Mesmo toda distiorada Whinderson Nunes aceita voltar com Luiza Sonza

Whindersson Nunes concedeu uma entrevista ao programa “Provoca”, da TV Cultura, e falou abertamente sobre sua relação com a ex-esposa, Luísa Sonza, e da possibilidade de voltarem a ser um casal.
O humorista afirmou que agora vê Luísa só como uma pessoa normal e fica sabendo sobre a vida da famosa pela mídia, assim como todo mundo:
“Povo pede pra eu voltar com ela… Mas eu não penso na Luísa, eu lembro da Luísa. Porque a Luísa é uma pessoa famosa, tem sucesso, está nos outdoors, na TV, nas publis, então eu a vejo. Não ignoro a pessoa com quem fui casado.”
Ele ainda contou que os dois costumam levar as notícias sobre uma possível volta do ex-casal com bom-humor:
“Saiu uma notícia de que a gente ia voltar e só estava esperando a hora certa [para divulgar]. Mandei mensagem pra ela: ‘Viu aí que estamos namorando? Pois é, fiquei sabendo pelas notícias’. Eu tenho um bom relacionamento com a Luísa. A gente é amigo, tranquilo, mas ninguém está falando de voltar, não.”

Lula confirma seu advogado para vaga no STF.

Saiba quem é Zanin e como derrubou processos contra Lula
Indicado para o STF é advogado do presidente e o ajudou a recuperar os seus direitos políticos para disputar a eleição em 2022
1.jun.2023 (quinta-feira) – 13h44
Cristiano Zanin
O advogado Cristiano Zanin defendeu o presidente Lula nos processos da Operação Lava Jato
Personagem essencial para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concorresse às eleições em 2022, o advogado Cristiano Zanin, de 47 anos, será indicado para a vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) aberta depois da aposentadoria do ministro Ricardo Lewandowski, em 11 de abril.
Em 2020, Zanin protocolou no STF o pedido de habeas corpus que levou à anulação das condenações contra o presidente. Durante o julgamento, a maioria dos ministros concordou com os argumentos da defesa de que as acusações não deveriam ter sido analisadas pelo ex-juiz federal no Paraná Sergio Moro(União Brasil-PR), até então o responsável pelas condenações. Hoje, Moro é senador da República. A Corte determinou que os casos fossem transferidos para a Justiça Federal em Brasília.

Nascido em Piracicaba, no interior de São Paulo, em 15 de novembro de 1975, Zanin poderá ficar no STF até 15 de novembro de 2050, quando terá de se aposentar compulsoriamente ao completar 75 anos.
Desde 2013, Zanin e a mulher, a advogada Valeska Teixeira Zanin Martins, defendem Lula. O casal é sócio no escritório Zanin Martins.Formado em direito pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) em 1999, o advogado é especialista em litígios (disputa judicial estabelecida depois que o réu contesta o que foi apresentado na ação) empresariais e criminais, tanto nacionais quanto transnacionais.
Zanin e Valeska moram na região dos Jardins, em São Paulo. O escritório de advocacia que comandam está no mesmo bairro a uma distância que pode ser facilmente transcorrida a pé.
Os advogados Cristiano Zanin e Valeska Teixeira Martins
O agora ministro indicado ao Supremo foi professor de direito civil e direito processual civil da Fadisp (Faculdade Autônoma de Direito). É integrante do IAB (Instituto dos Advogados Brasileiros), da AASP (Associação dos Advogados de São Paulo) e da IBA (International Bar Association). Também é sócio efetivo do Iasp (Instituto dos Advogados de São Paulo) e associado fundador do IBDEE (Instituto Brasileiro de Direito e Ética Empresarial). É cofundador do Lawfare Institute.
Antes de tomar posse no STF, o advogado terá de passar por sabatina pelos senadores que integram da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Entre eles, Moro.
A expectativa é que a indicação seja aprovada e que Zanin seja, em seguida, nomeado ministro do Supremo. Na história, os senadores só rejeitaram 5 indicados ao STF, todos em 1894, durante o governo do então presidente Floriano Peixoto (1891-1894).
Se aprovado por pelo menos 41 senadores, Zanin ocupará a vaga deixada por Ricardo Lewandowski, que se aposentou em 11 de abril, a um mês de completar 75 anos.
Em relação aos 3 governos de Lula, Cristiano Zanin é o 9º indicado pelo petista ao STF. Até o final do mandato, o presidente terá ao menos mais uma indicação, quando a ministra Rosa Weber, atual presidente da Corte, aposentar-se. Ela completará 75 anos em 2 de outubro deste ano e terá de deixar a Corte.
A MAIOR VITÓRIA DE LULA
O perfil de Zanin sempre estará indissociavelmente ligado à anulação de processos contra Lula. Só assim o petista recuperou seus direitos políticos e teve condições de participar no último pleito presidencial.
Lula venceu a eleição e tornou-se presidente da República pela 3ª vez.
Zanin defendeu o petista durante a operação Lava Jato. Alvo da força-tarefa, Lula foi preso em razão de processos conduzidos por Moro em Curitiba (PR). As condenações contra o presidente somavam quase 30 anos, mas o petista ficou preso por 580 dias.
Lula foi condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá, apurado pela operação Lava Jato. A pena, antes estabelecida por Moro em 9 anos e 6 meses, foi aumentada pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) para 12 anos e 1 mês.
À época, havia a expectativa de que a sentença pudesse ser reduzida para 4 a 6 anos. No entanto, veio a 2ª condenação de Lula, em fevereiro de 2019, pelo caso do sítio em Atibaia (SP). A juíza Gabriela Hardt, da 13ª Vara Federal do Paraná, somou à pena mais 12 anos e 11 meses. O TRF-4 aumentou o tempo de prisão para 17 anos, 1 mês e 10 dias.
Lula foi solto em 8 de novembro de 2019, aos 74 anos, depois que o STF decidiu que as penas deveriam começar a ser cumpridas depois de esgotadas as possibilidades de recurso. Apesar de ter sido solto e eleito presidente da República, Lula não foi absolvido de todos os processos. O STF anulou as condenações e determinou a transferência dos casos para Brasília.
Ocorre que, com essa mudança da Justiça em Curitiba para Brasília, não haverá tempo para julgar todas as ações novamente. Em alguns casos já ocorreu a chamada prescrição, ou seja, não é mais possível impor eventuais punições ao presidente.
A indicação
Apesar de Zanin ter sido o escolhido, Lula também considerou o nome do advogado Manoel Carlos de Almeida Neto, 43 anos. Ele foi assessor no gabinete de Lewandowski de 2006 a 2016 e teve a chancela do ex-ministro para sucedê-lo. Atualmente, é diretor jurídico da CSN(Companhia Siderúrgica Nacional).
A indicação de Zanin, no entanto, considerou o clima político atual: a considerada boa relação entre o governo Lula e o Senado.

Se o cenário de hoje –ainda favorável ao Planalto– pudesse ser replicado em outubro, Lula teria a possibilidade de indicar Manoel Carlos agora e deixar Zanin para o próximo semestre, quando a ministra Rosa Weber completa 75 anos e terá que deixar a Corte. Mas não há garantias sobre qual será a relação do governo com a Casa Alta até lá.
Além disso, um dos fatores principais para a indicação é a intimidade e a confiança firmadas entre Lula e Zanin. Mesmo conhecendo o trabalho de Manoel Carlos, nada supera a relação estreitada entre o petista e seu advogado durante os 580 dias em que Lula esteve preso. Por essa razão, assegurar agora a indicação do advogado é fundamental para o chefe do Executivo.
Durante o processo de escolha do presidente, houve uma forte pressão do PT, de partidos de esquerda e de movimentos identitários para que a vaga fosse preenchida por uma mulher, preferencialmente negra. O único ministro negro a compor a Corte em seus 214 anos de vigência foi Joaquim Barbosa, aposentado em 2014.
Em março, o ministro Edson Fachin fez a sugestão publicamente, durante uma sessão no plenário físico da Corte.
Com o mandato da ministra Rosa Weber se encerrando em 2 de outubro, a única mulher presente entre as 11 cadeiras do Supremo será Cármen Lúcia. Conforme o limite máximo para aposentadoria na Corte, de 75 anos, a ministra poderá ocupar a função até abril de 2029.
Apesar disso, Lula se desvencilhou do compromisso de indicar uma mulher ao Supremo nos últimos meses. Em abril, o presidente defendeu que o nome indicado seja uma “figura com sensibilidade social” e “altamente gabaritada do ponto de vista jurídico”.
Em 2 de março, o presidente precisou defender o nome do seu advogado publicamente. Disse que “todos compreenderiam” a indicação e que Zanin é seu “companheiro”, mas negou que esse seria um fator considerado na decisão.
Apesar dos indícios dados pelo petista desde o começo do ano, a indicação veio a ser feita de fato agora, 51 dias depois da aposentadoria de Ricardo Lewandowski. O ministro deixou a Corte com um mês de antecedência por motivos “acadêmicos e profissionais”.
No último mês, mudanças no STF mostraram que a Corte estaria se preparando para a indicação do advogado de Lula. O 1º movimento foi feito pelo ministro Dias Toffoli, que, em 2 de maio, solicitou à presidente Rosa Weber sua recondução para o lugar deixado por Lewandowski na 2ª Turma –colegiado responsável pelo julgamento dos casos da Lava Jato.
Isso porque a ida de Zanin ao lugar de Lewandowski e, consequentemente, a herança dos processos lavajatistas, poderiam indicar uma imparcialidade nos julgamentos do advogado de Lula. A manobra foi vista como uma maneira de cessar a preocupação da classe política adversária com um eventual envolvimento de Zanin com os julgamentos.
Depois disso, o ministro Edson Fachin enviou, em 10 de maio, a relatoria da ação movida por Lula sobre troca de mensagens entre integrantes da operação Lava Jato ao ministro Dias Toffoli.
Caso seja aprovado pelo Senado para ocupar a Corte, Zanin deve ir para a 1ª Turma, e não para o colegiado responsável por ações da Lava Jato.
Indicações anteriores
Lula já indicou 9 ministros para a Suprema Corte, sendo 8 em seus 2 primeiros mandatos: Eros Grau –que ficou na Corte de 2004 a 2010–, Cezar Peluso, Ayres Britto, Joaquim Barbosa, Menezes Direito (1942-2009), Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Dias Toffoli.
Suas indicações, no entanto, não o pouparam durante os julgamentos dos casos da Lava Jato e Mensalão, que envolviam o atual presidente e seus aliados.
Cármen Lúcia, indicada por Lula em 2006, presidiu o STF de 2016 a 2018 e foi responsável pela homologação da delação da Odebrecht, que mencionava o nome do atual chefe do Executivo e da ex-presidente Dilma Rousseff(PT).
A ministra também votou contra o pedido de habeas corpus apresentado por Lula em 2018, quando estava preso por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá.Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli foram os únicos indicados por Lula que aceitarem o recurso.
À época, o petista consultou seus aliados para definir as indicações, sobretudo Márcio Thomaz Bastos (1935-2014), que foi seu ministro da Justiça. Dessa vez, a escolha do petista foi solitária, como ele mesmo mencionou em março. O presidente afirmou, no entanto, que todos os seus indicados não eram aliados e que faria de novo as indicações se tivesse a mesma informação que tinha na época.

Coronel Azevedo critica visita do presidente da Venezuela ao Brasil

Coronel Azevedo critica visita do presidente da Venezuela ao Brasil
O deputado estadual Coronel Azevedo (PL) lamentou, na sessão desta quarta-feira (31), em tom de protesto, a visita ao Brasil do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro. O encontro com o presidente Lula (PT) que marcou a retomada da relação diplomática entre o Brasil e o país vizinho, causou divergências e gerou grande repercussão nas redes sociais.
“Uma vergonha para o Brasil e para a democracia brasileira”, criticou o parlamentar, ressaltando que o presidente venezuelano é acusado de ‘envolvimento com o narcoterrorismo’, entendido como as tentativas de traficantes de drogas de influenciar as políticas de um governo ou de uma sociedade através da violência e da intimidação. Coronel Azevedo comentou, inclusive, declarações de esquerdistas contrários à recepção feita pelo chefe do Executivo do Brasil.
Essa foi a primeira visita de Maduro ao Brasil desde julho de 2015, quando participou de uma cúpula do Mercosul em Brasília, ainda durante o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). “Nossa democracia sofreu um golpe, o presidente recebeu e abraçou um dos piores líderes das Nações”, concluiu o deputado.
Via Assessoria/ ALRN

Triatleta do RN Cid Barbosa conquista o Ironman Brasil

Triatleta do RN Cid Barbosa conquista o Ironman Brasil🇧🇷‼️
No último domingo dia 28 aconteceu em Florianópolis, a maior prova de Triathlon da América Latina.
Cerca de 1800 competidores, representando 36 países, participaram do Ironman Brasil e enfrentaram o desafio de 3,8 km de natação🏊🏼‍♂️, 180,2 km de ciclismo🚴🏼‍♂️ e 42,2 km de corrida🏃‍♂️, isso mesmo uma maratona pra fechar o desafio.
E quem brilhou foi triatleta Potiguar @cidbarbosa que venceu 🥇a prova no Geral Amador e de ainda quebrou o recorde da prova com 8h35min.
A rotina de Cid é intensa, e pra essa jornada ele teve pela frente um alto volume de treinos, principalmente nas últimas 16 semanas, chegando a 19h de treinamentos semanais de natação, ciclismo e corrida de rua.
“Na prova eu me senti bem nas 3 modalidades. Na bike o clima deixou a prova ainda mais dura. A primeira volta uma chuva e vento forte e na segunda o frio. O vento já estamos acostumado com o daqui então soube andar bem nesta condição mas tive q me concentrar bastante para que a chuva e o frio não comprometesse meu desempenho nesta etapa.
A corrida eu tinha um planejamento inicial de sair mais lento e na segunda parte correr mais rápido mas como tinha uma diferença razoável para os 2 atletas q estavam à frente eu decidi encostar mais neles e depois ver o q tinha.
Eu assumi a liderança nos últimos 6-7 km da corrida e apesar da largada por ondas eu sabia que dificilmente tinha alguém atrás com chances de me passar depois”, diz Cid sobre os detalhes da prova.
Cid hoje é um dos melhores triatletas do Brasil e rankeado entre os top5 do mundo na sua categoria ag40-44.
Podemos declarar que Cid é o melhor Triatleta do Rio Grande do Norte de todos os tempos #goat e orgulho para nosso estado.
Parabéns campeão, siga os treinamentos e vamos pra cima👏👏👏👏👏
Cid Barbosa é educador físico e Head Coach da assessoria esportiva @cbsports e orgulho de Seu Florêncio👍
✍️ @paulotrigueiro34
ℹ️ @triathlonrn
📸 @trisportmag
brasilironman # triathlonRN #fetrirn

Vereadores aprovam Voucher Educação contra déficit de vagas na educação infantil

Os vereadores de Natal aprovaram, na sessão ordinária desta quarta-feira (31), o “Voucher Educação”, programa para o encaminhamento de crianças para escolas ou creches particulares, sempre que a oferta de vagas na rede municipal de ensino for insuficiente. O programa foi criado pelo projeto de lei 58/2019, de autoria do parlamentar Klaus Araújo (sem partido).
A vereadora Nina Souza (PDT) e Raniere Barbosa (Avante) defenderam o projeto em plenário, fazendo um apelo para que o prefeito Álvaro Dias não o vete. Em 2023, em uma iniciativa semelhante ao programa “Voucher Educação”, a Prefeitura de Natal favoreceu aproximadamente de 640 crianças, que não conseguiram vagas na rede municipal, com um valor mensal de cerca de R$ 150, para matriculá-las em escolinhas de bairro.
O “Voucher Educação” aprovado pela Câmara Municipal de Natal não prevê um valor mensal, mas preconiza que a criança que ficar em lista de espera por vaga nas creches ou escolas municipais deve ser encaminhada para matrícula no estabelecimento cadastrado mais próximo à residência dela.
De acordo com o PL, os estabelecimentos particulares de educação infantil que desejem conveniar com a Prefeitura de Natal deverão se cadastrar junto à Secretaria Municipal de Educação, informando sobre a disponibilidade de vagas, demonstrar capacidade de ministrar suporte pedagógico, sob supervisão da SME e se comprometer a não cobrar taxa de qualquer natureza aos alunos beneficiários do programa Voucher Educação, bem como garantir que esses estudantes vão receber o mesmo tratamento dos demais matriculados no local.
Na defesa do projeto de lei, o autor justificou: “O Voucher Educação visa amenizar o problema do déficit de vagas na rede municipal de ensino infantil. Só este ano foram mais de 1.700 crianças que ficaram em lista de espera. Essas mães e familiares precisam trabalhar e não tem onde deixar os filhos e filhas”.
O projeto foi bastante debatido em primeira e segunda discussão, e aprovado com emendas da vereadora Brisa Bracchi (PT). O autor, Klaus Araújo, acredita que o programa vai ajudar a milhares de famílias natalenses. “É na escola onde muitas crianças reforça a alimentação e quando estão na escola deixam de estar vulneráveis às drogas, à criminalidade e à exploração sexual”, ressaltou.
Texto: Ilana Albuquerque
Fotos: Elpídio Júnior

Agente penal exige retratação da SEAP

NOTA PÚBLICA
Venho por meio desta nota pública expressar que, no exercício das minhas atribuições, ouvi, no dia 03/11/22, uma denúncia de duas internas que relataram estar sendo coagidas a forjar provas contra dois policiais. No dia 8/11/22, conduzi essas internas até a delegacia com o objetivo de permitir que formalizassem uma denúncia de coação supostamente realizada por um policial da inteligência da unidade prisional. Minha atuação teve como objetivo assegurar o direito dessas internas e garantir que a denúncia fosse devidamente registrada e investigada.
No entanto, de forma inexplicável e irresponsável, a Assessoria de Imprensa da SEAP divulgou uma nota em que expôs publicamente minha imagem e nome, enquanto o policial da inteligência, acusado de coação, permaneceu oculto. Essa distorção da informação causou graves danos a minha pessoa, tanto financeiramente quanto psicologicamente, além de afetar negativamente minha imagem pessoal e profissional.
É importante salientar que o policial acusado de coação é o mesmo que coletou imagens minhas no sistema de videomonitoramento da unidade, as mesmas imagens que foram para a imprensa, só que editadas de forma totalmente tendenciosa. Além disso, durante a ação, ele estava acompanhado da chefe de disciplina da unidade, a policial penal Regina.
Diante desses fatos, exijo que o presente caso seja apurado com a devida seriedade, a fim de esclarecer as razões pelas quais a nota divulgada pela Assessoria de Imprensa diverge totalmente dos fatos ocorridos. É fundamental identificar e responsabilizar os autores por essa distorção da verdade, incluindo, de forma preliminar: o policial acusado de coação; a chefe de disciplina Regina, presente no momento em que minhas imagens foram coletadas e possivelmente editadas; o chefe de segurança da unidade, o policial penal Manoel Vitor, que deu depoimentos no PAD que precisam ser verificados; o vice-diretor da unidade, o policial penal Thiago Calado, que argumentou no documento do meu afastamento que eu estava sendo afastado por contar minha versão aos meus colegas de trabalho, trazendo transtornos à unidade; e o diretor na época, o policial penal José Carlos, que negou a saída da escolta para a delegacia.
Exijo uma investigação minuciosa para apurar se a elaboração da nota foi baseada em informações erradas ou se houve uma intenção premeditada de difamar minha imagem. É fundamental que essa questão seja esclarecida e que todas as medidas necessárias sejam tomadas para identificar e responsabilizar os responsáveis por essa divulgação, que, na prática, foi um ataque midiático, que teve como alvo minha integridade e reputação.
É oportuno que a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP) emita uma nota de retratação, esclarecendo os fatos de acordo com a realidade dos acontecimentos, as provas anexadas nos Processos Administrativos Disciplinares que trataram do caso.
Fabricio Amaro
Policial Penal

GSI de Lula falsificou relatório entregue a comissão de inteligência do congresso

Ex-GSI de Lula falsificou relatório do 8/1 enviado à comissão de inteligência do Congresso
O ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Gonçalves Dias
O material é composto por dois relatórios da Abin sobre o episódio, e a comparação entre eles mostra que o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de Lula, então comandado pelo general Gonçalves Dias, adulterou o primeiro relatório de inteligência enviado ao Congresso e retirou do documento os registros de que o general foi informado por mensagens enviadas para seu celular dos crescentes riscos de tumulto e de invasão de prédios públicos.
A informação foi confirmada à equipe da coluna por parlamentares que tiveram acesso nesta tarde aos dois documentos, numa sessão secreta da CCAI. Os documentos também deverão ser encaminhados à CPI do 8 de janeiro.
Os parlamentares constataram que o primeiro documento, entregue à comissão no dia 20 de janeiro e assinado pelo diretor-adjunto de Gê Dias, Saulo Moura da Cunha, não traz os onze alertas que o ministro recebeu no próprio telefone celular entre 6 e 8 de janeiro sobre a movimentação dos golpistas.
Primeiro dia da CPI do 8 de janeiro
Senadora Eliziane Game é eleita relatora da comissão, e deputado Arthur Maia, presidente
Só que esses mesmos alertas constam de uma outra versão do mesmo documento, enviada pela mesma Abin à mesma comissão, só que em 8 de maio passado – agora com o GSI já sob o comando de outro general, Marco Antonio Amaro dos Santos.
A primeira versão do documento foi enviada ao Congresso por requisição da própria CCAI, logo depois dos atos golpistas. Já a segunda foi entregue por ordem do ministro Alexandre de Moraes, em resposta a um pedido da Procuradoria-Geral da República.
No último dia 4, Moraes não só mandou que a Abin e a PM do DF fornecessem os relatórios À PGR como também determinou que a comissão do Senado enviasse todos os relatórios de inteligência que recebeu das autoridades.
Na segunda versão do documento, assinada pelo atual diretor-adjunto da agência, Alessandro Moretti, aparecem 11 envios de alertas ao celular do ministro Gê Dias – incluindo três mensagens enviadas só a ele.
Antes e depois do 8 de janeiro: veja imagens do interior das sedes dos três Poderes
Acervo histórico e obras de arte sofreram prejuízos ‘incalculáveis’
Lidas em sequência, elas não deixam dúvidas de que a percepção dos agentes de inteligência do próprio governo identificaram o “risco de ações violentas contra edifícios públicos e autoridades”.
Diz o documento enviado no dia 6 de janeiro às 19h40m: “Destaca-se a convocação por parte de organizadores de caravanas para o deslocamento de manifestantes com acesso a armas e a intenção manifesta de invadir o Congresso Nacional. Outros edifícios da Esplanada dos Ministérios poderiam ser alvo das ações violentas.”
A mensagem seguinte, do dia 7, informa que 18 ônibus de outros estados chegariam a Brasília no dia 8 para engrossar o acampamento em frente ao Quartel-General do Exército. E acrescenta: “Mantêm-se convocações para ações violentas e tentativas de ocupações de prédios públicos, principalmente na Esplanada dos Ministérios”.
Uma das mensagens que só Gê Dias recebeu foi enviada na manhã do próprio dia 8, alertando que cem ônibus já haviam chegado a Brasília para os atos.
O general Gonçalves Dias pediu demissão depois que a CNN exibiu alguns vídeos gravados pelas câmeras do interior do Palácio do Planalto no momento da invasão. Nas imagens, que antes haviam sido colocadas em sigilo pelo próprio ministro do GSI, ele aparece perambulando pelo Palácio sem tomar nenhuma atitude em relação aos invasores, enquanto alguns funcionários indicam a saída aos golpistas.
O ministro também negou em depoimento à Polícia Federal ter recebido alertas da Abin sobre os riscos de invasão e ataques aos edifícios-sede dos Três Poderes.
O ministro continuou negando ter recebido os alertas na semana seguinte, quando a Folha de S. Paulo publicou em primeira mão o conteúdo dos alertas.
As negativas do ministro vinham intrigando os investigadores da Polícia Federal e integrantes da própria Abin, que conheciam apenas o conteúdo dos relatórios originais e não sabiam que o material entregue ao Congresso havia sido adulterado.
A comparação dos dois documentos, feita agora, ajuda a esclarecer por que Gê Dias manteve a versão de que não recebeu nenhum aviso.
O relatório de inteligência foi produzido pela Abin entre os dias 2 e 8 de janeiro e contém uma extensa tabela com três colunas. A primeira indica a data e o horário do envio; a segunda, o conteúdo das mensagens; e na terceira coluna aparecem os nomes contatos de quem recebeu cada mensagem.
Parlamentares que tiveram chance de analisar as duas versões do documento na sala-cofre da CCAI afirmam que a diferença as duas versões é muito evidente. Mas não é possível saber ou inferir, apenas pela observação, quem no GSI suprimiu as informações e como isso foi feito.
A cúpula da Abin também participou da reunião secreta da CCAI desta tarde e tomou conhecimento da divergência entre os documentos.
A adulteração dos documentos oficiais pelo GSI de Lula, porém, tem tudo para se tornar o primeiro grande foco de investigação da CPMI do golpismo de 8 de janeiro, que abriu seus trabalhos nesta quinta-feira em um plenário do Senado e já soma quase 500 pedidos de requerimentos para ouvir autoridades ligadas ao 8 de janeiro, entre outras solicitações de quebra de sigilo.
Desses, cerca de 300 pedidos foram apresentados pela oposição bolsonarista, e o principal alvo é justamente Gê Dias. Já são 13 requerimentos pedindo a convocação do general.
Procurei, nesta tarde, o advogado de defesa do ex-ministro Gonçalves Dias, assim como o diretor-adjunto da Abin, Alessandro Moretti, e Saulo Moura da Cunha, mas não tive retorno até a publicação da reportagem. O espaço segue aberto aos citados

Lula libera 1,7 bilhões, cargos e o toba para Arthur lira tentando evitar derrota no congresso

Lula bate recorde e libera R$ 1,7 bi em emendas sob risco de maior derrota no Congresso
É a maior quantia liberada pelo governo em um único dia; Presidente corre risco de ver MP dos ministérios perder a validade
31.mai.2023 às 13h45
O governo liberou R$ 1,7 bilhão em emendas parlamentares em meio ao risco de o presidente Lula (PT) sofrer a maior derrota no Congresso neste mandato.
A autorização para os repasses foi feita nesta terça-feira (30), dia em que interlocutores de Lula preferiram adiar a votação da MP (medida provisória) que trata da restruturação da Esplanada dos Ministérios sob risco de ela ser derrubada.
O valor de R$ 1,7 bilhão é um recorde no governo Lula 3 –foi a maior quantia liberada em um único dia.
Articuladores políticos do Palácio do Planalto afirmam ainda que a promessa é de dar ainda mais ritmo a essas autorizações para emendasparlamentares.
A insatisfação da Câmara com o governo escalou nesta terça, quando líderes de partidos se uniram na articulação para rejeitar o formato que Lula deu à Esplanada.
Caso a MP seja rejeitada, a estrutura dos ministérios voltaria a ser a da gestão anterior, de Jair Bolsonaro (PL). Isso forçaria o fim de pastas criadas em janeiro, como a dos Povos Indígenas, da Cultura, da Igualdade Racial, dos Transportes e do Desenvolvimento e Indústria.
Diante da crise com o Congresso, Lula convocou de última hora para a manhã desta quarta-feira (31) uma reunião com o núcleo da articulação política do governo para discutir as derrotas na Câmara e a MP que trata da reestruturação ministerial.
Segundo relatos, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), falou ao telefone com Lula por volta das 9h. O presidente teria feito um apelo para a aprovação da MP, e Lira teria respondido que está preocupado com a credibilidade do Executivo na Casa.
As queixas em relação ao governo tratam da demora na liberação de emendas parlamentares e na nomeação de indicados políticos para cargos do governo, além da dificuldade de deputados conseguirem reuniões com ministros.
São reclamações que se arrastam há meses. O Congresso tem cobrado uma mudança na articulação política, apesar de não mirar ataques ao ministro da área, Alexandre Padilha (Relações Institucionais).
O principal alvo tem sido o ministro Rui Costa(Casa Civil). A ele é atribuída a culpa por emendas e cargos travados, além de falta de traquejo político.
Aliados de Rui, no entanto, afirmam que o ministro não é responsável pela relação com o Congresso, e incorporou à Casa Civil um perfil mais técnico. A pasta nega que tenha emperrado a liberação de recursos e nomeações.
Como a Folha mostrou neste fim de semana, o Congresso reclama do atraso em emendas, apesar de o ritmo estar ligeiramente mais acelerado que em dois anos da gestão Bolsonaro.
Com o novo lote de R$ 1,7 bilhão, o governo autorizou, até o momento, R$ 4,5 bilhões em emendas individuais –aquelas que todo deputado ou senador tem direito e que são de execução obrigatória, ou seja, o Planalto precisa autorizar até o fim do ano.
Também houve liberação de emendas de bancada (definidas por parlamentares de cada estado) e emendas de comissão. O valor, porém, foi de apenas R$ 270 milhões.
A principal insatisfação de líderes do centrão é com a falta de perspectiva para que o governo destrave a verba que herdou após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre o fim das emendas de relator –principal mecanismo de negociação política no governo Bolsonaro.
Desde março, integrantes do centrão questionam como funcionará a distribuição dos R$ 9,8 bilhões de recursos que Lula recebeu após o fim das emendas de relator e que articuladores do Planalto prometem usar como moeda de troca com o Congresso.
Essa verba é dividida entre a Câmara e o Senado, segundo articuladores de Lula. Os principais ministérios elaboraram regras que, na visão de parlamentares, burocratizam as negociações políticas.
Enquanto não resolve o impasse sobre esses recursos, o governo tem adotado uma estratégia de priorizar a liberação de emendas individuais de aliados, e adianto a autorização de adversários de Lula.
De todas as emendas que avançaram até hoje, parlamentares aliados e de partidos do centrão figuram entre os mais beneficiados.
Os deputados Juarez Costa (MDB-MT), Ricardo Silva (PSD-SP), Stefano Aguiar (PSD-MG), Aluisio Mendes (Republicanos-MA) e Olival Marques (MDB-PA) estão no topo da lista.
Também receberam emendas Claudio Cajado (PP-BA), que relatou o projeto do arcabouço fiscal, o deputado Celso Sabino (União-PA) e o Felipe Carreras (PSB-PE) —aliados do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).
Todos esses parlamentares citados já conseguiram a liberação de metade das emendas individuais deste ano.
Por outro lado, deputados da oposição ainda não conseguiram os repasses. É o caso de Lucio Mosquini (MDB-RO), que é ligado ao bolsonarismo, e Bia Kicis (PL-DF).
Lira também não foi beneficiado pela liberação de emendas individuais. Mas, por exercer o cargo de presidente da Câmara, esse tipo de emenda não é tão relevante, pois ele consegue ter controle de outras partes do Orçamento, como aquela que Lula herdou das emendas de relator.

Homem é preso após pedir nudes de chibiu depilado

Stalker exige fotos de mulher depilada e faz ameaças por mensagens no Pix
Perseguidor ameaçava mulher, descumpria medida protetiva e pedia foto íntima para saber se ela estava depilada, tendo outra relação sexual
31/05/2023 08:18
Stalker faz ameaças por mensagens no Pix e exige fotos de mulheres depiladas
Um homem de 31 anos acabou preso após cometer uma série de violências contra uma mulher com quem já manteve relacionamento. Inconformado com o término, ele fez ameaças de morte, passou a persegui-la, exigiu que ela dissesse senhas do celular e ordenou o envio de fotos íntimas dela, para saber se a ex-companheira estava depilada. Segundo ele, se ela estivesse sem pelos, estaria mantendo relações sexuais com outro homem.
A Polícia Civil deflagrou uma operação para prender o acusado, por meio da 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires), nessa terça-feira (30/5), após ele descumprir medidas protetivas. A relação durou cerca de dois anos, período em que a mulher, de 36 anos, chegou a tentar terminar, mas sofreu ameaças. Com a separação, o homem chegou a persegui-la em casa, no trabalho, na igreja e até por mensagens enviadas com transferências via Pix.
Ele enviava valores como R$ 0,01 e R$ 0,02, com frases ameaçadoras, alegando que ela estaria dormindo com outra pessoa. Em uma das ameaças, o homem afirmou que, se ela não fosse dele, “não seria de mais ninguém”. Já pessoalmente, chegou a encurralar a vítima na loja em que ela trabalhava, com uma garrafa de álcool nas mãos, dizendo que iria matá-la.
Stalker faz ameaças por mensagens no Pix e exige fotos de mulheres depiladasStalker faz ameaças por mensagens no Pix e exige fotos de mulheres depiladasStalker faz ameaças por mensagens via Pix e exige fotos para saber se a ex-companheira está depilada
A vítima procurou a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) e relatou crimes como injúria, constrangimento ilegal, lesão corporal e violência psicológica contra a mulher, todos em situação de violência doméstica e familiar. Mesmo após a medida protetiva, ele voltou a persegui-la, a ameaçá-la, com gestos, passando a mão em frente ao pescoço, como sinal de degola.
Localizado no Lago Sul, o stalker estava dirigindo quando a polícia o encontrou. Após receber voz de prisão, o homem acabou conduzido para a 38ª DP, onde foi interrogado e, em seguida, indiciado pelos crimes de perseguição e descumprimento de medidas protetivas de urgência. Somadas, as penas alcançam 5 anos de prisão.
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