Estudante que desviou dinheiro da formatura da USP consegue registro de médica

Foto: Reprodução/Lattes

Alicia Dudy Muller Veiga, de 25 anos, ex-aluna de medicina condenada pelo desvio de quase R$ 1 milhão da comissão de formatura, obteve seu registro profissional como médica. Seu nome já consta como ativo no sistema do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Anuncios

Além do impacto financeiro imediato, as ações de Alicia afetaram a coesão do grupo e trouxeram à tona questões sobre responsabilidade e monitoramento de fundos em projetos estudantis. A notícia de sua habilitação profissional como médica, com registro ativo no Conselho Federal de Medicina (CFM), pouco tempo após sua condenação, gerou ainda mais controvérsia.

Como a Estudante Conseguiu o Registro Médica Após a Condenação?

Foto: Reprodução/CNN

Muitos se perguntam como é possível para alguém condenado por estelionato obter um registro profissional tão rapidamente. O registro no CRM, realizado em 26 de dezembro de 2024, não menciona sua especialidade ou área de atuação. Esta falta de informação gerou questionamentos sobre o processo de registro e certificação de profissionais de medicina no Brasil.

Leia Também

O advogado de Alicia Dudy, até o momento, não comentou sobre o caso, deixando muitos se perguntando sobre os detalhes legais que permitiram a ela continuar sua carreira médica. Este episódio levanta preocupações sobre a integridade e os mecanismos de fiscalização dos conselhos profissionais.

Quais Foram as Consequências Legais e Acadêmicas Para Alicia?

Alicia enfrentou uma condenação por estelionato, resultando em uma sentença de cinco anos de reclusão em regime semiaberto. Além disso, ela foi ordenada a pagar uma indenização correspondente ao montante desviado. Apesar desses desafios legais, a continuidade de sua carreira na medicina parece não ter sido interrompida, surpreendendo muitos observadores.

Este desfecho traz à tona questões sobre as penalidades para crimes financeiros e sua efetividade em prevenir futuros delitos. Os eventos também suscitam discussões sobre a reintegração de indivíduos no mercado de trabalho após um histórico criminal.

Qual o Contexto e o Futuro de Casos de Desvio em Comissões?

Casos como o de Alicia Dudy Muller Veiga não são únicos e destacam a vulnerabilidade de fundos geridos por comissões formadas por estudantes. A falta de supervisão pode levar a abusos de confiança e resultados desastrosos, como observado neste caso. É crucial que instituições de ensino estabeleçam diretrizes rigorosas para gerenciar fundos estudantis e prevenir tais incidentes.

  1. Implementar auditorias regulares em contas geridas por estudantes.
  2. Oferecer treinamento em gestão financeira para membros de comissões.
  3. Garantir transparência em todas as transações relacionadas a fundos estudantis.
  4. Incentivar uma cultura de responsabilidade e ética entre os alunos.

Adotar estas medidas pode ajudar a reduzir os riscos de desvio e aumentar a confiança entre os alunos e a administração da escola.

A situação de Alicia provoca reflexões sobre a ética na profissão médica e outras ocupações regulamentadas. O caso levanta dúvidas sobre os critérios usados pelas entidades reguladoras ao emitir licenças, especialmente quando há antecedentes criminais envolvidos. Isso desafia a sociedade a repensar os princípios de ética e profissionalização, assegurando que aqueles que exercem profissões críticas inspirem confiança e entreguem excelência em seus serviços.

Em última análise, proteger a integridade de profissões reguladas é essencial para a confiança pública e a minimização de riscos associados a práticas antiéticas. Este caso serve como um lembrete da necessidade contínua de vigilância e reforma no controle de acesso a práticas profissionais.

Saiba como receber valores de beneficiários falecidos no INSS

Orgão destaca que pagamento de todo e qualquer resíduo deverá ser atualizado monetariamente, a partir da data em que crédito deveria ter sido pago

Dependentes de beneficiários falecidos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)podem solicitar valores não pagos até a data do óbito. O chamado resíduo é repassado para os herdeiros que possuem direito ao recebimento da pensão por morte.

Já para os casos onde não há dependentes habilitados, o benefício será destinado aos herdeiros da pessoa falecida, mediante autorização judicial ou pela apresentação de escritura pública.

Como solicitar

Tanto para quem tem direito à pensão quanto para aqueles que não têm, a solicitação do pagamento deve ser feita por meio do aplicativo Meu INSS ou pelo site do Instituto, na aba “Solicitar valor não recebido até a data do óbito do beneficiário”.

Os requerimentos também poderão ser realizados pelo telefone 135, que atende de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h (horário de Brasília).

Já quando há mais de uma pensão concedida, a autarquia esclarece que o pagamento do resíduo deverá ser realizado de forma proporcional à quantidade de cotas de cada benefício.

“Havendo mais de um herdeiro, o pagamento será efetuado a cada um deles de forma proporcional, ou conforme o que for determinado no documento de partilha. Cada herdeiro deverá requerer individualmente o serviço para o recebimento da sua parte do valor residual do benefício”, explicou o INSS.

Documentos necessários para o recebimento dos valores

  • Certidão de óbito do beneficiário;
  • Documento de identificação (RG, CNH, Carteira de Trabalho, passaporte) e CPF do requerente;
  • Alvará judicial ou partilha por escritura pública.

Além disso, o orgão destaca que o pagamento de todo e qualquer resíduo deverá ser atualizado monetariamente, a partir da data em que o crédito deveria ter sido pago.

Nas situações em que os valores já tiverem sido depositados na conta do segurado, mesmo após a data do óbito, deverão ser solicitados junto à instituição bancária onde o segurado já recebia seu benefício.

Ériko Jácome completa dois anos na presidência da Câmara 

O presidente da Câmara Municipal de Natal Ériko Jácome completou neste sábado (01), dois anos a frente do Poder Legislativo da capital. Alçado ao cargo de presidente após a renúncia do então presidente Paulinho Freire que deixou o posto para assumir o cargo de deputado federal, Ériko deu continuidade a linha de fortalecimento do Legislativo adotada pelo seu antecessor. 

Já como presidente, Ériko convocou os aprovados no concurso público, reformou a sede da Câmara, recebeu Selo Ouro de transparência no TCE, investiu na atualização do mobiliário possibilitando uma melhoria significativa no ambiente de trabalho dos servidores e iniciou a digitalização de todo o Arquivo e da memória da Câmara.

 A Câmara também firmou convênio com o ITEP e somente em 2024 mais de 6 mil pessoas foram atendidas no Câmara Cidadã, a central de serviços do Poder Legislativo que em 2025 contará com atendimentos do Cadastro Único e PROCON.

Ériko é candidato a presidente da FECAM para colaborar com a inovação no modelo de gestão das Câmaras e do fortalecimento do Legislativo municipal.

O que é o turismo do sono, nova tendência de viagens de luxo

Casa na Suécia rodeada de neve
A proximidade da natureza é uma das bases do turismo do sono na Suécia.

A balsa atravessa as águas geladas do mar Báltico, em direção ao arquipélago no leste da Suécia. Lugares como Skarpö, Hjälmö e Gällnö têm seus nomes pintados em cabanas vermelhas, em frente às suas plataformas de desembarque.

O sufixo “ö” significa “ilha”, em sueco – uma representação pictórica de uma massa de terra rodeada pelo mar, com duas pessoas minúsculas esperando para atracar.

Sou a única pessoa a desembarcar em Svartsö, uma das poucas ilhas do arquipélago onde existem acomodações que permanecem abertas no inverno.

Sigo ao longo de uma trilha nevada até o Skärgårdshotell. Ao chegar, sou levada para uma cabine às margens da floresta, em frente às águas escuras do lago Svartsöfladen. Parece que cheguei ao local mais distante possível de tudo.

Meu quarto é de uma simplicidade sueca minimalista. Ele tem uma cama, uma cadeira e uma mesa de cabeceira.

Não há televisão, nem outras distrações que me afastem da tranquilidade intocada do ambiente à minha volta. Na verdade, estou aqui, basicamente, para dormir.

Em uma era em que a conectividade é implacável, o sono se tornou o maior dos luxos. Por isso, surgiu uma nova tendência de viagem: o turismo do sono.

Viajantes privados de sono escolhem seus hotéis com base no menu de travesseiros ou visitam retiros afastados para dormir, com atividades especificamente criadas para induzir ao sono.

Mas a Suécia aborda o turismo do sono de forma diferente, mais natural. Ela faz uso das suas paisagens e da forma de vida mais tradicional do país.

Frequentemente lembrada pelas suas cidades agitadas e conectadas, como Gotemburgo e a capital Estocolmo, a Suécia adota no inverno seu lado sonolento e convida os visitantes a fazerem o mesmo.

Animais cruzando uma estrada cheia de neve na Suécia
Passar tempo junto à natureza melhora a saúde mental e a qualidade do sono

“A natureza farta e acessível e as grandes áreas selvagens repletas de paz, combinadas com as noites escuras, baixas temperaturas e a importância cultural do relaxamento, fazem da Suécia um local ideal para o turismo do sono”, explica o pesquisador do sono Christian Benedict, da Universidade de Uppsala, na Suécia.

“Estudos demonstraram que a tecnologia e a sua influência sobre as nossas vidas causam efeitos significativos sobre o nosso sono e passar mais tempo junto à natureza está relacionado à melhoria da nossa saúde mental e menos noites sem dormir.”

Quando decidi fazer minha própria experiência, escolhi o arquipélago de Estocolmo – um paraíso para os amantes da natureza com mais de 30 mil ilhas, muitas delas desabitadas. Svartsö é uma das ilhas maiores, mas ela possui apenas cerca de 65 moradores permanentes.

Localizada a duas horas de balsa da capital, Svartsö é um refúgio popular no verão. A ilha atrai visitantes de fins de semana e feriados com suas casas de veraneio, diversos restaurantes e muita natureza para andar, nadar, pedalar e andar de caiaque.

Nos meses de inverno, o Skärgårdshotell é a única acomodação que permanece aberta. Suas aconchegantes cabines na floresta, no silêncio da sua área própria de bosque longe do edifício principal, oferecem o tipo de paz e tranquilidade que procuro, sem me deixar totalmente sozinha no ambiente selvagem.

Moro na cidade e minha mente não descansa. Acordo várias vezes por noite e me levanto cedo, já sentindo a necessidade de enfrentar a longa lista de coisas a fazer que me mantiveram acordada.

Aqui, no inverno da ilha, tenho pouco a fazer, a não ser caminhar, ler e observar o ritmo do dia, o que é impossível quando estou rodeada pelas luzes brilhantes da cidade.

Svartsö, em sueco, significa “ilha preta”. O nome se refere ao seu leito rochoso de granito escuro, mas, no inverno, poderia se referir simplesmente ao céu escuro da ilha, totalmente livre do brilho da cidade.

A escuridão é considerada, há muito tempo, uma metáfora para o medo e a depressão. Mas ela é bem-vinda na região nórdica.

Mais ao norte, no Círculo Polar Ártico, a noite polar cobre a terra de escuridão por meses. Em vez de ficarem em casa, os habitantes locais penduram lanternas no corpo e saem para explorar as trilhas cobertas pela neve.

Fogueira em meio a cenário nevado na Suécia
As longas horas de escuridão e baixas temperaturas fazem do inverno sueco um ambiente perfeito para o turismo do sono

E eu faço o mesmo. Saio para visitar os campos de criação de ovelhas, porcos e cabras ao entardecer.

Sigo pelos limites da floresta e me aventuro até a orla, observando o sol se pondo na água e ouvindo o barulho do pica-pau na árvore, até que ele para, quase como se um interruptor o tivesse desligado.

A floresta à minha volta fica em silêncio, enquanto o planeta Terra se acomoda para uma boa noite de sono, sob um grosso cobertor de neve.

Encontro a sauna do hotel discretamente instalada entre as árvores e termino o dia no clássico estilo escandinavo. Meu suor retira do corpo todas as preocupações que poderiam me deixar acordada e dou um mergulho no mar revigorante.

Após um jantar simples com stångkorv (linguiça sueca e couve-kale), eu me sento em frente à fogueira e começo a conversar com um grupo que veio remando de caiaque, desde Estocolmo.

“Tradicionalmente, nos meses mais escuros, o fogo era importante para oferecer luz e calor, mas também fazia parte do ritual noturno”, conta Marie, uma das visitantes.

“Depois do jantar, as pessoas se aconchegavam em volta da fogueira, para que o cintilar das chamas levasse embora toda a tensão do dia de trabalho.”

Para mim, funcionou. Na verdade, achei aquilo tão hipnótico que, às oito da noite, já estava pronta para me retirar para minha cabine.

Ali, eu submergi em um edredom e um aconchegante cobertor de lã – e dormi, pela primeira vez na vida, por 10 horas seguidas. Acordei renovada, observando pela janela um pedaço da Lua acima das árvores.

Problema antigo

É fácil imaginar que a falta de sono seja um problema do século 21. Mas a lenda sueca de Mara mostra que esta questão é tão antiga quanto a própria floresta.

Mara é um estranho ser mítico que, segundo a lenda, tortura as pessoas durante o sono, causando medo, forte ansiedade e opressão no peito. Seu nome deu origem à palavra inglesa para “pesadelo” – nightmare.

Nos tempos atuais, as distrações tecnológicas substituíram as criaturas míticas e cada vez mais pessoas enfrentam dificuldade para pegar no sono.

Quarto aconchegante com luzes baixas
O sono passou a ser um luxo quase inatingível no século 21 e as pessoas estão priorizando o repouso durante suas viagens

“A sociedade sueca é uma das mais digitalizadas da Europa e foi uma das primeiras a adotar a digitalização”, explica a chefe comercial do grupo sueco Scandic Hotels, Thérèse Cedercreutz. “Nosso interesse pelo sono, especialmente pela falta dele, pode se dever a isso e ao aumento da consciência sobre o seu impacto sobre a nossa saúde, que passamos a combater com uma série de medidas.”

“Temos salas de blackout, playlists com músicas que induzem o sono e áreas de bem-estar, onde são proibidos os telefones celulares. Se nossos clientes não dormirem, nossos negócios e a saúde deles ficarão prejudicados.”

Em todo o mundo, outros hotéis urbanos e remotos estão levando esta iniciativa adiante.

Hotel Cadogan, em Londres, tem seu próprio serviço de Concierge do Sono. Ele foi desenvolvido em associação com a hipnoterapeuta e especialista em sono Malminder Gill, que mantém um programa de meditação guiada do sono.

O Hotel Mandarin Oriental de Genebra, na Suíça, oferece um pacote de três dias, em conjunto com uma clínica do sono particular. Ele inclui o estudo dos padrões de sono dos hóspedes e a criação de programas de sono individuais.

Na Tailândia, em meio à floresta tropical da Costa Real, o naturopata residente do resort Chiva-Som Hua Hin irá orientar você sobre tudo o que pode afetar o ritmo circadiano, desde a alimentação até os hormônios. E o Resort do Bem-Estar Carillon, de Miami, nos Estados Unidos, usa tecnologias eletromagnéticas e infravermelho para induzir seus hóspedes ao sono.

“Nossos clientes nos procuram dizendo que se sentem totalmente esgotados e isso, muitas vezes, parece se dever à falta de sono”, conta Stella Photi, fundadora da empresa de férias Wellbeing Escapes.

“Tentamos incorporar elementos das culturas locais aos nossos programas de sono”, ela conta.

“Em países budistas, como a Tailândia ou o Sri Lanka, oferecemos meditação e mindfulness[atenção plena]. Na Índia, tratamentos ayurvédicos usam ervas cultivadas localmente. E, na Itália, caminhadas guiadas por vinhedos fazem parte de um programa de atividades promotoras do sono.”

Sauna na Suécia
A sauna oferece uma experiência clássica e essencial no inverno sueco

Mas, na Suécia, a experiência vivida na natureza forma a base do turismo do sono.

“O lema da natureza é ‘simplifique'”, explica Jennie Walker, fundadora da empresa de guias da natureza Walkers Naturturer, no arquipélago da Costa Oeste da Suécia.

“No inverno, sobre os afloramentos estéreis característicos do arquipélago de Gotemburgo, existe pouca vegetação e as bétulas e pinheiros se voltam contra os fortes ventos do oeste”, explica ela. “Uma caminhada sobre os campos rochosos em um dia de inverno, talvez encontrando uma foca tomando banho de sol sobre um rochedo, é a preparação perfeita para uma boa noite de sono.”

Os retiros de sono tradicionais costumam se concentrar no relaxamento antes da hora de dormir. Mas, na Suécia, o foco começa ao amanhecer. É possível realizar ao longo do dia atividades que induzam ao sono, como caminhadas, passeios de caiaque e banhos de floresta.

Por isso, depois da minha extensa noite de sono, primeiro tomei meu café da manhã com muesli, iogurte, geleia de mirtilo e rolinhos de canela para me reabastecer. Depois, saí para caminhar no trecho de Svartsö da Trilha do Arquipélago de Estocolmo – um caminho único com 270 km de extensão, que atravessa 20 ilhas, desde Arholma, no norte, até Landsort, no sul.

Em Svartsö, a trilha de 18 km me leva em torno da ilha. Passo por um grande lago de água doce e atravesso uma floresta de pinheiros coberta por um tapete de neve. Nela, observo o curioso esquilo-vermelho, acompanho os rastros de cervos e paro em frente a uma árvore derrubada por um castor.

O dia inteiro é um longo banho de floresta. E, quando retorno para minha cabine, não preciso me preocupar com quase nada, além de jantar, sentar perto da fogueira e dormir bem – sov gott, como eles dizem na terra do sono.

E assim fiz. Parece que, para mim, o exercício suave no calmo ambiente com poucas distrações, levando minha experiência na natureza para a cama, fornece o perfeito reajuste do ritmo circadiano.

“Os retiros do sono não se restringem a ajudar as pessoas a dormir durante os feriados”, explica Photi.

“O objetivo é oferecer uma abordagem pessoal, holística e relaxante, que irá preparar você para novos hábitos de sono e vigília, gerando mudanças duradouras.”

Hoje, vou dormir pensando nesta ideia.

Petista Nilda trata as crianças com Laudos como “DEFICIENTES”

Durante uma entrevista sobre educação municipal neste sábado (1), a prefeita de Parnamirim, Petista Nilda, causou indignação ao se referir repetidamente a crianças com laudos médicos como “deficientes”. Sua fala gerou revolta entre familiares e em grupos de WhatsApp, destacando a falta de compreensão sobre a diversidade dessas condições.


Nem todas as crianças com laudos possuem deficiência; algumas têm transtornos de aprendizagem, autismo ou surdez, necessitando de apoio específico sem se enquadrar necessariamente como deficientes. Como professora e prefeita, espera-se que a Petista Nilda tenha mais cuidado ao tratar de inclusão, evitando um tom que possa sugerir que essas crianças são um problema a ser resolvido, em vez de cidadãos com direito a um ensino acessível.

Outro ponto que levantou questionamentos foi a ausência da live da entrevista no Instagram da rádio, ao contrário das transmissões anteriores que costumam ficar disponíveis. Ainda não se sabe se foi uma falha técnica ou uma reação à repercussão negativa de suas declarações.
Petista Nilda trata as crianças com laudo de Deficientes

STYVENSON se filia ao PSDB e imobiliza PT nas eleições de 2026

Uma bomba caiu na política hoje pela manhã na política do RN. Senador STYVENSON Valentim se filiou ao PSDB ajunto com o senador Oriovisto. Com essa mudança o PSDB passa a ter liderança no Senado Federal. No RN com a filiação no PSDB Styvenson de uma vez só imobiliza qualquer movimento de Alysson, Walter Alves e a governadora do PT. STYVENSON literalmente resetou a disputa eleitoral em 2026.

Eriko Jácome avança na disputa pela FECAM/RN e conquista apoio massivo no Seridó

A disputa pela presidência da Federação das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte (FECAM/RN), cuja eleição está marcada para o dia 11 de fevereiro, começa a ganhar força no interior do estado. O vereador e atual presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome, segue consolidando apoios e se destacando na corrida pelo comando da federação.

Na tarde de hoje (30), Eriko recebeu o apoio de dez presidentes de Câmaras Municipais do Seridó Potiguar. O encontro ocorreu na cidade de Currais Novos, onde os representantes das Câmaras da região se reuniram para oficializar seu compromisso com a candidatura do presidente natalense.

Em sua fala, Eriko Jácome elogiou o trabalho da atual presidente Erineide e reforçou seu compromisso com uma gestão participativa: “Esse apoio vindo do Seridó é muito significativo para nossa caminhada. A FECAM precisa estar cada vez mais próxima das Câmaras Municipais, ouvindo suas demandas e fortalecendo o legislativo local. Vamos trabalhar juntos para construir uma federação mais forte e atuante”, afirmou.

AGORA VAI: Carlos Eduardo Alves pode ir para o PC do B

Segundo informações obtidas pelo NNF , o quase senador e quase prefeito Carlos Eduardo Alves estaria de malas prontas para desembarcar no PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL, isso mesmo…PC do B. Carlos Eduardo Alves pode passar a se chamar “COMPANHEIRO CARLOS”

Ninguém soube informar se era uma estratégia de se viabilizar para deputado estadual ou federal em 2026, ou apenas desespero mesmo. Em breve, mas em formações!

Rolar para cima