Mais um pedido de impeachment de Lula é protocolado

Um grupo de 30 deputados federais de oposição apresentou, nesta quarta-feira (29), um pedido de impeachment contra o presidente Lula.
No documento de 20 páginas, encaminhado ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), os parlamentares argumentam que o chefe de Poder Executivo cometeu crime de responsabilidade ao coagir um representante do Poder Legislativo – em referência ao ex-juiz Sergio Moro; ao atacar instituições e agentes do estado – como o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, – e ao manter pelo menos 67 investigados em cargos de comando do governo federal.
“A qualidade geral do governo, que, hoje, é um desgoverno demonstrado numa análise rápida de três pontos essenciais: desrespeito às instituições democráticas, improbidade e gestão econômica”, argumentam os deputados.
Reiteradamente, o presidente da República ataca os ‘agentes da lei’ que atuaram na força-tarefa da Lava Jato, o que já teve sérias consequências para o combate à corrupção no país”, prosseguem os deputados, em sua maioria do PL e do Progressistas. “
Cria, assim, um ambiente de ‘ódio político’, desacreditando o trabalho independente das instituições republicanas.”
O pedido de destituição do cargo não é o primeiro a ser protocolado contra Lula. Pela atual lei do Impeachment, cabe apenas ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), decidir se abre ou não um processo por crime de responsabilidade.
O Antagonista

Mulher foi enterrada viva e passou 10 horas na catatumba até ser libertada

A mulher de 36 anos encontrada presa dentro de um túmulo no Cemitério Municipal de Visconde de Rio Branco, na zona da mata mineira, passou ao menos 10 horas dentra da sepultura. A vítima foi salva após coveiros acionarem a Polícia Militar, na manhã dessa terça-feira (28/3). Eles ouviram uma voz feminina vinda da gaveta funerária fechada com tijolo, cimento fresco e sinais de sangue.
A mulher pedia socorro e foi retirada do cubículo fechado pelos policiais. Segundo relato da mulher à PM, ela foi enterrada viva em função do extravio de drogas e armas que estavam com ela. A Polícia Civil também confirmou a motivação, ao apontar desacerto referente a uma arma de fogo.
O Registro de Eventos de Defesa Social (REDS) da PM indica que a vítima teria guardado entorpecentes para dois homens. A droga, porém, teria sido extraviada, o que causou a fúria dos suspeitos.
Mulher é enterrada viva em Minas Gerais
Foto: Polícia Militar/Divulgação
Ao saber do extravio, a dupla foi até a casa da mulher e começou a agredi-la. O companheiro da vítima, que também estava na residência, conseguiu escapar. A mulher, no entanto, foi enterrada viva após ser espancada.
“Ela apontou dois suspeitos, os quais foram devidamente identificados. Neste momento, tanto a Polícia Civil quanto a Militar encontram-se à procura dos dois autores visando prendê-los em flagrante delito”, afirmou o delegado Diego Candian Alves, da Delegacia Regional de Polícia Civil em Ubá.
Metrópoles

Mulher trans mata três crianças e três adultos em escola cristã

MULHER TRANS mata três crianças e três adultos em ATAQUE a uma ESCOLA CRISTÃ
Identificada como Audrey Hale, a acusada é ex-aluna da Escola Covenant e entrou na unidade de ensino com pelo menos dois rifles e uma pistola.
De acordo com o New York Post, a autora do ataque a uma escola cristã em Nashville, nos Estados Unidos, é uma pessoa trans de 28 anos que planejou o crime que resultou em seis mortes na segunda-feira, 27 de março.
Identificada como Audrey Hale, a acusada é ex-aluna da Escola Covenant e entrou na escola com pelo menos dois rifles e uma pistola.
De acordo com o chefe da polícia de Nashville, John Drake, Hale deixou um manifesto sobre o ataque, documento que foi encontrado pelos policiais na casa dos pais da criminosa.
“Temos alguns escritos que estamos revisando (…). Ela estava preparada para causar mais danos do que realmente foi feito”, declarou o policial.
Três crianças de 9 anos morreram; além delas também foram assassinados o zelador Mike Hill e a professora substituta Cynthia Peak, ambos de 61 anos, e a diretora da escola Katherine Koonce, de 60.

Proibição de trans em banheiro feminino
O estado americano de Arkansas aprovou no dia 21 de março, uma lei que proíbe estudantes transgêneros de usarem banheiros femininos nas escolas públicas.
A governadora Sarah Huckabee Sanders assinou a legislação que se aplica a todas as séries, do Jardim de Infância ao Ensino Médio.
Alunos transgêneros, do sexo biológico masculino e feminino, não poderão usar banheiros e vestiários correspondendente a sua identidade de gênero.
“O Arkansas não vai reescrever as regras da biologia apenas para agradar um punhado de defensores da extrema esquerda”, afirmou Alexa Henning, porta-voz da governadora, em comunicado à The Associated Press.
A nova lei ainda determina que as escolas ofereçam banheiros específicos para transgêneros.
Professores ou funcionários escolares que violarem a proibição poderão receber multas de pelo menos mil dólares. Pais de alunos também poderão entrar com processo na Justiça caso as regras não sejam cumpridas.
A aprovação da legislação acontece uma semana depois de Sarah Sander assinar uma lei que torna mais fácil processar médicos que fornecem tratamento de mudança de gênero a menores de idades no estado.
A governadora também tinha sancionado um projeto de lei que impede o ensino de identidade de gênero antes da 5ª série.

Veja o que a polícia encontrou com o aluno que matou professora

Máscara, faca, luva, videogame: o que polícia apreendeu com aluno em ataque




Polícia apreende material usado por adolescente em ataque a escola de SP - Polícia Civil/SP
Polícia apreende material usado por adolescente em ataque a escola de SP Imagem: Polícia Civil/SP
A polícia apreendeu diversos objetos com o aluno responsável por matar uma professora e ferir outras cinco pessoas em uma escola estadual na cidade de São Paulo.
O que foi apreendido:
Os objetos foram apreendidos junto ao aluno e também na casa dele.
A lista inclui: uma faca, um pedaço de tesoura, uma arma de airsoft, três máscaras, uma luva e um boné pretos, um HD, um videogame, um pano preto com desenho de caveira e um computador.
Segundo o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, o adolescente planejava um ataque com arma de fogo, mas ele não conseguiu uma.
No celular do jovem, foram encontradas informações de ataques em outras escolas no país, o que indica que o crime foi planejado.
O adolescente que planejou e executou um ataque na escola estadual Thomazia Montoro, na zona oeste de São Paulo, será encaminhado para as Varas Especiais da Infância e da Juventude, no Brás, no centro de São Paulo.

Unidade de Saúde do Soledade II recebe visita técnica da Comissão de Saúde

A Comissão de Saúde, Previdência e de Assistência Social da Câmara Municipal de Natal realizou na tarde desta segunda-feira (27) uma visita à Unidade de Saúde da Família do Conjunto Soledade II, na Zona Norte, a fim de verificar o andamento dos trabalhos, identificar possíveis problemas e providenciar soluções. Participaram do encontro os vereadores Herberth Sena (PSDB), Camila Araújo (União Brasil) e Peixoto (PTB).
Durante o encontro, os servidores da instituição apontaram problemas como falta de profissionais, especialmente médicos, escassez de insumos, medicamentos e equipamentos, além de perdas para os profissionais que exercem funções gratificadas. Segundo a comissão formada pelos funcionários, as deficiências enfrentadas na unidade estão comprometendo a qualidade do atendimento ofertado à comunidade.
O presidente da Comissão de Saúde, vereador Herberth Sena, disse que após ouvir os servidores, o colegiado dará início a encaminhamentos na tentativa de melhorar a situação da Unidade de Saúde. “Tomamos nota de todas as dificuldades que os trabalhadores da saúde vivenciam aqui para cobrar do Executivo medidas no sentido de solucionar as questões. Na próxima quarta-feira teremos, inclusive, uma reunião com o secretário de Saúde de Natal, George Antunes, funcionários e usuários para tentar encontrar um alinhamento”.
Por sua vez, o vereador Peixoto destacou a união da equipe da USF do Soledade II na busca por melhorias. “Os servidores estão mobilizados e empenhados em mudar a realidade do seu ambiente de trabalho. Abraçaram a causa, procuraram a Câmara Municipal e estabeleceram um diálogo permanente com a classe política. Estão de parabéns pela luta!”. Na sequência, a vereadora Camila Araújo chamou atenção para adversidades estruturais constatadas no prédio. “A sala de reuniões não está climatizada, sendo que três aparelhos de ar-condicionado estão quebrados. Faz-se, então, necessário fazer estes reparos o mais rápido possível”.
Cristina Lopes, enfermeira, falou em nome da equipe da unidade. “Precisamos, com urgência, de mais profissionais e insumos para prestar um atendimento eficiente para os cidadãos que dependem do SUS. Porque a ausência de servidores dificulta o acesso da população aos serviços. Temos uma população que gira em torno de 13 mil pessoas, das quais muitas são diabéticas e hipertensas, mas apenas dois médicos estão presentes para atender, o que torna impossível contemplar a todos. Então, dependemos da mediação do Legislativo para nos ajudar a reverter este quadro”.
Texto: Junior Martins
Fotos: Elpídio Júnior

Um arrombado desse!

Colunista revela o verdadeiro motivo do cancelamento do show de Drake no Lollapalooza
O cancelamento do show de Drake no Lollapalooza Brasil continua rendendo na web. De acordo com informações do colunista Leo Dias, do Metrópoles, o cantor cancelou o evento após ficar desanimado com o público brasileiro e a quantia que iria receber da organização do festival.
Acostumado com cachês de 10 milhões de dólares na Europa, Estados Unidos e Arabia Saudita, o rapper não gostou de ser constatado por US$ 4 milhões, o equivalente a mais de R$ 21,2 milhões, sendo o maior valor pago pelo Lollapalooza.

Além do dinheiro, o artista detonou a postura dos fãs brasileiros, afirmando que a plateia era exigente, desanimada e cantava as letras de suas músicas em inglês de forma errada, o que acabava o irritando.

Professora evitou tragédia ainda maior

Vídeo mostra momento em que professora imobiliza agressor para salvar vítima de ataque em escola de SP
Uma professora morreu e outras três ficaram feridas. Um aluno também foi atingido e sofreu ferimento no braço. Caso ocorreu na manhã desta segunda-feira (27) na E.E. Thomazia Montoro, na Vila Sônia.
O que se sabe sobre ataque em escola estadual de SP
Assista ao próximo

Cancelar
Assista também


Reveja


Reproduzir vídeo

O que se sabe sobre ataque em escola estadual de SP
Uma professora da Escola Estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, Zona Sul de São Paulo, imobilizou o estudante que atacou educadores e alunos dentro da sala de aula na manhã desta segunda-feira (27) e outra o desarmou.
Câmeras de segurança da unidade registraram o momento em que ela contém o agressor para salvar outra vítima (Veja acima).
Segundo o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, o ato evitou uma tragédia maior.
“Vale ressaltar o ato heroico da professora Cintia, de educação física. Foi ela quem imobilizou o agressor, ela que fez com que a faca fosse retirada dele. Não fosse essa ação heroica dela, certamente a tragédia teria sido muito maior”, afirmou Derrite.

Entenda o que aconteceu

Ataque ocorreu na Escola Estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, Zona Oeste da capital, na manhã desta segunda-feira (27);
Um estudante de 13 anos, do 8º ano, esfaqueou quatro professoras e um aluno dentro da escola;
Enquanto ele atacava uma das vítimas, Cinthia, uma professora de educação física, conseguiu imobilizá-lo, e outra professora, Sandra, o desarmou;
Logo depois chegaram agentes da Ronda Escolar, e o aluno foi encaminhado a uma delegacia
As cinco vítimas foram socorridas e levadas a hospitais da região;
A professora de ciências Elisabete Tenreiro, de 71 anos, levou cinco facadas. Ela teve uma parada cardíaca após ser atacada e não sobreviveu;
Ao ficarem sabendo do ataque, pais se dirigiram à escola, para retirar os filhos.
Professora imobiliza agressor para salvar vítima na escola Thomazia Montoro
Professora imobiliza agressor para salvar vítima na escola Thomazia Montoro
Ataque em escola mata professora e deixa três feridos
Ataque em escola mata professora e deixa três feridos
Quatro professoras e um aluno foram esfaqueados manhã desta segunda-feira (27) dentro da Escola Estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, em São Paulo, segundo o governo de São Paulo. Uma das professoras morreu.
Elisabete Tenreiro, 71 anos, teve uma parada cardíaca e morreu no Hospital Universitário, da USP.
Inicialmente, a polícia havia informado que dois alunos tinham sido atingidos. Um deles, porém, foi socorrido em estado de choque, mas sem ferimentos.
A outra criança ferida sofreu um corte no braço e foi levada a um hospital da região. Segundo a mãe de outro aluno, ele tentou salvar uma das professoras e ficou ferido superficialmente.
Uma das professoras foi levada para o Hospital das Clínicas e o outra para o Hospital Bandeirantes.
O secretário estadual da Educação, Renato Feder, disse que o agressor tinha pedido transferência e estudava na unidade desde o começo deste ano.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) que cumpre agenda fora do país, lamentou por meio das redes sociais “Não tenho palavras para expressar a minha tristeza”, escreveu ele. O estado de São Paulo decretou luto de três dias pela morte da professora.
O prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), também lamentou o ataque. “Uma tragédia que nos deixa sem palavras”, disse.

Professores e alunos foram esfaqueados na Escola Estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, em São Paulo, no dia 27 de março de 2023 — Foto: Cristina Mayumi/TV Globo
De acordo com a Polícia Militar, o agressor, um aluno do oitavo ano, foi contido pelos policiais e levado para o 34° DP, onde o caso está sendo registrado.
Na porta da escola, pais relataram à reportagem da TV Globo que agressões físicas entre os alunos são constantes na escola.
Professoras e um aluno são esfaqueados dentro de escola estadual


5 fotos

Incidente ocorreu na manhã desta segunda-feira (27) na E.E. Thomazia Montoro, na Vila Sônia

Atentado em escola em São Paulo — Foto: Arte/g1

Dentista de famosos é acusada de mostrar o chibiu para funcionários

Dentista é acusada de assédio sexual: “Ela abaixava as calças, mostrava as partes íntimas, passava a mão e fazia cheirar”
março 27, 2023
Ex-funcionários de uma clínica odontológica de luxo de São Paulo denunciam a proprietária, Larissa Bressan, por assédio moral e sexual. Ela nega as acusações. Eles dizem que a cirurgiã-dentista obrigava os subordinados a tirarem a roupa na frente de colegas e que ela própria se despia no meio do expediente.
O Fantástico ouviu 11 ex-funcionários da Hiss Clinical. Todos relataram os mesmos toques inapropriados e o constrangimento sexual por parte da ex-chefe. Tem gente que trabalhou um dia só; outros, alguns meses, e poucas pessoas, por mais de um ano.

“Ela abaixava as calças, mostrava as partes dela íntimas. E ela passava a mão, fazia as pessoas cheirarem”, relata uma ex-funcionária.
“Com os pacientes, ela era a doutora perfeita. Mas, por trás daquelas paredes com os funcionários, era totalmente diferente”, diz um ex-funcionário.
Os ex-empregados disseram que abandonaram o consultório porque, além das situações de assédio, eram obrigados a participar quase que diariamente de reuniões em que Larissa berrava e os ameaçava. Bastava um deslize de alguém para o dia se transformar em um pesadelo.
O Fantástico teve acesso a áudios gravados nessas reuniões:
“Como é que você me pega uma coisa que é 110 e me enfia 220 se tem uma etiqueta gigantesca com 110? Não acredito, vocês queimaram o motor elétrico de novo. Eu juro por Deus, que se eu tivesse a possibilidade, se eu pudesse, eu te jogava do 12º andar”, diz a dentista.
O perfil dos funcionários era quase sempre o mesmo: jovens, muitas vezes no primeiro emprego, sem ensino superior e que dependiam do salário de pouco mais de R$ 1 mil.
Na semana passada, dois ex-funcionários entraram na Justiça trabalhista contra a ex-chefe. As primeiras audiências entre Larissa e os ex-empregados já foram marcadas.
A defesa dela disse, em nota, que “em 11 anos de consultório, nunca houve notícia a respeito dos fatos” narrados na reportagem nem “qualquer reclamação formal”, que “em nenhum momento esses funcionários a procuraram para uma conversa”. Afirmou também que “os ataques à honra da cirurgiã-dentista começaram após a demissão de um funcionário”. E que ela é alvo de uma “campanha de discurso de ódio”, “com intuito de prejudicar alguém que sempre levou muito a sério sua profissão”.
Com informações do G1

“Ela passava a mão no chibiu e obrigava a nozes a cheirar” disse um funcionário

Rolar para cima