Jovem arrisca a vida para divulgar o Parkour, VEJA VÍDEO

Pablo Vittar tira foto para matar curiosidade, “TÁ AÍ “

“Uma foto de frente porque recebi muitas mensagens da galera curiosa perguntando ‘cadê’? Tá aí, sempre esteve… beijos da Pabllo”, escreveu.
As perguntas sobre o assunto se intensificaram desde que Pabllo apareceu, nesta semana, usando o mesmo body-fio dental e posando numa piscina. Blogueirinha, inclusive, fez piada sobre o look: “Deve incomodar tanto”.
Vejam quais países castigam o homossexualismo

Karimpour tinha 32 anos de idade e Mohammadi, 29. Eles foram acusados de sodomia pelas autoridades iranianas e passaram seis anos no corredor da morte, segundo o grupo Ativistas pelos Direitos Humanos no Irã (HRAI, na sigla em inglês), especializado em informar sobre abusos e violações dos direitos humanos naquele país.
A forca os esperava no dia 30 de janeiro de 2022 na cidade de Maragheh, a cerca de 500 km a noroeste da capital iraniana, Teerã. A dificuldade para obter dados oficiais não permite saber ao certo se eles foram as vítimas mais recentes, mas provavelmente não serão as últimas.
Em setembro do ano passado, duas mulheres lésbicas, Zahra Sedighi-Hamadani e Elham Choubdar, também foram condenadas à morte no Irã, acusadas de “corrupção na terra” e tráfico de pessoas. Até o momento, não se sabe quando será executada a sentença, que foi censurada pela ONU.
Já no Estado de Bauchi, no norte da Nigéria, um tribunal islâmico condenou três homens, em julho de 2022, à morte por apedrejamento por manterem relações homossexuais. Também não se tem informação sobre a possível execução da sentença.
Ter relações sexuais com uma pessoa do mesmo gênero é algo que pode ser punido com a pena de morte em 11 países do mundo, segundo diversas associações e organizações de direitos humanos.
O que os países consideram “crime” tem diferentes nomes em cada país, sendo chamado de “crime antinatural”, “sodomia” ou “atos homossexuais”. A sentença também é executada de diferentes formas: forca, decapitação ou apedrejamento. E, em alguns casos, aplica-se somente aos homens.
Em seis países, a lei estabelece claramente a pena capital para os atos sexuais consensuais entre pessoas do mesmo sexo. São eles: Arábia Saudita, Brunei, Iêmen, Irã, Mauritânia e Nigéria.
A pena é prevista nos seus respectivos códigos penais. No caso da Nigéria, ela é executada apenas em 12 Estados do norte do país, enquanto, em Brunei, existe atualmente uma moratória.
Já em outros cinco países – Afeganistão, Catar, Emirados Árabes Unidos, Paquistão e Somália – a pena de morte é possível devido à interpretação da sharia, ou lei islâmica, mas não é uma determinação legal absoluta e pode ser contestada, segundo o relatório “Homofobia de Estado”, da Associação Internacional de Pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexuais (ILGA World, na sigla em inglês).

Reuters
O Irã é um dos países que condenam homossexuais à pena de morte com mais frequência, ao lado da Arábia Saudita
Irã e Arábia Saudita
A Arábia Saudita e o Irã são os países que aplicam a pena de morte com mais frequência, segundo a diretora executiva da ILGA World, Julia Ehrt. Mas, dentre os países que impõem a pena capital, é difícil saber quantos realmente chegam à execução.
Além das vítimas iranianas, existem dados que demonstram que, em abril de 2019, pelo menos cinco homens foram executados na Arábia Saudita por manterem relações sexuais consentidas. Segundo documentos obtidos pela TV americana CNN, um dos homens condenados por homossexualidade confessou sob tortura ter mantido relações com os outros quatro.
Eles fizeram parte de uma execução em massa coordenada em espaços públicos de todo o país, durante a qual 37 homens foram assassinados.
Em sua maioria, os executados foram acusados de serem espiões ou terroristas a serviço do Irã. A ILGA e outras organizações consideram que esta acusação é consequência da presença desses homens em um protesto contra o governo em 2012.
Segundo as associações, é frequente que a prática de relações homossexuais seja associada a outras acusações.

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País-sede do último Mundial de Futebol, o Catar é um dos países onde a pena de morte por ser gay é possível, mas há muito tempo ninguém é executado por este motivo, segundo a ILGA
A complexidade dos dados
Embora as associações que defendem os direitos dos acusados sejam informadas sobre prisões ou casos de pessoas processadas, conseguir a obtenção de provas da aplicação dessas sentenças não é nada fácil.
“Conseguir dados precisos é muito difícil porque a cobertura midiática pode ser muito limitada e não existem registros oficiais, ou é muito difícil obtê-los”, explica à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC, Alistair Stewart, chefe de defesa e pesquisa da organização Human Dignity Trust, com sede em Londres, que fornece apoio jurídico a ativistas e associações locais.
Some-se a isso que “as organizações LGBT e de direitos humanos que monitoram esses casos costumam ter pouquíssimos recursos e enfrentam uma pressão tão grande que não conseguem manter registros confiáveis e atualizados”, acrescenta Stewart.
O número de países que impõem a pena de morte às pessoas homossexuais vinha diminuindo nas últimas décadas, mas manteve-se praticamente estável nos últimos anos.
O Sudão reformou sua legislação penal em 2020 e deixou de condenar a homossexualidade com a pena de morte. Mas Brunei introduziu a pena em 2019. O clamor internacional gerado pela medida fez com que o sultão do país anunciasse uma moratória um mês depois.
Mas a moratória de Brunei é uma suspensão de facto e não de jure, ou seja, ela se aplica de fato, mas permanece prevista em lei e, portanto, pode ser revogada. A organização Human Rights Watch indica, em um relatório sobre Brunei, que a moratória local “está sujeita a caprichos políticos e pode ser levantada a qualquer momento”.
Existem também os países em zonas de conflito, “como o Afeganistão ou o Iraque, onde a pena de morte não é uma opção legal, mas, dependendo de quem esteja no poder, pode chegar a ser utilizada”, segundo Stewart.
Um exemplo foi o sequestro, tortura e assassinato de um estudante de medicina gay no Afeganistão em outubro de 2022, nas mãos de uma patrulha talebã. Também ocorreram as perseguições aos homossexuais na Chechênia em 2017 e 2019, quando várias pessoas morreram. E, em 2016, o autoproclamado Estado Islâmico também executou 25 homens por serem homossexuais.
Países que condenam a homossexualidade
Além da pena de morte, 68 países ao redor do mundo proíbem as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo. As sentenças variam de alguns meses a vários anos de prisão ou até castigos corporais, como flagelações públicas.
Mas, segundo Julia Ehrt, esse número vem se reduzindo a cada ano que passa.
“Existe uma progressão com respeito à penalização, a situação vem melhorando e é uma tendência que estamos observando nos últimos anos e até em décadas”, explica a diretora executiva da ILGA World.
Na última década, 16 países deixaram de perseguir a homossexualidade. Entre eles, estão Antígua e Barbuda, São Cristóvão e Nevis, Angola, Moçambique e o mais recente – Singapura.
O Caribe, por exemplo, é a única região de todo o continente americano onde ainda existem países que condenam as relações homossexuais. Mas Alistair Stewart afirma que, “em cada um deles, existem processos legais em andamento impugnando essas leis, de forma que, em cerca de cinco anos, poderá não haver nenhum país que criminalize as pessoas LGBTQIA+ nas Américas”.
De fato, Julia Ehrt reconhece que a América Latina “está na vanguarda dos direitos LGBTQIA+”.
Já a Indonésia vem se movendo na direção oposta. O país não criminalizava as relações LGBTQIA+, exceto pelas regiões que aplicam a sharia, como Sumatra e Banda Aceh. Mas a reforma do código penal, aprovada no início de dezembro de 2022, proíbe o sexo fora do casamento, o que afeta em cheio as relações homossexuais, já que não existe casamento gay no país.
Segundo os dados da ILGA, 63 Estados membros da ONU atualmente possuem leis condenando a homossexualidade. A eles, é preciso somar Gaza e as ilhas Cook, que não são territórios independentes. E outros dois países – o Egito e o Iraque – criminalizam de facto a homossexualidade.
Com a Indonésia, são 68 territórios, embora ainda não esteja claro como será interpretada a nova legislação daquele país.

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A Rússia aprovou recentemente uma lei que amplia as restrições sobre o que o país considera ‘propaganda gay’
Panorama desigual
Embora as associações concordem que existe uma melhoria em nível mundial quanto aos direitos das pessoas LGBTQIA+, o panorama é desigual.
Na África, 35 países ainda criminalizam as relações homossexuais. O continente “é considerado um dos lugares mais problemáticos para as pessoas LGBTQIA+, mas vem ocorrendo ali uma melhora real”, afirma Stewart.
Ele menciona os casos de Angola, Botsuana, Lesoto, Moçambique e Seicheles, que deixaram de criminalizar a homossexualidade.
Mas Gana, onde a homossexualidade já é ilegal, está analisando uma nova lei que irá ainda mais longe, proibindo não só as relações homossexuais, mas o simples fato de declarar-se gay ou manifestar apoio à comunidade LGBTQIA+.
Se a lei for aprovada, familiares, empregadores, empregados domésticos ou amigos de pessoas homossexuais poderão ser condenados se não os denunciarem às autoridades.
Até em regiões onde a homossexualidade não é perseguida e as pessoas da comunidade LGBTQIA+ têm seus direitos assegurados, pode-se perceber a regressão do clima social.
Segundo Julia Ehrt, o ramo europeu da ILGA começou a observar a deterioração da situação no ranking elaborado anualmente pela associação sobre os países membros do Conselho Europeu, “que só considera a situação legal, de forma que o panorama pode ser diferente e piorar ainda antes”.
Ehrt menciona como exemplos “o maior escrutínio das comunidades trans nos EUA e no Reino Unido, ou das pessoas LGBTQIA+ em países como a Polônia e a Hungria”. E some-se a eles a Rússia, onde uma nova lei amplia as restrições já existentes sobre as atividades consideradas “propaganda LGBTQIA+”.
Isso se enquadra, segundo Stewart, no apogeu mundial de setores da direita que mantêm, como pedra angular da sua ideologia, a oposição aos direitos das pessoas da comunidade LGBTQIA+.
Embora as circunstâncias legais ou sociais sejam muito diferentes nos diversos países, o ativista da Human Dignity Trust argumenta que aqueles que se opõem aos direitos LGBTQIA+ usam a mesma retórica e argumentos. Por isso, a lei sendo analisada em Gana tem aspectos muito similares à legislação aprovada na Rússia
Criador do Centro de Artesanato da Praia dos Artistas recebe cidadania natalense

Nascido no sítio Pau D’arco, zona rural de Cruzeta, situado no interior do Rio Grande do Norte, Edílio Lobo de Medeiros, filho de Manoel Lobo de Medeiros e Josefa Nísia de Medeiros, enfrentou os desafios de sua época. Conciliando com os estudos, precisou criar as condições necessárias para trabalhar e conseguir seu sustento, foi de vendedor de cocada nas ruas do bairro do Alecrim até comerciante de algumas lojas no centro da cidade.
“Trata-se de um reconhecimento justo pela história, o trabalho e a trajetória de Edilio Lobo. Um seridoense que reside em Natal há muitos anos. Responsável pela criação do Centro Municipal de Artesanato, localizado na Praia dos Artistas, uma referência de movimentação econômica, oportunidade para os artesãos apresentarem os trabalhos típicos da cidade, gerando emprego e renda para centenas de famílias. Edílio é um empresário que, de fato, conhece os desafios do povo de Natal e contribui para o desenvolvimento do município”, declarou o vereador Kleber Fernandes.
O diretor de Departamento da Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social, Cristiano Manoel, destacou a contribuição de Edílio para o artesanato da cidade. “Ele possui um legado importante no setor, especialmente na geração de emprego e renda. A Câmara Municipal está de parabéns pela iniciativa de reconhecer um cidadão que fez muito por Natal”, disse ele, que representou na ocasião o prefeito Álvaro Dias.
Edite Medeiros, irmã do homenageado, falou em nome da família. “Recebemos uma educação familiar muito bonita dos nossos pais. Aprendemos que os mais novos tinham que obedecer os mais velhos. Edílio é o caçula dos homens da casa, morou comigo depois que me casei, e o considero como meu irmão-filho, pois dei a ele a continuação da educação da nossa mãe. Portanto, posso garantir que meu irmão é uma pessoa muito humana, muito trabalhador, com disposição incomum para ajudar quem mais precisa. Estou muito orgulhosa e feliz com essa homenagem porque é bastante merecida”.
A filha, Priscila Medeiros, falou que a maior virtude do seu pai é a honestidade. “Meu pai é um homem muito íntegro e desde a infância ele já tinha em mente que o trabalho era o caminho para a dignidade. E foi isso que ele sempre ensinou aos filhos, mostrando pra gente que é plenamente possível vencer na vida através do trabalho e dos estudos. Agora é a vez dos netos ouvirem todos os dias que se forem honestos vão conquistar tudo na vida”, recordou.
“Me sinto muito honrado em ser agraciado com um título honorífico que muitos almejam receber. Tive a sorte de ser escolhido pelo vereador Kleber Fernandes para receber esta que é a mais importante condecoração do Legislativo, que me faz ser um filho natalense. Este momento representa a coroação de uma história de 51 anos de amor por Natal. Posso dizer com toda certeza que o maior patrimônio que construí nesta terra foram os amigos que fiz. Então, é uma imensa alegria ser oficialmente um natalense”, comemorou Edílio Lobo.
Texto: Junior Martins
Fotos: Verônica Macedo
Cubanos abandonam delegação depois dos Jogos Pan-Americanos e pedem asilo político ao Chile

Um grupo de sete atletas cubanos pretende solicitar refúgio ou asilo político ao Chile após a conclusão dos Jogos Pan-Americanos de 2023 em Santiago, que ocorrerão entre 20 de outubro e 5 de novembro. O anúncio foi feito pelo advogado Mijail Bonito, que representa os esportistas de Cuba.
“São sete atletas, seis mulheres e um homem, que vão pedir refúgio, ou asilo”, disse o advogado. “Isso é algo que vamos determinar.”
Segundo a mídia chilena, um total de sete indivíduos, sendo seis jogadoras de hóquei na grama feminino e um corredor de prova com barreiras, têm como principal objetivo permanecer no Chile, conforme afirmou Mijail.
Depois que os atletas cubanos se afastaram da delegação, o advogado entrou em contato com eles. Os atletas estavam hospedados na Vila Pan-Americana de Santiago.
Nenhum dos atletas cubanos está mais na capital do Chile
Segundo Mijail Bonito, a capital do Chile não é o destino atual de nenhum dos sete atletas cubanos. De acordo com o advogado, eles optaram por se hospedar em residências de amigos e em comunidades de apoio localizadas em três áreas distintas do país sul-americano.
Os atletas cubanos estão sem seus passaportes no Chile, onde permanecerão até o dia 12 de novembro. Isso ocorreu porque os dirigentes esportivos de Cuba retiveram os documentos quando a delegação chegou a Santiago para participar dos Jogos Pan-Americanos.
De acordo com informações fornecidas pelo regime cubano, cerca de 187 atletas deixaram o país desde o ano passado, incluindo mais de dez boxeadores, como Andy Cruz, que é tricampeão mundial e conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2021 As informações são da Revista Oeste.
“TODES NÃO”: DEP. CORONEL AZEVEDO APROVA LEI QUE PROÍBE LINGUAGEM NEUTRA NAS ESCOLAS DO RN

O deputado estadual Coronel Azevedo aprovou nesta quinta-feira, 9, uma lei na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte que protege o uso da língua portuguesa nas escolas do RN e defende os jovens do ensino público do assédio do uso da linguagem neutra em sala de aula.
Quatro deputados de esquerda foram contra o projeto, Eudiane Macedo, Divaneide Basílio, Francisco do PT e Isolda Dantas. Nove deputados votaram favorável ao projeto, que foi aprovado por maioria: Coronel Azevedo, Tomba Farias, Cristiane Dantas, Luiz Eduardo, Ivanilson Oliveira, José Dias, Terezinha Maia, Adjuto Dias e Neilton Diógenes.
“Em suas relações pessoais, qualquer cidadão pode usar as expressões que quiser. Somos livres e vivemos em uma democracia, e eu respeito e trabalho pela liberdade. Mas o uso da linguagem neutra em escolas ou ambientes da administração pública em geral fere a linguagem formal brasileira e essa lei protege o avanço desses modismos contra os alicerces da cultura de um povo. A língua brasileira formal é um alicerce da cultura do povo brasileiro”, explica o coronel.
Durante a sustentação oral do seu projeto no plenário da Assembleia, o deputado citou argumentos contra a linguagem neutra.
“A Academia Brasileira de Letras é contra a linguagem neutra. O Brasil é signatário de um tratado para a defesa do idioma oficial português. O idioma é uma ferramenta de desenvolvimento econômico e social do Brasil. A linguagem neutra prejudica os cegos, prejudica os surdos, prejudica os disléxicos, prejudica o funcionamento dos aplicativos de celular. A França proibiu a linguagem neutra. A Espanha, o Uruguai e a Argentina proibiram o uso da linguagem neutra. Os modismos e a lacração não podem acabar com uma ferramenta tão importante de desenvolvimento econômico como é o nosso idioma.”, enfatizou o coronel.

