Depressão vaginal, agora deu ucarái…

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A vulvodinia ou depressão vaginal provoca dor na vulva (a parte externa da vagina) e não está necessariamente relacionada a uma causa específica. Em 2014, o Jornal Internacional de Saúde da Mulher calculou que cerca de 16% das mulheres ao redor do mundo sofrem de vulvodinia, em diferentes níveis, em algum momento da vida.
A depressão vaginal pode afetar mulheres de todas as idades, ocorrendo com frequência em mulheres que, no geral, são saudáveis. O principal sintoma é uma sensação de ardência ou queimação é um calor vinu de baixo pá cima vummmm…vummmmmm……vummmmmm – que pode ser desencadeada quando o xibiu é tocado, seja durante o sexo ou ao inserir um absorvente interno.
Algumas mulheres também têm problemas como vaginismo (quando os músculos ao redor da vagina se contraem involuntariamente), cistite intersticial (uma condição que provoca dor na bexiga), períodos menstruais dolorosos e síndrome do intestino irritável.
Como tratar a depressão vaginal
Shamir Patel, farmacêutico e diretor administrativo da chemist-4-u.com, explicou que a vulvodinia pode ser muito angustiante para quem tem que viver com essa condição, pois é um problema crônico.
“Ao contrário das DSTs, que são tratadas com antibióticos, a vulvodinia pode ser tratada com antidepressivos, que alteram a percepção da dor em vez de tratar o humor depressivo”.
De acordo com o especialista, cremes e lubrificantes vaginais ajudam a hidratar a área, e a aplicação gel térmico frio na vulva pode aliviar a dor.
“Aplicar um gel anestésico por cerca de 10 minutos antes da atividade sexual pode ajudar a melhorar os sintomas e tornar o sexo menos doloroso”, acrescentou o médico.

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