Comissão de Saúde da Câmara retoma atividades neste segundo semestre

Destaque para a aprovação do Projeto de Lei n° 158/2023, apresentado pela vereadora Nina Souza (PDT), que dispõe sobre a instituição do “Programa Quero Aprender” a fim de apoiar empreendedores cadastrados no MEI no Município de Natal, tendo tal programa como base: aprender a gerir; aprender a executar; aprender a investir; aprender a divulgar. Para ser beneficiário do programa se faz necessário ser portador de registro como MEI e ser empreendedor há pelo menos 06 (seis) meses.
Outro destaque foi o parecer favorável ao PL 600/2022 sobre a utilização de capilares de uso único utilizados em hemodiálise, no âmbito do Município. Segundo o vereador Aroldo Alves, autor da matéria, os efeitos da reutilização do dialisador sobre os resultados dos pacientes têm sido objeto de pesquisas e estudos clínicos com o objetivo de avaliar os impactos dessa prática na eficácia do tratamento e na qualidade de vida dos indivíduos em diálise. “A abolição do reuso de filtros dialisadores se acompanham de melhor sobrevida dos pacientes”, completou.
Mais duas proposições foram aprovadas pelo colegiado: PL 500/2022, do vereador Chagas Catarino (PSDB), sobre a criação da Semana Municipal de Prevenção e Proteção da Saúde do Caminhoneiro, o PL 626/2022, do vereador Robério Paulino (PSOL), que autoriza o Poder Público Municipal a instituir a Ação Social de Combate e Conscientização da Aporofobia (discriminação de pessoas pela sua condição de pobreza ou vulnerabilidade social).
O presidente da Comissão, vereador Herberth Sena, elencou os objetivos para a segunda metade de 2023. “Vamos continuar a fiscalização das unidades de saúde da cidade, haja vista que a Prefeitura investe 35% do orçamento municipal na saúde e mesmo assim alguns serviços não atendem a população com qualidade, além de encaminhar novos projetos e debater assuntos de interesse público neste plenário”, concluiu.
Texto: Junior Martins
Fotos: Elpídio Júnior
BOMBA- Alexandre de Moraes manda Flávio Dino enviar imagens para CPMI do dia 8

Ministro do Supremo destacou em sua decisão não há nenhum motivo motivos que impeça o compartilhamento dos vídeos; Flávio Dino já foi comunicado e pediu à PF para atender ao pedido da comissão
TOM COSTA/MJSP
Flávio Dino em reunião com parlamentares na sede do Ministério da Justiça
Em decisão desta segunda-feira, 7, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou o envio de imagens de câmeras de segurança do Ministério da Justiça e Segurança Pública à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga os atos do 8 de Janeiro em Brasília. Flávio Dino, chefe da pasta, havia enviado ofício ao Supremo na última semana e aguardava a análise do pedido para autorizar o envio das imagens. “Diante do exposto, autorizo ao ministro da Justiça e Segurança Pública o envio e compartilhamento das imagens do dia 08/01/2023, tanto do circuito interno quanto externo de segurança do Palácio da Justiça, com a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, nos termos do requerimento formulado. Autorizo, ainda, o fornecimento das imagens diretamente pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública”, diz o despacho.
Em sua análise, o ministro não encontrou motivos para negar o requerimento. “Na presente hipótese, não está caracterizada qualquer excepcionalidade que vede a cessão e compartilhamento de imagens à CPMI, que deverá analisar a eventual publicização ou manutenção do sigilo em virtude das diligências em andamento”, destacou. Na sessão da última terça-feira, 1º, o presidente do colegiado, Arthur Maia (União Brasil- BA), havia definido o prazo de 48 horas para que Dino entregasse à comissão as imagens internas do ministério no dia da invasão às sedes dos Três Poderes. As imagens já haviam sido solicitadas, mas houve recusa por parte do governo, motivo que levou incitação de Maia para o cumprimento da disposição das imagens que mostram a ação dos manifestantes. O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou à Jovem Pan que já foi comunicado da decisão de Moraes a respeito das imagens de 8 de Janeiro e que irá acionar a Polícia Federal para enviar as imagens.
Morre Aracy Balabanian

Atriz morreu nesta segunda-feira, 7, aos 83 anos
O ator Miguel Falabella lamentou a morte da atriz Aracy Balabanian, nesta segunda-feira, 7. Um dos grandes parceiros da atriz, os dois fizeram sucesso no Sai de Baixo, da TV Globo.
“E então você se foi, assim, nesse dia ensolarado, como são ensolaradas as lembranças que invadem a minha cabeça, num jorro incessante, ainda que meu coração esteja nublado. Minha amada Aracy, minha rainha, atriz de primeira grandeza, companheira irretocável, amor de muitas vidas”, afirmou.
A atriz estava internada na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. Em 2022, Aracy havia sido diagnosticada com câncer no pulmão.
“Obrigado pela honra de ter estado ao seu lado exercendo nosso ofício, obrigado pelo afeto, pelos conselhos, pelas gargalhadas e pela vida que você tão delicadamente me ofereceu. Consola-me saber que estaremos para sempre juntos em alguma reprise de uma futura sessão nostálgica. Te amo para sempre. Até um dia!”, completou.
Mulher ganha festa após realizar sonho de trocar iphone, VEJA VÍDEO

AGRO SÃO GONÇALO encerra com sucesso e muito forró, VEJA VÍDEO

A 3ª Agro São Gonçalo encerrou com sucesso se consolidando como um dos mais importantes eventos do estado. Rompendo barreiras como evento que se consolidou em toda região.
O prefeito Eraldo terminou, literalmente, no meio do povo nesse grande evento que o ano passou gerou mais de três milhões de reais em negócios. A expectava que este ano os negócios ultrapassem esses valores.
Eraldo classifica com sucesso a Agro São Gonçalo, na sua terceira edição, realizada na comunidade de Poço de Pedras. “Estamos todos de parabéns com o sucesso desse grande evento”, garantindo, que no próximo ano haverá uma muito maior e virtude do grande sucesso.
O destaque foi o engajamento de várias secretarias na realização da Agro, mostrando que a administração está coesa, demonstrando que o sucessão foi de todo os envolvidos.
Fugindo da polícia homem passa 22 horas em cima de poste, VEJA VÍDEO

Segundo os militares envolvidos na ocorrência, o poste tem cerca de 10 metros de altura e para sair de lá, o homem exige cinco cigarros, marmita, além da presença do irmão
Lula manda expulsar banhista para ficar sozinho na praia

Segundo uma das pessoas retiradas do local, havia sete barcos na praia até a chegada do petista; OUTRO LADO: Presidência não comenta
6.ago.2023 às 19h51
Natashia SantanaBanhistas que estavam na manhã deste domingo (6) numa praia do rio Tapajós, no Pará, afirmam ter sido retirados do local pela segurança do presidente Lula (PT) para a permanência do petista no local.
Vídeos feitos pelo técnico em eletrotécnica Neemias Costa, 42, mostram a abordagem de agentes da Polícia Federal e a aproximação de barcos da Marinha, que fazem a escolta do presidente.
À Folha, ele disse que havia sete embarcações ancoradas na praia do Araria, cada uma com cerca de 20 famílias. Ele disse que a determinação foi de saída imediata.
“Chegamos por volta de 8h30 na praia. Antes disso, fizemos os procedimentos de passar pela Capitania Fluvial de Santarém e foi liberado o nosso barco para passeio. Quando foi umas 10h, chegou uma lancha da Capitania e outra com policiais federais. Eles pediram para a gente se retirar da praia, porque o barco do presidente ia ancorar lá. Ficamos chateados com isso, estávamos no nosso lazer e havia autorização”, disse.
O auxiliar de produção Fábio Monteiro, 21, disse que estava no local e confirmou a informação. “A Marinha tinha confirmado que a gente poderia ir a praia, mas depois expulsaram a gente.”
Outras duas banhistas relataram que também passaram pela mesma situação. Segundo a doméstica Adriane do Santos, 30, o barco em que ela estava recebeu a abordagem dos militares com o pedido de retirada do espaço.
“A gente já tinha afixado nossas redes nas árvores quando o pessoal da Marinha chegou e falou que estava interditado, que era para todos nós sairmos de lá”, afirma.
Gleide Lucinha Castro, 42, doméstica, conta que foi a primeira vez que passou por esta situação. Ela é moradora de Santarém e afirma que já participou de outros passeios iguais na mesma praia e nunca houve a necessidade de serem retirados.
“A gente saiu do Araria, fomos para uma praia próxima e nessa outra praia também teve a perturbação, não deixaram a gente ficar. O barco foi para um local mais distante, aí que conseguimos ter nosso lazer”, diz.
Lula está desde sexta-feira (4) descansando em Alter do Chão, acompanhado da primeira-dama Janja e assessores. Ele está hospedado na Casa do Saulo, hotel e restaurante do chef de cozinha Saulo Jennings, também dono da embarcação usada pelo presidente nos passeios do fim de semana.
Procurada, a Presidência da República não comentou o caso. A Marinha disse, em nota, que está apurando e trabalha para esclarecer os fatos.
A página do presidente em uma rede social divulgou neste domingo fotos dele na região.
O passeio de Lula por Alter do Chão tem sido acompanhado por agentes da Polícia Federal e da Marinha. Não houve alteração na programação de descanso do presidente, apesar da soltura nesta sexta-feira (4) do fazendeiro Arilson Strapasson, suspeito de afirmar que daria um tiro no presidente durante visita a Santarém (PA).
Nesta segunda-feira (7), Lula participa de evento em Santarém. Em seguida, segue para Belém, capital do estado, onde participará da Cúpula da Amazônia.
Lula chegou na sexta-feira (4) em Alter do Chão. Ele está hospedado em um dos dez bangalôs da Casa do Saulo, hotel e restaurante na praia do Carapanari.
A hospedagem foi recém-criada anexa ao restaurante de Saulo Jennings, que cunhou a expressão “cozinha tapajônica”, em referência à culinária com peixes típicos da região. Além do restaurante em Alter do Chão, ele mantém filiais em Belém e no Rio de Janeiro.
O custo médio da diária de um bangalô é de R$ 800. A Presidência da República e o hotel não informaram como e se a hospedagem foi cobrada.
Os dez bangalôs estão reservados para a comitiva presidencial. O espaço reduziu as atividades para turistas neste sábado e domingo, as encerrando às 16h, quando o local voltará a ficar exclusivo para o presidente.
O que a Rede Globo fazia dentro de favela ?

Presença de jornalista da emissora em área dominada pelo crime e ‘narrativa’ a favor dos bandidos agitam as redes sociais
A jornalista Danielle Zampollo ao ser flagrada por um PM em uma favela do Guarujá – 05/08/2023 | Foto: Reprodução/Twitter
Um policial militar (PM) flagrou a jornalista da Globo Danielle Zampollo, do programa Profissão Repórter, no que parece ser um beco em uma favela no Guarujá (SP). A cidade do litoral paulista ganhou as manchetes nesta semana, depois da morte do PM Patrick Bastos Reis, que desencadeou a Operação Escudo, uma iniciativa do governo do Estado de enfrentamento do crime organizado.
Leia também: “Mais de 20 grupos populares do Guarujá (SP) publicam carta em apoio à operação da polícia”
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Na gravação que circula nas redes sociais, o PM alfineta Danielle ao dizer que sabe o que tem direito ou não de fazer no local. “Pode me filmar”, diz ela. “A senhora não precisa falar, eu sei o que você pode fazer e sei o que eu posso fazer”, rebate o agente. “No meio da periferia, em uma abordagem, é isso que acontece.”
O Profissão Repórter é comandado por Caco Barcellos, autor do livro Rota 66, que conta a história “da polícia que mata”.
Repercussão do vídeo que mostra repórter da Globo em favela do Guarujá
Após as imagens viralizarem, internautas interpelaram a presença da mulher no local, acusando a Globo de enviar jornalistas para incriminar policiais. O assunto chegou a entrar nos trending topics do Twitter.
O vereador Rubinho Nunes (União Brasil-SP) foi um dos que compartilhou a gravação. “Filmar como os traficantes ‘recebem’ os policiais ela não quer, não é mesmo?”, interpelou o parlamentar. “Inacreditável a vontade que a mídia isentona tem de criminalizar a polícia e idolatrar vagabundo.”

ARTIGO: Diga não à droga da descriminalização. Por Marcus Aragão

Será que não temos outras prioridades no Brasil? Questões relacionadas ao acesso à educação de qualidade ou à saúde? Combater a corrupção? Não, nada disso! A agenda do nosso país esta semana foi descriminalizar uma droga.
Não basta as séries da Netflix mostrarem o uso de drogas com tanta ênfase que daria para desconfiar que fosse merchandising — quando o produto paga para aparecer no filme ou novela; não bastam nossos filhos serem assediados numa época em que tudo parece sem limites e sem valores; não basta as músicas fazerem apologia ao uso de drogas, agora, a pauta nacional é descriminalizar a maconha. Será que tudo isso não é mera coincidência e sim um plano sistemático para garantir a aceitação pela sociedade?
— Tem gente querendo jogar uma cortina de fumaça na questão das drogas?
Essa história realmente não está cheirando muito bem. Será exagero pensar que o próximo passo seria a legalização, onde a droga seria vendida em supermercados e postos de combustível? Depois, legalizaríamos a cocaína? O primeiro passo é sempre a descriminalização, depois virá a legalização.
É bom já ficarmos preparados para combater as narrativas alucinantes. Segundo Kevin Sabet, professor de Yale e autor dos 7 mitos da legalização da maconha, a descriminalização atuará em favor da máxima da economia: Quanto maior a facilidade, maior será a oferta e maior ainda o consumo. Álcool e tabaco são drogas legalizadas, e seus efeitos são mais drásticos porque estão muito mais disponíveis. A legalização da maconha elevará o número de usuários e o número de danos sociais e familiares resultantes do uso da droga, assim como as doenças relacionadas ao uso.
Entretanto, para os defensores da maconha, é importante dizer que o álcool e o tabaco são mais nocivos para aumentar a aceitação da droga. É comum dizerem que a maconha causa menos danos do que o cigarro, o que é uma mentira. A fumaça da maconha faz com que o risco de contrair câncer de pulmão seja vinte vezes maior do que a fumaça do cigarro, pois contém 50 a 70% mais hidrocarbonetos cancerígenos do que a fumaça do tabaco.
A quantidade de amônia na maconha é vinte vezes maior do que a do cigarro, e os níveis de cianeto de hidrogênio e de óxido nítrico afetam o coração e o pulmão, porque sua concentração é cinco vezes maior do que a presente no tabaco.
Para refletir a título de comparação, é preciso perguntar se o imposto sobre o álcool e sobre o tabaco cobre os custos sociais de seus prejuízos à sociedade — A resposta é não.
Essas duas drogas lícitas trazem perda da capacidade produtiva, faltas ao trabalho, abandono dos estudos, doenças físicas e mentais como hepatite, cirrose, câncer e problemas psíquicos, acidentes de trânsito, mortes prematuras e desajustes familiares.
Nos EUA, por exemplo, a receita do álcool é de 14 bilhões de dólares, e o custo é de 185 bilhões. A receita do tabaco é de 25 bilhões de dólares, e o custo é de 200 bilhões.Em 2012, a receita de cigarros no Brasil foi de 9 bilhões, quando o custo foi de 20 bilhões.
— Assim como um bumerangue desgovernado, essa descriminalização pode ter um retorno com consequências inimagináveis — assim como ocorreu na Califórnia.
O psiquiatra Valentin Gentil Filho, professor titular da USP, é contra a descriminalização e afirma que os riscos à saúde existem, como depressão e psicoses, especialmente nas pessoas com alguma predisposição: “Quanto mais precoce, mais forte e mais frequente o uso da maconha, maior o risco do surgimento de problemas de saúde, muitos deles irreversíveis, como quadros psicóticos de esquizofrenia” — Afirma o psiquiatra.
É preciso estar entorpecido para acender essa ideia. Para coibir os danos da droga, temos leis que tentam limitar os excessos e a comercialização. Como não foram suficientes, a solução é mudar as leis? Não prender para não ter muitos presos? Sério, isso? Esse raciocínio se equivale a acabar com as leis do trânsito para resolver o problema das multas.
A descriminalização e posterior legalização da maconha não diminui o poder do tráfico ou a violência. A maconha representa apenas de 15 a 20% da renda obtida pelos traficantes.
Outra questão é saber qual mensagem estaríamos passando para os jovens e o mais importante, qual interpretação os jovens estariam fazendo dessa descriminalização — “Ah, acho que se realmente fizesse mal, o governo não estaria liberando…” — Não duvido que esse seja o pensamento de um jovem quando souber da descriminalização.
Vamos fazer a cabeça com conhecimento, esporte e cultura. A Suécia tem atualmente um terço do número médio de dependentes químicos na Europa, de acordo com o relatório “A bem-sucedida estratégia de drogas da Suécia”, divulgado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC). Os suecos investiram três vezes mais na prevenção do que a média do continente.
A Islândia ocupa o primeiro lugar no ranking europeu sobre adolescentes com um estilo de vida saudável. A taxa de meninos de 15 e 16 anos que consumiram grande quantidade de álcool caiu de 42% em 1998 para 5% em 2016. Já o índice daqueles que haviam consumido cannabis passou de 17% para 7%, e a taxa de fumantes diários de cigarro caiu de 23% para apenas 3%.
Em 1992, o Governo colaborou para a criação do Projeto Autodescoberta. Os jovens foram encorajados a aprender música, arte, dança, hip-hop ou artes marciais, aliviar o estresse e não procurar drogas.
— A descriminalização da maconha será a porta de entrada para decisões mais pesadas, como a legalização.
Não temos como olhar com bons olhos para essa questão — Mas com olhos vermelhos de chorar em ver a perspectiva dos nossos jovens.
Marcus Aragão
Instagram @aragao01
