Como uma empresa com 15% da experiência exigida avançou sobre uma das maiores licitações do SAMU RN, de quase R$ 17 milhões

Apesar de homologá-la, Sesap diz que Proseg precisará comprovar capacidade técnica com lista de profissionais que vão atuar. Procurada, empresa não respondeu.

Empresas contestam vitória de consultoria em licitação de R$ 17 milhões para o Samu no RN

Em 26 de fevereiro de 2026, o Diário Oficial do Rio Grande do Norte publicou a homologação um dos maiores contrato de prestação de serviços médicos da história do SAMU estadual: R$ 16,9 milhões por ano para que uma única empresa fornecesse médicos para 91 municípios, 29 bases descentralizadas e 1,75 milhão de pessoas atendidas.

A vencedora foi a Proseg Consultoria e Serviços Especializados Ltda., de Parnamirim. O contrato começa em 13 de maio de 2026 — dia seguinte ao vencimento do contrato da empresa anterior.

O que o processo público dessa licitação permitiu ver foi, entre outras coisas, que sete das nove empresas que concorreram contestaram formalmente a habilitação da Proseg antes do resultado ser confirmado. Todas foram ignoradas. Embora praxe a contestação de quem perde, o teor dos apontamentos feitos sustentam um argumento de incapacidade da Proseg conseguir gerir algo dessa magnitude.

O Blog do Dina procurou a Sesap e a Proseg para comentar a reportagem. Apenas a Sesap respondeu até o fechamento desta reportagem. Entre vários esclarecimentos, informou que a Proseg será convocada para apresentar lista de médicos aptos a assumirem os plantões e que, após finalização do prazo, não sendo apresentada a lista, a homologação da licitação é cancelada e serão convocadas as empresas remanescentes por ordem de classificação.

A pasta frisou ainda homologação de licitação não é a mesma coisa que homologação de contrato, que é formalizado, quando a partir daí, a empresa deve seguir as exigências contratuais, além de manter a habilitação exigida no Edital. O órgão destacou ainda que todo o processo está em trâmite interno, podendo ser acompanhado via Consulta Pública SEI RN.


O atestado que não diz o que deveria dizer

O edital do Pregão 90191/2025 exigia que as empresas comprovassem experiência mínima de três anos em serviços de urgência e emergência pré-hospitalar móvel — o tipo de atendimento que o SAMU realiza nas ruas, não dentro de hospitais. O serviço a ser contratado exige 1.169 plantões por mês, ininterruptamente.

A Proseg apresentou 18 atestados de capacidade técnica.

De acordo com o recurso administrativo apresentado pela Coopmed/RN — Cooperativa Médica do Rio Grande do Norte, vários desses atestados se referem a serviços que não são médicos, como fonoaudiologia e apoio administrativo. O único atestado específico de SAMU que a empresa apresentou é referente à Prefeitura de Princesa Isabel, cidade de 21 mil habitantes no sertão da Paraíba. Segundo a Coopmed, o documento não apresenta quantitativos nem período de execução detalhados.

A SIMSAÚDE Serviços S.A., outra empresa que participou do pregão e recorreu contra o resultado, foi além. Em seu recurso, também registrado no processo, calculou que a Proseg comprovou apenas 15,74% da experiência operacional necessária para o contrato — abaixo, em sua avaliação, de qualquer “patamar prudencial” estabelecido pela Lei de Licitações.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública, a SESAP, não contestou o número nos autos. Em vez disso, indeferiu o recurso com o argumento de que a lei exige “aptidão compatível” com o objeto licitado, não “identidade absoluta” entre experiências anteriores e o serviço contratado.

O relatório oficial de habilitação da Proseg registra para os campos que tratam da qualificação técnica apenas uma palavra: “Apresentou”. Não há validação de quantitativos, períodos ou compatibilidade com o objeto.

Ao Blog do Dina, a SESAP respondeu que o edital exigia apenas “experiência compatível”, não “idêntica”, e que “não se solicitava nenhum critério de quantitativo para atendimento”. A secretaria afirmou que a empresa apresentou 13 atestados de serviços médicos e que “não era exigido experiência em prestação de serviços médicos exclusivamente em SAMU”.

O preço que gerou dúvidas — e não foi investigado

A estimativa oficial da SESAP para o valor do contrato era de R$ 2.144,72 por plantão de 12 horas. A Proseg propôs R$ 1.210 — um desconto de 43,6% sobre o preço de referência do próprio governo.

A diferença não passou despercebida. A SIMSAÚDE alegou em seu recurso que o preço era inexequível — ou seja, impossível de cumprir sem comprometer a qualidade ou a continuidade do serviço.

O desconto levanta uma pergunta que o processo não responde: com capital social de R$ 505 mil e uma proposta 43% abaixo do preço de mercado estimado pelo governo, como a Proseg pretende pagar os médicos, os encargos trabalhistas e as despesas operacionais de 29 bases em 91 municípios?

A SESAP argumentou ao Blog do Dina que a Proseg apresentou índices de liquidez superiores a 1,0 em 2023 e 2024, com destaque para um índice de 35,08 em 2023. Além disso, a Lei 14.133/2021 estabelece que preço inexequível é aquele abaixo de 50% do valor estimado, e a proposta da Proseg estava acima desse patamar.

A minuta de contrato que será apresentada à vencedora, até aqui a Proseg, na cláusula 12.1.2, estabelece que a empresa recolha “encargos sociais, trabalhistas, previdenciários, fiscais e comerciais” dos profissionais que disponibilizar. A empresa opera um modelo de Sociedades em Conta de Participação — as chamadas SCPs — no qual médicos atuam como “sócios participantes” em vez de empregados, o que implica a ausência de FGTS, INSS sobre a folha e outros encargos trabalhistas. 

Questionada sobre esse ponto, a A SESAP respondeu que “o modelo de SCP não é discutido na fase de habilitação contratual” e que “há uma grande discussão nacional sobre essa forma de contratação”.


Nove empresas contestaram

Após a habilitação da Proseg ser confirmada pela pregoeira, nove empresas anunciaram intenção de recorrer. Duas desistiram. As outras sete — Coopmed/RN, COAPH, Helpmed Saúde, Humani Saúde, Justiz Terceirização, SIMSAÚDE e SOUL Gestão de Negócios — apresentaram suas razões recursais no prazo.

É relevante notar que entre as recorrentes está a própria Justiz Terceirização — a mesma empresa que, junto com a Proseg, detém contratos de R$ 208 milhões com a Prefeitura de Natal para serviços médicos nos hospitais municipais.

A pregoeira Carla Juliana Gomes de Souza analisou os sete recursos e os indeferiu em bloco, em documento assinado em 19 de fevereiro de 2026. O documento foi encaminhado ao secretário de saúde, Alexandre Motta Câmara, para decisão final.

O Despacho de Acolhimento do secretário — registrado no SEI com o número 39580544 — tem o seguinte horário de assinatura: 24 de fevereiro de 2026, às 21h25.

Em 26 de fevereiro, 48 horas depois, o contrato foi homologado previsto para ser implantado imediatamente após o fim da vigência do atual contrato com uma das empresas a Justiz, em maio deste ano.

Alexandre Motta Câmara foi simultaneamente a autoridade que acolheu o indeferimento dos recursos das empresas contra a Proseg e a autoridade que homologou o contrato em favor da Proseg. O secretário foi questionado sobre o critério utilizado para analisar sete recursos técnicos complexos em menos de 48 horas e sobre o conflito procedimental de acumular as duas funções no mesmo processo. (Resposta até o fechamento desta matéria: não recebida.)

Para a Secretaria de Saúde, o trâmite se deu dentro da normalidade.

Ela explicou que a análise dos recursos ocorreu dentro do prazo legal, que se encerrava em 19 de fevereiro. A secretaria também afirmou que as respostas aos recursos “não são genéricas” e que os recursos “queriam forçar a exigência além do exigível em Edital”.

samu


Entrega Legal e projeto de De Olho na Medida marcam avanço na proteção infantil

As ações buscam conscientizar a população sobre os temas de entrega de crianças para a adoção e abuso sexual infantojuvenil

Em audiência pública realizada na última segunda-feira (18), a Câmara Municipal de Parnamirim realizou a assinatura de dois novos termos de cooperação para o avanço na proteção de crianças e adolescentes do município. 

Em colaboração entre Câmara Municipal, Prefeitura, Ministério Público, Judiciário, Defensoria Pública e o grupo de apoio à adoção ABRACE, o Programa Entrega Legal é uma iniciativa que orienta e garante o direito de uma gestante entregar voluntariamente o bebê para adoção de forma legal, segura e sigilosa. Ele busca evitar abandonos, entregas irregulares e situações de risco para a criança e para a mãe. 

Como medida do programa, serão fixadas placas informativas e educativas, confeccionadas pela Câmara Municipal, sobre o direito à entrega da criança para adoção, prática que não é considerada crime, nos órgãos públicos de Parnamirim. As placas chegam como um instrumento de acolhimento, conscientização e orientação rápida e acessível para a população. Outra ação implementada será a capacitação dos profissionais da rede de atendimento. 

Em fala, a promotora da vara da infância e da juventude de Parnamirim, Gerliana Rocha, afirma que esse é um direito garantido à gestante. “Ela só não entrega diretamente a quem quiser, ela entrega diretamente na Vara da Infância. Nós, que temos um cadastro de pessoas interessadas em adotar, vamos entregar essa criança para a adoção.”

Além do programa, o projeto De Olho na Medida chega com a proposta de prevenção à violência sexual contra crianças e adolescentes. O projeto tem objetivo de trabalhar de maneira preventiva, ensinando crianças a reconhecer situações de risco e buscar ajuda antes que a violência se agrave, utilizando uma linguagem lúdica.

Adoção e acolhimento são temas de audiência pública na Câmara de Natal 

Com o tema “Amor: a verdadeira fórmula da adoção”, uma audiência pública da Frente Parlamentar em Defesa da Criança e do Adolescente da Câmara Municipal de Natal debateu, nesta quinta-feira (21), o processo de adoção e acolhimento com a participação de instituições que atuam diretamente na proteção de crianças e adolescentes. O encontro aconteceu por iniciativa do vereador Pedro Henrique (PP) para ampliar o diálogo sobre a importância da adoção responsável, os desafios enfrentados pelas famílias adotivas e a necessidade de fortalecer políticas públicas voltadas à infância e juventude. O debate também divulgou a 12ª Semana Estadual da Adoção, realizada entre os dias 19 e 23 de maio, pelo Poder Judiciário do RN.

A adoção no Brasil é um processo judicial que tem como objetivo garantir o direito à convivência familiar nas situações em que as crianças e adolescentes não podem permanecer em suas famílias de origem. Esse processo passou por grandes mudanças desde a Constituição de 1988, quando deixou de ser uma prática informal sem regulamentação clara para se tornar um instrumento estruturado que prioriza o interesse da criança. Trata-se de um dispositivo gratuito e conduzido pelo Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Exige idade mínima de 18 anos, diferença de 16 anos entre adotante e adotado, e aprovação em avaliação psicossocial.

De acordo com o vereador Pedro Henrique, a audiência busca dar visibilidade ao tema e estimular uma rede de apoio mais forte em torno da adoção. “A adoção é um ato de amor, mas também de responsabilidade coletiva. Precisamos discutir caminhos para tornar essa iniciativa mais humana, acessível e acolhedora, garantindo dignidade e novas oportunidades para crianças e adolescentes que aguardam por uma família”, destacou ele, que é o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Criança e do Adolescente.

“Reunimos diversos atores para discutir a complexidade da adoção, que envolve acolhimento, assistência social, educação e proteção. Avalio como positiva essa audiência, a segunda que promovemos em apenas uma semana. Isso mostra que levamos muito a sério a missão parlamentar de trabalhar temas relevantes para a sociedade, especialmente sobre infância e adolescência. Aproveito a oportunidade para ressaltar o compromisso do nosso mandato com a defesa dos direitos da população infantojuvenil”, completou.

Em seu discurso, o coordenador estadual da Infância e Juventude do TJRN, juiz José Dantas, reforçou a importância da Semana da Adoção. “O nosso objetivo é esclarecer a população sobre o processo, desmistificando a ideia de que é complexo e difícil. A falta de informação e os mitos são vistos como os principais obstáculos para a adoção. Portanto, o evento busca impulsionar a decisão de adotar, mostrando que o amor pode ser materializado, realizando sonhos de crianças e pais adotivos”.

Para a secretária de Assistência Social de Natal, Auricea Xavier, enfatizou a urgência de fortalecer a rede de apoio para agilizar o processo de adoção e reduzir o tempo de institucionalização de crianças. “Destaco a atuação conjunta das unidades de acolhimento com o Judiciário e o terceiro setor, reforçando a atuação da rede no atendimento às diversas necessidades de crianças e adolescentes. Importante: o tempo de espera para adoção pode ser longo, com crianças em acolhimento por mais de um ano, devido a questões processuais”.

Na sequência, o defensor público estadual Vinícius Araújo falou sobre a entrega legal. “Trata-se da entrega voluntária de um bebê por uma gestante para adoção. Todavia, apesar de ser um direito legal, a entrega legal ainda sofre preconceito e julgamento da sociedade. Essa entrega voluntária, diferente do abandono, envolve um procedimento legal com acompanhamento da Vara da Infância, assistência jurídica gratuita e sigilo, além de apoio psicológico e social. Precisamos desmistificar e diferenciar a entrega legal do abandono. Detalhe: a entrega legal é prevista em lei, que determina que a gestante seja acolhida”, pontuou.

Juliana Almeida, coordenadora do grupo de pós-adoção do Acalanto Natal, compartilhou suas experiências como mãe de três filhos vindos da adoção. “De início, a gente pensava em gerar um filho e adotar outro. Porque a adoção sempre fez parte dos nossos planos. Porém, a vida quis que a gente adotasse três filhos. Antes, pensamos em adotar dois, por considerarmos ser uma quantidade possível de dar conta. Entretanto, quando conhecemos a história das crianças, veio a possibilidade de adotar três. Eu ficava me perguntando: “Como darei conta de três?”. Mas conversando com Deus e com o meu coração, me senti tranquila. Aliás, sempre que vou tomar uma decisão muito importante, consulto meu coração. Se ele estiver tranquilo, posso ir em frente. E foi isso que aconteceu. Não me arrependo de jeito nenhum. E se fosse possível voltar atrás, faria tudo de novo, com certeza”.

Texto: Junior Martins
Fotos: Elpídio Júnior

Presidente da ALRN Ezequiel Ferreira, participa ao lado do presidente da CMN, Eriko Jácome, do V Encontro das Escolas do Legislativo do RN

O presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome, participou da abertura do V Encontro dos Representantes das Escolas do Legislativo do Rio Grande do Norte, realizado nesta quinta-feira (21), em Natal. O evento reuniu representantes de diversas regiões do estado para discutir temas ligados à educação legislativa, cidadania e inovação na gestão pública.

A solenidade contou também com a presença do presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira, além de autoridades, servidores e representantes das Escolas do Legislativo de vários municípios potiguares. O encontro teve como objetivo fortalecer iniciativas, compartilhar experiências e aproximar, cada vez mais, o Legislativo da sociedade.

Durante o evento, Eriko destacou a importância da educação legislativa como ferramenta de transformação social e fortalecimento da cidadania.

“Aproximar o Legislativo da população é um passo fundamental para construir uma gestão mais participativa, transparente e conectada com as necessidades das pessoas. Eventos como esse ampliam o diálogo e incentivam o conhecimento sobre o papel do poder público na vida da sociedade”, afirmou.

CMN entrega Comenda Ulisses Celestino de Góis a profissionais da contabilidade 

A Câmara Municipal de Natal realizou, nesta terça-feira (19), sessão solene para entrega da Comenda Ulisses Celestino de Góis em homenagem ao Dia do Contabilista. A solenidade, proposta pelo presidente da Casa, vereador Eriko Jácome, reconheceu 21 profissionais da área contábil pelos serviços prestados ao município e ao Rio Grande do Norte.

A honraria leva o nome de Ulisses Celestino de Góis, considerado um dos principais nomes da contabilidade potiguar, com atuação marcante na formação acadêmica e institucional da categoria no estado.

Durante a solenidade, o vereador Eriko Jácome destacou a relação pessoal da família com a profissão e ressaltou a importância da contabilidade para a sociedade. “Pra mim é um momento histórico. Meu pai era contador e isso ficou muito marcado na minha família. A contabilidade está na vida de cada ser humano”, afirmou.

O parlamentar também destacou o reconhecimento aos homenageados. “Quero dizer a todos os homenageados que recebam o abraço de todos os parlamentares da Câmara Municipal. Nada melhor do que homenagear esses 21 contadores e contadoras pelos relevantes serviços prestados a Natal na área da contabilidade”, declarou.

Também participaram da solenidade os vereadores Daniell Rendall (Republicanos), Léo Souza (União Brasil), Preto Aquino (Podemos), Pedro Henrique (PP) e Subtenente Eliabe (PL), autores de indicações de homenageados para recebimento da comenda.

A presidente do Conselho Regional de Contabilidade do RN (CRC-RN), Radna Rayanne Medeiros Rocha, ressaltou que a profissão vive um momento de transformação diante da reforma tributária e das mudanças econômicas no país. Segundo ela, a categoria exerce papel estratégico no processo de adaptação das empresas e da gestão pública ao novo cenário fiscal. “A ciência contábil é uma ciência essencial, que vive um momento importante devido à reforma tributária. Além da grande responsabilidade, eu sinto muita felicidade de poder estar ao lado dos meus colegas profissionais, os conduzindo nesse momento de transição”, afirmou. Radna Rayanne também destacou a relevância da profissão para o funcionamento da economia. “Nós estamos por trás de cada decisão econômica e financeira do país”, afirmou.

O secretário adjunto de Orçamento e Finanças do município, Igor Thierry Silva Donato, destacou a importância da contabilidade para a gestão pública e parabenizou a Câmara Municipal pela iniciativa da homenagem. Segundo ele, a atuação dos contabilistas é essencial para garantir planejamento, transparência e responsabilidade na administração pública.

Entre os homenageados estavam profissionais com atuação em diferentes áreas da ciência contábil, incluindo contadores, auditores, empresários e professores universitários.
Uma das homenageadas da noite, a contabilista Lígia Limeira, destacou a emoção pelo reconhecimento à trajetória profissional. “Sou apaixonada pela contabilidade. Também sou advogada, mas tenho uma queda pela contabilidade porque é o que eu realmente amo fazer”, afirmou. Ela também ressaltou a atuação na Justiça Eleitoral e o crescimento da contabilidade eleitoral ao longo dos anos. “Foram 30 anos de Justiça Eleitoral, sendo 25 anos trabalhando nessa área. A contabilidade eleitoral cresceu muito e hoje tem um papel fundamental para garantir transparência e organização no processo democrático”, destacou.

Completaram a mesa dos trabalhos, além das autoridades já  citadas, o secretário executivo do Tesouro Estadual da Sefaz/RN, Flávio George Rocha; o presidente do Sindicato dos Profissionais da Contabilidade do RN, Ronaldo Santos da Cruz, e a presidente da Academia Norte-rio-grandense de Ciências Contábeis, Jucileide Ferreira Leitão.

Texto: Ilana Albuquerque
Fotos: Verônica Macedo 

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