Agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), com apoio do Departamento Geral de Polícia Especializada, foram até um resort de luxo em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio, onde o cantor estava hospedado. Filipe Ret foi detido e levado até a sede da DRE, na Cidade da Polícia.O celular do cantor, aparelhos eletrônicos e drogas foram apreendidos. Os agentes foram em outros endereços ligados ao artista. Filipe Ret é investigado por tráfico de drogas em sua festa de aniversário chamada de “open back”. A comemoração dos 38 anos do rapper aconteceu no dia 22 de junho, no Vivo Rio, casa de shows na zona sul do Rio. No local, foi distribuído balde de maconha para os convidados. A festa contou com a presença de famosos, como o ex-jogador Ronaldo Fenômeno, os surfistas Pedro Scooby e Italo Ferreira, os cantores PK Delas, Mc Maneirinho, entre outros. O espaço Vivo Rio também foi alvo da operação. Segundo os investigadores, a administração da casa de show se negou a fornecer, na íntegra, as imagens do dia em que Filipe Ret promoveu uma festa na qual, supostamente, houve distribuição gratuita de droga.As investigações começaram no dia seguinte ao evento, quando Filipe Ret postou em suas redes sociais, imagens e textos que faziam referência à distribuição de maconha aos convidados. “Fornecer droga, ainda que gratuitamente, é tráfico”, disse o delegado titular da DRE, Marcus Amim. O material apreendido será investigado e os agentes darão continuidade ao inquérito para identificar todos os envolvidos no crime. Nas redes sociais, Filipe Ret reúne mais de 7 milhões de pessoas.Momento da prisão do Rapper Filipe Ret
Nesta quinta-feira, 14/07, um vídeo que circula em grupos de WhatsApp mostra o momento em que um homem é morto com um golpe de faca no pescoço dentro de um shopping durante uma discussão com um grupo rival.
Nas imagens, podemos observar que três rapazes aparecem discutindo com outros três e em um determinado momento, eles quase saem na porrada, no entanto, um deles puxa uma faca e eles a princípio se dispersam.
Porém, segundos após se afastarem, a vítima tenta dá um soco no rapaz que portava a faca e acaba recebendo um golpe certeiro na jugular. Ele cai no mesmo instante no chão do estabelecimento e jorra sangue até a morte.
Qualquer um pode pegar varíola dos macacos, mas no último surto, o vírus está se espalhando predominantemente entre homens gays e bissexuais. As autoridades dos Estados Unidos afirmaram na segunda-feira (18) que a maioria das pessoas afetadas relatou algum nível de atividade sexual. Isso não significa que o vírus seja sexualmente transmissível, mas as autoridades dizem que isso mostra que o contato físico prolongado é uma das principais maneiras pelas quais a varíola dos macacos está se espalhando.
Na noite de segunda-feira, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA contabilizava 1.972 casos prováveis ou confirmados da doença no país.
Na última quinta-feira (14), um homem de 55 anos foi preso no distrito de Pipa, um dos principais pontos turísticos do Rio Grande do Norte, acusado de importunação sexual contra a atendente de uma sorveteria local. O homem tem nacionalidade norte-americana e foi detido pela Polícia Militar após mostrar o pênis para uma funcionária da lanchonete que estava atendendo-o. O crime foi flagrado por câmeras de segurança do próprio estabelecimento e o homem foi contido por um funcionário da casa até que a PM chegasse ao local. Segundo os militares, o relato consta que o autor do crime teria feito a ação duas vezes, sendo que em apenas um dos momentos foi percebida pela vítima. Ouvindo o relato, os policiais deram voz de prisão ao homem e o encaminharam para a Delegacia da Praia da Pipa para os procedimentos cabíveis. O vídeo do ato criminoso foi parar nas redes sociais e em uma das publicações, o perfil oficial da sorveteria relatou que todas as medidas foram cabíveis foram tomadas e as autoridades acionadas levaram o acusado que foi preso em flagrante. Novo Notícias
Devido ao impasse entre regiões brasileiras, o ministro do STF Alexandre de Moraes deu 48 horas para o presidente Bolsonaro explicar pq fala bolacha e não biscoito. Ambos são corretos, mas “biscoito” entrou primeiro na língua portuguesa, e esse é o único critério em que é possível apontar o verdadeiro, disse o ministro do STF. Os dois termos são equivalentes no que diz respeito à legislação e também são ambos válidos quando se aplica sua etimologia ao modo que o alimento é produzido hoje no Brasil porem a de se respeitar a antiguidade do termo Biscoito e não Bolacha.
A música cover Assalto Perigoso, de Melody, foi retirada do YouTube e do Apple Music após a funkeira, de 15 anos, se envolver em uma briga com Anitta, de 29, neste fim de semana. Tudo começou quando Anitta disse que Melody não é profissional. Irritada, a adolescente rebateu a crítica. Ela afirmou que a artista — que um dia foi sua ídola — não consegue chegar ao topo das paradas de uma forma orgânica, como ela.
Porém, Anitta, que vem trabalhando em sua carreira internacional, lembrou que Melody alcançou o Top 1 no Brasil com Assalto Perigoso, uma versão de Positions, música de Ariana Grande. E que os fãs da artista fizeram com que isso chegasse à compositora da canção, Nija Charles. Assim que viu os comentários sobre o plágio de Melody, Nija publicou: “Agora, espera aí”. A história ganha mais um capítulo. Após a postagem de Nija, Assalto Perigoso foi derrubada da conta oficial de Melody no YouTube e não está mais disponível no Apple Music. A canção ainda pode ser ouvida na Deezer e no Spotify.
“Comprem pelo amor de Deus “ As ações da Magazine Luiza (MGLU3) voltaram a cair nesta sexta-feira (1º/7). Pela manhã, por volta das 10h30, os papéis eram comercializados a R$ 2,28 na B3, a Bolsa de Valores do Brasil. Além desta, as companhias Americanas e Sul América lideram as quedas. O pregão acaba às 17h. Essas corporações acompanham movimento da própria Ibovespa, que recuou 0,47%, a 98.075 pontos, às 10h28 (horário de Brasília). O caso do Magazine Luiza, porém, vem desde muito antes. Apenas no mês de junho, o recuo da empresa chegou a 30%. A fortuna da proprietária, Luiza Trajano, também caiu, e ela saiu da lista de bilionários da Forbes. O patrimônio da empresária registra redução desde junho de 2021, quando bateu recorde ao atingir US$ 5,6 bilhões (R$ 28,6 bilhões). Trajano ocupava a 26ª colocação no ranking brasileiro e a posição 2.076 em âmbito mundial.Magalu ladeira abaixo
Carlos Eduardo Alves sentiu! Até semana passada o Bolsonarista e hoje petista Carlos Eduardo Alves nunca tinha dado cabimento sober a candidatura de Rafael Motta ao senado, massssssss…..parece que Carlos Eduardo Alves sentiu. Ele agora partiu pra cima de Rafael Motta acusando o boy magia de num sei quê, num sei que mas lá, e que Rafael Motta está trabalhando para eleger O ex-ministro Rogério Marinho. Numa briga entre Rafael Motta e Carlos Eduardo Alves eu torço pela briga.
Países como Portugal, Espanha, Inglaterra e França estão enfrentando uma onda de calor extremo que já causou mais de mil mortes, é gatilho para uma série de incêndios florestais e provoca enorme preocupação das autoridades.
Em entrevista publicada neste domingo (17/7) pelo jornal francês Le Monde, o meteorologista François Gourand, do serviço meteorológico estatal, previu “um apocalipse de calor” para regiões ao sudoeste do país na segunda-feira (18), com a certeza de que os recordes históricos de maiores temperaturas serão quebrados, com os termômetros superando os 40ºC.
Rogério Marinho foi relator da reforma trabalhista
A economia será tema central no embate entre os candidatos a presidente, e o emprego será sem dúvida questão de destaque. Um alvo já foi escolhido: a reforma trabalhista feita em 2017 no governo Michel Temer, torpedeada por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Ciro Gomes (PDT). Enquanto o ex-presidente diz que “a mentalidade de quem fez a reforma trabalhista é escravocrata”, Ciro afirma que foram dados “golpes profundos” contra o trabalhador e, embora reconheça que tenham sido feitas atualizações necessárias na legislação, defende “diálogo” para “corrigir distorções”. Os termos são vagos, não passam de chavões e revelam, sobretudo, desinformação. A reforma quebrou a rigidez histórica da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de herança varguista, para trazer avanços como a validade jurídica dos acordos fechados entre empregado e empregador à margem da legislação (precedência do “negociado” sobre o “legislado”). Se forem consultadas as estatísticas, é inequívoca a constatação do êxito. Com exceção dos meses afetados pelo efeito paralisante da pandemia, a nova regulamentação do mercado contribuiu de modo decisivo para a criação de empregos formais. Um bom exemplo é o ano de 2018, quando a reforma entrou em vigor: foram criadas 529.554 novas vagas formais, já descontadas as demissões, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Foi o primeiro saldo positivo em quatro anos e o melhor resultado desde 2013. De 2018 até maio passado, o saldo de novas vagas formais alcançou 4.798.117. Em 2020 houve um baque negativo, com perda de 192.555 vagas em razão da pandemia. Naquele ano, a metodologia do Caged também ficou mais abrangente, dificultando comparações com períodos anteriores. Mesmo com o efeito da pandemia, de 2020 até maio de 2022, o saldo foi de 3.624.484 novas vagas preenchidas (277.018 só em maio). No acumulado dos primeiros cinco meses deste ano, as contratações líquidas chegaram a 1.051.503. O total de empregados com carteira assinada alcançou um recorde: 41,72 milhões. A melhora do mercado de trabalho é confirmada pela queda no índice de desemprego medido pelo IBGE. De abril a maio, ele recuou de 10,5% para 9,8%. Foi a primeira vez que ficou em um dígito em mais de seis anos. Os 10,6 milhões de desempregados sem dúvida representam um problema social grave. A mão de obra informal também continua em nível inaceitável, acima de 40%. Mas a taxa de desemprego estrutural que os economistas avaliam como não inflacionária para um país com as características do Brasil não está muito distante da atual. E sem dúvida a reforma trabalhista contribuiu para deter a alta que a pandemia provocou na informalidade. Um dos pontos mais controversos da reforma é a regra que transfere ao reclamante na Justiça do Trabalho — o empregado — o custo do advogado do empregador, se derrotado na causa. A intenção é reduzir os casos em que o empregado sabe não ter direito à reclamação, mas instaura o processo mesmo assim, confiando no histórico pró-trabalhador da Justiça Trabalhista. Antes da reforma, se perdesse, nada aconteceria. Agora, é obrigado a desembolsar entre 5% a 15% dos honorários dos advogados. O efeito da regra foi o previsto. Despencaram os processos. Em 2017, as varas trabalhistas receberam 2,63 milhões de novas causas. No primeiro ano de vigência das novas regras, o volume caiu para 1,73 milhão. No ano passado, foi de 1,53 milhão. Menos processos, custo menor para as empresas e maior segurança jurídica para contratação. Pesquisadores da USP e do Insper cruzaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e de processos no Tribunal Regional do Trabalho da Grande São Paulo entre 2008 e 2013. Usando técnicas para simular como se comportariam empresas e empregados sem a reforma, concluíram que o fim da litigância descabida permitiu criar 1,7 milhão de novos empregos e reduzir o desemprego em 1,7 ponto percentual. Tal resultado não é surpresa. Um dos principais motivos para a bancarrota de pequenas e médias empresas são justamente as dívidas trabalhistas, que diminuíram com a reforma. “Os grandes beneficiários da reforma são aqueles que ganharam um emprego que não existiria sem as mudanças e as pequenas e médias empresas, que passaram a ter maior segurança jurídica para contratar”, diz o economista Raphael Corbi, da USP, um dos autores do estudo. Duas razões impedem o emprego de crescer ainda mais. A primeira é circunstancial: a alta dos juros, necessária para conter a inflação há mais de um ano em dois dígitos e ainda perto de 12%. A contração monetária inevitavelmente afeta o crescimento da economia, no momento em que o mercado de trabalho demonstra vitalidade. A segunda razão é estrutural. A economia brasileira é fortemente dependente de atividades de baixa produtividade, e nem sempre há mão de obra capacitada para ocupar os postos de trabalho mais valorizados. É, por isso, necessariamente alto o desemprego estrutural (em torno de 9% ou mais). Aquecer o mercado de trabalho artificialmente para derrubar a taxa abaixo desse nível aumenta a pressão inflacionária. Superar o desafio do desemprego estrutural exige investimento em produtividade e qualificação profissional. É com isso que o próximo presidente deveria se preocupar, em vez de apostar no retrocesso ou de tentar revogar uma reforma trabalhista que comprovadamente deu certo. O GloboJornal O GLOBO assume o sucesso de Rogério Marinho na reforma trabalhista.