O presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, Dr. César Maia, esteve reunido nesta quarta-feira (03) com a governadora Fátima Bezerra, acompanhado do Presidente da JUCERN, Carlos Maia, em uma visita institucional para tratar da reabertura do setor de Urgência e Emergência do Hospital Regional Deoclécio Marques de Lucena.
Durante o encontro, Dr. César Maia destacou a importância da reativação do serviço para garantir o atendimento de média e alta complexidade à população de Parnamirim e cidades vizinhas. O fechamento da urgência e emergência tem provocado a sobrecarga de outras unidades de saúde e deixado a população desassistida em situações críticas.
“Sabemos da relevância desse serviço para nossa cidade e para a vida de tantos parnamirinenses. Nosso compromisso é continuar trabalhando incansavelmente para assegurar uma saúde digna e de qualidade para todos”, afirmou o presidente da Câmara.
A solicitação formal já foi encaminhada ao Governo do Estado, pedindo prioridade na reabertura do setor com a devida alocação de profissionais, equipamentos e estrutura necessária para o pleno funcionamento do hospital.
Mensagens em um grupo de WhatsAppdenominado “Sinmed | Médicos Coopmed” revelam articulação para pressionar profissionais que decidiram continuar trabalhando em Natalmesmo sem vínculo com a Coopmed. No grupo, dirigentes discutem possíveis medidas jurídicas contra médicos que aceitaram prestar serviço por meio de outras empresas após a derrota da Coopmed no pregão eletrônico. O tom é de acusação de “traição” ao movimento, quando, na prática, trata-se de médicos que buscam alternativas para garantir renda e manter suas atividades. A conduta, em termos jurídicos, se aproxima de assédio e coação. Vale lembrar que há mais de dois anos não existia contrato formal entre a Prefeitura e a Coopmed. Os pagamentos eram feitos de forma indenizatória, sem um instrumento com deveres e direitos claros. A situação expunha a todos — Município, cooperativa e médicos — a insegurança jurídica. Agora, ao perder a concorrência pública, a Coopmed adota uma postura que compromete sua imagem e credibilidade. A tentativa de constranger colegas de profissão pode trazer consequências ainda mais negativas para a própria cooperativa. VIA BLOG DO DINA
Para evitar condenação, advogados devem contestar denúncia da PGR e convencer pelo menos três ministros do STF
03/09/25 às 04:00 | Atualizado 03/09/25 às 04:00
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Os advogados de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vão fazer sua sustentação na manhã desta quarta-feira (3) no plenário da Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) no julgamento sobre um plano de golpe de Estado após as eleições de 2022.
Segundo apurou a CNN, os advogados Celso Vilardi e Paulo Bueno vão dividir o tempo de uma hora entre eles para fazer a apresentação aos ministros.
A sessão de julgamento da Primeira Turma será aberta pelo presidente do colegiado, ministro Cristiano Zanin. Em seguida, será lida a ata da sessão anterior pela secretaria.
Na sequência, o relator deve chamar a defesa do general Augusto Heleno para fazer sua sustentação. Cada réu tem o tempo de uma hora de manifestação.
Logo depois, a manifestação será dos advogados de Bolsonaro. Os outros réus Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto, também com uma hora cada defesa.
Encerradas as manifestações dos advogados de defesa, chega o momento do voto do relator. Existe a expectativa de que o ministro Alexandre de Moraes use mais de uma sessão para ler seu voto.
A dinâmica de votação seguirá a ordem de antiguidade dos ministros no Tribunal. O relator iniciará os votos, seguido pelos demais integrantes da Turma, conforme sua posição hierárquica, e se encerra com o voto do presidente.
Dessa forma, após o relator, manifestarão seus votos os ministros: Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e, por último, Cristiano Zanin. A decisão final, seja pela absolvição ou condenação, será definida pela maioria dos votos, ou seja, três votos.
Réus do núcleo 1
Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência
Almir Garnier, almirante e ex-comandante da Marinha
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça
Augusto Heleno, general da reserva e ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional)
Jair Bolsonaro, ex-presidente da República
Mauro Cid, tenente-coronel e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro
Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa
Walter Braga Netto, general da reserva e ex-ministro da Casa Civil e da Defesa
Líder norte-coreano se reuniu com Vladimir Putin após o desfile militar em Pequim
03/09/25 às 04:15 | Atualizado 03/09/25 às 04:15
O líder norte-coreano, Kim Jong-un e o presidente russo, Vladimir Putin, em encontro após o desfile militar chinês • RUPTLY FOR RUSSIAN POOL / Reuters
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O líder norte-coreano, Kim Jong Un, conversou com o presidente russo, Vladimir Putin, após o desfile militar e os eventos de hoje em Pequim, prometendo apoiar Moscou sempre que necessário.
“Estou satisfeito por ter a oportunidade de falar diretamente com o presidente novamente sobre o desenvolvimento e as perspectivas futuras”, disse Kim, sentado ao lado de Putin e seus respectivos tradutores.
“O presidente reconheceu nosso papel em diversas ocasiões e gostaria de expressar mais uma vez minha gratidão pelos grandes elogios feitos hoje”, completou.
“Se houver algo a ser feito pela Rússia e seu povo no futuro, consideraremos isso como nosso dever como irmãos e estamos preparados para dar nosso total apoio”, concluiu o líder norte-coreano.
Putin elogia tropas norte-coreanas
O presidente russo elogiou as tropas enviadas por Pyongyang para lutar na guerra contra a Ucrânia ao se encontrar com Kim Jong-un depois do desfile militar chinês.
“Suas forças especiais participaram da libertação da região de Kursk“, disse Putin referindo-se aos esforços da Rússia para repelir a contraofensiva ucraniana em território russo.
“Gostaria de registrar que seus soldados lutaram com coragem e heroísmo. Jamais esqueceremos os sacrifícios feitos por suas forças armadas e pelas famílias de seus militares”Vladimir Putin, presidente da Rússia, sobre as tropas norte-coreanas que atuaram na guerra contra a Ucrânia
Há poucos dias, a Coreia do Norte lançou um filme de propaganda elogiando os esforços de suas tropas na luta pela Rússia e homenageando os mortos. E em agosto, Kim realizou dois eventos para se encontrar com as famílias enlutadas e prestar homenagem aos soldados falecidos.
Autoridades ocidentais estimaram que um terço dos 12 mil soldados norte-coreanos mobilizados até o momento morreram ou foram feridos.
A vice prefeita de Parnamirim Katia Pires já foi vice prefeita outra vez, na gestão Taveira, tinha todo apoio do prefeito, e ela também foi acusada de trair o prefeito Taveira se lançando candidata a prefeitura de Parnamirim em 2024 contra o candidato do Prefeito. Na atual gestão não foi diferente, ela tinha o comando das maiores secretarias e mesmo assim foi acusada de conspirar um “Golpe” para assumir a prefeitura. Resultado? Zero credibilidade no ambiente político estadual, afinal qual politico vai estender a mão para uma pessoa com um histórico desse? e provavelmente zero credibilidade perante a sociedade. O que leva uma pessoa que tinha tanto ainda querer mais?
Nesta última segunda-feira (18), a Câmara Municipal de Parnamirim realizou uma Sessão Solene para entrega da Comenda Benedita Fernandes Saraiva. A honraria é destinada a reconhecer a atuação destacada de advogados que contribuem significativamente para a cidadania, a justiça e a defesa dos direitos, no município. & De proposição do vereador Dr. Jonas Godeiro, a Sessão Solene foi instituída em 2018. Cada vereador indicou um advogado para receber a honraria, valorizando trajetórias profissionais marcadas pela ética, competência e compromisso com a sociedade. a A Comenda Benedita Fernandes Saraiva é uma das mais importantes homenagens concedidas pelo Legislativo municipal, sendo também um momento de confraternização da classe jurídica local, reunindo autoridades, representantes da OAB, familiares e convidados.
O Plano Plurianual (PPA) para o quadriênio 2026-2029 foi aprovado na reunião desta quarta-feira (27) da Comissão de Finanças, Orçamento, Controle e Fiscalização da Câmara Municipal de Natal. Encaminhado pelo Executivo, o PPA é um instrumento de planejamento para a elaboração de projetos em diversas áreas de atuação da Prefeitura. O relator falou sobre a importância do PPA que inclui as prioridades, os objetivos e as metas da administração pública, além dos investimentos e dos programas governamentais.
“Hoje este parlamento deu um passo importante rumo ao planejamento e organização da cidade com a aprovação do Plano Plurianual, peça orçamentária extremamente importante. O PPA estabelece as principais metas da cidade para o próximo quadriênio, sendo fundamental para a elaboração da LDO e da LOA. Por este motivo, é bom que seja aprovado com agilidade para termos tempo de fazer ajustes a fim de aprimorar a matéria no Legislativo”, explicou o vereador Irapuã Araújo (Republicanos).
Ao todo, 18 projetos foram votados pelo colegiado. Entre os aprovados, o PL 111/2025, de autoria do vereador Kleber Fernandes (Republicanos), que cria o Programa de Atendimento Psicológico Preventivo à Síndrome de Burnout para servidores públicos municipais de Natal, com o objetivo de prevenir a Síndrome de Burnout e promover a saúde mental dos profissionais de diversas áreas laborais. De acordo com o texto, o programa será desenvolvido pelo Poder Executivo, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com instituições públicas e privadas especializadas na área da psicologia e saúde mental.
As concessionárias dos serviços públicos de fornecimento de água e energia elétrica que atuam na capital potiguar deverão, obrigatoriamente, oferecer ao consumidor a possibilidade de quitar débitos pendentes antes das empresas efetuarem a suspensão do serviço fornecido. É o que determina o Projeto de Lei n° 618/2024, apresentado pelo vereador Preto Aquino (Podemos), também aprovado pela Comissão de Finanças.
“O projeto foi pensado para notificar e oferecer aos consumidores a possibilidade de regularizar a situação de inadimplência mediante pagamento na modalidade débito e crédito, antes da suspensão do fornecimento de água e luz. Caso seja efetuado o pagamento, que o procedimento de corte seja cancelado. Acredito que será bom para os dois lados: o consumidor terá a chance de pagar o débito sem qualquer prejuízo e a empresa terá celeridade no recebimento das receitas”, pontuou Preto Aquino.
A vereadora Samanda Alves (PT) e os vereadores Robson Carvalho (União Brasil), Subtenente Eliabe (PL), Daniell Rendall (Republicanos) e Pedro Henrique (PP) também participaram da reunião.
O ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar na casa dele em Brasília Imagem: Adriano Machado – 14.ago.2025/Reuters
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode ser condenado a uma pena máxima de 46 anos, caso seja considerado culpado por todos os crimes em que é acusado no julgamento da trama golpista no STF.
liderar organização criminosa armada: até 20 anos de reclusão;
tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito: até 8 anos de prisão;
golpe de Estado: máxima de 12 anos de reclusão;
dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima: pena máxima de 3 anos de prisão;
deterioração de patrimônio tombado: até 3 anos de prisão.
A definição da pena caberá ao STF. Caso seja condenado, os ministros poderão considerar, por exemplo, que Bolsonaro não cometeu algum dos cinco crimes da denúncia, o que reduziria o tempo de prisão.
Além disso, há formas de progressão de regime previstas na lei. Com elas, condenados criminalmente tentam recorrer para não ficarem encarcerados, indo do regime fechado para o semiaberto e aberto. É raro, portanto, um cumprimento de pena tão longo.
Para especialista, é “improvável” que Bolsonaro seja condenado à pena máxima. O professor de direito penal da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) Davi Tangerino explica, porém, que uma sentença mais dura poderia ocorrer diante de possíveis agravantes. No caso do crime de organização criminosa, por exemplo, a pena poderia aumentar em até 12 anos por Bolsonaro ser considerado líder do grupo.
Bolsonaro tem 70 anos e problemas de saúde decorrentes da facada que levou no atentado durante a campanha eleitoral de 2018. O mais recente é uma esofagite intensa que o obrigou a ficar de repouso durante o mês de julho, mas o ex-presidente já teve que usar bolsa de colostomia e ficou internado em UTI.
Prisão não seria imediata
A eventual prisão dos réus, caso sejam condenados, não vai ocorrer de forma automática. A detenção só poderá ser efetivada após julgamento dos recursos contra a condenação.
Em caso de condenação, os réus não devem ficar em presídios comuns. Oficiais do Exército têm direito à prisão especial, de acordo com o Código de Processo Penal (CPP). O núcleo 1 tem cinco militares do Exército, um da Marinha e dois delegados da Polícia Federal, que também podem ser beneficiados pela restrição.