Praia de Copacabana já está cheia no fim deste sábado (3), antes do show de Lady Gaga • Reprodução/CNN-News18
A área destinada a pessoas com deficiência (PCD) no show da cantora Lady Gaga, que acontecerá na noite deste sábado (3), no Rio de Janeiro, foi invadida antes da abertura oficial para o público.
Em entrevista à CNN, a jornalista e consultora de acessibilidade, Jéssica Paula, contou sobre o momento da invasão. “Pessoas sem deficiência subiram na área elevada, dançaram e zombaram dos cadeirantes que estavam aguardando na fila para entrar”, afirmou.
De acordo com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio, a situação aconteceu por volta das 09h. Devido ao excesso de peso na estrutura foi necessário um reforço técnico que gerou atraso na abertura oficial.
“Cadeirantes que estavam na fila e já possuíam senha não conseguiram acessar a área, já ocupada. Eles foram orientados a caminhar pelo contrafluxo da multidão até a segunda área PCD, posicionada mais distante do palco e com visibilidade apenas para o telão”, relatou Jéssica.
Na nota enviada pela secretaria à CNN, a prefeitura destacou que acesso a área havia sido normalizado estava sendo feito “por ordem de chegada, respeitando o limite de lotação previamente definido por questões de segurança”.
A CNN questionou a secretaria sobre o horário em que foi aberto o local e a capacidade do local para pessoas com deficiência e acompanhantes, mas não teve o retorno até a publicação da matéria.
Cantora faz show gratuito na Praia de Copacabana neste sábado (3)
Flávio Ismerim03/05/2025 às 21:35 | Atualizado 03/05/2025 às 21:35
da CNN , no Rio de Janeiro
Influenciador Alvaro chega para o show de Lady Gaga em Copacabana • Victor Chapetta/AG News
O influenciador Álvaro contou, em entrevista à CNN, que tinha um fã-clube da cantora Lady Gaga na época em que ela lançou o “Born This Way”, seu terceiro álbum de estúdio.
A norte-americana se apresenta neste sábado (3) na Praia de Copacabana.
Durante o pré-evento do show de Gaga realizado pela 99, Álvaro, que é assumidamente gay, afirmou que não sabe se é possível ser homossexual e não ser fã da voz de “Bad Romance” e “Paparazzi”.
“Eu fiz um fã-clube pra ela na época do ‘Born This Way’, só que depois eu conheci Justin Bieber e fiquei mais fã dele”, contou. “Como ser viado e não gostar da Lady Gaga?”, brincou.
Solteiro, Álvaro contou à CNN que pretende usar a viagem para conhecer homens cariocas. “Dá pra achar um contatinho”, brincou.
A Comissão Especial de Inquérito (CEI) ouviu durante sua terceira reunião, realizada nesta quarta-feira (30), o secretário municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), Thiago Trindade, e a secretária adjunta da Secretaria da Mulher em Natal (Semul), Midy Avelino. Os dois compareceram como convidados e responderam às perguntas dos parlamentares que compõem o colegiado. Instalada na Câmara Municipal de Natal, a comissão investiga invasões a propriedades privadas, especialmente estabelecimentos comerciais na capital potiguar.
Em sua fala, Thiago Trindade considerou qualquer tipo de reivindicação necessária, desde que seja feita dentro da legalidade e comprometida com o interesse público. “Para ficar bem claro: a gente repudia invasões aos espaços públicos e privados. Sobre a atuação da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo, ele acontece, principalmente, nas áreas públicas. Quando ocorre uma invasão, agimos com poder de polícia, pois temos essa prerrogativa em atos administrativos e civis. Como isso acontece? Identificamos os invasores e os retiramos com o apoio da Polícia Militar ou da Guarda Municipal. Dependendo da evolução, podemos estabelecer multas ou até mesmo impedir alguma atividade que esteja sendo realizada no local”, explicou o titular da Semurb.
Na sequência, Midy Avelino falou sobre o impacto que as invasões causam nas mulheres participantes dos acampamentos. “Existe uma situação de vulnerabilidade social. Muitas vezes as mulheres estão no meio do confronto não por elas, mas pelos seus companheiros. Portanto, é importante que elas saibam que a cidade tem uma secretaria que desenvolve projetos e programas sociais que tratam a questão da vulnerabilidade social e apoia a população feminina nesse tipo de contexto. Nos colocamos à disposição, para conversar com essas mulheres e apresentar políticas públicas que possam ajudá-las”.
O vereador Matheus Faustino (União Brasil) lembrou que a CEI tem o objetivo de identificar invasores e determinar quem está cometendo o crime. “A Constituição define que a propriedade privada deve cumprir uma função social. Ou seja, é a Justiça que tem autoridade para definir quem cumpre ou não função social e não esses movimentos. A cada reunião isso fica mais claro. E a gente veio aqui pra mostrar à população quem realmente tá invadindo sem qualquer critério. Alguns estão dizendo que queremos criminalizar os movimentos sociais. Muito pelo contrário. Convido os movimentos sociais que realmente agem dentro da lei a usarem este espaço para provarem que são inocentes”, afirmou o relator da comissão.
Já o vereador Daniel Valença (PT) frisou que todos os secretários questionados pela comissão disseram que não tem nada a afirmar sobre invasões em propriedades privadas. “Então, a gente está, na verdade, ao longo dessas semanas, perdendo tempo com uma tentativa de criminalização dos movimentos sociais que lutam por moradia popular em Natal, haja vista a ausência de políticas neste sentido. Por exemplo, na Secretaria Municipal de Habitação, Regularização Fundiária e Projetos Estruturantes estão inscritas mais de 107 mil pessoas que aguardam um lugar para morar”.
A vice-presidente da CEI, vereadora Camila Araújo (União Brasil), ressaltou que a reunião foi importante para a sociedade tomar conhecimento das políticas desenvolvidas pela Prefeitura para as mulheres. “Existe o benefício do aluguel social, dado a mulheres vítimas de violência doméstica ou que estão saindo de um contexto de violência. Elas são protegidas e abrigadas pela Secretaria Municipal das Mulheres com este benefício, que é temporário, mantido até que essa mulher conquiste sua independência, saia dessa situação e possa seguir sua vida. Além disso, muitas mulheres chefes de família estão buscando na Secretaria Municipal de Mulheres o seu direito de moradia”.
Medicamento para diabetes tipo 2, também usado para emagrecimento, chega às farmácias neste mês
O Mounjaro, medicamento injetável usado no tratamento da diabetes tipo 2 e também procurado para perda de peso, começará a chegar às farmácias brasileiras a partir da primeira quinzena de maio, segundo a farmacêutica Lilly. O preço do tratamento mensal pode variar entre R$ 1,4 mil e R$ 2.384,34, dependendo da dose e do canal de compra.
Com princípio ativo tirzepatida, o Mounjaro simula a ação de dois hormônios produzidos no intestino, o GLP-1 e o GIP, ajudando a controlar os níveis de açúcar no sangue e a reduzir o apetite. Por ter essa dupla ação, é considerado uma evolução dos medicamentos à base de semaglutida, como o Ozempic.
Ozempic x Mounjaro
O Mounjaro foi aprovado pela Anvisa em setembro de 2023 para o tratamento da diabetes tipo 2.
O fármaco não é o único do mercado, sendo um dos concorrentes diretos do Ozempicquando o assunto é a eficácia na redução de medidas.
O Ozempic (semaglutida) é um análogo do hormônio GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon), que ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue e reduz o apetite.
Já o Mounjaro (tirzepatida) é um duplo agonista que age tanto no GLP-1 quanto no GIP (polipeptídeo inibidor gástrico). Isso significa que sua atuação é mais ampla na regulação do apetite e do metabolismo.
Quanto custará no Brasil?
O medicamento será vendido em caixas com quatro canetas injetoras, suficientes para um mês de tratamento. O preço cheio varia de R$ 1.907,29 (na dosagem de 2,5 mg) a R$ 2.384,34 (5 mg).
No entanto, pacientes cadastrados no programa Lilly Melhor Para Você poderão pagar menos: no e-commerce, os valores variam de R$ 1.406,75 a R$ 1.759,64; e em farmácias físicas, de R$ 1.506,76 a R$ 1.859,65 — a depender da dose escolhida.
Preciso de receita para comprar Mounjaro?
Para comprar o Mounjaro, será necessário apresentar receita médica, que será retida na farmácia, exigência estabelecida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para todos os medicamentos agonistas do GLP-1, como Ozempic, Wegovy e Saxenda. Também é preciso prescrição médica para se cadastrar no programa da Lilly e obter os descontos.
Embora o uso para perda de peso ainda seja off label (ou seja, fora das indicações formais), estudos clínicos mostraram que, quando associado a dieta e exercícios, o remédio levou voluntários a perderem até 20% do peso corporal.