Durante a Marcha dos Vereadores, que acontece em Brasília até a próxima sexta-feira (25), o presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome, participou de reunião com o senador Rogério Marinho. Acompanhado pelos vereadores Kleber Fernandes, Robson Carvalho, Matheus e Léo Souza, além de outros parlamentares da capital potiguar, o encontro teve como foco central a busca por emendas e recursos que possam impulsionar áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura em Natal.
A reunião foi considerada produtiva e extensa, com os parlamentares discutindo diretamente com o senador estratégias para garantir investimentos federais destinados à capital do Rio Grande do Norte. De acordo com os vereadores, há boas perspectivas para que, nas próximas semanas ou meses, comecem a ser liberadas emendas do Congresso Nacional voltadas para o município.
Durante o encontro, o senador Rogério Marinho elogiou a atuação da Câmara Municipal de Natal, destacando a postura propositiva dos vereadores e a articulação institucional em defesa dos interesses da cidade. O senador também reconheceu a gestão do prefeito Paulinho Freire, ressaltando o compromisso com a responsabilidade fiscal e com a melhoria dos serviços públicos prestados à população.
Eriko Jácome, que além de presidir a Câmara Municipal também ocupa a presidência da Federação das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte (FECAM-RN), relatou a importância do trabalho conjunto entre os legisladores. Para ele, a união de representantes que compartilham o objetivo comum de desenvolver suas cidades é fundamental para que os municípios avancem com mais eficiência.
“Esse trabalho começa agora, com paciência, clareza e muito diálogo. É por meio dessas parcerias, convênios e da articulação com o Congresso Nacional, os ministérios e a Câmara Federal que conseguiremos trazer o que há de melhor para os 167 municípios do nosso estado”, afirmou Eriko.
Em pronunciamento durante a sessão plenária desta terça-feira (22), na Assembleia Legislativa (ALRN), o deputado Coronel Azevedo (PL) teceu duras críticas à concessão de asilo diplomático pelo governo Lula à ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, e defendeu a anistia para pessoas presas pelos eventos de 8 de janeiro. O parlamentar questionou a justificativa humanitária para o asilo e a comparou com a anistia concedida a membros da esquerda em 1979.
“O governo Lula concedeu asilo diplomático à ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, esposa do ex-presidente Ollanta Humala. Os dois foram condenados pela justiça peruana e o governo mandou, de forma urgente, um avião da Força Aérea Brasileira para trazer essa condenada para o nosso país”, declarou o deputado em seu discurso.
Coronel Azevedo lembrou que, segundo delações da Operação Lava-Jato, inclusive de Marcelo Odebrecht, houve um suposto acerto de campanha para Umala envolvendo Palocci e Lula. Ele expressou indignação com o fato de o “Brasil acolher uma pessoa condenada por corrupção no Peru, enquanto o chanceler Mauro Vieira justifica a ação por questões humanitárias”.
O parlamentar traçou um paralelo com a anistia de 1979 no Brasil, “que beneficiou muitos integrantes da esquerda que praticaram atos como sequestro, assalto e assassinato”. Azevedo questionou por que Lula, “usando o argumento de questões humanitárias para o caso peruano, não liderara um movimento pela anistia de pessoas presas pelos eventos de 8 de janeiro?”, que ele descreveu como “crimes impossíveis sem o uso de armas ou liderança clara”.
O deputado argumentou que as prisões relacionadas ao ato de 8 de janeiro “são injustas, afetando idosos, cuidadores e pastores que nunca tiveram histórico criminal, com condenações de até 17 anos por um suposto atentado contra o estado de direito sem evidências concretas de violência armada”, concluiu.
Em um de seus últimos desejos, o pontífice argentino solicitou um funeral simples e sem tradições papais Reprodução/ VaticanoVaticano divulga imagens de Papa Francisco em caixão aberto
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