Governo lula fecha primeiro semestre com rombo de R$42 bilhões nas contas

Governo fecha o 1º semestre com rombo de R$ 42,5 bi nas contas
Ministério da Fazenda quer encerrar o ano com um déficit próximo a R$ 100 bi
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad
No mesmo período do ano passado, o governo registrou um superávit (ou seja, receitas maiores que despesas) de R$ 54,2 bilhões. O governo quer fechar este ano com um rombo abaixo de R$ 100 bilhões.
— No mesmo período do ano passado houve ingresso de valores da privatização da Eletrobras e de dividendos do BNDES, que criaram uma distorção. No acumulado do ano temos, do ponto de vista da receita total, uma queda real. Além disso, um crescimento de 5% — disse o secretário do Tesouro, Rogério Ceron.
O resultado deste ano, até agora, é decorrente de uma queda da receita do governo federal, ao mesmo tempo em que as despesas subiram.
A receita total caiu R$ 62,5 bilhões, já descontada a inflação, com queda na arrecadação com concessões, dividendos de estatais e dos impostos IPI e CSLL. O IPI é o Imposto sobre Produtos Industrializados e teve alíquotas reduzidas durante o governo Jair Bolsonaro. Já a CSLL é o imposto cobrado sobre os lucros das empresas.
Para Ceron, porém, não há queda estrutural da arrecadação. Segundo ele, medidas já tomadas, como reoneração de combustíveis, terão impacto no segundo semestre
— Queda brutal do IGP-M em 2023 afeta a base de arrecadação em termos nominais. Apreciação do real é saudável, mas também gera redução na projeção de receita. Ainda consideramos viável déficit próximo de R$ 100 bilhões em 2023 — disse ele.
Resultado das contas públicas
No primeiro semestre de cada ano



















































R$ bilhões
2013
2014
2015
2016
2017
2018
2019
2020
2021
2022
2023
-600
-400
-200
0
200
Fonte: Tesouro Nacional
As despesas do governo, por sua vez, cresceram R$ 47,5 bilhões, também já descontada a inflação. O governo turbinou os gastos para este ano com a chamada “PEC da Transição”, que permitiu uma ampliação de gastos da ordem de R$ 145 bilhões neste ano.
Esse aumento de despesas é puxado pela alta de R$ 44,2 bilhões nas do Bolsa Família; pelo acréscimo de R$ 9,4 bilhões no pagamento de sentenças judiciais e precatórios (custeio e capital).

Influencer se passava por travesti mas na hora da burrachada ela assaltava os clientes

Influencer presa tinha perfil com nome falso em site de acompanhantes travesti
Segundo investigação, influencer Vitória Guarizo Demito atraiu vítima oferecendo “sexo de fachada”; homem foi torturado e perdeu R$ 41,5 mil
São Paulo — A modelo e influencer Vitória Guarizo Demito, de 25 anos, é suspeita de usar um nome falso e fazer anúncio em site de acompanhantes de travesti para atrair sua vítima em São Paulo, segundo a Polícia Civil. Ela e o namorado, Gabriel Meneses, 28, foram presos na terça-feira (25/7), acusados de torturar e roubar R$ 41,5 mil de um homem de 46 anos no dia 18 de maio.
Segundo a Polícia Civil, o homem marcou um encontro com a influencer em um apartamento na Avenida Miruna, em Moema, na zona sul da capital paulista. Lá, acabou rendido por mais duas pessoas e foi obrigado a realizar uma série de transferências bancárias após sessão de tortura, com socos, ameaças e queimaduras de maçarico e faca, que foi aquecida. O outro suspeito está foragido.
Durante a investigação, policiais descobriram que Vitória manteria um perfil no site de acompanhantes Top Travestis, com o nome falso de “Camilla Flores” e fotos dela mesma. Ainda de acordo com o relatório do caso, obtido pelo Metrópoles, o telefone de contato é o mesmo da influencer.
No perfil, a acompanhante se descreve como uma travesti de olhos verdes, 1,66 metro de altura e 70 quilos.
“Sou liberal entre quatro paredes, bem carinhosa e atenciosa, gosto de tratar meus clientes como se fossem meu namoradinho secreto”, diz o anúncio. “Venha passar bons momentos ao meu lado, adoro beber um bom vinho, um bom papo e um bom sexo”.
Versões
Em sua primeira declaração, feita no plantão do 15º Distrito Policial (Itaim Bibi), a vítima afirmou ter entrado em contato com a “acompanhante” por meio do site Top Travestis e de lá a conversa migrou para o aplicativo WhatsApp”. O registro é do dia 22 de maio.
Já no dia seguinte, o homem compareceu ao 27º DP (Campo Belo), que é a delegacia responsável pela investigação, mudou a versão e declarou ter conhecido Vitória no Grindr, aplicativo de relacionamento voltado ao público LGBTQIA+.

Wolney cresce 70% nas pesquisas para prefeito de Parnamirim

Wolney França continua crescendo nas pesquisas para prefeito de Parnamirim
Em pesquisa para prefeito de Parnamirim do instituto Brâmane, o presidente da Câmara Municipal, Wolney França confirmou o seu crescimento. Veiculado nesta terça-feira (26), o cenário estimulado trouxe a liderança da professora Nilda (28,2%), seguida de Kátia Pires (15,2%), Salatiel (10,3%), Wolney (7,3%), Irani Guedes (5,2%). Dentro da margem de erro, Wolney está tecnicamente empatado com Salatiel e próximo de Kátia.
O levantamento ouviu 800 pessoas, entre os dias 20 a 22 de julho de várias regiões do município, com margem de confiança de 95% e margem de erro de 3,5%.
Chama atenção esse crescimento de Wolney, que no início do mês surgiu com 5,03% na Exatus, mesmo instituto que no dia 13 de julho apontou o crescimento de 70% de Wolney em comparar com sua última amostra em junho.

Promoção de vassouras vira cú de burro grande, VEJA VÍDEO

Viralizou nas redes sociais o vídeo de uma confusão entre clientes que tentam comprar vassouras em promoção. A chamada “guerra das vassouras” ocorreu na quinta-feira (20/7), durante a inauguração de uma loja de itens domésticos em Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro.
Nas redes sociais, a loja anunciou promoções no “menor preço” e ainda prometeu que, durante a inauguração da unidade, os itens estariam a preço de atacado, sem quantidade mínima.
Mas foi uma promoção de vassouras, vendidas a R$ 2,95, que causou o empurra-empurra que roda a internet.
Veja a “guerra das vassouras”:

A abertura dos portões aconteceu às 10h de quinta e contou com uma contagem regressiva que provocou uma correria. Algumas pessoas chegaram a cair no chão.

Nas redes sociais, o interesse dos frequentadores pelas vassouras rendeu comentários engraçados. “Por vassouras? Será que elas voam?”, questionou um usuário. Outro indagou: “Será que a casa está muito suja ou é para o Carnaval?”.
“Comprar carro é tão caro que a galera está querendo vassouras para voar. É mais barato”, disse uma pessoa no Twitter.
Promoção de vassouras vira briga generalizada

Mulher arranca uszôvu do marido com as monzes após vê mensagem da ex do “bucho quebrado”

Mulher arranca uszôvu do marido com a mão após ver mensagem da ex dele no celular
Segundo a Polícia Militar, ela ainda desferiu um golpe na região da cabeça dele
Uma mulher de 27 anos foi presa por suspeita de arrancar um dos testículos do marido após ter visto uma mensagem de uma ex-companheira dele no celular, ela não se conformava ser traída por uma mulher com um “bucho daquele tamanho”. O caso ocorreu na madrugada do último domingo (23) zona rural de Santo Antônio do Descoberto, no Entorno do Distrito Federal. Segundo a Polícia Militar, ela ainda desferiu um golpe na região da cabeça dele.
Ainda segundo a PM, a discussão teria começado ainda no sábado (22) quando a mulher quis sair de casa após a descoberta das mensagens. O homem de 40 anos, então, tentou impedi-lá. Nesse momento, ela segurou com força a bolsa escrotal dele e apertou até romper, deixando um dos testículos expostos.
Em depoimento, a mulher conta que viu as mensagens, mas escondeu o celular do marido. Em seguida, ele partiu para cima dela para agredi-lá e tomar o aparelho de suas mãos. Ela, então, atirou um copo contra ele.
Ela relatou ainda que os dois entraram em luta corporal no chão e que ele foi pegar uma faca na cozinha. Para se defender, foi nesse momento em que ela agarrou o saco escrotal dele até o rompê-lo. Em seguida, a mulher saiu de casa e foi se esconder na casa de uma amiga na cidade de Santo Antônio de Goiás, onde passou a noite.
O homem foi levado por familiares ao Hospital Municipal de Santo Antônio do Descoberto. Na segunda-feira (24), a mulher passou por audiência de custódia, onde foi determinada sua soltura.

Carlos Eduardo Alves desesperado ataca Prefeito Álvaro Dias no Twitter

EX-prefeito, ex-canditado a senador e ex-canditado ao governo Carlos Eduardo Alves, partiu para o ataque contra o atual Prefeito Álvaro Dias . Tudo começou quando o prefeito anunciou novos projetos para Natal no novo plano diretor, Carlos Eduardo desesperado atacou o prefeito insinuando que não vai ter projeto na zona Norte devido a falta de investimento em saneamento básico. a pergunta é simples, Carlos Eduardo foi prefeito de NATAL quatro vezes, pq ele não fez o saneamento da zona norte? Carlos Eduardo SABE que está sozinho e so resta atacar os adversários em busca de atenção

Caso Marielle: Nenhuma novidade, mas querem dizer que descobriram tudo agora

Um dos réus do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes confessa o crime pela primeira vez
Em depoimento, a que o Jornal Nacional teve acesso com exclusividade, Élcio Queiroz afirma que Ronnie Lessa já havia planejado matar Marielle três meses antes, mas que a operação foi abortada. Um dos participantes daquela primeira tentativa foi preso nesta segunda-feira (24).
Todos já estão presos desde 2019 , mas Pela primeira vez, um réu do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes confessou o crime – cinco anos depois. Em um acordo de delação premiada, o ex-PM Élcio de Queiroznarrou detalhes do planejamento e da execução. E o depoimento dele acabou levando à prisão de um ex-bombeiro nesta segunda-feira (24).
A Polícia Federal entrou no condomínio de casas, na Zona Oeste, no início da manhã desta segunda-feira (24) e saiu com o ex-bombeiro preso e algemado. Maxwell Simões Corrêa é acusado de participar do plano para matar a vereadora Marielle Franco, do PSOL, na ação que terminou também na morte do motorista dela, Anderson Gomes.
Maxwell, conhecido como Suel, é amigo de Ronnie Lessa, o ex-PM reformado que está preso, acusado de ter feito os disparos contra Marielle e Anderson. Suel já tinha sido preso por esconder armas de Lessa e por atrapalhar investigações sobre o paradeiro da arma do crime. Foi condenado em 2021 a quatro anos de prisão, mas cumpria a pena em regime aberto.
Agora, a polícia volta até ele por causa da delação de outro acusado. Élcio de Queiroz, ex-policial militar, que está preso acusado de dirigir o carro que perseguiu as vítimas. No depoimento, homologado pela Justiça, Élcio confessou que dirigiu o Cobalt prata usado no ataque e confirmou que foi Ronnie Lessa quem atirou contra a vereadora e o motorista.
Mas Élcio disse que Lessa queria ter executado Marielle antes, em dezembro de 2017, e que, daquela vez, o motorista seria o ex-bombeiro Maxwell.
O Jornal Nacional teve acesso com exclusividade ao vídeo de Élcio de Queiroz, que consta no anexo 2 da delação. Os demais anexos permanecem em sigilo.
“O piloto (inaudível) do carro era o Maxwell, o atirador na frente seria o Ronnie, o outro no banco de trás seria o Edmilson Macalé”, diz Élcio em um trecho da delação.
Élcio contou, na delação, que passou a virada de 2017 para 2018 na casa de Ronnie Lessa, que ele bebeu bastante e começou a desabafar, revoltado, contando que semanas antes tinha ido com Edmilson e o Maxwel para pegar a mulher que estavam monitorando há alguns meses. Entretanto, na hora, Maxwell falou que o carro deu problema e falhou.
“O Ronnie desabafou comigo, dizendo que não acreditava que teve problema, que foi medo, refugou. O Maxwell refugou no momento que queria, e a função dele era dirigir”, conta Élcio.
Edimilson, citado por Élcio, é Edimilson Macalé. Ele diz que Macalé trouxe para Ronnie Lessa a encomenda de matar Marielle.
“Esse trabalho para eles, essa missão para eles foi através do Macalé, que chegou até o Ronnie”, diz Élcio na delação.
Macalé foi executado em 2021. A Polícia Federal afirma que uma das provas de que Élcio, Lessa e Macalé atuavam juntos – e que corroboram a delação – foi o cruzamento de ligações telefônicas feitas entre os três desde outubro de 2017 e, inclusive, depois das mortes de Marielle e Anderson; e que mesmo desistindo de conduzir o carro na primeira tentativa de matar Marielle, a PF diz que Maxwell atuava na vigilância e acompanhamento da vereadora, e dava apoio aos demais participantes.
“Em relação ao Suel, ele indica – o que foi corroborado por provas técnicas – que a participação do Suel remonta os meses de agosto e setembro de 2017 até o exaurimento do crime. Exaurimento do crime, leia-se a ocultação dos instrumentos utilizados na ocasião do crime, como, por exemplo, o veículo Cobalt prata que foi utilizado pelos executores naquela fatídica noite”, afirma o delegado da Polícia Federal Guilhermo Catramby.
Élcio de Queiroz revelou também que foi chamado para participar do assassinato no dia do crime, 14 de março de 2018.
“Foi em torno de meio dia. Aí ele falou: ‘Vai para casa e eu vou te chamar no momento que for’”, diz Élcio na delação.
Ronnie Lessa disse que precisava estar no Centro da cidade até as 19h. Quando chegou na porta da casa, Lessa já estava de pé na porta com uma bolsa na mão. Os dois saíram no carro de Ronnie Lessa e foram para rua atrás do condomínio onde estava parado o Cobalt prata, segundo a investigação, com placas clonadas. Élcio disse que deixou o telefone em modo avião no carro de Lessa, a pedido dele.
No Colbalt, Élcio foi dirigindo e Lessa no banco do carona, indicando o caminho. Dizendo que tinha que chegar nesse local logo, tendo em vista que seria um encontro com várias mulheres e a vereadora Marielle estaria no local. Segundo Élcio, só naquele momento ele soube que o alvo era Marielle Franco.
“Nós estacionamos. Nesse instante, ele para ali e fala o seguinte: ‘Agora você vai precisar me ajudar’. Aí eu não entendi muito bem. Aí ele começou a arriar o banco, deixou totalmente na horizontal para passar para trás, na parte do banco de trás. Eu olho para o retrovisor, ele já estava colocando o casaco, tipo que se equipando, vamos dizer assim, se preparando. Botou o casaco, daqui a pouco ele tira a metralhadora – no caso, a arma do crime -, coloca o silenciador e, nesse momento, até uma coisa assim que eu não esperava, ele pegou um binóculo, e ficou com o binóculo. Dali na hora do momento que ela saiu, ele falou: ‘É ela’”.
Câmeras de segurança registraram o momento em que Marielle Franco saiu da Casa das Pretas e entrou no carro onde o motorista Anderson Gomes estava esperando por ela. A assessora Fernanda Chaves também estava no banco de trás. Élcio contou que o carro saiu e ele começou a segui-lo.
“Aí quando eu ia parar no sinal, o carro já tinha passado, e ele viu que era sinal de pedestre e disse para avançar que era de pedestre. E, nesse momento, ele falou: ‘É agora’ e ‘emparelha’. Ele já estava com o vidro aberto e eu só escutei a rajada. Começou a cair umas cápsulas na minha cabeça e no meu pescoço. Quem pensa que silencioso, mas faz um barulho danado”, conta Élcio na delação.
Marielle Franco tinha assumido o cargo de vereadora – em seu primeiro mandato – no ano anterior ao assassinato.
“O crime foi praticado por conta também das causas defendidas por Marielle. Isso permanece nessa denúncia. Isso não exclui outras motivações”, afirma o promotor de justiça Eduardo Moraes Martins.
No acordo que Élcio de Queiroz fez com as autoridades ao se tornar delator, ficou decidido que ele ainda vai cumprir oito anos em regime fechado e não vai mais ser julgado por um júri popular. Segundo investigadores, o que pesou para o ex-PM contar o que sabia foi descobri que tinha sido enganando pelo comparsa.
Ronnie Lessa teria garantido a ele que não fez pesquisas sobre Marielle na internet. Os dois tinham medo de que isso pudesse fazer a polícia chegar ao assassino. Mas os investigadores encontraram registros de busca em um site de crédito, dois dias antes do assassinato.
No dia 12 de março de 2018, Ronnie Lessa pesquisou os CPFs de Marielle Franco e de sua filha Luyara em um banco de dados privado. Lessa encontrou um endereço atrelado aos CPFs e pesquisou no Google Maps para saber onde ficava. Era a casa de Marielle Franco. Os investigadores afirmam que a consulta não ocorreu de forma aleatória, nem estava relacionada ao interesse de Lessa por imóveis, como ele justificou em uma audiência.
“Para começar, a colaboração premiada do Élcio de Queiroz foi calcada primeiro no robustecimento da prova em relação aos executores, sobretudo com a elucidação de que foram realizadas, antes do homicídio, pesquisas pelo Ronnie Lessa do CPF da Marielle e de sua filha Luyara, dois dias antes do crime. Esse fato ainda não tinha sido explorado pela percepção penal. É um fato que foi colhido pelo MP e trabalhado agora em conjunto e quando apresentado ao colaborador, de fato, foi um incentivo para sua colaboração”, explica o delegado da Polícia Federal Guilhermo Catramby.
Élcio disse que a arma utilizada foi uma MP5K e que, segundo Ronnie Lessa, a arma foi do Bope, o Batalhão de Operações Especiais da PM.
Élcio contou na delação que recebia ajuda de Maxwell de R$ 5 mil por mês e que o valor foi sendo reduzido até não receber mais nada há mais de um ano.
“Veio caindo, caindo, chegou a R$ 2 mil, R$ 1,5 mil… E, depois, acabou. Tem quase um ano que não paga nem advogado”, conta Élcio na delação.
O ministro da Justiça, Flávio Dino, disse que a delação aponta para o envolvimento de milícias no crime.
“Há a participação de outras pessoas e isso é indiscutível. Os fatos até agora revelados e as novas provas colhidas indicam isto, indicam uma forte vinculação desses homicídios, especialmente da vereadora Marielle, com a atuação das milícias e do crime organizado no Rio de Janeiro. Então, isso é indiscutível. Até onde vai isso? É claro que as novas etapas vão revelar”, afirmou Dino.
“A questão das milícias, esse ambiente criminoso permeia até a origem do próprio Lessa. Lógico que a suspeita existe, mas esse diagnóstico de envolvimento nesse nível e qual exatamente no que tange a todo o contexto do fato criminoso, a gente vai exaurir dessa prova para que possa determinar com certeza, com a certeza necessária, isso aí”, declarou Leandro Almada, superintendente da Polícia Federal.
Faz cinco anos e quatro meses que Marielle e Anderson foram assassinados. A Polícia Federal passou a investigar o caso em fevereiro. Investigadores dizem que a delação de Élcio de Queiroz traz outras revelações sobre o crime – ainda não divulgadas – que vão gerar novas operações. Mas falta responder o principal: quem mandou matar matar Marielle e por quê?
para tristeza do governo nenhuma vinculação com o presidente Bolsonaro.
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