Como o primeiro Parlamentar (de mandato) a apresentar Bolsonaro ao RN, o ex-vereador Cícero Martins chegou a perder o mandato de vereador, Provavelmente, por excesso em sua linha de extrema direita. Entre os Bolsonaristas é uma unanimidade a sua fidelidade aos princípios da Direita e isso se traduziu nos embates que teve na Câmara de Vereadores, onde conseguia barrar quase todos os projetos da esquerda, como a Comenda Marielle Franco e a Bolsa LGBTI. Com a ida do Deputado Coronel Azevedo para o PL, Cícero assume o comando do PSC no estado e deverá concorrer a uma cadeira de Deputado Federal. Perguntado se haveria essa possibilidade, Cícero foi enfático: “Estamos com uma boa nominata de Deputado Federal, e tenho o sonho de tirar as macas dos corredores do Maior Hospital do RN. Se vencer, farei do Walfredo um Hospital de referência no Nordeste”. Cícero ainda está protocolando um Documento, onde abre mão de cerca de 45.000,00 mensais para pagar “benesses”, como auxílio-moradia, combustível, gráficas etc. “Só precisarei do meu salário e as passagens para Brasília. Não quero fazer o jogo político e comprar votos. Quem desejar vender o voto, eu não sou a pessoa certa para procurar”, finalizou Cícero.
Sérgio Moro é uma das maiores decepções da história política do Brasil. Foi convidado pelo presidente Bolsonaro, foi atacado durante a VAZAJATO e no seu pior momento Bolsonaro levou ele para o Maracanã e fez o povo gritar seu nome. Saiu do governo federal vazando prints como um moleque, traindo todos ao seu redor até sua afilhada de casamento. . . Se filiou ao PODEMOS, prometeu tudo que ia até o fim, o partido gastou quase meio milhão de reais em 2 meses com ele. Fez senadores como STYVENSON e Lasier Martins de touxa, na primeira oportunidade trocou a candidatura à presidência pelo Podemos para tentar ser deputado pelo UNIÃO BRASIL, deixando todo um projeto político para trás. . Ex-candidato, ex-ministro, ex-juiz , ex-herói…atual EXTRATERRESTRE. Senador STYVENSON apostou todas as fichas em Sérgio Moro foi claro sua decepção, “FOI ELE QUEM MUDOU, NÃO EU”
TLideranças do Podemos reagiram à decisão de Sergio Moro de deixar o partido e se filiar ao União Brasil, nesta quinta-feira (31). Nos bastidores, dirigentes do Podemos investem no discurso de que o ex-juiz “traiu” a sigla.
O temor dos senadores era de que, ao manter seu título no Paraná, o ex-juiz decidisse disputar o Senado pelo estado e, com isso, inviabilizasse a reeleição do senador paranaense Alvaro Dias, líder do Podemos na Casa.
Moro então retomou negociações e fechou com o União Brasil. Isso mesmo após lideranças do novo partido deixarem claro que só o aceitariam caso ele seja candidato à Câmara dos Deputados ou no Senado por São Paulo.A filiação foi negociada pelo advogado Luis Felipe Cunha, braço direito de Moro, durante uma reunião dele com o deputado federal Júnior Bozzella (União Brasil), na tarde dessa quarta-feira (30/3), em Brasília. Após o acerto, Bozzella e Cunha viajaram na manhã desta quinta a São Paulo para encontrar o ex-juiz. A ficha de filiação foi assinada por Moro durante uma reunião em um hotel na capital paulista.
“Quero meu marido de volta em casa. Preciso dele integro para cuidar da família. Nosso patrimônio está se dilapidando, nossa família estava sendo ameaçada, o povo joga bomba. Não sei de onde vem essa raiva de quem trabalha.” (Bia Doria, a primeira-dama de SP)… . Omi leve essa melacria embora!
Todo castigo pra corno é pouco, diz o ditado popular. O Brasil jamais aceitaria ter um presidente, um homem que vazou prints de conversas de amigos, traiu pessoas de longo relacionamento, traiu quem no seu pior momento lhe estendeu a mão. . O povo brasileiro odeia “crocodilagem”, e o resultado é esse, Sérgio Moro foi abandonado pelo povo brasileiro, pelos políticos brasileiros e foi abandonado pelo seu partido político, o PODEMOS.
Presidenciável vai anunciar saída do Podemos nas próximas horas a convite de Luciano Bivar, tem como condição abrir mão da pré-candidatura neste momento . Há tempos não se via um 31 de março tão agitado.Depois de João Doria dizer a aliados que não vai mais concorrer à Presidência da República, outro que anunciará seu destino nas próximas horas é Sergio Moro (Podemos). O ex-juiz decidiu aceitar o convite de Luciano Bivar e se filiar à União Brasil. Como já publicamos, Bivar tem conversado também com Doria, Eduardo Leite e Simone Tebet sobre a candidatura única do chamado Centro Democrático. A condição prévia é que todos abandonem suas pré-candidaturas neste momento e passem a trabalhar em prol de um projeto comum. . O candidato à Presidência seria escolhido dentro de dois ou três meses, seguindo critérios a serem estabelecidos, não apenas a liderança nas pesquisas. Na segunda-feira, Moro jantou com Bivar e ensaiou um gesto de desprendimento ao dizer que o cacique “seria um ótimo vice ou cabeça de chapa“. É um terremoto político.
O apresentador José Luiz Datena (foto), pré-candidato ao Senado por São Paulo, afirmou há pouco que João Doria passou da condição de traído para a de traidor, ao decidir permanecer no cargo. Em seu programa no rádio, Datena (União Brasil) disse que Doria está implodindo a candidatura de seu vice, Rodrigo Garcia, ao governo estadual. “Acho um movimento completamente equivocado do Doria se ele fizer isso, porque passa de traído a traidor do [Rodrigo] Garcia. Implode a candidatura dele [a governador].” Garcia esperava que Doria deixasse o cargo para concorrer a presidência, abrindo espaço para ele no Palácio dos Bandeirantes e se irritou com a decisão. Datena, que apoiava a candidatura tucana, afirmou que está cortando relações políticas. “Doria fazendo esse movimento, não tenho mais nenhum compromisso com essa chapa. Porque aí quem se sente traído sou eu. […] Vou ser candidato ao Senado, mesmo independente. Por que eu vou largar o Senado? Por causa desse movimento, que é tão típico da política? Por essas coisas que o Brasil está nesta situação.”
A deputada Carla Zambelli (PL-SP) se emocionou hoje ao falar do colega Daniel Silveira (União Brasil-RJ) e disse sentir rancor pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, que determinou que o parlamentar voltasse a usar tornozeleira eletrônica. “Daniel Silveira não é nenhum bandido, não fez absolutamente nada de errado”, disse ela a jornalistas. “Alexandre de Moraes está sendo extremamente autoritário, arrogante, está conseguindo transformar o Daniel em um herói e se colocando à margem da sociedade. A população está com esse mesmo rancor que eu estou, estamos com rancor do Alexandre de Moraes”.
A continuar assim, em breve passarão a mão na bunda de Moro. Quem quer o ex-juiz como candidato a presidente? A resposta é o silêncio O que acontece? Simples. O ex-juiz Sérgio Moro, que fez a besteira de sair do governo atacando o presidente sem provas, lançou-se candidato a presidente da República, não decolou. . .
Difícil que decolasse nas pesquisas de intenção de voto. Não é do ramo, sem carisma, sem calor humano e sem discurso. . Nunca fez política antes. E ainda teima em não acreditar que os políticos o detestam por ter demonizado o negócio deles. Filiou-se ao PODEMOS, partido de pouca estatura, pobre de quadros. Empacado nas pesquisas, e devolvendo votos que tomou de Bolsonaro, começou a ser rejeitado entre os seus. . Tem procurado conversar à direita e somente à direita, porque na esquerda não teria espaço. E, aos seus reclamos, só é convidado para disputar uma vaga ao Senado ou à Câmara dos Deputados. O União-Brasil, com os cofres abarrotados de dinheiro? Só o quer para deputado, talvez para senador em uma chapa presidencial encabeçada por outro nome. Qual? A ver-se no futuro. . O MDB de Temer, mas também de Sarney, de Renan Calheiros, de Jáder Barbalho e de tantos outros? Por ora, o MDB finge que Simone Tebet (MS) será sua candidata a presidente. Mais adiante, Tebet será candidata ao Senado no seu Estado e o MDB se partirá entre Lula e Bolsonaro. O MDB baiano estava até ontem com ACM Neto para o governo. Trocou de lado. Moro admite entender-se com João Doria (PSDB) desde que seja o candidato a presidente. Doria está mais ocupado em garantir sua posição de candidato a presidente, ameaçada por falta de votos. Começou a contagem regressiva para que Moro abandone o páreo presidencial.
O governador de São Paulo, João Doria, avisou seu vice, Rodrigo Garcia, que pretende ficar no cargo que deixaria nesta quinta (31) para disputar a Presidência. A surpreendente reviravolta abriu uma crise no PSDB, partido ao qual ambos são filiados. A reunião entre ambos os políticos ocorreu por volta das 17h desta quarta (30) no Palácio dos Bandeirantes. A partir daí, uma romaria de aliados de Doria se formou à sede do governo paulista para tentar entender o movimento. Pessoas próximas a Garcia, que deixou o DEM no começo do ano passado após o partido rachar na disputa para a presidência da Câmara, chamaram Doria de traidor e coisa pior. Em resposta, ouviram que ele manteria a promessa de não disputar a eleição e apoiaria o vice para a disputa do governo estadual, conforme combinado desde 2018. Ocorre que, nos planos de Garcia, tal disputa se daria com ele na cadeira de governador. Fora dela e com a rejeição anotada por Doria no estado, a situação do vice se complica bastante para disputar a vaga no segundo turno provavelmente contra Fernando Haddad (PT), hoje na mais confortável situação para ir à rodada final.A decisão de Doria ainda não é final. A noite foi marcada por troca de telefonemas e mensagens de celular, poucas amigáveis. Um aliado muito próximo do governador se disse, nesta manhã de quinta (31), atônito com a decisão. Afinal de contas, o tucano passou os três anos de seu governo prometendo não disputar a reeleição e indicando a disposição de tentar tirar Jair Bolsonaro (PL) da cadeira. Um aliado disse que ainda espera uma reversão até as 16h, quando Doria encerra um congresso de municípios no Bandeirantes. Para ele, o objetivo do anúncio do governador é dar um xeque-mate no PSDB. Dois aliados tucanos de Doria, o chefe da Casa Civil Cauê Macris e o deputado Carlos Sampaio, foram à casa do irmão do governador, Raul, para tentar demover o político da decisão. Explicaram que o apoio ao governo paulista na Assembleia Legislativa iria evaporar, implodindo todo o projeto de mais de duas décadas de poder do PSDB. O partido está rachado desde as prévias vencidas por Doria no fim do ano passado, derrotando Eduardo Leite, o governador gaúcho que deixou o cargo na semana passada, mas permaneceu no partido com a promessa do grupo liderado pelo deputado Aécio Neves (MG) de tentar ter a legenda para disputar a Presidência. Procurado, o governador não respondeu às mensagens da Folha. O desempenho fraco na última pesquisa Datafolha e o apoio de uma ala do partido à pretensão de Eduardo Leite (PSDB-RS) de virar a mesa das prévias tucanas e ser escolhido candidato ao Planalto estariam motivando o governador de São Paulo a abrir mão da disputa presidencial. Leite renunciou ao governo do Rio Grande do Sul, anunciou que permanece no PSDB e disse que se vê em condições de ser candidato ao Planato. A mais recente pesquisa Datafolha mostra Lula (PT) com 43% das intenções de voto, contra 26% de Bolsonaro (PL), 8% de Sergio Moro (Podemos), 6% de Ciro Gomes (PDT), 2% de Doria e 1% de Simone Tebet (MDB). Além disso, a rejeição de 30%, segundo a pesquisa Datafolha, atrapalha o plano do governador de se viabilizar como candidato da terceira via. Ele só perde nesse quesito para Bolsonaro e Lula, que são rejeitados por 55% e 37% respectivamente, segundo o levantamento. Em jantar de empresários em sua homenagem, na noite desta quarta (30), ao falar sobre a coligação apalavrada do PSDB com União Brasil e MDB, além da federação com o Cidadania, Doria afirmou que não precisa necessariamente ser o candidato. Ele citou os nomes de Moro e Tebet. “Não é preciso ter a prerrogativa do eu, a prerrogativa é o Brasil, são os brasileiros. Temos que ter grandeza de alma”, disse. “Essa grandeza exige desprendimento, exige a capacidade de enxergar adiante”. Doria afirmou que Lula e Bolsonaro são pesadelos, criticou os casos de corrupção no Ministério da Educação e a censura a artistas no Lollapalooza. Segundo a revista Veja, durante o jantar, realizado na casa do empresário Marcos Arbaitsman, Doria reclamou muito do PSDB. Ele disse que está sendo traído pela articulação de Aécio e Leite. Outro ponto que chamou a atenção na homenagem foi a ausência de Garcia. O vice-governador era presença confirmada, mas não apareceu. A possível desistência de Doriaatrapalharia a estratégia eleitoral de Garcia, pré-candidato ao governo de São Paulo, pois ele deixaria de assumir o comando do Estado. Garcia aparece com baixas intenções de voto, mas os aliados apostam que o jeito interiorano e o histórico de gestor público devem impulsioná-lo na corrida eleitoral. No comando do governo, ele contaria com a máquina do Bandeirantes a seu favor, o que inclui distribuição de verbas a deputados e a prefeituras, por meio de convênios e obras. Em ritmo de campanha, o vice já vinha cumprindo agendas de compromissos separadas de Doria, com viagens ao interior para liberar benesses e participar de inaugurações. Como mostrou a Folha, existe uma preocupação entre tucanos e aliados de que a rejeição a Doria contamine a campanha de Rodrigo. Os apoiadores de Doria estariam mobilizados para reverter a desistência da pré-candidatura. Durante a semana, dois dos principais nomes da cúpula do PSDB, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador José Serra, defenderam o respeito ao resultado das prévias, em uma tentativa de apaziguar a crise interna do partido.