VÍDEO: Argentino é resgatado de helicóptero após se afogar

Um jovem de 23 anos foi socorrido na tarde deste sábado (6) pelo Corpo de Bombeiros (CBMSC), após se afogar na Barra da Lagoa, em Florianópolis. A vítima, que é argentina, foi levada de helicóptero ao Hospital Universitário.
O caso ocorreu por volta das 17h30min. De acordo com os bombeiros, uma forte correnteza fez com que vários banhistas fossem levados pelo canal da Barra. Ao notarem o afogamento, as equipes retiraram o jovem da água e conduziram ele até o trapiche.
Na ocasião, foi constatado um afogamento de grau 3 — ou seja, a vítima apresenta muita espuma na boca e no nariz, mas tinha pulso radial e ainda respirava. Ele foi socorrido no local e recebeu oxigênio até a chegada do helicóptero Arcanjo.
O jovem foi conduzido até o Hospital Universitário. Outros detalhes sobre a identidade da vítima não foram divulgadas.

Jovem faz mímica com para não ser reprovada em teste do DETRAN

➡️ Jovem faz mímica para não reprovar em prova: “Detran deixa todo mundo doido”
Um vídeo gravado no Rio de Janeiro voltou a viralizar neste fim de semana. Nele, uma jovem aguarda ansiosamente para fazer a prova prática de direção do Detran. E para não esquecer de nada, ela foi flagrada relembrando tudo para não reprovar no exame.

Suspeitos de matar policial penal comemoraram aniversário da vítima

A sórdida trama para executar o policial penal de Goiás José Françualdo Leite Nobrega (foto em destaque) tem nuances de crueldade e traição. O principal suspeito de ter arquitetado o plano é Manelito Lima Júnior, amigo da vítima por 15 anos.
Como de costume, todos os anos Manelitoorganizava a festa de aniversário para o policial penal. Quando a vítima completou 36 anos, em 2022, foi o algoz quem planejou também a comemoração junto com a esposa da vítima – que faz aniversário em dezembro. Veja a imagem:
Antes de matar o amigo a sangue frio com quatro tiros, sendo um nas costas e três no peito, Manelito estava novamente traçando planos para a comemoração da data especial. “Eles eram carne e unha”, disse um familiar que preferiu não ser identificado. “Os dois estavam em todas as festas juntos, eram amigos mesmo. Sempre foi alguém acima de qualquer suspeita”, declarou.
A confiança era tanta que José Françualdo deixava Manelito como responsável pelas finanças de uma loja de aluguel de material de construção. Manelito frequentava o seio familiar da vítima e compareceu ao aniversário de 8 anos da sobrinha do policial penal.
O corpo do servidor foi encontrado nesse sábado (6/1) e estava desaparecido havia mais de um mês. Ele foi assassinado com quatro tiros: um nas costas e três no peito. O corpo encontrava-se em avançado estado de decomposição.
“Eles estavam dentro da casa dele, já trabalhavam com ele há mais de 10 anos”, disse ao Metrópoles um parente da vítima, que preferiu não ser identificado. “Fazer isso por dinheiro foi uma covardia tremenda“, declarou.
Veja o momento da prisão de um dos suspeitos:
Além de Manelito, outro funcionário da loja também foi detido. O segundo suspeito é Daniel Amorim Rosa de Oliveira. A terceira detida é Marinalda Mendes Vieira. O papel de cada um no crime bárbaro ainda não foi detalhado pela Polícia Civil de Goiás (PCGO).
O presidente do Sindicato dos Policiais Penais de Goiás, Maxsuell Miranda das Neves, lamentou a notícia. “A categoria está de luto pela morte do nosso irmão. Françualdo era um excelente profissional e muito querido pela tropa. O que fizeram foi uma covardia muito grande, porque ele deu emprego para algumas pessoas e acabou covardemente assassinado por elas.”
Sumiço em novembro
O servidor estava desaparecido desde 27 de novembro de 2023. As informações foram confirmadas pelos parentes do policial.
“Acreditamos sinceramente que o Aldo [apelido do policial] tenha morrido por causa de dinheiro, pois Manelito e o Daniel guardavam a espécie, por volta de R$ 150 mil, e esse valor ele descobriu que estava sendo roubado”, detalhou o familiar. “Aí ele deu uma ‘pressão’ neles, e ficou combinado de acertarem as contas no fim do mês, exatamente quando morreu”, afirmou o parente.
Morador de Águas Lindas (GO), José Françualdo trabalhava no presídio de Santo Antônio do Descoberto (GO), no Entorno do Distrito Federal.
Veja o passo a passo dos acontecimentos:
Antes do desaparecimento, o policial informou ao irmão que iria ao Distrito Federal buscar R$ 40 mil.
O servidor público foi visto pessoalmente por parentes pela última vez na tarde de segunda-feira (27/11).
Na terça (28/11), José Françualdo se dirigiu à capital federal.
O último contato dele com parentes por mensagens via WhatsApp aconteceu na tarde do dia 28 de novembro.
Por volta das 18h51, imagens de câmeras de segurança na DF-130, sentido Rajadinha, em Planaltina (GO), mostram o veículo do policial.
Horas depois, o veículo foi encontrado carbonizado na área do Núcleo Rural Três Conquistas, no Paranoá (DF).
Na quarta-feira (29/11), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) confirmou se tratar da caminhonete do servidor público.

Professor e namorada morrem em acidente ao parar para trocar pneu no ES

Um casal de jovens morreu em um grave acidente na ES 060, conhecida como Rodovia do Sol, na altura de Gomes, em Itapemirim, no Litoral Sul do Espírito Santo, na manhã deste sábado (6). O professor de matemática Maicon Ataliba, de 26 anos, e a namorada Ingrid Moreira, de 19 anos, chegaram a ser socorridos para hospitais da região, mas não resistiram aos ferimentos. O irmão de Ingrid, de 17 anos, que também estava no veículo, ficou ferido.

Advogado do caso Marília Mendonça morre em queda de avião em SP

Sérgio Roberto Alonso, 74, era advogado e piloto de planador. Ele foi o representante jurídico da família do comandante Geraldo Martins de Medeiros Júnior, que pilotava a aeronave que caiu e vitimou a cantora Marília Mendonça.
Ele era especialista em Direito Aeronáutico. No caso Marília Mendonça, Sérgio criticou a conclusão da polícia de que a culpa do acidente foi dos pilotos. “O inquérito é absolutamente fora da realidade da dinâmica do acidente, fora das provas, precipitado, injurioso e feito por pessoas que não entendem nada de aviação”, afirmou à revista Quem.

Dorival Júnior é o novo técnico da seleção brasileira

Dorival na partida entre São Paaulo x Red Bul Bragantino. Ele está no SPFC desde abril de 2023 Crédito: Rubens Chiri/Saopaulofc.net
Dorival Júnior será o novo técnico da Seleção Brasileira para o ciclo da Copa do Mundo de 2026. O treinador aceitou a proposta da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para deixar o São Paulo.
O anúncio oficial deve ser feito apenas nos próximos dias, já que a CBF está focada em se despedir do ídolo Zagallo, morto aos 92 anos.

STF marca julgamento da cúpula da PM do DF por 8 de janeiro

O Supremo Tribunal Federal definiu a data para o julgamento de sete ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal(PMDF) por omissão nos atos de 8 de janeiro.
Eles serão julgados pela Primeira Turma da Corte entres os dias 9 e 20 de fevereiro, no plenário virtual.
Em 18 de agosto, a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) executaram uma operação em Brasília contra esses integrantes da PMDF. Na data, foram cumpridos 7 mandados de prisão preventiva e 5 de busca e apreensão.
Dentre os alvos estava o então comandante-geral da PMDF, Klepter Rosa Gonçalves. Ele foi preso e também será julgado pela Primeira Turma do STF.
Os outros policiais que serão julgados também foram alvos da operação, batizada de Incúria: Fábio Augusto Vieira, Paulo José Ferreira de Souza Bezerra, Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues e Rafael Pereira Martins.
Completam a lista dois integrantes da alta cúpula que já estavam presos: o comandante-geral durante o 8 de janeiro, Jorge Eduardo Barreto Naime (foto), e Flávio Silvestre de Alencar.
Segundo a PGR, os investigados prevaricaram na contenção das invasões às sedes dos Três Poderes, porque estariam alinhados com a ideologia dos insurgentes. Todos respondem pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado, assim como por infração à Lei Orgânica e o Regimento Interno da PMDF.
Os procuradores destacaram “a constatação de que havia profunda contaminação ideológica de parte dos oficiais da Polícia Militar do DF, que se mostrou adepta de teorias conspiratórias sobre fraudes eleitorais e de teorias golpistas”. Carlos Frederico Santos menciona provas de que os agentes encarregados do comando da corporação “receberam, antes de 8 de janeiro de 2023, diversas informações de inteligência que indicavam as intenções golpistas do movimento e o risco iminente da efetiva invasão às sedes dos Três Poderes”.

O que acontece após cassação de Sérgio Moro?

Se determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), a cassação do senador Sergio Moro (União Brasil) acarretaria em uma eleição suplementar. A situação é excepcional, mas não incomum: de 2007 a 2023, período disponível na base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 587 eleições suplementares ocorreram em todo o Brasil. Foram 581 votações para prefeito e vice, três plebiscitos, duas eleições para governos estaduais e um pleito para senador.
A eleição suplementar decorrente de uma eventual cassação de Moro seria a segunda na série histórica a decidir uma vaga no Senado. O caso do ex-juiz da Lava Jato deve ser julgado pelo TRE-PR ainda no início deste ano. Por enquanto, isso só ocorreu no caso de Selma Arruda (Podemos-MT). Ela perdeu o mandato em abril de 2020 e, em novembro daquele ano, Carlos Fávaro (PSD) venceu a disputa suplementar. Hoje à frente do ministério da Agricultura e Pecuária, Fávaro está licenciado do mandato.

Sérgio Moro está ameaçado de perder o mandato em um processo de cassação junto à Justiça Eleitoral, o que forçaria uma eleição suplementar Foto: Wilton Junior/Estadão
Em duas oportunidades, houve eleição suplementar para governos estaduais: em 2017, no Amazonas, e em 2018, no Tocantins. E, no âmbito das suplementares, já houve até plebiscito: em 2018: três cidades do País foram às urnas e, junto com as eleições gerais daquele ano, opinaram também sobre assuntos do contexto local.
Entenda os sistemas majoritário e proporcional
As eleições suplementares ocorrem quando a chapa ganhadora de uma eleição majoritária é cassada. No sistema majoritário, vence o candidato que obtiver mais de 50% dos votos válidos. Assim é feita a escolha de presidentes, governadores, prefeitos e senadores.
Por outro lado, no sistema proporcional, válido para eleições às câmaras municipais, estaduais, distrital e federal, os votos são contabilizados de modo a dividir o número de cadeiras em disputa entre os partidos. Neste modelo de votação, é gerada uma relação de suplentes para cada bancada partidária. Quando o deputado de determinado partido perde o mandato, o suplente daquela bancada é convocado a assumir.
É por isso que não houve eleição suplementar quando o deputado federal Deltan Dallagnol(Novo-PR) foi cassado. Dallagnol foi o penúltimo a sofrer impugnação eleitoral e havia sido procurador da Operação Lava-Jato, julgada por Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba.
No total, 581 eleições suplementares para prefeito e vice ocorreram entre 2007 e 2023. Algumas cidades, no entanto, realizaram esse tipo de eleição em mais de uma ocasião. Contando cada colégio eleitoral uma única vez, 536 localidades já tiveram uma votação municipal suplementar, o que corresponde a 9,6% do total de cidades brasileiras.
Os Estados que mais realizaram eleições suplementares no período analisado foram Minas Gerais, com 80 eleições, São Paulo, com 75, e Rio Grande do Sul, com 48. Na outra ponta, o Acre é o Estado em que menos houve eleições suplementares: entre 2007 e 2023, só o município de Feijó, em 2009, realizou um pleito do gênero.
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As cidades recordistas em eleições suplementares são as mineiras Ipiaçu e Ipatinga. Ipiaçu, na fronteira do Triângulo Mineiro com Goiás, realizou eleições suplementares em 2008, 2009 e 2014. Ipatinga, na Região Metropolitana do Vale do Aço, teve eleições suplementares em 2009, 2010 e 2018.
Entre as cidades que realizaram uma eleição suplementar entre 2007 e 2023, a com maior população é Londrina, no Paraná, que realizou esse tipo de disputa em 2009. O ranking das cidades mais populosas nas quais houve eleição suplementar é dominado por municípios da Região Sul: depois de Londrina, figuram Foz do Iguaçu (PR) e Gravataí (RS). Ambas realizaram eleição suplementar em 2017.
Conflito no calendário eleitoral
O ano em que mais houve eleições suplementares em todo o País foi 2009, quando 76 votações foram realizadas. O ano de 2013, com 75 pleitos, vem logo atrás. De 2007 a 2023, só não houve eleição suplementar em 2016, ano em que houve eleição ordinária para as prefeituras.
Um ano de eleição municipal não exclui a realização de pleito suplementar. O calendário concomitante, no entanto, pode resultar em situações curiosas. É o caso de Ananás, no Tocantins, e Malhador, em Sergipe: nessas duas cidades, em 2008, houve a eleição ordinária para a prefeitura em outubro e, dois meses depois, os eleitores tiveram que retornar às urnas, pois os candidatos vencedores tiveram os votos anulados.
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Por outro lado, em 2008, a eleição suplementar de Rio Preto da Eva (AM), a 50 quilômetros de Manaus, gerou um mandato-tampão relâmpago: o pleito ocorreu no final de junho e no começo de outubro já houve a eleição ordinária.
Até hoje, a eleição suplementar que abrangeu o maior número de eleitores não é nem de Londrina, em 2009, nem a do Mato Grosso, em 2020: em 2017, o Amazonas foi às urnas para eleger um novo governador, após a cassação de José Melo, titular, e Henrique Oliveira, o vice, ambos do PROS, por compra de votos na eleição de 2014. Na eleição decorrente, Amazonino Mendes (PDT) venceu Eduardo Braga (MDB).

Amazonino Mendes e Eduardo Braga disputaram segundo turno das eleições suplementares no Amazonas Foto: Alberto César Araújo/Estadão
No ano seguinte, em 2018, houve eleição suplementar para o governo do Tocantins após a cassação do governador Marcelo Miranda(MDB) e a vice Cláudia Lelis (PV) por uso de caixa dois na campanha de 2014. Mauro Carlesse, então no PHS, foi eleito para o mandato-tampão em um segundo turno curioso. Ele venceu o concorrente Vicentinho Alves, do PR (hoje, PL), por ampla margem de votos válidos: mais de 75%. No entanto, somados, Calesse e Alves obtiveram 490.461 votos. Os votos brancos, nulos e as abstenções, por sua vez, agregaram 527.868 eleitores.

Mauro Carlesse foi candidato ao governo do Tocantins na eleição suplementar de 2018. Ele também venceu a eleição ordinária daquele ano Foto: Calyton Cristus/Assembleia Legislativa Tocantins
Plebiscitos nas eleições suplementares
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No dia 7 de outubro de 2018, o Brasil foi às urnas para votar em presidente, governador, senadores e deputados federal e estadual. Em três cidades, no entanto, a votação foi além: naquele dia, eleitores de Augusto Severo (RN),Fortaleza do Tabocão (TO) e Petrópolis (RJ) votaram também em plebiscitos relativos a questões locais. Em Augusto Severo e Fortaleza do Tabocão, o assunto era a mudança de nome dos municípios; em Petrópolis, o tema foi o uso de animais nos passeios turísticos.
Na cidade potiguar, o nome da localidade era uma confusão de longa data. Pelo lastro histórico, os moradores conheciam a região como Campo Grande, e em 1991 havia ocorrido um plebiscito que mudou o nome da localidade no âmbito da prefeitura. Porém, essa consulta popular foi realizada pelo poder municipal e não tinha validade jurídica. Em 2018, com 95% de votos favoráveis, a questão foi superada: Augusto Severo, hoje, se chama Campo Grande. Em Fortaleza do Tabocão, a mudança de nome foi aprovada por mais de 74% de votos favoráveis. Hoje, o município tocantinense se chama apenas Tabocão.
“Você é a favor ou contra o uso de tração animal nos passeios turísticos realizados pelas charretes no município de Petrópolis?”, questionava a consulta popular realizada no município fluminense. A pergunta de “Sim, a favor” ou “Não, contra” deveria ser respondida na urna eletrônica, cujo teclado só possui números. O “1″ correspondia a “Sim, a favor do uso de tração”, opção que mantinha o serviço com animais; a tecla “2″ equivalia a “Não, contra o uso de tração”, o que levaria ao fim da charrete com cavalos. Confusa ou não, a votação terminou com 68,57% dos votos válidos na opção que acabava com as charretes.
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