Flanelinha esculhamba turista que não quis pagar “pelo serviço” VEJA VÍDEO
“Não fod, pão-durice do caralh. Tá andando de carro zero pô, tem que pagar”


São Paulo – A cozinheira Daiane dos Santos Farias, de 34 anos, está presa desde que descobriu uma traição do marido e decidiu usar uma navalha para cortar o pênis dele. O caso aconteceu em Atibaia, no interior paulista, na semana passada.
Mãe de dois filhos, de 8 e 18 anos, Daiane se apresentou na delegacia da cidade na madrugada da última sexta-feira (22/12), logo após cometer o crime. “Boa noite, moço. Eu vim me apresentar, porque eu acabei de cortar o pênis do meu marido”, disse, no balcão de atendimento.
Aos policiais ela alegou ter descoberto que o seu marido, um homem de 39 anos, a havia traído com sua sobrinha de 15 anos. Segundo relata, a traição teria acontecido no dia 12 de dezembro, no aniversário da cozinheira.
Para comprovar sua versão, a defesa também apresentou prints de trocas de mensagens entre o homem e a sobrinha. Na conversa, ele manda uma foto do próprio pênis para a adolescente e pede: “Me manda uma dos seus peitos”. A jovem responde com o nude.
No interrogatório, obtido pelo Metrópoles, Daiane diz que “ficou muito irritada” e confessa que premeditou o crime. De acordo com o seu depoimento, após esperar o marido chegar em casa e deitar na cama, ela iniciou uma relação sexual com o intuito de deixá-lo excitado.
O homem teve as mãos amarradas por uma calcinha. Só então a mulher cortou seu pênis, tirou uma foto e descartou o órgão no vaso sanitário. Em seguida, ela deu descarga para “evitar o reimplante”.
A cozinheira contou aos policiais que já tinha a navalha em casa porque “faz bico com maquiagem e sobrancelhas”. De acordo com seu depoimento, sua renda mensal é de R$ 1,9 mil.
Ela foi presa temporariamente por suspeita de tentativa de homicídio. Para tentar soltá-la, o advogado dela entrou com habeas corpus no qual alega que a autora se apresentou espontaneamente na delegacia e defende que o crime seja considerado “lesão corporal grave”. O pedido liminar da defesa foi recusado.
Em entrevista, o homem que teve o pênis cortado disse que perdoa o ataque de fúria e que vai tentar colocar uma prótese. Segundo relatou, ele foi atraído para casa com a promessa de uma noite de amor.
“Foi tudo muito rápido. A luz estava apagada. Ela acariciou [meu pênis] e, em seguida, cortou. Senti minha virilha esquentar”, contou. O homem, então, teria afastado a mulher, que acendeu a luz. “Tinha muito sangue e eu perguntava: ‘Por que você fez isso?’”
O homem ainda tentou usar o carro para buscar socorro, mas a mulher tinha escondido a chave do veículo. Sangrando muito, ele foi caminhando até uma unidade de pronto atendimento do bairro.
O marido recebeu atendimento médico e já se recupera em casa. Sobre a agressão da esposa, disse que foi “uma tragédia”. “Ela está pagando por isso.”




A Polícia Civil de Mimosa do Sul, no Espírito Santo, está investigando o caso de uma menina de 12 anos que deu à luz um bebê neste último domingo (24). A mãe da garota alega que a gravidez ocorreu porque ela usou a toalha do padrasto e tinha o hábito de usar suas cuecas. A equipe do hospital que fez o atendimento da pré-adolescente notificou a ocorrência à Polícia Militar devido à suspeita de estupro de vulneráveis.
Segundo a nota da PM, a menina chegou ao Hospital Apóstolo Pedro com o bebê nos braços, ainda com o cordão umbilical conectado ao corpo, e acompanhada da mãe e do enteado. Os médicos constataram que o recém nascido estava saudável, mas foi encaminhado ao Hospital de Cachoeiro de Itapemirim para exames, pois não houve acompanhamento médico durante a gestação.
Quando questionada pelos policiais, a mãe e o padrasto disseram que não tinham conhecimento de ato libidinoso que poderia ter resultado na gravidez. Eles afirmam que o incidente ocorreu porque a menina usou a toalha do padrasto. Além disso, o casal conta que a menina tinha hábito de usar as cuecas do padrasto e que ela reclamava constantemente de dores.
O caso foi passado para a Polícia Civil de Mimosa do Sul, que abriu um inquérito para investigar a gravidez misteriosa. Os agentes não repassaram mais detalhes para ‘preservar a apuração’.
