Porque atores da Rede Globo odeiam Bolsonaro? Descubra
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A reportagem do Metrópoles tentou, por dois dias seguidos, marcar uma consulta com o doutor peludo e infectologista no Núcleo Cardiológico de Brasília (NCB), clínica particular no Sudoeste, bairro nobre da capital federal. Apesar de Lino conhecido como o doutor peludo dizer que as filmagens foram feitas durante o expediente, não há evidência de que as gravações tenham ocorrido no local.
Nesta terça-feira (24/5), o administrador da unidade de saúde informou que o especialista havia sido desligado do corpo médico da instituição particular. “O Dr. Lino ou doutor peludo não trabalha mais na clínica e sobre essa denúncia no CRM não tenho conhecimento e nem fui notificado”, afirmou Josué Cardoso.
Um recado foi deixado na unidade de saúde para que o doutor peludo retornasse as ligações da reportagem, mas sem sucesso. Houve tentativa de contato também por meio das redes sociais, igualmente sem retorno. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações.
Acionado, o Conselho Regional de Medicina (CRM-DF) adiantou que um procedimento vai apurar a conduta ética do profissional de saúde. A investigação, porém, ocorrerá em caráter sigiloso. “O CRM-DF investigará a denúncia através de uma sindicância. O procedimento correrá em sigilo para verificar se há indícios de infração ética”, afirmou.
Ativista no combate à disseminação do HIV/Aids,Christiano Ramos, que preside a organização não governamental Amigos da Vida, criticou a postura do profissional de medicina. Segundo ele, a prática, por mais que seja consentida, reforça a combatida irresponsabilidade sobre o sexo sem proteção.







De acordo com a publicação britânica, as coisas começaram a mudar para valer em 1997, quando, já com mais de 60 anos, quando o ex-padre, sentiu atraído por um grupo de homens que circulava pelo campus universitário em que trabalhava como ministro religioso, dando-se conta de que era homossexual.Foram precisas mais duas décadas ainda para que ele, em 2017, fizesse seu primeiro filme pornô como ex-padre. “Meu colega de quarto me perguntou se eu participaria de um filme.
Fui convidado, eu era um ex-padre não tinha mais vínculos com a igreja, e de repente toda essa atenção vem para mim”, recordou durante o documentário “OAPS On The Game: The Sex Business”, citado pelo The Sun e lançado à época de sua estreia no cinema adulto.Hoje, além de filmar conteúdo erótico, o ex-padre atua como reverendo e cobra entre US$ 75 e US$ 375 para ministrar sessões de ‘intimidade sagrada’ a pessoas interessadas em otimizar sua vida sexual. Para se habilitar a este ofício, o ex-padre se dedicou por três anos ao estudo intensivo do Tantra. “Se aceito o ‘título’ de ‘ministro da educação erótica’, significa a erradicação das falsas mensagens instaladas pela sociedade de que o sexo é, na melhor das hipóteses, suspeito e, na pior, maléfico – e que sua prática é severamente constrangida à reprodução do espécies e não para ser apreciado”, filosofa o ex-padre.

Em nota sobre o despacho do juiz, Sergio Moro afirmou:
“A ação popular proposta por membros do PT sobre despacho do juiz sobre ação popular do PT contra mim é risível. Assim que citado, me defenderei. A decisão do juiz de citar-me não envolve qualquer juízo de valor sobre a ação. Todo mundo sabe que o que prejudica a economia é a corrupção e não o combate a ela. A inversão de valores é completa: Em 2022, o PT quer, como disse Geraldo Alckmin, não só voltar a cena do crime, mas também culpar aqueles que se opuseram aos esquemas de corrupção da era petista.”