Poder de convencimento, alta expectativa e promessa de retorno lucrativo rápido. Estes três fatores foram suficientes para convencer uma gama de pessoas ao que é conhecido por criptomoeda. Entre elas, Acelino Freitas, o Popó. O baiano admitiu que perdeu R$ 1 milhão após cair em golpe de pirâmide. A situação deixou o campeão mundial de boxe decepcionado, sobretudo pela esperança de retorno financeiro alto ao investir em uma empresa aparentemente confiável chamada Braiscompany. A companhia também é acusada de lesar outros investidores devido à negociação de moedas virtuais na internet. VÍDEO: Fãs de Luísa Sonza xingam Chico Moedas durante apresentação da cantora QUEM ÉJornalista, empresária, mãe de 3: conheça Tamara Dalcanale, mulher de Kayky Brito “Fui muito otário, muito besta, muito infantil, não existe rendimento de 8% em em qualquer lugar do mundo. Eu apanhei feio, mas esse cara ganhou muita gente por nocaute, muita gente está passando dificuldade e fome”, detalhou, em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo. As promessas do empresário responsável pela empresa que se apresenta como “especialista em criptomoedas” o atraiu. “Eu tirei R$ 1 milhão do meu bolso, consegui tirar em um mês [o rendimento], no segundo mês, ele [dinheiro] sumiu. Eu ganhei dinheiro tomando soco na cara, ganhar meu dinheiro não foi brincadeira”, acrescentou Popó. Após a exposição do acontecimento, a situação do baiano deixou os internautas divididos. “Popó, eu achei foi é muito pouco [risos], deveria ter perdido muito mais muito mesmo. Já ouviu falar da ganância? Pois é”, detonou um usuário. Em contrapartida, outro ficou chocado com o fato: “Gente? Até o Popó caiu nessa?”.
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania), da Câmara dos Deputados, aprovou na última terça-feira (27) uma proposta que inclui no Código Penal o crime de “stealthing”, termo em inglês que se refere ao ato de retirar propositalmente o preservativo sem o consentimento do parceiro ou parceira. O texto, que ainda depende de aprovação do Plenário da Câmara, substitui o projeto de lei de 2022 do deputado Delegado Marcelo Freitas (União-MG). A proposta original estabelecia pena de reclusão de até quatro anos. Agora, o projeto do deputado Felipe Francischini (União-PR) prevê reclusão de 6 meses a 2 anos e multa. Cada país interpreta o ato de forma diferente. Na Inglaterra, por exemplo, o “stealthing” é considerado estupro. No Brasil, não. Isso porque o crime de estupro prevê que o ato sexual deve ter acontecido mediante grave ameaça ou violência. Advogada, psicanalista e fundadora do Instituto Survivor, Izabella Borges vê que ainda há um grande desafio pela frente. “Para além da criação desse novo crime, nossa luta diária é para fazer ser reconhecida a palavra da vítima como meio probatório.” Borges considera que, em termos práticos, o sistema judicial ainda é bastante resistente, especialmente em casos que envolvem crimes sexuais, mesmo sendo a palavra da vítima a única prova em muitos dos casos. “Demandará uma grande mudança cultural no próprio sistema de justiça para que haja alguma expectativa de que não se transforme em letra morta no Código Penal.” Mesmo sem o projeto de lei, há outros crimes previstos no Código Penal em que o ato de retirar a camisinha sem consentimento poderia ser incluído, como a violência sexual mediante fraude, que prevê pena de 2 a 6 anos de reclusão. Apesar da punição maior, a tipificação do crime ficaria sujeita a quem está julgando, como explica Ana Paula Braga, advogada e especialista em direitos das mulheres. Por isso, a necessidade de um projeto de lei que trate especificamente desse crime. “Diante desta insegurança, [o projeto de lei] pode realmente ser algo que vai facilitar [o andamento] dessas denúncias e promover segurança jurídica para todos”, diz Braga. Segundo ela, assim como outros casos de abusos sexuais, há uma dificuldade probatória. Uma das possíveis provas, continua ela, é o exame de delito na vítima. Apesar de isso acontecer raramente, a indicação é que, se o parceiro tiver ejaculado, a pessoa procure uma delegacia logo após o ato para que o material seja recolhido. “É uma recomendação bem cruel não tomar banho ao sofrer uma violência, mas acaba sendo mais fácil de atestar [o crime]”, explica ela. A advogada lembra-se de uma cliente que descobriu ter sido vítima do “stealthing” após a relação, quando notou que a camisinha estava intacta dentro da lata de lixo. Braga afirma que depende muito da circunstância para provar e cita que troca de mensagens podem servir também como evidências. “Assim como para outros crimes sexuais, a palavra da vítima tem de ter especial relevância. São crimes que acontecem às escuras, geralmente, sem testemunhas e sendo muito difícil de se provar.” Ela ressalta ser comum que a mulher só perceba o que sofreu no caso de uma gravidez indesejada ou se contrair uma IST (infecção sexualmente transmissível). Outra dificuldade, diz Braga, é o acesso ao aborto legal no caso de mulheres vítimas de “stealthing”, uma vez que no paíso aborto é permitido somente em casos de estupro, risco para a mãe e anencefalia do feto —este último caso foi garantido por uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) em 2012. Nas demais situações, a prática é considerada crime. “Nossa lei fala exclusivamente em estupro. Assim, a vítima poderia ter dificuldade inclusive de um acesso ao aborto legal, mas outras formas de violência sexual também podem levar a uma gestação”, diz a advogada.
São Paulo — Oito pessoas morreram em um acidente com ônibus na Rodovia Deputado Cunha Bueno (SP-253), em Guatapará, no interior paulista, no final da tarde desse domingo (1º/10). O veículo fazia uma excursão religiosa e teria perdido o controle na estrada por causa da forte chuva que atingia a região. O acidente aconteceu no km 180 da rodovia. O excesso de água na pista teria feito o veículo deslizar e capotar. Duas equipes do Corpo de Bombeiros e dez do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados para o atendimento da ocorrência. Segundo informações preliminares, pelo menos 26 pessoas ficaram feridas, incluindo crianças e idosos. O ônibus, com 34 passageiros, seguia da cidade de Tambaú, conhecida pelo turismo religioso, para Monte Alto, na região de Ribeirão Preto. Em uma rede social, o prefeito de Tambaú, Leonardo Spiga Real, disse que as vítimas do acidente participaram de uma missa no Santuário Nossa Senhora Aparecida do Beato Donizetti e lamentou a tragédia. “Que o Beato Donizetti Tavares de Lima acolha a alma desses fiéis”, escreveu. De acordo com a imprensa local, as vítimas feridas foram encaminhadas para hospitais de Guatapará, Sertãozinho, Pradópolis, Jaboticabal e Ribeirão Preto.Ônibus capota e deixa 8 mortos, VEJA VÍDEO
Em um mundo cada vez mais conectado, as redes sociais tornaram-se uma extensão de nossas vidas. Considerando que em 2022 mais de 3,6 bilhões de pessoas estavam conectadas nas redes sociais, não faltam pessoas compartilhando momentos, opiniões, gostos e desgostos, mas até que ponto essa exposição é segura? E quais são os impactos dessa exposição contínua em nossa saúde mental? Confira a seguir 5 riscos ao expor informações pessoais em postagens nas redes sociais: Vulnerabilidade à crimes cibernéticos: Ao compartilhar informações pessoais, como endereço, local de trabalho ou detalhes de viagens, você pode se tornar um alvo para criminosos. Por exemplo, um ladrão pode usar a informação de que você está de férias para invadir sua casa, sabendo que ela estará vazia. Exposição a abusos e cyberbullying:Comentários negativos e humilhação pública podem surgir a partir de postagens pessoais. Uma foto compartilhada inocentemente pode ser manipulada ou compartilhada fora de contexto, levando a situações de bullying ou difamação. Riscos à privacidade: Ao compartilhar detalhes da sua rotina diária, você pode inadvertidamente fornecer informações que permitam a alguém monitorar seus movimentos. Por exemplo, postar fotos regularmente em um café local pode informar a um stalker seus hábitos e horários. Manipulação e uso indevido de informações:Empresas e anunciantes podem coletar e analisar suas postagens para criar perfis detalhados sobre seus hábitos e preferências. Isso pode levar a uma publicidade direcionada invasiva ou, em casos mais extremos, a tentativas de phishing usando informações que você forneceu online. Distorção da realidade: A pressão para retratar uma vida “perfeita” online pode levar a uma representação distorcida da realidade. Por exemplo, alguém pode postar fotos de momentos felizes, omitindo momentos de tristeza ou dificuldade, o que pode criar uma sensação de inadequação entre os seguidores que comparam suas vidas reais com a “vida perfeita” retratada online. Para Thiago Thomal, líder da equipe de consultoria de Segurança da Informação da NTT Ltda, “mostrar demais pode ser perigoso”. “Pode conectar, mas também nos deixa expostos. Precisamos ser educados e conscientes sobre isso”, diz. Além do aspecto técnico, a exposição excessiva nas redes sociais pode ter consequências profundas na saúde mental dos indivíduos. Vivemos em uma era digital, na qual as redes sociais se tornaram uma extensão de nossa identidade e meio principal de interação. No entanto, essa constante conexão e exposição têm seu preço. A psicanálise, uma abordagem profunda da mente humana, oferece insights sobre como essa exposição contínua pode afetar nossa psique. Aqui, exploramos 5 impactos mentais que o excesso de exposição na internet causa segundo a psicanálise. Narcisismo exacerbado: A constante busca por validação através de curtidas, comentários e compartilhamentos pode intensificar traços narcisistas. Indivíduos podem começar a basear seu valor próprio no feedback das redes sociais, tornando-se excessivamente focados em sua imagem online. Por exemplo, uma pessoa pode postar uma foto esperando um certo número de curtidas e, se não alcançar essa marca, pode sentir-se inadequada ou rejeitada. Ansiedade e depressão: A comparação constante com a vida “perfeita” dos outros, frequentemente retratada nas redes sociais, pode levar a sentimentos de inadequação. Alguém pode ver fotos de amigos em férias exóticas ou celebrando conquistas e sentir que sua própria vida não é boa o suficiente, levando a sentimentos de desesperança e tristeza. Isolamento social: Embora as redes sociais sejam uma ferramenta de conexão, o uso excessivo pode resultar em isolamento na vida real. Uma pessoa pode preferir interagir virtualmente em vez de buscar interações face a face, perdendo a profundidade e a riqueza das conexões humanas reais. Por exemplo, alguém pode optar por assistir a histórias no Instagram em vez de sair com amigos, perdendo experiências valiosas. Distúrbios de imagem corporal: A constante exposição a padrões de beleza muitas vezes inatingíveis pode levar a uma percepção distorcida do próprio corpo. Alguém exposto a imagens de modelos com corpos “perfeitos” pode começar a sentir que seu próprio corpo não é bom o suficiente, levando a comportamentos prejudiciais, como dietas extremas ou obsessão por exercícios. Dependência digital: Assim como qualquer vício, a dependência das redes sociais pode interferir na vida diária. Uma pessoa pode verificar compulsivamente suas notificações, mesmo em situações inapropriadas, como durante uma reunião de trabalho ou jantar em família. Esse comportamento pode ser comparado ao de um viciado que não consegue resistir à substância de sua dependência, mesmo sabendo de seus efeitos nocivos. Luciane Batista, que atua na NTT Ltd. como IT Consultant e GTM Leader de Cybersecurity, faz um alerta: “Quando enxergamos tantas vidas perfeitas nas redes, acabamos nos comparando. Isso impacta em nossa autoestima. E tem mais, essa necessidade de mostrar tudo pode ser um sinal de ‘vício digital’”. “Nos dias atuais a necessidade de manter a vida particular resguardada nessas plataformas é inegável. Ao compartilhar excessivamente detalhes pessoais, corremos o risco de nos expor a julgamentos precipitados, invasões de privacidade e até mesmo a situações de risco”, pontua Edgard Mitre, CEO da EMX Tecnologia e Especialista em Privacidade. Em conclusão, enquanto as redes sociais oferecem uma plataforma para conexão e expressão, é essencial estar ciente dos riscos associados e dos impactos potenciais na saúde mental. A moderação, a consciência e o cuidado são fundamentais para navegar no mundo digital de hoje. Assuntos como esse são tratados constantemente no PrivacyCafé, um Clube de Debates Avançados que vai além da Segurança da informação, Privacidade e LGPD.
A blogueira Samynha Silva foi morta a tiros na tarde deste domingo (01), próximo ao balão do São Cristóvão, na zona Leste de Teresina. A informação foi confirmada pelo meionorte.com, junto ao CPU do 5º Batalhão de Polícia Militar.
De acordo com informações extraoficiais obtidas pelo meionorte.com, a blogueira estava em uma motocicleta, quando foi surpreendida por criminosos. Samynha foi perseguida e atingida pelos disparos, ela morreu ainda no local do crime.
Blogueira Samynha Silva é assassinada após relatar discussão no instagram / Foto – Reprodução Horas antes, Samynha relatou nos stories do instagram que havia discutido em uma festa com duas mulheres. No vídeo ela relata que uma menina tinha derramado cerveja em seu vestido e logo em seguida a mãe da menina chegou e começou a discutir com a blogueira.
O Instituto de Medicina Legal (IML) foi acionado até o local para fazer a remoção do corpo. O caso vai ser investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Polêmicas Samynha Silva ganhou repercussão em agosto deste ano, ao publicar em suas redes sociais uma série de vídeos defendendo a legalização da maconha. Na época ela disse para os mais de 16 mil seguidores que poderia “f1” (fumar um), sem ser taxada como maconheira safada. “Vou fumar um na praça, e vou ficar poder livre, porque não vou ser chamada de maconheira safada. Legalizou porra. Que ótimo gente. Agora eu vou poder fumar um na praça de boa e nenhuma velha vai poder me parar, e me chamar de maconheira safada”, afirmou.
O pior pesadelo é não dormir. Ficar remoendo o passado ou um possível futuro na cama não deixa ninguém pegar no sono. Saiba que você não está só, não me refiro à cama, mas à situação angustiante de mendigar o merecido descanso. Segundo a Fundação Oswaldo Cruz, 72% da população brasileira sofre com doenças relacionadas ao sono, entre elas, a insônia. Mas, como pegar no sono se somos bombardeados com notícias ruins a todo instante? O noticiário é como café na veia. O dólar subiu? Lula viajou? A bolsa baixou? Bolsonaro será preso? A inflação subiu? E o combustível? Lula viajou de novo? O centrão quer mais dinheiro? Mais assaltos nas ruas? Audiências de custódia liberando bandidos? STF legislando? Lula vai comprar outro avião para viajar mais? — Depressão é excesso de passado, ansiedade é excesso de futuro e estresse é excesso de presente. O Brasil é o país que lidera o ranking de ansiedade e depressão na América Latina, com quase 19 milhões de pessoas com essas condições. E sabemos que essa situação predispõe à insônia. Na avaliação da doutora em psicologia e neuropsicóloga, Roselene Santo Wagner, entre os motivos que fazem do Brasil um dos países com maior incidência de transtornos de ansiedade em sua população estão as condições sociais no país, como instabilidade financeira, baixa escolaridade e problemas de infraestrutura, como má qualidade dos serviços públicos. Índice elevado de desemprego, recorrentes mudanças no rumo da economia e falta de segurança pública são apontados por especialistas ouvidos pela BBC Brasil como principais fatores para a alta prevalência de transtornos de ansiedade na população. “O Brasil tem uma alta taxa de violência, o que faz muitas pessoas saírem de casa com o receio de serem assaltadas. Receio que gera ansiedade”, apontou Rafael Boechat, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB). A psicóloga Adriana Botarelli conta que as próprias dificuldades econômicas contribuem para o alto número de pessoas ansiosas. “A maior parte da população do Brasil tem pouco acesso a serviços de saúde mental, muitas horas de trabalho por dia, inseguranças quanto ao futuro e pouca qualidade de vida. Todos esses fatores trazem sentimentos de medo, preocupação e angústia.” — Nossa paciência está por um fio. E aqui em Natal, já estão roubando até os fios. Não é à toa que o Brasil é um dos campeões no consumo de remédios para dormir, como o Clonazepan (Rivotril), Alprazolan, Zolpidem (Stilnox ou Patz) e muitos outros. O pior é que esses medicamentos muitas vezes são tomados sem acompanhamento médico — o que é um grande erro — e podem se transformar em um novo problema. O livro de Nizan Guanaes e do Psiquiatra Arthur Guerra, “Você aguenta ser feliz”, é uma excelente fonte de dicas para quem quer dormir melhor — uma das principais é a atividade física e alimentação saudável. — Pegamos a fama de país ansioso e agora deitamos na cama — só que não dormimos. Como a situação em nosso país não deve melhorar a curto prazo, sugiro que faça o que tiver ao seu alcance para solucionar sua insônia: meditação, yoga, terapia, atividade física, procure ajuda profissional ou, simplesmente, encontre um país melhor para viver e dormir em paz. Marcus Aragão Instagram @aragao01
➡️Pyong Lee faz hipnose, homem se joga em piscina e precisa ser salvo por subcelebridade Uma sessão de hipnose na casa de # Carlinhos Maia quase terminou em afogamento nesse sábado (30/9). Um homem foi hipnotizado pelo ex-BBB # Pyong Lee, disse que precisava de ar e se jogou na piscina. Foi preciso que o influencer Victor Igoh pulasse para salvar o rapazCasa de Carlinhos Maia tem hipnose que quase termina em tragédia
Divulgadora do jogo, mulher tem mais de 350 mil seguidores nas redes sociais e é o principal alvo de operação. Com ela, os policiais apreenderam três veículos, três motocicletas e um jet-ski A Polícia Civil do Maranhão apreendeu nesta semana, em São Luís, uma série de bens de pessoas suspeitas de envolvimento com o jogo Fortune Tiger, popularmente conhecido no Brasil como “Joguinho do Tigre”. Segundo a polícia, o jogo, além de ser proibido no Brasil, vem sendo investigado por suspeita de fazer parte de um esquema de pirâmide financeira. O principal alvo da operação, que foi batizada como “Quebrando a Banca”, é umainfluenciadora digital que divulga o jogo em suas redes sociais. Com ela, os policiais apreenderam três veículos (dois de luxo), três motocicletas e um jet-ski. Ela teria enriquecido divulgando o jogo ilegal. Carros apreendidos pela operação “Quebrando a Banca”, da Polícia Civil do Maranhão. Foto: Divulgação/ Polícia Civil do Maranhão “Foi autorizado ainda pela Justiça o bloqueio de R$ 8 milhões da influenciadora, que é investigada pelos crimes de loteria não autorizada, organização criminosa e lavagem de dinheiro”, diz a polícia. Segundo o G1, que entrevistou o delegado superintendente de Investigações Criminais no Maranhão, a influenciadora seria Skarlete Mello. O Estadão confirmou que ela acumula mais de 350 mil seguidores no Instagram e faz postagens nos stories dizendo que joga o Fortune Tiger e ganha dinheiro com isso. “Os ganhos de agora na Pugbet (onde o Joguinho do Tigre funciona), plataforma de dez reais maravilhosa. Eu amei! Recarreguei só mil reais. Recarreguei agorinha lá e fiz malote”, diz a influenciadora em um story destacado em sua conta no Instagram. No vídeo, há prints da página do jogo dizendo que ela teria ganhado R$ 800, R$ 2 mil e R$ 1,5 mil.
Em outra postagem, a influenciadora aparece prometendo ganhos de até R$ 7,5 mil no Joguinho do Tigre. Apesar de os posts continuarem ativos mesmo com a operação em andamento, a opção de comentários foi desativada pelo perfil.
Com prints da página do Jogo do Tigrinho, influenciadora diz que ganhou até R$ 7,5 mil. Foto: Reprodução/ Instagram: @skarlete_meloofc Segundo a Polícia Civil do Maranhão, foram cumpridos no total cinco mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais, incluindo uma oficina mecânica, em São Luís. O Estadão procurou a influenciadora, mas, até o momento, não obteve resposta. Seguimos com o espaço aberto caso ela queria se manifesta
De botas de cowboy a salto gatinho Mary Janes e sapatos de corte, 2023 marcou o retorno de muitos calçados consagrados às passarelas. Mas também viu o surgimento de um novo e mais surpreendente: o sapato superdimensionado de desenho animado. Antecipada por nomes como a “bota de poça” BV da Bottega Veneta (uma bota de chuva de sola grossa e biqueira bulbosa lançada em 2020) e as Superstars super recheadas de Kerwin Frost (uma colaboração de 2021 que viu o clássico tênis Superstar acolchoado para parecer grande como um palhaço), o visual maximalista foi galvanizado em fevereiro deste ano, quando a gravadora e coletivo de arte norte-americano MSCHF lançou sua atraente “grande bota vermelha”. Parecendo ter saído direto das páginas da série de mangá japonesa Astro Boy dos anos 1990, as botas gigantes vermelhas, renderizadas em espuma TPU e EVA, são ao mesmo tempo nostálgicas, futuristas e totalmente absurdas; como declarou o MSCHF em seu comunicado à imprensa: “Se você chutar alguém com essas botas, essa pessoa vai explodir!” No entanto, apesar da tolice e dos problemas de sucção inadvertida – um vídeo viral do TikTokmostra o momento em que uma pessoa fica presa em seus BRBs – as botas unissex logo estavam sendo usadas por todos, desde Doja Cat e Lil Nas X até Iggy Azalea e Janelle Monáe. Marni Marni lançou seus tênis “big foot 2.0” na semana de moda de Paris Enquanto isso, o lançamento das coleções primavera/verão 2023 proporcionou uma visão mais refinada do sapato que canaliza os desenhos animados, dos mocassins de napa orgulhosamente fofos da Prada aos cômicos sapatos de espuma laqueados da Loewe (aparentemente inspirados nos saltos altos enormes e deslizantes da Minnie Mouse) para os calçados almofadados de plataforma Arc de Proenza Schouler. E, tanto na moda masculina como na feminina, a tendência parece não mostrar sinais de abrandamento. Em agosto, como a Balenciaga antes deles, a MSCHF fez parceria com a Crocs para apresentar as “grandes botas amarelas” – uma versão amarelo-girassol do BRB, com buracos e tira de salto característicos da Crocs – enquanto a Marni está pronta para lançar seu “pé grande Tênis de 2.0” na semana de moda de Paris, uma versão mais exagerada e decididamente de quadrinhos do tênis plataforma de 2018 da casa italiana. Então, o que significa esse novo interesse em calçados desajeitados e de desenho animado? “Em certo sentido, comunica um desejo de inconformidade e expressão pessoal, que se alinha com os valores contemporâneos de individualidade e autoconfiança”, diz Carolyn Mair, psicóloga cognitiva e consultora de negócios de moda, e autora do livro The Psychology of Fashion. “E, ao mesmo tempo, subverte ideais de beleza mais tradicionais em preferência por estéticas novas e não convencionais”, afirma Mair à BBC Culture. A historiadora cultural Annebella Pollen concorda. “Eles me lembram um pouco os sapatos desenhados pelas feministas da segunda onda nas décadas de 1970 e 1980”, afirma ela à BBC Culture. “Eles viam a tendência de salto agulha e dedos pontudos como uma forma de manter as mulheres em seu lugar, então produziram seus próprios estilos feitos à mão, em formato de pé, inspirados em botas masculinas de trabalho, e eram muito antimoda.” Getty Images As “botas poça” da Bottega Veneta foram precursoras da tendência de calçados grandes As empresas de sapato do Reino Unido, que incluíam coletivos exclusivamente femininos, como Green Shoes, Orchid Shoes e Made to Last, compartilhavam frequentemente na revista feminista Spare Rib, anúncios de sapatos diferentes como uma forma de resistência. “Dito isso, eles os tornaram bastante decorativos, usando fitas como rendas, por exemplo, e couros de cores vivas como roxo, rosa e verde”, continua Pollen. “Os sapatos eram resistentes e práticos, mas também marcavam presença. Eles permitiam que as mulheres ocupassem espaço e lhes davam liberdade de movimento.”
Vá grande ou vá para casa
Em termos de funcionalidade, Caroline Stevenson, diretora do programa de estudos culturais e históricos do Colégio Fashion de Londres, vê correlações semelhantes em alguns dos outros precedentes históricos do sapato de desenho animado, com a sua sola elevada e acolchoamento protetor. “Talvez o elo mais antigo seja o chopine”, diz ela à BBC Culture, referindo-se a uma das primeiras alternativas da plataforma, usada por nobres venezianas entre o final do século XV e o início do século XVII. “Eles foram construídos originalmente para serem práticos, para proteger os pés de quem os usava nas ruas, mas depois se tornaram um item da moda por si só, assumindo esse significado simbólico sobre a posição social, porque sua altura transmitia o status de quem os usava. Mas era difícil entrar – alguns tinham 50 centímetros de altura.” Um antecessor ainda mais pertinente, na opinião de Stevenson, é a referência da década de 1990 na qual muitos dos sapatos grandes de hoje parecem se basear: “os grandes tênis estilo Spice Girls, como as botas plataforma Buffalo”, diz ela. “Eles eram representativos da política cultural de oposição e do empoderamento feminino, e também tinham um apelo unissex. Eles também representavam a cultura rave dos anos 90 – tinham esse elemento de praticidade para as pessoas que andavam no campo até altas horas da manhã.” Os tênis de plataforma foram inspirados nas plataformas dos anos 1970, observa Stevenson, que também foram projetadas para dançar – para ficar em pé por horas a fio, enquanto se destacavam em meio ao brilho e glamour da era disco. E, no caso do sapato cartoon, se destacar é o que interessa. Como explica Mair: “Nossa visão evoluiu para nos permitir processar automaticamente, sem atenção, objetos que são típicos ou representativos de sua categoria, para que possamos usar nossos recursos cognitivos limitados para prestar atenção a objetos incomuns que [em um sentido evolutivo] pode ser uma ameaça. A estética atraente dos sapatos grandes de hoje pode não agradar a todos, mas certamente farão com que você seja notado e, como tal, provavelmente projetarão uma imagem aventureira e divertida.” Alamy A “grande bota vermelha” da MSCHF tem feito sucesso entre fashionistas e celebridades Nesse sentido, é interessante observar como a natureza absurda e maximalista do sapato estilo cartoon parece se correlacionar com um movimento de moda mais amplo: “clowncore”, uma estética inspirada no circo que ganhou força no TikTok em 2020, e desde então entrou na alta costura – com casas como Dior e Armani Privé até Chanel abraçando a tendência. “Os desfiles de alta costura da primavera de 2023 em Paris fizeram muitas referências a palhaços e arlequins, vinculando-se ao movimento clowncore”, diz Stevenson. “Se trata de ser brincalhão e escapista, o que faz sentido porque vivemos tempos muito confusos, e a moda sempre tenta dar sentido a esses tempos confusos.” E quer eles lembrem visões de palhaços ou desenhos animados, meninos-robôs dos anos 90 ou estrelas pop que proclamam o poder feminino, não há dúvida de que a tendência atual por sapatos grandes e bulbosos desperta uma sensação generalizada de nostalgia. “Eles nos lembram memórias de infância, evocando uma sensação de familiaridade e carinho, momentos divertidos: pular em poças e brincar com os amigos em um mundo despreocupado”, observa Mair. Como disse o MSCHF, em referência à Big Red Boot, “o desenho animado é uma abstração que nos liberta das restrições da realidade” – e talvez seja disso que mais precisamos neste momento.
A 3ª Corrida e Caminhada em homenagem à Festa dos Mártires de Uruaçu, agendada para a próxima terça-feira, 3 de outubro, já está causando grande expectativa em São Gonçalo do Amarante. Com a participação de um impressionante número de mil inscritos entre corredores e caminhantes, as inscrições foram oficialmente encerradas. A corrida acontece na próxima terça-feira (03), feriado dos Santos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, no Monumento dos Santos Mártires de Uruaçu. O evento não possui caráter competitivo e promete ser uma celebração participativa do espírito comunitário. Os participantes tiveram a oportunidade de escolher entre se inscrever como corredores ou caminhantes durante o processo de inscrição. Um destaque fundamental é que, devido à natureza não competitiva da corrida e caminhada, não haverá prêmios exclusivos para os primeiros colocados. Em vez disso, todos os participantes credenciados terão a chance de ganhar diversos brindes, no valor total de 5 mil reais, gentilmente doados pela Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante. Os brindes serão sorteados com base nos números de peito dos participantes e todos os inscritos receberão uma medalha de participação. É importante ressaltar que a medalha será entregue somente aos participantes que estiverem com o número de peito e a pulseira de credenciamento em mãos. Credenciamento, percurso, largada e chegada O processo de credenciamento terá início às 05h00 da manhã e encerramento às 07h00, próximo ao portão de acesso ao Monumento dos Mártires de Uruaçu. Para fazer o credenciamento e receber pulseira e número de peito, é necessário apresentar um documento oficial com foto. O percurso da corrida e caminhada terá uma extensão de 5km, com largada e chegada no portão principal de acesso ao Monumento dos Mártires de Uruaçu. Só poderão participar da corrida, receber medalha e concorrer aos sorteios os participantes credenciados. Confira a lista de inscritos AQUI. Sobre a 3ª Corrida e Caminhada dos Mártires de Uruaçu: A Corrida e Caminhada dos Mártires de Uruaçu é um evento que celebra a tradição local e promove a participação ativa da comunidade. Esta terceira edição é especialmente marcante devido ao grande número de inscritos e à realização da Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante através da Secretaria Municipal de Juventude, Esporte e Lazer.