Conheça o Embaixador do Mal chinês… YANG WANMING

yang-1024x827 Conheça o Embaixador do Mal chinês... YANG WANMING
Economia e doutor em Direito, Embaixador da China no Brasil, recebeu uma missão do Partido Comunista Chinês: desestabilizar o governo e derrubar, a qualquer custo, o presidente Jair Bolsonaro. Wanming é um competente agitprop e por onde passou deixou sua marca indelével, casos do México, onde foi conselheiro da Embaixada, Chile e Argentina ( nestes dois últimos, ocupou o cargo de Embaixador). Em todos os 3 países, Yang Wanming foi bem sucedido em sua missão de agitador e os deixou com um comunista favorável a Pequim no Poder, casos da Argentina e México, e um país destroçado pelo caos e propenso a colocar um comunista populista no poder, caso do Chile.
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Para levar a cabo sua incumbência, Wanming tem à sua disposição bilhões de dólares, para “garantir” apoio de governadores, senadores, deputados federais e estaduais, bem como de prefeitos e vereadores, na área política. Em outra esfera, nosso personagem compra, a peso de ouro, juízes de tribunais superiores e de demais instâncias, empresários, formadores de opinião, artistas de todas as áreas, donos de jornais e seu staff – jornalistas, editorialistas, articulistas e colaboradores -, empresários de pequeno, médio e grande porte, inclusive banqueiros, e quem mais possa contribuir para o sucesso da causa comunista chinesa e da missão que o trouxe ao Brasil. Um exemplo de sua atuação junto ao Poder Legislativo é o empenho e presteza com que o Senado “discutiu” e “aprovou” o polêmico projeto que permite vender a estrangeiros 25% do território nacional. O autor deste flagrante “favor” a Yang Wanming é o senador Irajá Silvestre Filho, do Partido Social Democrata – PSD do Tocantins, filho da, como direi, polêmica, escrota, imbecil e que atua sempre em desfavor do Brasil, a amiguinha favorita de Dilma Rousseff, a previsível Kátia Abreu.
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Outra coisa que teve a mão suja de Wanming foi a absurda cassação das prerrogativas do presidente Bolsonaro para fazer frente à pandemia e sua transferência para governadores e prefeitos, digamos, mais suscetíveis à orientação de Pequim e que deram uma substancial ajuda na sua principal missão, citada no início: desestabilizar o governo Bolsonaro com a adoção de intermináveis lockdowns, inconstitucionais toques de recolher, fechamento de indústrias e comércio para prejudicar a economia, fechamento de escolas, vacinação indiscriminada, uso obrigatório de máscaras e a adoção de quaisquer coisas que obrigassem o cidadão brasileiro a abdicar de seus direitos e liberdades. Como se vê, até agora Yang Wanming ainda não derrubou Bolsonaro e o substituiu por um presidente dócil e obediente ao Partido Comunista Chinês, como fez na Argentina e no México, mas, com a ajuda de brasileiros traidores, está deixando o caminho aberto para isso, instaurando o caos e a cizânia, estimulando discordâncias e patrocinando, abertamente, sindicatos e “movimentos sociais” da esquerda, tal como fez no Chile.

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