Eleições deste domingo (13) serão disputadas entre o atual presidente, Daniel Noboa, e a líder da oposição de esquerda, Luisa González.
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Luiza González, de esqueda, e o atual presidente Daniel Noboa disputam o segundo turno — Foto: Karen Toro/Reuters
O Equador declarou neste sábado (12) estado de exceção em sete de suas 24 províncias. A medida, que abrange a capital, Quito, e todo o sistema prisional do país, foi adotada devido ao aumento da violência causada pelo tráfico de drogas. A decisão é válida por 60 dias.
O estado de exceção entra em vigor um dia antes do segundo turno da eleição presidencial no país. Neste domingo (13), disputam o cargo o atual presidente, Daniel Noboa, e a líder da oposição de esquerda, Luisa González.
Conforme o decreto publicado por Noboa, a medida foi tomada em resposta ao “aumento da violência, da criminalidade e da intensidade de atos ilícitos cometidos por grupos armados organizados”.
Dados oficiais mostram que o Equador registrou um assassinato por hora em janeiro e fevereiro, o que tornou este início de ano o mais sangrento já registrado no país.
