então namorado de Carla.
Com falta total de recursos, o filme foi uma tragédia total, inclusive a atuação da própria Carla, que pensava em se lançar como atriz. Isso, ao menos, Cinderela Baiana nos trouxe de positivo: ficamos livre de vê-la atuando por aí.
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Quem bixiga é MC cabelinho?

Saiba quem é Duda Mehdef, a suposta amante de MC Cabelinho
As notícias envolvendo uma traição do funkeiro, que até então namorava Bella Campos, acendeu a curiosidade sobre quem é a ficante do cantor

No último domingo (27/8), o perfil de notícias SubCelebrities publicou que MC Cabelinho teria encontrado com uma ficante de Belo Horizonte, no sábado (26/8), e revelado que ele e Bella Campos não estariam mais namorando. A conta divulgou supostas fotos da moça na recepção do hotel em que o cantor estava hospedado, além de registros dos dois da época em que ainda se relacionavam. Logo depois, a identidade da moça foi: Duda Mehdef.
Mas afinal, quem é Duda Mehdef, a suposta amante de Cabelinho? A jovem tem 23 anos, é influenciadora e estudante de direito. Ela mora em Belo Horizonte, na cidade do suposto encontro com o MC.
Duda conta com mais de 300 mil seguidores no Instagram, onde compartilha fotos pessoais e o dia a dia, mostrando seu estilo de vida. Atualmente, por conta da repercussão da ficada com cabelinho, a moça limitou os comentários de suas postagens.
Em uma recente publicação, a loira mandou um recado: “Queria falar muitas coisas, mas não posso, então só quero deixar registrado aqui que ainda tenho muito a hablar”, escreveu.
Ainda segundo a página Subcelebrities, MC Cabeinho e Duda Mehdef se conhecem há cinco anos e essa não foi a primeira vez que eles ficaram.
A verdade por trás do namoro de Bella Campos e MC Cabelinho
Esta coluna, que tem amigos espalhados por todos os cantos, descobriu que, apesar de muito “shippados” pelos fãs, o relacionamento de Bella Campos e Cabelinho não era esse mar de rosas que todos imaginavam.
Segundo fontes da coluna, o funkeiro era extremamente ciumento. Inclusive, durante a novela Vai na Fé, onde contracenaram juntos, o artista não fazia questão de esconder que se sentia incomodado com Matheus Abreu. O ator dava vida ao personagem Eduardo, que era apaixonado por Jenifer Daiane (Bella Campos).
Ainda de acordo com fontes da coluna, o casal vivia brigando por conta disso. Cabelinho chegou a pedir que Bella bloqueasse o ator no WhatsApp. A atriz, no entanto, teria achado um absurdo e se negou.
Em uma das brigas no camarim da Globo, o MC teria disparado: “Não quero que você tenha contato com esse cara”. Bella Campos, por sua vez, respondeu: “Que bobagem, é só colega de cena”, disse ela.
Outra situação que incomodava MC Cabelinho era o fato de Matheus Abreu curtir as fotos de Bella nas redes sociais. Vale pontuar que o ator é constantemente comparado a Cauã Reymond e muitos chegaram a apontar que eles fossem irmãos, devido a semelhança.
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Miguel Falabella passal mal e abandona espetáculo no meio

Miguel Falabella interrompe peça e deixa palco após passar mal: ‘forcei a barra’
Apesar de problema de saúde, ator promete voltar à peça já no dia seguinte ao ocorrido: ‘O show não pode parar’
Miguel Falabella, 66, precisou interromper a peça Kiss Me, Kate – O Beijo da Megera, após passar mal no palco. Em seu Instagram, o ator confirmou o ocorrido e afirmou que “hoje (sábado, 26 de agosto) estou de volta. O show não pode parar!”.

“Ontem eu realmente passei mal durante o espetáculo, porque eu estava com febre. Forcei a barra de fazer [a peça], não devia ter feito. Tive um problema de pressão no meio do show. Logo no início, na verdade. Mas estou bem. Já fui medicado, tá tudo 100%”, explicou.
Artistas como Marisa Orth, Danielle Winits e Ingrid Guimarães usaram os comentários para desejar melhoras a Miguel Falabella. A peça Kiss Me Kate está em cartaz atualmente no Teatro Villa-Lobos, em temporada que teve início em 29 de julho e se encerra neste domingo, 27.
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