Leyla Arrais abriu o jogo e contou alguns detalhes sobre a cirurgia íntima que fez na região da vagina. A influenciadora usou a mesma roupa de antes do procedimento para explicar e revelou que o excesso de pele da região incomodava muito. “Esse é o tabaquinho limpado e cortado as línguas, que eram para fora, parecia um “cururu”. Olha que coisa mais linda. Meu tabaco era grande, dessa altura, tive que limpar mesmo, cortar as línguas. Ele era metade para lá, metade para cá. Quem tem que gostar é meu marido e eu”, disse ela.
Mulher quebra recorde com peruca mais longa do que sete piscinas olímpicasHelen Williams, da Nigéria, gastou onze dias e mais de doze mil reais para a confecção Helen Williams, fotografada com sua peruca recorde Foto: Reprodução/Guinness World Records Uma mulher de Lagos, na Nigéria, entrou para o livro dos recordes depois de tecer uma peruca artesanal que mede 351,28 metros (1.152 pés, 5 polegadas) de comprimento. A profissional de perucas Helen Williams gastou mais de dois milhões de nairas (quase US$ 2.500, o equivalente a mais de R$ 12.000) e 11 dias fazendo a peruca, que é mais longa do que sete piscinas olímpicas.
Líderes do grupo terrorista Hamas ostentam uma vida de luxo em Doha, no Catar, onde o grupo tem uma representação política, e na Turquia, como mostram investigações conduzidas por Israel. O grupo é responsável por administrar a Faixa de Gaza, território palestino em que 50% da população vive em insegurança alimentar e 90% não têm acesso à água potável. Em 7 de outubro, membros do Hamas burlaram o sistema de vigilância de Gaza e assassinaram cerca de 1.200 pessoas, a maioria civis, além de sequestrar outros 240. Foi o maior ataque a judeus desde o fim do Holocausto, em 1945. A investigação israelense mostra que três dos principais líderes do Hamas possuem ao menos 11 bilhões de dólares em reservas financeiras, a maior parte aplicada nos Emirados Árabes e na Turquia. Segundo o levantamento, Ismail Haniyeh e Khaled Mashal possuem 4 bilhões de dólares cada, enquanto Moussa Abu Marzuk aparece com 3 bilhões de dólares. Esse dinheiro, afirmam os israelenses, tem como origem as doações feitas pela comunidade internacional para ajudar Gaza. Mas que são desviadas e acabam servindo para sustentar a elite do grupo. Estima-se que o grupo terrorista arrecade mais de 1 bilhão de dólares através de complexa engenharia financeira, que inclui a utilização de criptomoedas, compra e venda de imóveis imóveis, lavagem de dinheiro e extorsão de residentes de Gaza. Acredita-se que uma das bases de operações do Hamas é o hotel Four Seasons, que tem diárias na casa dos 900 dólares. Em 2015, um de seus líderes deu uma entrevista coletiva no salão de baile do hotel, onde continuou a ser visto com frequência desde então. O governo americano impôs sanções a figurões do grupo, mas o grande número de empresas de fachada e manobras financeiras fizeram do Hamas uma das organizações terroristas mais ricas do mundo. Líder do Hamas, Khaled Mashal é entusiasta do tênis de mesa. O bilionário se divide entre o Catar e a Turquia (Divulgação/Divulgação) “É realmente chocante a quantidade de dinheiro que esses terroristas conseguiram amealhar”, afirma Jonathan Schanzer, vice-presidente da ONG The Foundation for Defense of Democracies, de Washington. “Não há qualquer responsabilização. Países que não punem o terroristas acabam se tornando patrocinadores estatais do terror. Eles não se importam se os líderes do Hamas estão a impetrar atos terríveis”, prossegue Schanzer. Mas o Catar também abriga a maior base militar dos Estados Unidos no Oriente Médio. Localizada a 30 quilômetros de Doha, a base aérea de Al Udeid possui 11.000 soldados americanos e tem capacidade para acomodar 120 aeronaves. Diante da passividade do governo do Catar com o Hamas, políticos dos Estados Unidos como o deputado republicano Andy Ogles, do Tennessee, vêm pressionando para que Washington retire do emirado o status de aliado-chave dos americanos. A condição só seria restabelecida quando o Catar expulsar os terroristas do islâmicos. O líder do Hamas Khaled Mashal: 4 bilhões de dólares na conta (Reprodução/Reprodução)
🚨Uma mulher morreu nessa terça-feira (14/11) depois de ser atingida por um raio. O caso ocorreu em uma praia de Cartagena, na Colômbia. A vítima, identificada como Froilanis Maireth Rivas Román, de 34 anos, tinha nacionalidade venezuelana. Conforme informações preliminares, Froilanis curtia o dia de praia com amigos quando foram surpreendidos com a formação de uma tempestade. Um vídeo feito por câmera de monitoramento registrou o exato momento em que a mulher foi atingida pelo raio.
Jovem de 18 anos morre após mal súbito durante futsal no RS Caso ocorreu na noite dessa terça-feira (14/11), na cidade de Soledade, no Rio Grande do Sul. Rapaz chegou a ser atendido, mas não resistiu.Jovem morre enquanto jogava futsal
Abidene Salustiano, ex-vereador e candidato a deputado estadual mais votado de Parnamirim em 2018, decidiu que vai disputar as eleições do ano que vem. O empresário foi inocentado ontem (14) pelo ministro do TSE, Benedito Gonçalves. A decisão animou Abidene, que sempre afirmou sua inocência e confiou na justiça. Com essa vitória na justiça, Abidene retorna às ruas de Parnamirim com um desejo de participar diretamente na sucessão da cidade Trampolim da Vitória. Abidene escolheu a agência Felicce do publicitário Heyder Macedo para cuidar do marketing da sua pré-campanha. O cargo a ser disputado ainda não se sabe, mas é de conhecimento público que Abidene não quer disputar vaga na câmara dos vereadores. Seu nome vai começar a surgir nas pesquisas e a partir dos números, o empresário vai definir se encara a disputa para prefeito ou a vice, numa chapa com chances de vencer. Em tempo: ao escolher a Felicce, Abidene optou por uma das melhores e mais experientes equipes de marketing eleitoral. Os caras são para lá de caprichosos. Em tempo 2: só lamento a demora na decisão de Abidene. Ele vai ter quer remar muito para fazer com que os eleitores de Parnamirim saibam que ele está na disputa. Esse será o grande desafio de Heyder e sua equipe.
Luciane Barbosa, que negou conversa pessoal com titular da Justiça, disse já ter tido despesas custeadas pelo Ministério dos Direitos Humanos
Absurdo atrás de absurdo
Em entrevista coletiva nesta terça-feira, 14, Luciane Barbosa Farias (foto), a “dama do tráfico” no Amazonas, disse já ter participado de audiências com Flávio Dino sem conversar diretamente com o ministro da Justiça do governo Lula (PT), relata O Globo.Mulher de Tio Patinhas, líder do Comando Vermelho na Amazônia, Luciane —que foi condenada a 10 anos de prisão por lavagem de dinheiro, associação para o tráfico e organização criminosa, mas responde em liberdade— disse ter tido uma de suas viagens a Brasília custeada pelo Ministério dos Direitos Humanos.
Tio Patinhas do tráfico
“Pessoas estão usando minha cabeça como Cristo para atacar o atual governo e o ministro. Flávio Dino nunca me recebeu. Cheguei a vê-lo, sim, em algumas audiências lá no Ministério dos Direitos Humanos, mas nunca cheguei a conversar com ele pessoalmente”, declarou Luciane, que se apresenta como presidente da Associação Instituto Liberdade do Amazonas.
A mulher do líder da facção criminosa contou que, além da viagem a Brasília em que ela se encontrou com secretários da pasta de Dino, houve uma outra que foi paga pelo Ministério dos Direitos Humanos, chefiado por Silvio Almeida, depois de ela ter sido convidada a integrar o Comitê de Prevenção e Combate à Tortura do Estado do Amazonas.
“Ainda não tomei posse e nem sei se vou conseguir tomar, devido a toda essa repercussão nacional no nome da minha pessoa”, acrescentou Luciane.
Em Formosa, entorno do Distrito Federal, uma criança de 11 anos passou mal após comer uma lagartixa frita. De acordo com a polícia, o prato foi oferecido pela madrasta e pela mãe da madrasta. O caso ocorreu no último dia 6, mas foi registrado na polícia, na última sexta-feira (11). As informações são do G1. O delegado Paulo Henrique Santos disse que madrasta e a mãe dela alegaram que consumiam o animal no passado e, por isso, decidiram prepará-lo para o garoto. Ainda de acordo com ele, a criança foi diagnosticada com infecção intestinal. – A atual sogra do pai era uma pessoa muito simples, parece que já passou fome no passado e comentou com a criança que antigamente as pessoas comiam aquilo – falou o delegado. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados. O menino foi medicado e se recupera em casa.
O Rio de Janeiro registrou, às 9h15 desta terça-feira (14), a maior sensação térmica desde 2014, de 58,5 graus Celsius (°C). A medição foi feita pela estação do serviço municipal de meteorologia Alerta Rio em Guaratiba, na zona oeste da cidade. No momento, os termômetros marcavam 35,5°C. Desde a chegada da onda de calor que afeta diversos estados brasileiros, o Rio de Janeiro já havia registrado o dia mais quente do ano no domingo (12), com temperatura de 42,5°C, e a sensação térmica de 52 graus na manhã de segunda (13). O recorde de calor de hoje é o maior desde que o Alerta Rio começou a fazer as medições de temperatura na cidade. O órgão informa que as duas outras maiores sensações térmicas deste ano foram 58,3°C, em 17 de fevereiro, e 58°C, em 4 de fevereiro. O intenso calor registrado principalmente no Sudeste e no Centro-Oeste do Brasil deve continuar ao longo de toda a semana, e aausência de nuvens no céu torna ainda mais perigosa a exposição à radiação solar e a sensação de calor. A onda de calor chegou em uma época do ano em que, normalmente, a estação chuvosa já está estabelecida e em que as nuvens funcionam como uma espécie de controle das temperaturas. A ausência dessa defesa, segundo a meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Anete Fernandes, potencializa os efeitos do fenômeno climático. “Quando a gente tem ausência de chuva nesta época do ano, que chamamos de veranico, a ausência de nuvens favorece uma grande incidência de radiação na superfície, que é o que está acontecendo agora. Então, as temperaturas se elevam muito”, explicou.
São Paulo — Apontado pela Polícia Federal (PF) como o principal suspeito de recrutar brasileiros para o grupo libanês Hezbollah com o objetivo de promover ataques terroristas, o sírio naturalizado brasileiro Mohamad Khir Abdulmajid tinha negócios no Brasil antes de entrar na mira dos investigadores. Ele era dono de restaurantes árabes em Brasília, de tabacarias em Minas Gerais e apontado pela defesa de um investigado como um parceiro de intermediação de negócios no Líbano. Khir foi sócio de um pequeno restaurante de comida libanesa na Asa Norte, em Brasília, que servia pratos da culinária árabe e disponibilizava narguilé para os clientes. O Shisha, nome do estabelecimento, é o único CNPJ em nome dele. “O restaurante foi dele [Khir] muito tempo atrás. [A investigação] Não tem nada a ver com o restaurante. O problema é dele”, diz o atual proprietário, que não quis se identificar. Boa parte das avaliações do Shisha em um site de turismo destaca o mau atendimento no local, embora a comida e o narguilé sejam elogiados. Um dos clientes diz que o “dono é meio doido”, enquanto outro afirma que Mohamad é o “cara do pedaço”. Em Brasília, Mohamad Khir deixou dívidas e processos de cobrança de bancos e de uma proprietária de um imóvel em que também foi dono de um restaurante com parceiros. Em uma das ações judiciais, acabou condenado a pagar R$ 29 mil porque o imóvel em que ficava o restaurante, também de comida árabe, foi devolvido com avarias. Como revelou o Metrópoles, investigadores colocam Khir como principal alvo da Operação Trapiche, deflagrada na semana passada. Segundo a decisão judicial que ordenou as prisões, a “análise conjunta dos elementos apurados pela autoridade policial é indiciária de que Mohamad Khir integra o grupo libanês Hezbollah”. Como mostrou o programa Fantástico, da TV Globo, investigadores encontraram fotos nas redes sociais nas quais Khir aparecia fardado, em cima de um tanque de guerra, com uma metralhadora, na condição de soldado do Hezbollah em apoio ao Exército do ditador sírio Bashar Al-Assad, durante a guerra civil, em 2016. Ele passou a ser investigado a partir de 2021, sob suspeita de contrabando, mas a Polícia Federal acabou suspeitando de envolvimento com o terrorismo. A PF atribui ao grupo a prática de aliciar brasileiros para cometer atentados em troca de dinheiro. A defesa de um dos investigados presos em São Paulo, Jean Carlos de Souza, nega envolvimento com atos terroristas, mas afirma que ele tinha negócios com Mohamad Khir. Souza alega que viajava muito ao Líbano para intermediar vendas. Seu advogado, José Roberto Timoteo, afirmou que ele intermediava a compra e venda de café, açúcar, e até ouro, e que conheceu Khir em São Paulo. “O sujeito tem café aqui para vender. Ele vai para o Líbano tentar vender café, açúcar, ouro. Como você faz isso? Se relacionando com libaneses aqui no Brasil. O Jean não fala a língua árabe e reside em Santa Catarina, em Joinville”, afirmou o criminalista.