Hoje Natal e mais 20 municípios amanhecem sem ônibus , sem aulas , sem comércio …..e sem governadora. Os brandidos tem tanta certeza da incompetência do governo do RN que atacaram ontem e tocaram fogo em uma delegacia em pirangi do Norte.
A Câmara Municipal de Natal suspendeu a sessão ordinária desta terça-feira (14), devido ao recolhimento da frota de veículos do serviço de transporte público, em virtude dos recentes ataques ocorridos na cidade desde ontem. “A medida teve como objetivo resguardar a segurança dos servidores do Poder Legislativo Municipal, especialmente dos que dependem do transporte público de passageiros”, ressaltou o presidente da Casa, vereador Eriko Jácome.
Nunca na história do Rio Grande do Norte se viu uma noite de terror como ontem 14 de março. Foram ataques simultaneamente em 15 municípios gerando destruição e morte. O dono de um supermercado localizado no bairro Nazaré, zona Oeste de Natal, foi assassinado durante um assalto ao estabelecimento durante a noite de terror nunca antes vista.
O proprietário, conhecido com Zezinho, reagiu à ação criminosa, foi alvo de disparos, chegou a ser socorrido mas chegou sem vida ao Pronto-Socorro Clóvis Sarinho. O que se viu foi um população assustada, vias congestionadas, corre corre, estabelecimentos sendo fechados por conta da tomada do estado pelas facçoes. E a pergunta é: CADÊ O GOVERNO DO ESTADO? O senador STYVENSON denunciou que os ataques conhecidos como “SALVE” foram anunciados previamente e a governadora simplesmente ignorou os ataques. Será que a governadora será afastada por negligência como aconteceu em Brasília nos ataques do dia 8 de janeiro ? Será que o secretário de segurança sabendo dos ataques será preso como foi o secretário do Distrito Federal? São perguntas que precisam serem feitas para que pessoas realmente comprometidas com a sociedade possa garantir sua própria segurança. A conclusão é clara, o RIO GRANDE DO NORTE ESTÁ NAS MÃOS DAS FACÇOES. FATO
Em vídeo, universitárias de Bauru debocham de colega de sala de 40 anos As três estudantes de uma universidade particular de Bauru (SP) que debocharam de uma colega de faculdade por ter mais de 40 anos podem responder na Justiça pelo episódio, que viralizou em um vídeo e gerou indignação nas redes sociais. Para saber as possíveis consequências jurídicas, o g1 ouviu a advogada Gisele Truzzi, especialista em direito digital e sócia fundadora da Truzzi Advogados, e a delegada de polícia Raquel Gallinati, diretora da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil e embaixadora doInstituto Pró-Vítima. As três, que são maiores de idade, podem, em tese, vir a responder por: Injúria: que é ofender a dignidade ou a honra de alguém. A pena pode ser de detenção, de um a seis meses, ou multa. Difamação: que é ofender a reputação de alguém, mesmo que o fato seja verídico. A pena pode ser de detenção de três meses a um ano, e multa. Violência psicológica: queé causar dano emocional à mulher mediante constrangimento e ridicularização, entre outros pontos. A pena é de reclusão de seis meses a dois anos e multa. Elas estão sujeitas aos crimes de injúria e difamação, que dependem de representação, que são crimes contra a honra tanto subjetiva quanto objetiva, e também o crime de violência psicológica, que se encaixa perfeitamente nas atitudes. — Raquel Gallinati, diretora da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil No entendimento de Gallinati, as três universitárias, que estudam biomedicina, quando dizem que a colega com mais de 40 anos “não consegue ou não é capaz de aprender novas atividades no âmbito acadêmico” incorrem em violência psicológica ao fazerem com que se sinta diminuída. ‘Sempre teve o sonho de estudar e nunca teve oportunidade’, diz sobrinha ‘Velhofobia’: saiba o que é etarismo e como o preconceito surge no dia a dia Para Truzzi, o trio pode ser enquadrado no crime de injúria por ter mencionado palavras, expressões e adjetivos negativos que afetam a imagem da vítima. E a especialista ressalta que não adianta apagar o vídeo. “Sendo elas maiores de idade, por mais que apaguem o conteúdo que publicaram na internet, o crime já foi praticado. É um crime instantâneo”, afirma a advogada. Veja crimes pelos quais universitárias podem responder por debochar de colega de 40 anos A publicação feita na sexta-feira (10) no Twitter já passa de três milhões de visualizações. No vídeo, uma das universitárias ironiza: “Gente, quiz do dia: como ‘desmatricula’ um colega de sala?”. Logo depois, outra responde: “Mano, ela tem 40 anos já. Era para estar aposentada”. “Realmente”, concorda a terceira. Em seguida, a estudante que grava o vídeo diz: “Gente, 40 anos não pode mais fazer faculdade. Eu tenho essa opinião”. Elas chegam a dizer que a mulher “não sabe o que é Google”. (Veja o vídeo acima.) No mesmo dia, estudantes manifestaram apoio à aluna, Patrícia Linares, e entregaram flores, cartas e chocolate a ela.
Patrícia recebe flores de colegas após ser vítima de etarismo na universidade. — Foto: Arquivo Pessoal Segundo Truzzi, mesmo que peçam desculpas e se retratem, o “crime já foi praticado, porque foi no momento em que a ofensa foi proferida”. Não tem como ‘desdizer’ o que você já disse. Eu falo que palavras são como flechas. A partir do momento em que a gente as dispara, elas não voltam mais. Então, você pode apagar uma postagem, mas o ilícito já foi praticado e, se a pessoa tem prints disso ou baixou o conteúdo ou fez o download do material, ela tem como comprovar a situação. — Gisele Truzzi, advogada especialista em direito digital Ao g1, uma das universitárias disse no sábado (11) que estão arrependidas do que falaram e que o vídeo foi uma “brincadeira de mau gosto”. Ela contou que as imagens foram postadas inicialmente no “close friends” do Instagram (recurso que permite que o usuário selecione seguidores específicos), mas acabou saindo da roda de amigos e viralizou. “Nunca foi na intenção de dizer que pessoas de mais idade não podem adquirir uma graduação, pois não tenho esse pensamento. Foi uma fala imprudente e infeliz que tomou uma proporção que não imaginávamos”, disse. Neste domingo, a reportagem voltou a tentar contato com as três envolvidas, mas não atenderam às chamadas. O g1 conversou com a vítima do caso, que cursa o primeiro ano da faculdade, mas ela preferiu não dar entrevista por enquanto.
Possibilidade de acordo
De acordo com Gisele Truzzi, especialista em direito digital, o processo pode resultar em um acordo e retratação, com a substituição da pena pelo pagamento de cestas básicas e prestação de serviços comunitários, por exemplo. A retratação, exemplifica a advogada, pode ser a publicação de um vídeo ou mensagem pedindo desculpas por um determinado tempo na internet. Outra possibilidade é a publicação da sentença nas suas próprias redes sociais como um pedido formal de desculpas. A advogada alerta ainda que há ainda o risco de essas universitárias terem prejuízos futuros. “A internet não nos deixa esquecer. Então, o que essas moças fizeram pode ser extremamente negativo para elas lá na frente, como em um processo seletivo”, afirma. O vídeo das estudantes foi compartilhado por várias pessoas nas redes sociais, inclusive pela sobrinha da vítima. Em uma publicação na rede social, ela desabafou sobre o episódio. “Ela sempre teve o sonho de estudar e nunca teve oportunidade. Hoje, ela conseguiu entrar em um curso que ela sempre quis e estava muito feliz e animada para começar as aulas, e daí surgem três meninas que só vivem na própria bolha, gravando vídeo zombando pela minha tia ser a mais velha da turma”, disse.
Sobrinha da estudante de 40 anos se manifestou sobre o caso em Bauru em uma rede social — Foto: Instagram/Reprodução
O que diz a universidade
A Unisagrado publicou uma nota na rede social horas depois, mas sem fazer menção direta ao caso. No comunicado, afirma que não compactua com qualquer tipo de discriminação e que acredita que “todos devem ter acesso à educação de qualidade, desde pequenos até quando cada um quiser, porque educação é isso: autonomia”. A publicação também diz que “as oportunidades não são iguais para todo mundo em todos os momentos da vida. Sabemos, por exemplo, que os pais, muitas vezes, abrem mão da sua formação para oferecer as melhores oportunidades para seus filhos e, somente depois, optam por se profissionalizarem”.
Universidade publicou nota de posicionamento horas depois — Foto: Instagram/Reprodução Ao g1, a assessoria da universidade disse que está tomando medidas em relação às universitárias envolvidas no caso. “Mas por respeito a todos os envolvidos estamos trabalhando no âmbito institucional e não divulgaremos”, disse. De acordo com uma das jovens que aparece no vídeo, a faculdade orientou as estudantes e “deu a oportunidade de recomeçar e amadurecer, mudar nossos pensamentos e perceber que comentários assim, sendo brincadeira ou não, são levados muito a sério”. Etarismo é o nome dado à discriminação e ao preconceito relacionado com a idade de uma pessoa. Essa repulsa pode resultar, inclusive, em violência verbal, física ou psicológica. No dia a dia, o etarismo pode se manifestar de diferentes maneiras: como piadas, infantilização ou atitudes que geram exclusão da vítima. No meio profissional, esse preconceito também se mostra em postagens de candidaturas de vagas de emprego com limite de idade ou em frases como “você está velho para isso”. As denúncias de violações de direitos humanos podem ser feitas de maneira anônima pelo Disque Direitos Humanos, o Disque 100.
Veja os crimes pelos quais universitárias de SP podem responder ao debochar de colega por ter mais de 40 anos
Em vídeo que viralizou nas redes sociais e gerou indignação, estudantes de uma universidade particular de Bauru dizem que alguém com essa idade deveria estar aposentado.
O senador STYVENSON VALENTIM enviou ofício ao Ministro da justiça FLAVIO DINO implorando socorro. O senador explica que o estado vive em total abandono pelo governo do estado e denuncia que governadora não utilizou as verbas destinadas a investimentos na SEGURANÇA PÚBLICA, e por conta disso o crime organizado tomou o poder do estado.
O senador STYVENSON ocupará a tribuna do senado federal hoje as 14 horas para mostrar para todo Brasil o caos que vive o estado do RIO GRANDE DO NORTE.Senador STYVENSON denúncia que as fações criminosas dominaram o RN
Estudante é encontrado morto em setor de aulas da UFRN – Portal 98 FM Natal Um aluno da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN foi encontrado morto na manhã desta terça-feira (14) no campus central, em Natal. Ao saber do ocorrido, a equipe de segurança se deslocou até o setor de aulas I e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A identidade da vítima ainda não foi divulgada. Segundo informações extraoficiais, ele teve um mal súbito. Através de uma nota, a instituição confirmou o falecimento do estudante, que cursava Ciências Econômicas. Confira a nota na íntegra: “A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) informa, com profundo pesar, o falecimento de um estudante do curso de Ciências Econômicas, na manhã desta terça-feira, 14, no Setor I do Campus Central. A direção do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) e a Diretoria de Vigilância Patrimonial (DSP) prestaram o apoio necessário, para garantir o trabalho do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP). A causa do óbito ainda não foi identificada. Diante do ocorrido, a UFRN lamenta o falecimento e presta solidariedade aos familiares e amigos do estudante”. Com informações da Tribuna do Norte
No começo da tarde de ontem o senador STYVENSON esteve em Macaíba conhecendo o local onde será construído o futuro batalhão da PM do município através de recursos do nosso mandato. O valor estimado da obra será de R$ 1,1 milhão. Assim é o nosso mandato. Além de destinar recursos, fiscalizamos e cobramos o bom uso de cada centavo.
Vídeo: segurança é morto com tiro na cabeça em supermercado no litoral Segurança de supermercado foi morto com tiro na cabeça em frente a clientes em São Vicente, no litoral de SP; polícia investiga o caso São Paulo – O segurança de um supermercado foi morto com um tiro na cabeça na frente de clientes na noite desse sábado (4/3), em São Vicente, no litoral sul de São Paulo. O crime contra o homem de 32 anos foi registrado por uma câmera de segurança do supermercado (veja o vídeo abaixo). O estabelecimento fica na avenida Marcolino Xavier de Carvalho, na Cidade Náutica, em São Vicente. Nas imagens, é possível ver um suspeito se aproximando da vítima, que está de camisa azul em frente ao balcão do açougue. O atirador dispara na direção da cabeça do segurança, que estava de costas. Segundo relato de testemunhas à Polícia Militar, ao menos dois suspeitos participaram do crime. Eles teriam fugido na sequência sem roubar nada. A morte do segurança foi constatada ainda no local por uma equipe do Samu. O caso foi registrado como homicídio na delegacia de São Vicente. Segundo veículos locais, esse é o segundo atentado no mesmo supermercado em menos de três meses. Em dezembro, um outro segurança foi baleado nas pernas e nas costas enquanto cobria o turno de um colega. Ele passou por cirurgia e sobreviveu ao ataque.Imagens +18 segurança é morto Com tiro na cabeça
Médico é preso suspeito de violência sexual contra paciente grávida em Tucuruí
Após sofrer a agressão sexual, durante consulta pré-natal, ela foi à delegacia e o suspeito foi detido em sua residência e está à disposição da Justiça
Tucuruí/PA – O médico João Batista Mafra, de 76 anos, vinculado a uma rede particular, foi preso em flagrante e autuado pelo crime de violência sexual mediante fraude, no município de Tucuruí, região sudeste do Pará. Segundo a Polícia Civil, a vítima, grávida de nove meses, fazia acompanhamento pré-natal e procurou a Seccional Urbana para denunciar o caso. O acusado foi preso na tarde de sábado (11/3), na casa dele. “A genitora, preocupada com a gestação, procurou atendimento médico em uma rede hospitalar particular de Tucuruí. Durante a consulta com o médico, ela foi informada de que o bebê estava bem e não precisava se preocupar. Em seguida, o suspeito pegou uma pomada e, sem o consentimento da vítima, passou a mão nas partes íntimas da mulher e, após, informou que iria fazer um procedimento. A ação criminosa consistiu em atos libidinosos que envolviam toques genitais e conjunção carnal sem o seu consentimento. De imediato, a paciente, após sair da unidade de saúde, procurou a Policia Civil e denunciou o caso”, informou o delegado Thiago Mendes, da Superintendência do Lago de Tucuruí. Após tomarem conhecimento do crime, os policiais plantonistas iniciaram as diligências para localizar o médico, que foi preso em sua residência. Durante os procedimentos na unidade policial, João Batistas Mafra recebeu voz de prisão e encontra-se à disposição da Justiça. A vítima será acompanhada por equipe multidisciplinar. Também foram requisitados exames sexológicos para coleta de indícios do crime. O crime está previsto no artigo 215 do Código Penal. Esse artigo diz que é crime: Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com alguém, mediante fraude ou outro meio que impeça ou dificulte a livre manifestação de vontade da vítima. A pena é de reclusão, de dois a seis anos. Denúncias – A Polícia Civil reforça que, qualquer tipo de violência ou abuso contra a mulher, pode ser denunciado por meio 190 do Ciop, o canal do Disque-Denúncia, pelo número 181, ou pelo aplicativo WhatsApp da Iara, pelo número 91 98115-9181. Além disso, as denúncias também podem ser feitas diretamente nas delegacias especializadas no atendimento à Mulher (DEAMS) ou em qualquer unidade policial.