O presidente da Câmara Municipal de Natal Ériko Jácome completou neste sábado (01), dois anos a frente do Poder Legislativo da capital. Alçado ao cargo de presidente após a renúncia do então presidente Paulinho Freire que deixou o posto para assumir o cargo de deputado federal, Ériko deu continuidade a linha de fortalecimento do Legislativo adotada pelo seu antecessor.
Já como presidente, Ériko convocou os aprovados no concurso público, reformou a sede da Câmara, recebeu Selo Ouro de transparência no TCE, investiu na atualização do mobiliário possibilitando uma melhoria significativa no ambiente de trabalho dos servidores e iniciou a digitalização de todo o Arquivo e da memória da Câmara.
A Câmara também firmou convênio com o ITEP e somente em 2024 mais de 6 mil pessoas foram atendidas no Câmara Cidadã, a central de serviços do Poder Legislativo que em 2025 contará com atendimentos do Cadastro Único e PROCON.
Ériko é candidato a presidente da FECAM para colaborar com a inovação no modelo de gestão das Câmaras e do fortalecimento do Legislativo municipal.
A proximidade da natureza é uma das bases do turismo do sono na Suécia.
A balsa atravessa as águas geladas do mar Báltico, em direção ao arquipélago no leste da Suécia. Lugares como Skarpö, Hjälmö e Gällnö têm seus nomes pintados em cabanas vermelhas, em frente às suas plataformas de desembarque.
O sufixo “ö” significa “ilha”, em sueco – uma representação pictórica de uma massa de terra rodeada pelo mar, com duas pessoas minúsculas esperando para atracar.
Sou a única pessoa a desembarcar em Svartsö, uma das poucas ilhas do arquipélago onde existem acomodações que permanecem abertas no inverno.
Sigo ao longo de uma trilha nevada até o Skärgårdshotell. Ao chegar, sou levada para uma cabine às margens da floresta, em frente às águas escuras do lago Svartsöfladen. Parece que cheguei ao local mais distante possível de tudo.
Meu quarto é de uma simplicidade sueca minimalista. Ele tem uma cama, uma cadeira e uma mesa de cabeceira.
Não há televisão, nem outras distrações que me afastem da tranquilidade intocada do ambiente à minha volta. Na verdade, estou aqui, basicamente, para dormir.
Em uma era em que a conectividade é implacável, o sono se tornou o maior dos luxos. Por isso, surgiu uma nova tendência de viagem: o turismo do sono.
Viajantes privados de sono escolhem seus hotéis com base no menu de travesseiros ou visitam retiros afastados para dormir, com atividades especificamente criadas para induzir ao sono.
Mas a Suécia aborda o turismo do sono de forma diferente, mais natural. Ela faz uso das suas paisagens e da forma de vida mais tradicional do país.
Frequentemente lembrada pelas suas cidades agitadas e conectadas, como Gotemburgo e a capital Estocolmo, a Suécia adota no inverno seu lado sonolento e convida os visitantes a fazerem o mesmo.
Passar tempo junto à natureza melhora a saúde mental e a qualidade do sono
“A natureza farta e acessível e as grandes áreas selvagens repletas de paz, combinadas com as noites escuras, baixas temperaturas e a importância cultural do relaxamento, fazem da Suécia um local ideal para o turismo do sono”, explica o pesquisador do sono Christian Benedict, da Universidade de Uppsala, na Suécia.
“Estudos demonstraram que a tecnologia e a sua influência sobre as nossas vidas causam efeitos significativos sobre o nosso sono e passar mais tempo junto à natureza está relacionado à melhoria da nossa saúde mental e menos noites sem dormir.”
Quando decidi fazer minha própria experiência, escolhi o arquipélago de Estocolmo – um paraíso para os amantes da natureza com mais de 30 mil ilhas, muitas delas desabitadas. Svartsö é uma das ilhas maiores, mas ela possui apenas cerca de 65 moradores permanentes.
Localizada a duas horas de balsa da capital, Svartsö é um refúgio popular no verão. A ilha atrai visitantes de fins de semana e feriados com suas casas de veraneio, diversos restaurantes e muita natureza para andar, nadar, pedalar e andar de caiaque.
Nos meses de inverno, o Skärgårdshotell é a única acomodação que permanece aberta. Suas aconchegantes cabines na floresta, no silêncio da sua área própria de bosque longe do edifício principal, oferecem o tipo de paz e tranquilidade que procuro, sem me deixar totalmente sozinha no ambiente selvagem.
Moro na cidade e minha mente não descansa. Acordo várias vezes por noite e me levanto cedo, já sentindo a necessidade de enfrentar a longa lista de coisas a fazer que me mantiveram acordada.
Aqui, no inverno da ilha, tenho pouco a fazer, a não ser caminhar, ler e observar o ritmo do dia, o que é impossível quando estou rodeada pelas luzes brilhantes da cidade.
Svartsö, em sueco, significa “ilha preta”. O nome se refere ao seu leito rochoso de granito escuro, mas, no inverno, poderia se referir simplesmente ao céu escuro da ilha, totalmente livre do brilho da cidade.
A escuridão é considerada, há muito tempo, uma metáfora para o medo e a depressão. Mas ela é bem-vinda na região nórdica.
Mais ao norte, no Círculo Polar Ártico, a noite polar cobre a terra de escuridão por meses. Em vez de ficarem em casa, os habitantes locais penduram lanternas no corpo e saem para explorar as trilhas cobertas pela neve.
As longas horas de escuridão e baixas temperaturas fazem do inverno sueco um ambiente perfeito para o turismo do sono
E eu faço o mesmo. Saio para visitar os campos de criação de ovelhas, porcos e cabras ao entardecer.
Sigo pelos limites da floresta e me aventuro até a orla, observando o sol se pondo na água e ouvindo o barulho do pica-pau na árvore, até que ele para, quase como se um interruptor o tivesse desligado.
A floresta à minha volta fica em silêncio, enquanto o planeta Terra se acomoda para uma boa noite de sono, sob um grosso cobertor de neve.
Encontro a sauna do hotel discretamente instalada entre as árvores e termino o dia no clássico estilo escandinavo. Meu suor retira do corpo todas as preocupações que poderiam me deixar acordada e dou um mergulho no mar revigorante.
Após um jantar simples com stångkorv (linguiça sueca e couve-kale), eu me sento em frente à fogueira e começo a conversar com um grupo que veio remando de caiaque, desde Estocolmo.
“Tradicionalmente, nos meses mais escuros, o fogo era importante para oferecer luz e calor, mas também fazia parte do ritual noturno”, conta Marie, uma das visitantes.
“Depois do jantar, as pessoas se aconchegavam em volta da fogueira, para que o cintilar das chamas levasse embora toda a tensão do dia de trabalho.”
Para mim, funcionou. Na verdade, achei aquilo tão hipnótico que, às oito da noite, já estava pronta para me retirar para minha cabine.
Ali, eu submergi em um edredom e um aconchegante cobertor de lã – e dormi, pela primeira vez na vida, por 10 horas seguidas. Acordei renovada, observando pela janela um pedaço da Lua acima das árvores.
Problema antigo
É fácil imaginar que a falta de sono seja um problema do século 21. Mas a lenda sueca de Mara mostra que esta questão é tão antiga quanto a própria floresta.
Mara é um estranho ser mítico que, segundo a lenda, tortura as pessoas durante o sono, causando medo, forte ansiedade e opressão no peito. Seu nome deu origem à palavra inglesa para “pesadelo” – nightmare.
Nos tempos atuais, as distrações tecnológicas substituíram as criaturas míticas e cada vez mais pessoas enfrentam dificuldade para pegar no sono.
O sono passou a ser um luxo quase inatingível no século 21 e as pessoas estão priorizando o repouso durante suas viagens
“A sociedade sueca é uma das mais digitalizadas da Europa e foi uma das primeiras a adotar a digitalização”, explica a chefe comercial do grupo sueco Scandic Hotels, Thérèse Cedercreutz. “Nosso interesse pelo sono, especialmente pela falta dele, pode se dever a isso e ao aumento da consciência sobre o seu impacto sobre a nossa saúde, que passamos a combater com uma série de medidas.”
“Temos salas de blackout, playlists com músicas que induzem o sono e áreas de bem-estar, onde são proibidos os telefones celulares. Se nossos clientes não dormirem, nossos negócios e a saúde deles ficarão prejudicados.”
Em todo o mundo, outros hotéis urbanos e remotos estão levando esta iniciativa adiante.
O Hotel Cadogan, em Londres, tem seu próprio serviço de Concierge do Sono. Ele foi desenvolvido em associação com a hipnoterapeuta e especialista em sono Malminder Gill, que mantém um programa de meditação guiada do sono.
O Hotel Mandarin Oriental de Genebra, na Suíça, oferece um pacote de três dias, em conjunto com uma clínica do sono particular. Ele inclui o estudo dos padrões de sono dos hóspedes e a criação de programas de sono individuais.
Na Tailândia, em meio à floresta tropical da Costa Real, o naturopata residente do resort Chiva-Som Hua Hin irá orientar você sobre tudo o que pode afetar o ritmo circadiano, desde a alimentação até os hormônios. E o Resort do Bem-Estar Carillon, de Miami, nos Estados Unidos, usa tecnologias eletromagnéticas e infravermelho para induzir seus hóspedes ao sono.
“Nossos clientes nos procuram dizendo que se sentem totalmente esgotados e isso, muitas vezes, parece se dever à falta de sono”, conta Stella Photi, fundadora da empresa de férias Wellbeing Escapes.
“Tentamos incorporar elementos das culturas locais aos nossos programas de sono”, ela conta.
“Em países budistas, como a Tailândia ou o Sri Lanka, oferecemos meditação e mindfulness[atenção plena]. Na Índia, tratamentos ayurvédicos usam ervas cultivadas localmente. E, na Itália, caminhadas guiadas por vinhedos fazem parte de um programa de atividades promotoras do sono.”
A sauna oferece uma experiência clássica e essencial no inverno sueco
Mas, na Suécia, a experiência vivida na natureza forma a base do turismo do sono.
“O lema da natureza é ‘simplifique'”, explica Jennie Walker, fundadora da empresa de guias da natureza Walkers Naturturer, no arquipélago da Costa Oeste da Suécia.
“No inverno, sobre os afloramentos estéreis característicos do arquipélago de Gotemburgo, existe pouca vegetação e as bétulas e pinheiros se voltam contra os fortes ventos do oeste”, explica ela. “Uma caminhada sobre os campos rochosos em um dia de inverno, talvez encontrando uma foca tomando banho de sol sobre um rochedo, é a preparação perfeita para uma boa noite de sono.”
Os retiros de sono tradicionais costumam se concentrar no relaxamento antes da hora de dormir. Mas, na Suécia, o foco começa ao amanhecer. É possível realizar ao longo do dia atividades que induzam ao sono, como caminhadas, passeios de caiaque e banhos de floresta.
Por isso, depois da minha extensa noite de sono, primeiro tomei meu café da manhã com muesli, iogurte, geleia de mirtilo e rolinhos de canela para me reabastecer. Depois, saí para caminhar no trecho de Svartsö da Trilha do Arquipélago de Estocolmo – um caminho único com 270 km de extensão, que atravessa 20 ilhas, desde Arholma, no norte, até Landsort, no sul.
Em Svartsö, a trilha de 18 km me leva em torno da ilha. Passo por um grande lago de água doce e atravesso uma floresta de pinheiros coberta por um tapete de neve. Nela, observo o curioso esquilo-vermelho, acompanho os rastros de cervos e paro em frente a uma árvore derrubada por um castor.
O dia inteiro é um longo banho de floresta. E, quando retorno para minha cabine, não preciso me preocupar com quase nada, além de jantar, sentar perto da fogueira e dormir bem – sov gott, como eles dizem na terra do sono.
E assim fiz. Parece que, para mim, o exercício suave no calmo ambiente com poucas distrações, levando minha experiência na natureza para a cama, fornece o perfeito reajuste do ritmo circadiano.
“Os retiros do sono não se restringem a ajudar as pessoas a dormir durante os feriados”, explica Photi.
“O objetivo é oferecer uma abordagem pessoal, holística e relaxante, que irá preparar você para novos hábitos de sono e vigília, gerando mudanças duradouras.”
Durante uma entrevista sobre educação municipal neste sábado (1), a prefeita de Parnamirim, Petista Nilda, causou indignação ao se referir repetidamente a crianças com laudos médicos como “deficientes”. Sua fala gerou revolta entre familiares e em grupos de WhatsApp, destacando a falta de compreensão sobre a diversidade dessas condições.
Nem todas as crianças com laudos possuem deficiência; algumas têm transtornos de aprendizagem, autismo ou surdez, necessitando de apoio específico sem se enquadrar necessariamente como deficientes. Como professora e prefeita, espera-se que a Petista Nilda tenha mais cuidado ao tratar de inclusão, evitando um tom que possa sugerir que essas crianças são um problema a ser resolvido, em vez de cidadãos com direito a um ensino acessível.
Outro ponto que levantou questionamentos foi a ausência da live da entrevista no Instagram da rádio, ao contrário das transmissões anteriores que costumam ficar disponíveis. Ainda não se sabe se foi uma falha técnica ou uma reação à repercussão negativa de suas declarações.Petista Nilda trata as crianças com laudo de Deficientes
Uma bomba caiu na política hoje pela manhã na política do RN. Senador STYVENSON Valentim se filiou ao PSDB ajunto com o senador Oriovisto. Com essa mudança o PSDB passa a ter liderança no Senado Federal. No RN com a filiação no PSDB Styvenson de uma vez só imobiliza qualquer movimento de Alysson, Walter Alves e a governadora do PT. STYVENSON literalmente resetou a disputa eleitoral em 2026.
A disputa pela presidência da Federação das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte (FECAM/RN), cuja eleição está marcada para o dia 11 de fevereiro, começa a ganhar força no interior do estado. O vereador e atual presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome, segue consolidando apoios e se destacando na corrida pelo comando da federação.
Na tarde de hoje (30), Eriko recebeu o apoio de dez presidentes de Câmaras Municipais do Seridó Potiguar. O encontro ocorreu na cidade de Currais Novos, onde os representantes das Câmaras da região se reuniram para oficializar seu compromisso com a candidatura do presidente natalense.
Em sua fala, Eriko Jácome elogiou o trabalho da atual presidente Erineide e reforçou seu compromisso com uma gestão participativa: “Esse apoio vindo do Seridó é muito significativo para nossa caminhada. A FECAM precisa estar cada vez mais próxima das Câmaras Municipais, ouvindo suas demandas e fortalecendo o legislativo local. Vamos trabalhar juntos para construir uma federação mais forte e atuante”, afirmou.
Segundo informações obtidas pelo NNF , o quase senador e quase prefeito Carlos Eduardo Alves estaria de malas prontas para desembarcar no PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL, isso mesmo…PC do B. Carlos Eduardo Alves pode passar a se chamar “COMPANHEIRO CARLOS”
Ninguém soube informar se era uma estratégia de se viabilizar para deputado estadual ou federal em 2026, ou apenas desespero mesmo. Em breve, mas em formações!
Na manhã de hoje (30), oito presidentes de Câmaras Municipais do Agreste Potiguar se reuniram no município de Santo Antônio para oficializar seu apoio à candidatura de Eriko Jácome à presidência da Federação das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte (FECAM/RN).
Durante o encontro, Eriko apresentou suas propostas para fortalecer a atuação da federação, destacando a importância de uma gestão voltada para a valorização do legislativo municipal e o fortalecimento das Câmaras como instrumentos de desenvolvimento local.
Em sua fala, Eriko agradeceu o apoio e ressaltou seu compromisso com a categoria: “Recebo esse apoio com muita gratidão e responsabilidade. Nosso objetivo é construir uma FECAM mais forte, que realmente represente e dê suporte às Câmaras Municipais, fortalecendo o trabalho dos vereadores e aproximando ainda mais o legislativo da população”, afirmou.
Sometimes the difference between security and compromise comes down to a single click – and a healthy dose of suspicion. And it’s because scammers are getting increasingly sophisticated with their phishing attempts. It’s to the point where even following standard security best practices isn’t enough to protect you. Case in point: last week’s near-successful phishing attack on Zach Latta.
Você já imaginou que um dos alimentos mais perigosos do mundo está presente no prato de 500 milhões de pessoas? A mandioca, também conhecida como macaxeira ou aipim, é um exemplo fascinante de como um ingrediente comum pode esconder riscos mortais.
Nativa da América do Sul e hoje cultivada em regiões tropicais do mundo inteiro, essa raiz é a terceira maior fonte de carboidratos nos países em desenvolvimento. A Nigéria lidera a produção global, mas seu consumo se estende da África à Ásia e às Américas. O que a torna tão perigosa, porém, é a mesma característica que a mantém como base da dieta de tantos: sua capacidade de sobreviver em condições extremas.
O Perigo Escondido na Raiz
A mandioca carrega um segredo letal em sua composição. Suas raízes, cascas e folhas contêm substâncias que produzem ácido cianídrico — um composto tóxico capaz de causar envenenamento e até a morte. Existem duas variedades principais: a mandioca doce, com níveis mais baixos de cianeto (cerca de 20mg por quilo), e a mandioca brava, que pode chegar a concentrações 50 vezes maiores. A diferença está na adaptação da planta: variedades mais amargas são resistentes a pragas, ideais para cultivos em solos pobres, mas exigem preparo cuidadoso antes do consumo.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 200 mortes por ano estão ligadas ao consumo inadequado da mandioca. Além do risco fatal, a ingestão de cianeto em doses subletais está associada a problemas neurológicos, como a ataxia, que afeta a coordenação motora. O perigo aumenta em períodos de escassez de alimentos, quando populações vulneráveis recorrem à variedade brava por ser mais acessível. Em 2017, durante a crise econômica na Venezuela, o jornal El Paísrelatou casos de mortes de famílias que consumiram a raiz sem o processamento adequado para combater a fome.
Como Transformar o Veneno em Alimento
A chave para tornar a mandioca segura está em técnicas ancestrais de preparo. Comunidades tradicionais desenvolveram métodos como descascar, fermentar, secar ao sol e cozinhar a raiz por longos períodos. Um dos processos mais comuns é a imersão em água por até 24 horas, que ajuda a liberar o cianeto. Na África, por exemplo, a mandioca brava é transformada em garri, um produto fermentado e torrado, ou em fufu, uma massa cozida. No Brasil, a farinha de mandioca passa por etapas de lavagem e torração que neutralizam as toxinas.
Essas práticas mostram a habilidade humana de domesticar até os ingredientes mais hostis. Assim como o fugu (baiacu japonês), que exige chefs especializados para remover suas vísceras venenosas, a mandioca prova que o conhecimento tradicional é vital para sobreviver. Mesmo com riscos, sua popularidade persiste: são produzidas mais de 300 milhões de toneladas anualmente, garantindo segurança alimentar em regiões com poucas opções agrícolas.
A próxima vez que você provar um bolinho de aipim ou uma tapioca, lembre-se: por trás desse alimento versátil está uma história de sobrevivência, inovação e respeito aos limites da natureza.