O atacante Diogo Jota, da seleção portuguesa e do Liverpool, da Inglaterra, morreu em um acidente de carro nesta quinta-feira (3), na província de Zamora, na Espanha, informou a imprensa espanhola. De acordo com o jornal “Marca”, o acidente aconteceu no quilômetro 65 da rodovia A-52, na região de Sanabria. O automóvel do jogador de 28 anos pegou fogo após sair da pista. O atleta do Liverpool viajava com seu irmão, o também jogador André, de 26, que atua no Penafiel, de Portugal. Não há informação sobre o estado de saúde de André. Nascido na cidade de Massarelos em 1996, Jota iniciou sua carreira profissional no Paços de Ferreira, passou pelo Porto, pelo Wolverhampton, da Inglaterra, e foi contratado pelo Liverpool em 2020. No gigante inglês, viveu o auge da carreira e conquistou um Campeonato Inglês, uma Copa da Inglaterra e duas Copas da Liga. Frequentemente convocada para a seleção portuguesa, Jota conquistou no mês passado a Liga das Nações, em final contra a Espanha decidida nos pênaltis após empate por 2 a 2. O atacante marcou 14 gols em 47 jogos pela seleção portuguesa.
O programa nuclear iraniano é uma ameaça existencial a Israel e, por isso, é um alvo legítimo. Ademais, interromper a escalada nuclear do Irã será um alívio para o mundo
O programa nuclear iraniano é uma ameaça existencial a Israel e, por isso, é um alvo legítimo. Ademais, interromper a escalada nuclear do Irã será um alívio para o mundo
Em 1981, quando a Força Aérea de Israel destruiu o reator nuclear de Osirak, no Iraque de Saddam Hussein, houve muitas manifestações de indignação na comunidade internacional. Em 2007, o mesmo se repetiu após o bombardeio às instalações nucleares secretas do regime sírio. Mas o tempo se encarregou de mostrar quem estava certo. Por isso, o ataque israelense contra o Irã na madrugada de 13 de junho deve ser compreendido pelo que é: um ato preventivo de legítima defesa e um serviço à segurança regional e global.
A operação Leão em Ascensão, que envolveu cerca de 200 aeronaves e mais de uma centena de alvos, teve como objetivo impedir que a teocracia xiita que governa o Irã desde 1979 alcance a capacidade de fabricar armas nucleares. Realizada com precisão cirúrgica, a ofensiva atingiu centros de enriquecimento de urânio em Natanz, instalações de mísseis balísticos, depósitos militares, centros de comando e a cúpula do aparato militar iraniano, incluindo o chefe da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, e o chefe do Estado-Maior, Mohammad Bagheri.
O momento foi calculado. Após quase 20 meses de confronto aberto com os braços armados de Teerã – Hamas, Hezbollah, Houthis –, Israel obteve superioridade tática. O Irã, isolado, exaurido, com sua defesa aérea degradada por ataques anteriores, vivia um raro momento de vulnerabilidade. Tel Aviv avaliou que a janela de oportunidade seria curta. E que esperar mais significaria correr o risco de uma bomba nuclear na mão de quem prometeu aniquilar Israel.
O histórico do regime iraniano justifica o ceticismo em relação às vias diplomáticas. Por décadas, Teerã violou suas obrigações no Tratado de Não Proliferação Nuclear. Há poucos dias, a Agência Internacional de Energia Atômica confirmou que o Irã está enriquecendo urânio em níveis próximos ao grau militar, operando instalações secretas e ocultando informações. Ao mesmo tempo, seguia promovendo negociações com os EUA enquanto acelerava seu programa. A confiança se esgotou.
A comunidade internacional pregava calma. Mas a história ensina que, diante de ameaças existenciais, a passividade cobra seu preço. A doutrina de sobrevivência israelense – expressa há décadas – é clara: não haverá um segundo Holocausto por omissão. A ofensiva atual, como as de 1981 e 2007, é guiada por esse princípio.
As consequências são imprevisíveis. O Irã já está retaliando com drones e mísseis, e pode promover atentados terroristas. Mas o custo da inação seria maior. O que está em jogo não é apenas a existência de Israel, mas a própria lógica da não proliferação nuclear. Um Irã armado com bombas nucleares não ameaçaria apenas Israel, mas desestabilizaria todo o Oriente Médio, empurrando outras potências regionais a buscarem seus próprios arsenais atômicos.
A aposta de Israel é arriscada, mas coerente com os sinais que o próprio Irã emitiu. A operação parece mirar não apenas as instalações nucleares, mas também desmantelar o “Eixo da Resistência” e enfraquecer estruturalmente o regime teocrático – eventualmente oferecendo à oposição oportunidades para uma mudança de regime. Se bem-sucedida, poderá abrir caminho para uma nova arquitetura de segurança regional – com maior aproximação entre Israel e os países árabes sunitas e, quem sabe, até mesmo condições futuras mais realistas para um Estado palestino estável.
Israel agiu sozinho, mas não agiu só por si. Agiu também por aqueles que, mesmo em silêncio ou em crítica pública, reconhecem a natureza predatória do regime iraniano. Os líderes ocidentais que hoje pedem “moderação” terão, como no passado, de admitir que foi Israel quem fez o que precisava ser feito.
O dia 13 de junho de 2025 pode marcar o início de uma nova era no Oriente Médio, menos marcada pela chantagem e mais próxima de uma estabilidade duramente conquistada. O tempo dirá. É cedo para prever os desdobramentos. Mas, se o ataque conseguiu de fato atrasar o programa nuclear iraniano e enfraquecer sua capacidade de agressão, o mundo terá um motivo concreto para agradecer – ainda que em silêncio.
Cazuza é homenageado em exposição imersiva no Rio de Janeiro Com nove salas imersivas, Cazuza Exagerado é a maior mostra realizada sobre o cantor e tem estreia marcada para 12 de junho
Kirill Tereshin, o lutador russo mais conhecido como “Popeye” por causa dos bíceps deformados, está com a saúde comprometida e pode até morrer se não remover a vaselina endurecida que injetou em si mesmo. As informações são do MailOnline.
Na semana passada, Popeye teve que parar uma luta depois que os braços incharam no meio dos golpes. O lutador já admitiu que os músculos não são fruto de treinos. Ele injetou seis litros de vaselina – três em cada braço. O líquino penetrou nos tecidos da pelo e afetou o fluxo sanguíneo, o que deixa o lutador em risco, alertaram médico.
Popeye passou por cirurgias para começar a remover a substância. Ele já fez o mesmo com tríceps que inflou artificialmente. ‘O risco de complicações neste caso é muito alto’, explicou o cirurgião Dmitry Melnikov ao site MailOnline. “Uma substância tóxica no corpo a longo prazo pode complicar os rins e levar à morte”.
O primeiro-ministro esquerdista Sir Keir Starmer alertou que aqueles com os “ombros mais largos” carregariam o fardo de “consertar” as finanças públicas do país.
Os ricos começam a retirar seus recursos da Grã-Bretanha à medida que crescem os temores sobre uma série de aumentos de impostos no primeiro orçamento do governo de extrema-esquerda.
Um êxodo de capital está sendo relatado por banqueiros, consultores financeiros e chefes de negócios, com especialistas alertando que a chanceler Rachel Reeves corre o risco de arruinar o crescimento econômico do país com um aumento amplamente esperado no imposto sobre ganhos de capital (CGT).
Os temores de uma invasão fiscal entre os britânicos que têm negócios, propriedades e outros ativos aumentaram recentemente, depois que o governo anunciou um rombo de £ 22 bilhões nas finanças públicas.
O primeiro-ministro esquerdista Sir Keir Starmer alertou que aqueles com os “ombros mais largos” carregariam o fardo de “consertar” as finanças públicas do país.
Ceri Vokes, sócia do escritório de advocacia Withers Worldwide, que trabalha com empresários e executivos de private equity, disse ao Telegraph que vários de seus clientes ricos já se mudaram para o exterior este ano, com a eleição sendo “o principal impulsionador”.
“Pessoas com centenas de milhões de libras [estão saindo] porque as mudanças podem ser mais impactantes para elas”, acrescentou.
Aqueles que fazem as malas e se mudam para o exterior são tipicamente empreendedores e executivos de private equity na faixa de renda mais alta, disse ela. Itália, Emirados Árabes Unidos (EAU) e Suíça estão entre os destinos mais populares.
Outros países mais atraentes incluem a Espanha, onde, de acordo com a “Lei de Beckham”, em homenagem ao famoso jogador de futebol, os ganhos em ativos não espanhóis não são tributados.
A Irlanda também tem seu próprio regime de non-dom, que é a residência para fins fiscais, permitindo que ganhos e renda estrangeiros cresçam isentos de impostos.
Os lucros advindos da venda de um negócio são, atualmente, tributados em 20%, mas muitos investidores têm receio de que o Partido Trabalhista procure adequar essas taxas ao imposto de renda, que atualmente é de 45% para contribuintes adicionais. Isso significa que muitos empresários que venderem após as mudanças fiscais perderiam uma quantia significativa para o Tesouro.
Dessa forma, os empresários começaram a elaborar planos de emergência para tirar seu dinheiro o mais breve possível antes de qualquer aumento de impostos.
Durante participação no seminário do projeto Rota 22, realizado neste sábado (24) no município de João Câmara, na região do Mato Grande, no Rio Grande do Norte, o senador Rogério Marinho (PL-RN) fez duras críticas à gestão do governo federal e também apontou problemas na administração estadual. Em seu discurso, Marinho destacou o que considera serem ações populistas do governo Lula, que segundo ele mascaram a desorganização da máquina pública e favorecem esquemas de corrupção.
“Eles dizem: nós estamos assaltando o Brasil, nós estamos dilapidando o patrimônio da população brasileira, nós estamos implementando ações populistas para resgatar a credibilidade do demiurgo que está sitiado no Palácio do Planalto”, afirmou o senador, numa fala marcada por tom crítico e retórico forte.
Marinho comparou a atual gestão com o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, ressaltando que, mesmo em meio à pandemia, Bolsonaro teria mantido o compromisso com a responsabilidade fiscal e a estabilidade da economia nacional.
“Nós tivemos um presidente que comprou insumos, vacinas, que proporcionou ao povo brasileiro a condição de sair mais forte ainda da crise aqui e no mundo inteiro. O processo de retomada nos deu uma posição peculiar. Pela primeira vez, para o brasileiro, nós não só crescemos mais do que a China, mas tivemos uma inflação menor do que a Europa e os Estados Unidos”, declarou.
O senador também chamou atenção para o que considera um retrocesso na saúde financeira das estatais e dos fundos de pensão durante o atual governo, fazendo um contraponto com os resultados obtidos durante o período bolsonarista.
“Nós tínhamos estatais que davam lucro, hoje dão prejuízo. Nós tínhamos fundos de pensão que tinham superávit, e hoje estão imersos em situações vexatórias que vitimam principalmente os seus beneficiários”, concluiu.
O processo judicial em que a Cooperativa Médica do Rio Grande do Norte tenta suspender a licitação de um serviço essencial de saúde da Prefeitura de Natal reserva uma “coincidência” curiosa. A Coopsaúde, que sequer participou do processo licitatório, ingressou com uma ação judicial na qual afirma que a Coopmed “tem condições de manter os serviços, mesmo sem contrato há mais de seis anos”.
Outro ponto inusitado na atuação das cooperativas nesse processo é que o atestado apresentado pela Coopsaúde — “coincidentemente” — atesta que a Coopmed seria uma boa prestadora de serviço. A Coopmed, desclassificada por não atender às exigências da licitação, acabou ganhando uma “aliada inesperada”.
Após ser derrotada duas vezes no Tribunal de Justiça na tentativa de barrar a licitação, a Coopmed viu a Coopsaúde também entrar com um mandado de segurança com o mesmo objetivo. A pergunta que fica é: por que a Coopsaúde quer anular uma licitação da qual nem sequer participou? E mais: com as regras atuais, ela não teria sequer condições de concorrer. VIA PORTAL GRANDE PONTO
Justiça determina retirada de fake news contra vereadora Camila Araújo e condena distorção de discurso
A juíza Thereza Cristina Gomes, da 14ª Vara Cível de Natal, determinou que os blogs Silvério Filho e O Potiguar, ambos sediados na capital potiguar, retirem do ar publicações que distorceram declarações da vereadora Camila Araújo (União). A decisão judicial foi publicada nesta quarta-feira, 21, e os veículos têm 48 horas para cumprir a ordem, sob pena de responsabilidade civil. As publicações questionadas acusavam injustamente a vereadora de relativizar a pedofilia, ao citar um caso concreto vivido por ela quando era conselheira tutelar. Na ocasião, Camila mencionou o caso de uma menina de 13 anos grávida do “namorado”, abordando o tema dentro de um discurso em que se posicionava contra o aborto, inclusive em situações decorrentes de estupro — ainda que reconhecendo a complexidade desses casos. A magistrada, após analisar a íntegra do pronunciamento de Camila Araújo, concluiu que suas palavras foram “distorcidas”, causando grave prejuízo à sua imagem pública. Em sua decisão, a juíza reforçou que a publicação de conteúdos falsos ou manipulados na internet não está protegida pela liberdade de expressão, devendo obedecer ao disposto no Marco Civil da Internet. “Quando isso acontece, procede-se conforme a Lei do Marco Civil da Internet, que prevê a retirada de postagem mediante comunicação do provedor de aplicações de internet com a identificação clara e específica do conteúdo apontado como infringente, sob pena de responsabilidade civil pelos danos decorrentes daquele conteúdo”, destacou a juíza. Após a polêmica, a vereadora gravou um vídeo reafirmando sua posição contra qualquer tipo de relação com menores de idade e criticou decisões judiciais que, em alguns casos, afastam a tese de estupro mesmo diante de evidências envolvendo crianças. A decisão judicial é um alerta para os riscos das fake news e uma defesa da verdade no debate público, especialmente quando se trata de temas sensíveis como abuso sexual e políticas de proteção à infância. A divulgação irresponsável de informações falsas não apenas compromete a integridade de figuras públicas, mas também desinforma a sociedade e enfraquece o estado democrático de direito. Por Júnior Melo
Em apenas seis anos de existência, o Chega aumentou sua votação de 1,3% para cerca de 23%.
“A direita democrática, na identidade da AD, vence as eleições, mas perde o combate político. É uma das suas mais curtas vitórias. Não consegue maioria para governar”, escreveu o cientista político Antonio Barreto em artigo no jornal português O Público.
O líder do Chega, André Ventura, comemorou o resultado eleitoral. “Podemos declarar oficialmente, e com segurança, que acabou o bipartidarismo. Fizemos história.”
Não está claro ainda se a AD de Luís Montenegro fará aliança com o Chega para poder governar. Na eleição passada, a AD se negou a formar uma coligação com a direita radical.
Para governar, a AD — que conquistou 89 vagas — precisaria do apoio de 27 deputados. Até o momento, com votos finais ainda sendo apurados, o PS obteve 58; o Chega, 58; e os demais partidos somaram 20 assentos.
O empate eleitoral do PS com o Chega foi considerado tão desastroso pela sigla de esquerda que seu líder, o socialista Pedro Nuno Santos, anunciou sua demissão.
Os socialistas ainda podem até ficar atrás do Chega no resultado final da eleição — se os resultados dos eleitores no exterior, que demoram alguns dias a serem contabilizados, forem semelhantes aos das eleições do ano passado.
‘Chega’ em alta
A eleição coroa a ascensão meteórica do Chega, que foi fundado em 2019.
Seu líder, André Ventura, de 42 anos, ficou conhecido em Portugal como comentarista de futebol. Torcedor do Benfica, ele ganhou notoriedade em 2014 ao defender o clube no canal de televisão CMTV.
Formado em direito, Ventura também foi seminarista durante um ano — e trabalhou como professor universitário e inspetor tributário, antes de migrar definitivamente para a política.
Isso aconteceu em 2017, quando concorreu à Câmara Municipal de Loures, perto de Lisboa, pelo PSD. A mensagem principal de sua campanha era dirigida aos ciganos, uma comunidade, nas suas palavras, “que vivia dos subsídios do Estado”.
“O que eu vou dizer pode não ser muito popular, mas é verdade: temos tido uma tolerância excessiva com alguns grupos e minorias étnicas”, disse ele, na época, em entrevista ao site Noticias ao Minuto.
Nas palavras de Ventura, famílias, “por serem de etnia cigana”, tinham ajuda do Estado para reformar as casas enquanto outras esperavam pelo benefício.
“Quem tem de trabalhar todos os dias para pagar as contas no fim do mês olha para isso com enorme perplexidade. Isso não é racismo nem xenofobia, é resolver um problema que existe porque há minorias no nosso país que acham que estão acima da lei.”
Ventura não ganhou aquelas eleições, mas aproveitou a atenção da mídia gerada pela polêmica para, dois anos depois, lançar o Chega, prometendo defender os “portugueses de bem”.
Pedro Nuno Santos renunciou à liderança do Partido Socialista após empate com o Chega
Defensor do controle da imigração, Ventura fez campanha para criar o crime de “residência ilegal em solo português” — e impor cotas anuais de entrada de estrangeiros no país baseadas “nas qualificações dos imigrantes e nas necessidades do mercado português”.
“Não podemos viver em um país onde todo mundo entra sem controle nem critério, sem saber porque entra e ao que vem”, defendeu o líder do Chega.
Sobre os muçulmanos, Ventura postou em 2019 em sua conta no Twitter: “Quantos paquistaneses vão ter de cortar a cabeça a mais mulheres para percebermos o real perigo que esta vaga (onda) islâmica significa para a Europa?”
Ventura sempre negou as acusações de racismo e xenofobia — afirmando que o que ele quer é “uma imigração decente, mas não descontrolada”.
Bolsonaro e brasileiros
O discurso de Ventura agrada também muitos brasileiros que vivem no país. Portugal tem a segunda maior comunidade brasileira no exterior, atrás apenas dos EUA, com 513 mil brasileiros.
Apesar da grande comunidade em Portugal, um estudo estima que o número de eleitores brasileiros — e de imigrantes em geral — é pequeno. Apenas 34 mil imigrantes estariam inscritos para votar — e cerca de 25% desses seriam brasileiros.
Em Portugal, menos de 0,3% do eleitorado de cerca de 10 milhões de pessoas é de pessoas nascidas no exterior.
Na eleição passada, Bolsonaro gravou uma mensagem aos portugueses: “É muito importante que André Ventura, do Chega, consiga essa cadeira de primeiro-ministro. É a direita, é o conservadorismo, são as pessoas de bem que se fazem cada vez mais presentes”.
Neste ano, Ventura fez uma transmissão ao vivo pela internet com Bolsonaro no qual apoiou o brasileiro nos processos que ele enfrenta no Supremo Tribunal Federal.
O Chega organizou um protesto contra Lula em 2023 em Lisboa
Sobre o atual presidente brasileiro, Ventura disse: “Lula deve ser condenado por sua proximidade com a Rússia e pela incapacidade de ver o sofrimento do povo ucraniano, contrário à diplomacia que Portugal tem feito e bem, no âmbito europeu, pela sua proximidade à China, pela sua hesitação em condenar as ditaduras sul-americanas que tanta dor, pobreza e sofrimento têm causado, mas sobretudo e acima de tudo, pelo nível de corrupção que representa.”
O líder do Chega defendeu, como Bolsonaro, algumas propostas polêmicas, como a castração química para estupradores e pedófilos.
Ele resgatou em 2021 o lema da ditadura “Deus, Pátria e Família”, ao qual acrescentou “trabalho” — mas, diferente de Bolsonaro em relação à ditadura brasileira, Ventura não é um defensor do regime autoritário sob o comando de António Salazar que governou Portugal durante 40 anos.
“Fiquem à vontade comigo porque não tenho nenhum saudosismo de uma República que eu não vivi. Não é isso que me move. Vejo Salazar como vejo outras figuras da história”, disse em entrevista à agência Lusa em 2020.
Ele também não hesitou em condenar os ataques de 8 de janeiro de 2023 em Brasília, quando apoiadores de Bolsonaro invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal .
Liberal na economia, Ventura defende a redução dos impostos, mas quer também o aumento das pensões e dos salários.
Quando se elegeu, em 2019, Ventura postou no Twitter: “Por que razão cresce o Chega nas sondagens e na rua? Porque já não é só a voz individual, os nossos desejos e as nossas ambições. O Chega é a voz de um povo inteiro farto de corrupção e de impunidade.”
Em relatório publicado nesta terça-feira (20), os analistas do banco de investimentos estimam que o Ibovespa chegue aos 189 mil pontos em meados de 2026
Publicação do relatório deu fôlego ao principal índice do mercado bater recorde nesta sessão ao fechar acima dos 140 mil pontos pela primeira vez na história • REUTERS/Paulo Whitaker
O Morgan Stanley subiu a recomendação dos papéis brasileiros para overweight — o equivalente à compra — citando perspectivas de mudança de governo nas próximas eleições e o preço descontado dos ativos.
O documento ainda detalha setores e ações recomendadas pelo Morgan Stanley no país, apresentando a entrada e saída de empresas do modelo.
Entre os setores, o banco de investimento destacou energia e agricultura como destaques, com melhor combinação entre risco e retorno.
“O Brasil está começando a se parecer com o Texas, com crescimento e força nos setores de energia e agricultura. Acreditamos que uma mudança na política de desregulamentação e desalavancagem seria a cereja do bolo”, afirmaram os analistas.
O Morgan Stanley ainda citou os setores de serviços financeiros, empresas estatais, serviços públicos e concessões.
O banco norte-americano mantém 21 ações on portfólio, com mudanças neste novo relatório.
Entrou B3, após recente mudança para overweight, com expectativa que investidores devem migrar da renda fixa para o mercado de ações em meio à expectativa de queda dos juros.
Já na outra ponta, deixaram Porto Seguro e Suzano. Segundo o Morgan Stanley, a decisão foi para de abrir espaço para nomes mais sensíveis aos juros, como a própria B3.