O presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, Dr. César Maia, declarou nesta terça-feira (29) que o grupo político liderado pela prefeita Professora Nilda irá se articular para disputar uma vaga na chapa majoritária nas eleições estaduais de 2026. A afirmação foi feita durante entrevista à rádio 94 FM, conduzida por Michelle Rincon e Tacio Cavalcanti.
“Já conversei com a prefeita Nilda e vamos unir o grupo político para pleitear esse espaço na majoritária. Seja no Governo do Estado ou no Senado, entendemos que Parnamirim precisa ocupar esses espaços e ter uma representatividade mais forte nas grandes decisões do Rio Grande do Norte”, destacou o parlamentar.
O Ministério Público Eleitoral em Mossoró, por meio da 33ª Zona Eleitoral, remeteu à Procuradoria Regional Eleitoral a Notícia de Fato nº 02.23.2022.0000025/2025-37, que apura a possível prática de propaganda eleitoral antecipada, abuso de poder político e improbidade administrativa por parte do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra. O fato investigado envolve uma série de episódios ocorridos durante o Mossoró Cidade Junina 2025, nos quais artistas contratados pela Prefeitura teriam feito apologia ao nome do prefeito como futuro candidato ao Governo do Estado. Um dos principais episódios citados foi a fala do cantor Xand Avião durante o “Pingo da Mei Dia”. A declaração do artista, transcrita e incluída na peça enviada à PRE-RN, diz: “Quem quer Allyson para governador grita ‘êêêêêu!’” “Por mim ele era presidente logo!” “Quem vota no Allyson dá um gritão!!! (…) Rapaz, eu faço show pelo Brasil inteiro e é difícil, viu, Allyson. Estou falando aqui de coração. É difícil ver um cara do poder público com a aceitação que você tem. Salva de palmas pra você, meu irmão. Sério mesmo! De verdade! Sem ser babão… ou melhor, porque eu sou babão mesmo. Isso não é um prefeito, é um pai! Quem quer Allyson pra presidente, levanta a mão! Já tem meu voto e da banda inteira. Se não votar, tu sai!” Além disso, o MP Eleitoral reuniu gravações de outros artistas que também fizeram elogios públicos ao prefeito durante suas apresentações. Outra linha de investigação envolve o espetáculo Chuva de Bala, em que o ator escolhido para representar o herói Rodolfo Fernandes, na defesa da cidade contra o bando de Lampião, apresentava grande semelhança física com Allyson. Outro ponto citado foi o uso de drones, patrocinados pelo grupo PicPay, que projetaram a imagem de um chapéu de couro sobre a Estação das Artes — símbolo frequentemente utilizado nas campanhas eleitorais de Allyson Bezerra.
❓ Qual a gravidade disso? Os fatos em apuração podem indicar, no mínimo, prática de propaganda eleitoral antecipada. Isso se agrava diante da já conhecida pretensão de Allyson de disputar o Governo do Estado, o que foi diretamente sugerido na fala de Xand Avião. O prefeito pode alegar, em sua defesa, que os comentários do cantor foram espontâneos e sem qualquer combinação prévia. No entanto, um ponto crucial pode fragilizar essa versão: a possível divulgação das falas de Xand feita nas redes sociais do próprio Allyson. Se a Justiça Eleitoral requisitar aos provedores (Instagram, TikTok e YouTube) e comprovar o conteúdo original postado e confirmar esse uso, o argumento da espontaneidade perde força.
⚖️ O que pode acontecer? A Notícia de Fato enviada à Procuradoria Regional Eleitoral é fruto de uma investigação preliminar, que reuniu documentos, fotos e vídeos. Agora, com a abertura de um procedimento formal, novas provas deverão ser buscadas. É provável que se requeira às plataformas digitais as postagens feitas pelo prefeito durante a festa. O conteúdo dito por Xand Avião já é delicado, mas se for comprovado que o prefeito se apropriou desse material para autopromoção em suas redes sociais, o quadro se complica ainda mais. Caso a investigação confirme o uso político-eleitoral do Mossoró Cidade Junina — não apenas pelos episódios isolados, mas pelo conjunto da atuação digital do prefeito, com centenas de postagens em que aparece vinculado ao evento — a repercussão jurídica pode ser grave. Entre as possíveis sanções, está o impedimento do registro de sua candidatura.
De março a julho o Projeto Rota 22 iniciou um contato direto com os simpatizantes dos valores e propostas do Partido Liberal (PL) e o resultado foi uma interação expressiva nas redes sociais com mais de 45 milhões de visualizações e um alcance de 5 milhões de contas no Rio Grandes do Norte e cidades vizinhas de outros estados. Para aproximar a mensagem do PL da sociedade, o Projeto Rota 22 criou site, canais de whatsapp e grupos de interação nas redes sociais.
“Tudo para fortalecer a direita em todo o Brasil, ouvindo a população, formando novas lideranças por meio de oficinas e construindo soluções verdadeiras para um país mais forte e livre”, reforça o senador Rogério Marinho, secretário-geral do PL e presidente estadual da legenda.
O momento de maior impacto e interação do Projeto Rota 22 na redes socias e influenciadores ocorreu no período de 12 a 14 de junho, durante a visita do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), ao Rio Grande do Norte, que revisitou obras e ações no período de sua gestão na presidência e que favoreceram o Estado como: Engorda de Ponta Negra, Complexo Cidade da Moda, em Acari, Barragem de Oiticica, em Jucurutu, e o Anel Viário de Mossoró. Antes, em 11 de abril, Bolsonaro interrompeu visita ao RN ao passar mal e precisar de atendimento médico.
O Rota 22 é uma iniciativa do Partido Liberal (PL) em parceria com o Instituto Álvaro Valle, que fechou o primeiro semestre com 20 eventos realizados no Estado, sendo 16 oficinas e 4 seminários abrangendo todas as regiões do RN. Com o propósito de fortalecer os laços entre a sociedade civil e o partido, valorizando o diálogo e a construção coletiva de propostas; o projeto possibilitou um diagnóstico detalhado das dificuldades do Estado, por região. “Ferramenta fundamental para a troca de informações com os pré-candidatos em 2026 do Partido Liberal. É uma base sólida de informações que eleverá o debate em torno de ações concretas que irão impactar na vida de quem mais precisa de políticas públicas”, disse Rogério Marinho.
AGENDA
Fique conectado com o Rota 22 — acesse o site plrota22.com.br e confira quando o projeto passará por sua região. Mais informações também estão disponíveis nas redes sociais, pelos perfis @pl22rn e @plnacional22, e no canal de WhatsApp do Rota 22 no Rio Grande do Norte: canal.plrota22.com.br.
No dia 2 de agosto haverá o grande Seminário, em Santo Antônio, reunindo lideranças do Agreste, Trairí e Potengi. Na agenda do Projeto Rota 22, ainda tem oficina em Parnamirim, no dia 6 de agosto, em Extremoz, no dia 7 de agosto, e Seminário da Região Metropolitana, em Natal, no dia 16 de agosto.
Quanto mais se enfraquece a educação, mais se fortalece o autoritarismo. Essa máxima não é apenas retórica: ela encontra eco em pensadores como Hannah Arendt, que alertava que o totalitarismo floresce justamente onde o pensamento crítico desaparece. Uma população mal educada não questiona, não se rebela, não exige: ela obedece.
Paulo Freire, patrono da educação brasileira, já dizia que “quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor”. Isso porque uma educação meramente técnica, sem pensamento crítico, forma indivíduos domesticados — e não cidadãos. Forma servos do sistema, e não protagonistas da própria história.
É nesse contexto que devemos denunciar, com veemência, o que está acontecendo no Rio Grande do Norte, onde o sistema educacional passou a permitir que o estudante reprove em até seis disciplinas. Isso é um atentado contra o próprio conceito de excelência educacional. É dizer para o aluno: “não importa se você aprendeu ou não, você vai passar de qualquer jeito”. Isso não é inclusão — é abandono pedagógico.
Para que serve então o professor que se especializa, que se aperfeiçoa, que estuda metodologias, se o sistema educacional retira dele a autoridade de ensinar com exigência e qualidade? Para que serve o aluno estudar se a reprovação virou uma exceção quase impossível? Isso aniquila o mérito, banaliza o esforço, desacredita o saber.
Segundo Giovanni Sartori, em sua obra Homo Videns, a crise da democracia moderna está ligada à degradação cognitiva das massas — a substituição do pensamento pela imagem, da leitura pela distração, da reflexão pelo consumo rápido de informação. E os governos totalitários se aproveitam disso. É mais fácil dominar quem não lê, quem não escreve, quem não pensa.
É preciso dizer em alto e bom som: uma educação que não exige é uma educação que emburrece. E quanto mais ignorante o povo, mais fácil será manipulá-lo com migalhas, com narrativas populistas, com políticas de ilusão.
A história nos prova: regimes como o nazismo, o fascismo e o stalinismo foram precedidos pela destruição da educação livre, pela perseguição aos professores críticos, pela submissão da escola ao Estado. O caminho da barbárie sempre começa com o silêncio nas salas de aula.
Portanto, a verdadeira resistência começa com o resgate da educação de qualidade, exigente, libertadora e crítica. O Rio Grande do Norte — e o Brasil — não pode aceitar uma política educacional que transforma o fracasso em rotina e a mediocridade em norma.
Entendi que a liberação para entrevistas fosse um gesto de equilíbrio, mas o que vimos foi o oposto: uma armadilha jurídica. Jair Bolsonaro pode falar, mas se terceiros — inclusive jornalistas ou cidadãos comuns — divulgarem o conteúdo em redes sociais, a prisão é autorizada. Isso não é justiça. É censura prévia travestida de cautelar.
Estamos diante de um caso clássico de efeito inibidor: ninguém mais sabe o que pode ou não publicar, e o medo cala até quem tem razão. É a morte civil do indivíduo pela subtração da sua presunção de inocência, sem julgamento, sem contraditório, sem proporcionalidade.
Pior: todos os cidadãos e meios de comunicação do país passam a viver sob a espada da subjetividade do ministro, que, sem qualquer previsão legal, decidirá a seu bel-prazer quem será ou não enquadrado como “milícia digital”. Isso não é combate à desinformação — é autoritarismo em toga.
Quando um ministro se coloca acima das garantias fundamentais, todos os cidadãos correm risco. O Supremo não pode ser o censor da República. E liberdade de expressão não pode depender do temperamento mercurial de um ministro.
ROGÉRIO MARINHO Senador da República (PL-RN) Líder da Oposição no Senado
Estados Unidos cancelaram visto de Moraes, além de documentos de “aliados” e “familiares” do ministro, nas palavras do secretário de Estado, Marco Rubio
25/07/25 às 20:40 | Atualizado 25/07/25 às 20:40
Marco Aurélio Mello, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) • CNN
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Para o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello, a revogação do visto americano do ex-colega de STF Alexandre de Moraes é um ato “super extremado”.
“É algo que não vejo com bons olhos”, declarou Marco Aurélio, em entrevista à CNN nesta sexta-feira (25).
Há uma semana, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, anunciou, via redes sociais, que os Estados Unidos cancelariam o visto americano de Moraes, em medida que também miraria contra “familiares” e “aliados” do magistrado.
O anúncio de Rubio ocorreu no mesmo dia em que, mais cedo, Moraes determinou medidas cautelares contra Bolsonaro, como o uso de tornozeleira eletrônica.
Os Estados Unidos, até por meio do presidente Donald Trump, têm pressionado o Brasil a parar “imediatamente” investidas judiciais contra o ex-presidente.
A decisão de Moraes fala em atuação “coordenada” de Jair e seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), para “intimidar autoridades brasileiras e obstruir o curso da ação penal” sobre um suposto plano golpista contra o resultado na eleição presidencial de 2022; o ex-presidente é réu no processo.
Eduardo está desde o começo do ano nos EUA alegando buscar sanções americanas contra Moraes e, neste contexto, celebrou o anúncio em relação ao cancelamento do visto do ministro do Supremo.
A mesma decisão também proibiu o ex-presidente de se aproximar de embaixadores e de se comunicar com diplomatas estrangeiros. O passaporte de Bolsonaro está apreendido desde o início de 2024, em meio às investigações sobre o suposto plano golpista.
(25), no Palácio Felipe Camarão. O novo espaço urbano conta com uma área de 10 hectares em terreno cedido oficialmente pelo
Exército Brasileiro ao município.
O prefeito Paulinho Freire destacou a importância do novo parque urbano para a capital potiguar. “E uma grande conquista para Natal. Neste espaço, vamos aliar a preservação ambiental e oferecer um ambiente de lazer e entretenimento para as famílias da nossa cidade. Agradeço imensamente ao Exército Brasileiro pela cessão do terreno e ao senador Styvenson Valentim pelo apoio integral ao projeto”,
“, afirmou.
O evento também contou com a presença da vice-prefeita Joanna Guerra, de secretários municipais, do senador Styvenson Valentim e de representantes do Exército Brasileiro.
O general de Brigada Alessandro da Silva ressaltou o papel da instituição na cessão do espaço: “Estamos destinando o terreno para a construçao de um equipamento publico voltado a sociedade. Hoje, formalizamos essa ação com a certeza de que a Prefeitura desenvolverá um excelente trabalho. Acreditamos que o parque impulsionará a qualidade de vida e o turismo da região”, explicou o general.
O senador Styvenson Valentim reforçou o compromisso com o desenvolvimento urbano de Natal. “Como parlamentar, é uma satisfação apoiar esta iniciativa. Tenho certeza de que esse parque vai mudar a concepção de turismo e lazer em nossa cidade. E um projeto que valoriza o município e apoia a preservação ambiental”,
O encontro de lideranças do Projeto Rota 22 esteve em Goianinha (RN), no Mirante do Vale Restaurante, nesta quarta-feira (23). Durante a abertura do encontro o deputado estadual, Coronel Azevedo foi enfático: “Pelo diagnóstico do Rota 22 vocês estão vendo como o Rio Grande do Norte está no fundo do poço.”, salientando em seguida a importância do projeto do Partido Liberal (PL), com proposições concretas para o pleito de 2026.
Hemerson Galvão, secretário de desenvolvimento econômico de Goianinha, lamenta a falta de competitividade do Estado com os empresários, preferindo investir em estados vizinhos e não no RN, pela insegurança de investir aqui. “Nós não temos estradas. E isso só prejudica. Nós não temos Governo do Estado.”, disse o prefeito de Georgino Avelino, Antônio Freire, durante o debate no Mirante do Vale Restaurante.
Petrucio Ferreira, Secretário de Educação de Goianinha, citou a dificuldade com o transporte escolar. “Até hoje não se tem nenhuma contribuição voltada para os estudantes do interior, no tocante ao transporte escolar. Com os municípios tendo que assumir o transporte para os alunos do ensino superior, sem implicar em prejuízo para o ensino rural. Taí um grande gargalo”.
O Projeto Rota 22 completou o ciclo de oficinas na região Agreste. No dia 2 de agosto haverá o grande Seminário, em Santo Antônio, reunindo lideranças do Agreste, Trairí e Potengi. Na agenda do Projeto Rota 22, ainda tem oficina em Parnamirim, no dia 6 de agosto, em Extremoz, no dia 7 de agosto, e Seminário da Região Metropolitana, em Natal, no dia 16 de agosto.
O Rota 22 é uma iniciativa do PL em parceria com o Instituto Álvaro Valle, que fechou o primeiro semestre com 20 eventos realizados no Estado, sendo 16 oficinas e 4 seminários abrangendo todas as regiões do RN.
Fique conectado com o Rota 22 — acesse o site plrota22.com.br e confira quando o projeto passará por sua região. Mais informações também estão disponíveis nas redes sociais, pelos perfis @pl22rn e @plnacional22, e no canal de WhatsApp do Rota 22 no Rio Grande do Norte: canal.plrota22.com.br.
O Projeto Rota 22 chegou em Passa e Fica (RN) e o encontro foi na pousada Manaím, nesta terça-feira (22). Foi o momento para trocar ideias, compartilhar conhecimento e construir juntos um futuro melhor para o RN, como foco na região Agreste. Nesta quarta-feira (22) o encontro ocorre em Goianinha (RN), no Mirante do Vale Restaurante.
O prefeito de Passa e Fica, Flaviano Lisboa, em sua fala, na oficina, chamou atenção para um dos propósitos do Partido Liberal (PL) a profissionalização dos jovens. “Isso para que tenham autonomia e busquem empreender. Para que não dependam do assistencialismo e sejam donos da própria vida”, disse.
O prefeito de São José do Campestre, Eribaldo Lima, participou da oficina e lamentou a demanda por água potável. “O município, principalmente, na área rural tem uma situação muito delicada”, relatou. A secretária Municipal de Saúde de Passa e Fica, Elizabete Sousa, lamenta o não cumprimento da pactuação no atendimento SUS por parte do governo. “É uma dificuldade permanente para quem está na ponta que é o município”, disse.
Maria Célia, secretária Municipal de Educação, comemora que apesar do Rio Grande do Norte constar um último nos números do Ideb, Passa e Fica se destacou na região Agreste.
O Projeto Rota 22 completa o ciclo de oficinas esta semana, desta vez na região Agreste. No dia 2 de agosto haverá o grande Seminário, em Santo Antônio, reunindo lideranças do Agreste, Trairí e Potengi. Na agenda do Projeto Rota 22, ainda tem oficina em Parnamirim, no dia 6 de agosto, em Extremoz, no dia 7 de agosto, e Seminário da Região Metropolitana, em Natal, no dia 16 de agosto.
O Rota 22 é uma iniciativa do PL em parceria com o Instituto Álvaro Valle, que fechou o primeiro semestre com 20 eventos realizados no Estado, sendo 16 oficinas e 4 seminários abrangendo todas as regiões do RN.
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A Prefeitura do Natal prorrogou até o dia 18 de julho de 2025 o prazo de adesão ao Programa de Recuperação Fiscal – Refis Municipal 2025, conforme estabelece o Decreto nº 13.415, publicado em edição extra do Diário Oficial do Município.