Sargento Gonçalves (PL/RN) cobra das autoridades competentes uma ação efetiva na Segurança Pública do estado. O Deputado Federal Sargento Gonçalves faz um pronunciamento carregado de indignação pela falta de atuação das autoridades competentes acerca da morte de mais um policial na Zona Oeste de Natal. João Victor Serafim Ramos, de 37 anos, morto nesta sexta-feira (30) em Felipe Camarão, na Zona Oeste de Natal, foi o terceiro policial militar assassinado no mesmo bairro num período menor que dois meses. Em publicação feita nas suas redes sociais nesse sábado (01) o deputado diz: Governadora, Secretário de Segurança Pública, Comandante Geral, Ministério Público, aonde os senhores estão? Já são três Policiais Militares mortos, em apenas 42 dias! Muito difícil para mim, neste momento, ter que gravar um vídeo, mais uma vez cobrando das autoridades competentes uma ação efetiva. O Rocaniano Sgt. PMRN Victor é da minha turma de soldado 2004 (…) Que o Espírito Santo de Deus conforte os corações de todos os familiares do sgt. Victor, dos demais Policiais e cidadãos de bem que tiveram a vida ceifada por criminosos covardes.” É inadmissível que o estado continue sem ações efetivas para combater o crime e proteger a população de bem do nosso estado.Vídeo completo CLIQUE AQUI
Novo presidente do Podemos-RN cita que senador Styvenson é o maior líder do partido Após assumir o diretório estadual do Podemos no Rio Grande do Norte, o Godeiro iniciou o trabalho de gestão política. Em declaração ao Blog, afirmou que o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) tem preferência para ser o presidente da legenda no estado. O gestor disse que votou em Styvenson nas Eleições de 2018 e o considera como um dos maiores líderes políticos do RN. “Se o Senador (Styvenson Valentim) aceitar ser presidente do Podemos, continuarei no partido para ajudar no projeto de 2024 e 2026″, declarou. O Blog parabeniza Godeiro pela atitude em fazer uma política somando e unindo forças. Caso Styvenson e Godeiro fiquem juntos nesse projeto político, com certeza o Podemos será um dos partidos mais fortes do Rio Grande do Norte.
Inelegível pelo TSE: Bolsonaro diz que Michelle é inexperiente para a política Após ficar inelegível por oito anos por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que a esposa, Michelle Bolsonaro (PL), ainda é inexperiente para a política. “Ela (Michelle) não tem experiência para enfrentar o dia a dia de uma política bastante violenta com um sistema bastante ativo no Brasil, Tarcísio já está dentro, já é político”, disse Bolsonaro na noite desta sexta-feira, 30, ao chegar em Brasília. Nas eleições de 2022, Michelle agiu como cabo eleitoral do ex-presidente, especialmente em comícios evangélicos. O desempenho dela chamou a atenção de lideranças partidárias do PL, que pensam nela como uma possível candidata à Presidência em 2026. O ex-presidente desembarcou na capital federal, após cumprir agenda em Belo Horizonte. Em Minas Gerais, Bolsonaro disse que a decisão do TSE que o tornou inelegível por 5 votos a 2, foi uma “punhalada nas costas”. Em Brasília, Bolsonaro fez ataques ao PT, à esquerda, defendeu o voto impresso e seguiu o mesmo roteiro de falas nos últimos dias. “Os Três Poderes tem amor pelo Lula”, afirmou Bolsonaro. O ex-presidente foi recebido por quatro apoiadores no aeroporto e fez imagens com eles. “Lá vai o imbrochável”, disse um deles, que fazia um vídeo no telefone. O carro de Bolsonaro falhou por algumas vezes na ignição antes de partir. Agora, o ex-presidente espera “não fazer nada no final de semana”. Ele evitou especular nomes de sucessores e disse que ainda espera que “Johnny Bravo” – ele, no caso – seja candidato em 2026. Julgamento no TSE O Tribunal Superior Eleitoral formou um placar de 5 votos a 2 para enquadrar o ex-chefe do Executivo por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em razão da reunião em que atacou as urnas eletrônicas diante de diplomatas no ano passado, no período pré-eleitoral.
Vídeo: menina de 12 anos conta como foi raptada e colocada em mala por pedófilo Vídeo mostra o momento em que a menina foi regatada no apartamento do principal suspeito do sequestro e abuso sexual Jonatas Martins Um vídeo mostra o momento em que a menina de 12 anos, vítima de sequestro e abusos sexuais, foi regatada no apartamento do principal suspeito, Daniel Moraes Bittar, 42 anos. A garota vivia no Jardim Ingá, no Entorno do DF, e foi levada até a residência do criminoso, na Asa Norte, dentro de uma mala. Atenção. Esta matéria indica informações sobre situações de violência física e sexual sofrida por menores de idade. O conteúdo pode ser sensível para algumas pessoas e gerar gatilhos psicológicos. O vídeo foi compartilhado com a autorização de familiares e mantendo o anonimato da vítima. Nele, a menina conta que a porta de trás do carro estava aberta. “Ele (o suspeito) pegou e me colocou lá dentro do carro, lá atrás. A moça pegou um pano e colocou na minha boca. Eu tentei me mexer só que não consegui”, conta. 1/7
A vítima também menciona que foi tocada nas partes íntimas e que seu braço, com lesões roxas, estava doendo. Na gravação, a criança também nega ter bebido algum remédio. Veja o vídeo:
Sequestro da menina
Por volta as 18h, um tio da vítima que trabalha na PMGO acionou o Serviço de Inteligência da corporação e passou a refazer os caminhos da menina, desde que saiu da escola. Perto da casa da família da criança, as equipes policiais encontraram câmeras de segurança que mostraram o veículo descrito por testemunhas como o usado por Daniel.
Policiais do 20º Batalhão da PMGO, em Valparaíso (GO), comunicaram o caso à Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), que ajudou a identificar o endereço dos criminosos, por meio da placa do veículo. No local descoberto, os militares das duas unidades da Federação subiram ao apartamento do suspeito, que atendeu à porta de cueca. Após ser questionado sobre o carro e de quem seria uma mochila encontrada no veículo dele, o suspeito confessou ter sequestrado a garota.
A menina de 12 anos foi encontrada algemada pelos pés, deitada em uma cama, no apartamento de Daniel, que trabalhava como analista de tecnologia da informação (TI) no Banco Regional de Brasília (BRB) e escritor. A PMGO informou que a vítima foi encontrada consciente, mas abalada, bastante machucada, com sinais de violência sexual e que ela precisou ser levada ao hospital, para receber atendimento. A criança revelou que o criminoso a molestou, tocou-lhe as partes íntimas e a obrigou a acariciar os órgãos genitais dele, enquanto era filmada. A gravação teria sido enviada para Gesiely de Sousa Vieira, 22, segundo a polícia. Ela está presa por suspeita de ajudar no rapto da vítima. Em nota, o BRB disse que “repudia veementemente todas as práticas criminosas, especialmente as de cunho sexual e contra menores”: “O Banco informa, ainda, que ao tomar conhecimento da prisão do empregado, adotou todas as medidas administrativas e atuará sob o rigor da lei”. Ao Metrópoles, o presidente BRB, Paulo Henrique Costa, disse que o servidor preso por sequestrar e estuprar criança de 12 anos será demitido imediatamente.Menina reptada por pedófilo conta como aconteceu
Nesta quinta-feira (29), no plenário da Câmara Municipal, os vereadores parnamirinenses estiveram reunidos para a realização de mais uma sessão ordinária. Na ocasião, foi debatida uma extensa pauta, com 16 matérias aprovadas, entre projetos de lei, requerimentos, emendas e decretos legislativos. “Votamos algumas matérias em regime de urgência de grande importância, que visam melhorar a execução das políticas públicas em nosso município”, disse o presidente da Casa Legislativa, vereador Wolney França. Durante a sessão, a vereadora Fativan Alves e os vereadores Gabriel César e Michael Borges utilizaram a tribuna como oradores para tratar de assuntos de interesse da população, como a Saúde Pública e infraestrutura, como a questão das mudanças no trânsito no centro da cidade e as adequações para os comerciantes. Dentre os projetos de lei aprovados, destaca-se o que dispõe sobre a correção nos valores do adicional de insalubridade, que beneficia os servidores municipais. Além disso, a sessão ordinária também aprovou o Projeto de Lei nº 073/2023 sobre o remanejamento dos recursos do Finisa e o Projeto de Lei nº 142/2023 do Poder Executivo que dispõe sobre a autorização para abertura de crédito especial. De autoria do Poder Executivo Municipal, foram aprovados os seguintes projetos de lei e projetos de leis complementares: Projeto de Lei nº 073/2023 – dispõe sobre a alteração do anexo único da Lei Ordinária nº 2.129, de 14 de julho de 2021, e dá outras providências. Projeto de Lei nº 082/2023 – autoriza o Executivo Municipal a ceder e firmar contrato de cessão de uso de bem imóvel de domínio municipal. Projeto de Lei nº 142/2023 – autoriza a abertura de crédito especial, e dá outras providências. Projeto de Lei Complementar nº 04/2023 – dispõe sobre a alteração do §1°, do artigo 3°, da lei complementar n°213, de 22 de agosto de 2022, que criou na estrutura organizacional o Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Execução Orçamentária – GTO, e dá outras providências. Projeto de Lei Complementar nº 07/2023 – dispõe sobre a atualização do adicional de insalubridade, previsto na lei complementar nº198, de 28 de dezembro de 2021, e dá outras providências. Também foram aprovados os seguintes projetos de lei, projetos de decretos legislativos e projetos de resoluções: Projeto de Lei nº 096/2023, de autoria do vereador Michael Borges, que institui o Dia Municipal de Luta da Pessoa com Deficiência. Projeto de Lei nº 095/2023 – dispõe sobre a inclusão, no calendário municipal de eventos, do Dia Municipal da Literatura Potiguar, de autoria da vereadora Fativan Alves Projeto de Lei nº 102/2023 – dispõe sobre a instituição da Semana de Conscientização da Síndrome de Tourette e cria o Dia Municipal do Portador da Síndrome de Tourette no município de Parnamirim, de autoria do vereador Marquinho da Climep Projeto de Lei nº 104/2023 – institui e inclui, no calendário oficial de eventos do município, a Semana Municipal de Conscietização e Divulgação da Língua Brasileira de Sinais – Libras, de autoria da vereadora Fativan Alves Projeto de Lei nº 110/2023 – institui a Semana Municipal de Prevenção e Combate à Osteoporose em Parnamirim e dá outras providências, de autoria do vereador Dr. César Maia. Projeto de Decreto Legislativo nº 08/2023 – dispõe sobre a aprovação das contas do Poder Executivo, relativas ao exercício de 2015, e dá outras providências, de autoria da Mesa Diretora. Projeto de Resolução nº 01/2023 – acrescenta um parágrafo único ao art. 2º da resolução nº09 de 09 de abril de 2015, de autoria do vereador Gabriel César. De autoria da Comissão Permanente de Constituição, Legislação e Redação Final, em única discussão e em única votação, foram aprovadas as seguintes emendas: Emenda nº 01/2023 ao Projeto de Lei Complementar nº 04/2023 – dispõe sobre a alteração doa rt. 3º do projeto de lei complementar nº04/2023, e dá outras providências, Emenda nº 01/2023 ao Projeto de Lei nº 073/2023 – dispõe sobre a modificação do art. 2º, do projeto de lei nº 073/2023, e dá outras providências. Emenda nº 01/2023 ao Projeto de Lei nº 082/2023 – dispõe sobre a modificação do art. 4º, do projeto de lei nº 082/2023, e dá outras providências Emenda nº 01/2023 ao Projeto de Lei nº 142/2023 – dispõe sobre a modificação do art. 3º, do projeto de lei nº142/2023, e dá outras providências. Fonte: Cida Ramos – DRT 00793/JP Jornalista Ascom – CMP
Comunicado da Globo nesta sexta-feira (30) anunciou a demissão de Manoel Soares – Foto: Divulgação/Globo Manoel Soares foi demitido da Globo. O anúncio foi feito pela assessoria de imprensa da emissora na tarde desta sexta-feira (30). O apresentador era integrante do Encontro, em que protagonizou diversos “climões” com a titular Patrícia Poeta, e também fazia parte do elenco do Papo de Segunda, do GNT. continua depois da publicidade “Como a apresentadora Patrícia Poeta entra de férias na segunda-feira (3), até a sua volta o programa das manhãs da Globo será comandado por Tati Machado e Valeria Almeida, que já fazem parte do time da atração”, diz o comunicado enviado pela Globo à imprensa. O texto informa que, em 17 de julho, Poeta retomará a apresentação do Encontro. O programa, depois de um ano da saída de Fátima Bernardes, trará novidades. Já o Papo de Segunda, do GNT, passará a ser liderado, a partir da semana que vem, por João Vicente de Castro. continua depois da publicidade + 5 vezes em que Manoel Soares e Patrícia Poeta bateram de frente na Globo Desde que assumiu o Encontro, em julho de 2022, Patrícia Poeta foi criticada por cortar falas de Manoel Soares. Muitos internautas apontavam que a apresentadora não deixava o colega de programa se sobressair. Os “climões” ao vivo deram origem a inúmeros boatos sobre os bastidores. Os dois sempre desconversaram sobre possíveis brigas. Recentemente, ao completar 43 anos de idade, Soares publicou uma sequência de fotos, incluindo um abraço com Poeta. “O carinho dos amigos me inunda de amor”, escreveu ele, ignorando as polêmicas. continua depois da publicidade Veja a íntegra da nota divulgada pela Globo sobre a saída de Manoel Soares Mudanças no Encontro e no Papo de Segunda O apresentador Manoel Soares, dos programas ‘Encontro com Patrícia Poeta’ da TV Globo e do ‘Papo de Segunda’ do GNT, deixou a Globo nesta sexta-feira. Como a apresentadora Patrícia Poeta entra de férias na segunda-feira, até a sua volta o programa das manhãs da TV Globo será comandado por Tati Machado e Valeria Almeida, que já fazem parte do time da atração. No dia 17 de julho, Patrícia Poeta retomará a apresentação do ‘Encontro’, que, depois de um ano no ar com o formato atual, trará novidades. Já o programa ‘Papo de Segunda’ do GNT passará a ser liderado, a partir da semana que vem, por João Vicente de Castro.
Por 5 a 2, TSE torna Jair Bolsonaro inelegível por oito anos Ex-presidente só poderá voltar a disputar eleições em 2030; maioria da Corte entendeu que o ex-presidente cometeu abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria nesta sexta-feira (30) para condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e deixá-lo inelegível pelo prazo de oito anos. O voto decisivo foi dado pela ministra Cármen Lúcia. O placar final ficou em 5 a 2 pela condenação. Confirmada a condenação e a inelegibilidade, Bolsonaro ficará fora das eleições até 2030.
Após a condenação, o ex-presidente disse que a decisão foi como uma “facada nas costas“. A maioria da Corte entendeu que o ex-presidente cometeu abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação ao fazer uma reunião com embaixadores em julho de 2022 e atacar sem provas o sistema eleitoral. A ação foi apresentada pelo PDT. Esta é a quarta sessão de julgamento da ação contra o ex-presidente. Na quinta-feira (29), a Corte já havia formado maioria para livrar da condenação e da inelegibilidade o então candidato a vice-presidente na chapa em 2022, Walter Braga Netto. A defesa do ex-presidente poderá recorrer da decisão ao próprio TSE e ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas o efeito da inelegibilidade é imediato. O advogado de Bolsonaro no caso, Tarcísio Vieira de Carvalho, já indicou que acionará o Supremo. Antes de recorrer ao STF, é preciso esgotar todas as possibilidades de recurso na Corte eleitoral. Assim, a condenação deverá ser contestada pelo chamado “embargo”. O instrumento não tem o potencial de alterar a decisão, e permite esclarecer eventuais contradições e obscuridades no acórdão. Também não serve para suspender o efeito de eventual decretação de inelegibilidade. O recurso ao Supremo precisa, antes, ser apresentado ao TSE para verificação dos requisitos de sua admissibilidade. No STF, os três integrantes da Corte que participam do TSE (Moraes, Cármen e Nunes), ficam excluídos da distribuição do recurso. Ao fim, a iniciativa também tende a não prosperar. Isso porque quem dá a última palavra em temas eleitorais é o TSE. O Supremo avaliaria eventuais ofensas à Constituição no caso. Os três ministros do Supremo que atuam no TSE podem participar de um eventual julgamento no plenário. Julgamento O voto pela condenação e inelegibilidade de Bolsonaro foi apresentado pelo relator do caso, ministro Benedito Gonçalves, na terça-feira (27). Acompanharam o entendimento os ministros Floriano de Azevedo, André Ramos Tavares, Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes. O ministro Raul Araújo e Nunes Marques divergiram, votando contra a condenação e a inelegibilidade de Bolsonaro. A ação contra o ex-presidente foi movida pelo PDT e contesta uma reunião realizada por Bolsonaro com embaixadores, em julho de 2022, no Palácio da Alvorada. Na ocasião, o então presidente fez ataques ao sistema eleitoral. O encontro foi transmitido pela TV Brasil e por perfis de Bolsonaro nas redes sociais. Voto A ministra Cármen Lúcia disse que as falas de Bolsonaro foram um ataque ao Poder Judiciário e integrantes do STF e TSE, além de ter tido caráter eleitoreiro. Os fatos, segundo a magistrada, são de gravidade pelo cargo de presidente da República e pelo uso da estrutura do governo. “Já estávamos a praticamente 3 meses das eleições. O primeiro investigado [Bolsonaro] repete as referências de desqualificação de Luiz Inácio Lula da Silva, que seria o adversário nas urnas. Houve agravos contundentes contra o Poder Judiciário, desqualificação do Poder Judiciário, ataque deliberado. Exposição de fatos que já tinham sido, objetiva e formalmente, profundamente refutados por este tribunal”. “Até mesmo a leitura dos autos mostra que sequer órgãos do executivo foram respeitados. Por norma expressa a organização desses eventos se dá, quando se trata de ato de governo, ao Itamaraty. O então ministro das Relações Exteriores, Carlos França, disse que não sabia, não participou”. Conforme Cármen Lúcia, a fala de Bolsonaro “Se tratou de monologo não qual se teve autopromoção”. “A crítica feita a qualquer servidor público acontece, e faz parte, o que não se pode é um servidor pública, em espaço público, com equipamento público e transmissão pública fazer achaques contra ministros do supremo como se não estivesse achacando a própria instituição – e a democracia é feita com um judiciário independente”. Segundo a ministra, os atos colocaram em risco a normalidade e legitimidade do processo eleitoral e a própria democracia. “Mas isto foi divulgado. Ou seja, com uso indevido dos meios de comunicação para solapar a confiabilidade de um processo sem o qual nós não teríamos sequer o Estado de Direito, porque a Constituição não se sustentaria”, declarou. Relator Ao votar para condenar Bolsonaro, na terça-feira (27), o ministro Benedito Gonçalves disse ter ficado comprovado abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação pela reunião com embaixadores. Conforme o relator, as provas do processo apontam para a conclusão de que Bolsonaro “foi integral e pessoalmente responsável pela concepção intelectual do evento” com embaixadores. “Isso abrange desde a ideia de que a temática se inseria na competência da Presidência da República para conduzir relações exteriores — percepção distinta que externou o ex-chanceler ao conceituar a matéria como um tema interno — até a definição do conteúdo dos slides e a tônica da exposição — que parece ter sido lamentada pelo ex-chefe da Casa Civil”, afirmou. Benedito Gonçalves foi duro nas palavras usadas em seu voto. Ele disse que teorias conspiracionistas e mentiras de Bolsonaro não estão respaldadas na liberdade de expressão e que o ex-presidente usou as redes sociais para incitar dúvidas, insegurança, desconfiança e paranoia coletiva. Gonçalves afirmou ter ficado constatado que a estrutura e o serviço do Poder Executivo foram “rapidamente mobilizados para a viabilizar a reunião”. Para o relator, a magnitude do evento com embaixadores não se mede pelos custos da atividade. Conforme o voto, os representantes estrangeiros que foram à reunião assistiram “por mais de uma hora” a uma apresentação em que Bolsonaro fez “elogios” a “si próprio e a seu governo”, críticas à atuação de servidores públicos, “ilações a respeito de ministros” do TSE, além de “supostas conspirações para que seu principal adversário viesse a ser eleito, exaltação às Forças Armadas, defesa de proposta de voto impresso, recusada pela Câmara dos Deputados quase um ano antes e alerta contra a inocuidade das missões de observação internacional”. “O improvável fio condutor de todos esses tópicos foi a afirmação de que houve manipulação de votos nas eleições de 2018 e que era iminente o risco nas eleições de 2022”, citou.
O líder de uma nação No Brasil acreditasse que só se é lider ao ter um cargo. Bolsonaro provou para o povo brasileiro, que ser líder é estar nas trincheiras de peito aberto, caminhando com a verdade, arriscando a própria vida. Durante os últimos anos, circularam inúmeros rumores dizendo que o atentado contra ele era uma grande farsa. Mais uma falácia da oposição. Mas Bolsonaro mostrou que não é um homem de narrativas, mas de ações. Seu compromisso com o povo brasileiro vai além de um cargo… ele é o líder dessa nação. Que Deus esteja conosco. Jair Messias Bolsonaro, 28 de Abril de 2023, Brasília – DF. Todos os direitos autorias reservados a João Menna. *os planos do mal não prevalecerão
OMS vai listar adoçante usado na Coca Zero como potencialmente cancerígeno
Aspartame é um adoçante usado em refrigerantes diet, como a Coca-Cola Zero Um dos adoçantes artificiais mais usados do mundo será declarado um possível cancerígeno no próximo mês por um importante organismo global de saúde, de acordo com duas fontes com conhecimento do processo. O aspartame, usado em produtos como refrigerantes diet da Coca-Cola, gomas de mascar e outras bebidas, será listado em julho como “possivelmente cancerígeno para humanos” pela primeira vez pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc), o braço de pesquisa de câncer da Organização Mundial da Saúde (OMS), disseram as fontes. A determinação da Iarc, finalizada neste mês após uma reunião de especialistas externos do grupo, visa avaliar se algo é um perigo potencial ou não, com base em todas as evidências publicadas. Não leva em conta quanto de um produto uma pessoa pode consumir com segurança. Esta orientação para indivíduos vem de um comitê separado de especialistas da OMS em aditivos alimentares, conhecido como JECFA (Comitê Conjunto de Especialistas em Aditivos Alimentares da OMS e da Organização para Agricultura e Alimentação), juntamente com as determinações dos reguladores nacionais. No entanto, decisões semelhantes da Iarc no passado para diferentes substâncias levantaram preocupações entre os consumidores sobre seu uso, levaram a ações judiciais e pressionaram os fabricantes a recriar receitas e trocar por alternativas. Isso gerou críticas de que as avaliações da Iarc podem ser confusas para o público. O comitê de aditivos da OMS também está revisando o uso do aspartame este ano. Sua reunião começou no final de junho e deve anunciar suas conclusões no mesmo dia em que a Iarc tornar pública sua decisão, em 14 de julho. Desde 1981, o JECFA afirma que o consumo de aspartame é seguro dentro dos limites diários aceitos. Por exemplo, um adulto de 60 kg teria que beber entre 12 e 36 latas de refrigerante diet — dependendo da quantidade de aspartame na bebida — todos os dias para estar em risco. Sua visão tem sido amplamente compartilhada por reguladores nacionais, incluindo Estados Unidos e Europa. Um porta-voz da Iarc disse que as conclusões dos comitês Iarc e JECFA eram confidenciais até julho, mas acrescentou que eram “complementares”, com a conclusão da Iarc representando “o primeiro passo fundamental para entender a carcinogenicidade”. O comitê de aditivos “realiza avaliação de risco, que determina a probabilidade de um tipo específico de dano (por exemplo, câncer) ocorrer sob certas condições e níveis de exposição”. No entanto, a indústria e os reguladores temem que manter os dois processos ao mesmo tempo possa ser confuso, de acordo com cartas de reguladores dos EUA e do Japão vistas pela Reuters. “Pedimos gentilmente a ambos os órgãos que coordenem seus esforços na revisão do aspartame para evitar qualquer confusão ou preocupação entre o público”, escreveu Nozomi Tomita, autoridade do Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão, em uma carta datada de 27 de março à vice-diretora da OMS Zsuzsanna Jakab. A carta também pedia que as conclusões de ambos os órgãos fossem divulgadas no mesmo dia, como está acontecendo agora. A missão japonesa em Genebra, onde fica a sede da OMS, não respondeu a um pedido de comentário. Via UOL
influenciador depôs por videoconferência para o delegado Iuri de Oliveira, da Coordenação de Inquéritos dos Tribunais Superiores | Foto: Reprodução/YouTube Com perfis bloqueados nas redes sociais por ordem do ministro Alexandre de Moraes, o influenciador Bruno Aiub, o Monark, prestou depoimento nesta quinta-feira, 29, à Polícia Federal (PF) por suposta divulgação de notícias fraudulentas acerca da atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A defesa já recorreu da decisão. A medida adotada por Moraes se deu posteriormente a uma entrevista de Monark com o deputado Filipe Barros (PL-PR) na plataforma Rumble. De acordo com o TSE, na ocasião foram ‘difundidas notícias falsas sobre a integridade das instituições eleitorais’. publicidade À PF, Monark afirmou que ‘em momento algum incentivou a manifestação e a depredação’ no Palácio do Planalto, no Congresso e no Supremo. Também alegou que ‘não concorda com as atitudes tomadas pelo Tribunal Superior Eleitoral durante as eleições’. O influenciador depôs por videoconferência para o delegado Iuri de Oliveira, da Coordenação de Inquéritos dos Tribunais Superiores, braço da PF que toca investigações de alçada das Cortes em Brasília. Interpelado pela PF se, depois de ter seu perfil bloqueado, teria criado uma nova conta no Rumble para comentar a atuação do STF ou do TSE, ele disse que ‘não recebeu nada oficial informando que não poderia mais criar canais’ e que, ‘mesmo que tivesse sido intimado da decisão, não teria cumprido’
Alexandre de Moraes decide bloquear as redes sociais de Monark novamente | Foto: Reprodução/Flow A defesa de Monark também se posiciona “O Sr. Bruno Monteiro Aiub prestou depoimento à Polícia Federal na presente data, oportunidade em que pôde esclarecer, para além de qualquer dúvida, que não cometeu, não instigou, tampouco incitou, o cometimento de atos ‘antidemocráticos’, nem antes, nem durante, nem depois do dia 8 de janeiro.”, afirmou o advogado Jorge Urbani Salomão.