Procuradora Geral do AL chama Michelle Bolsonaro de “VAGABUNDA”

A procuradora-geral do Estado de Alagoas, Samya Suruagy do Amaral, chamou a primeira-dama Michelle Bolsonaro de “vagabunda” nas redes sociais.

Vagabunda

Uma vagabunda iludindo o povo… Não sei o que dizer de quem divulga… Tão ou mais”, escreveu em uma publicação no Instagram. O comentário foi apagado, mas gerou reação de apoiadores do governo Jair Bolsonaro (PL). A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) chamou o comentário de um “ataque misógino”. “Você pode até não concordar ideologicamente conosco, mas jamais você pode ofender a primeira-dama do Brasil, principalmente sendo uma servidora pública”, disse em um vídeo publicado nas redes sociais. O deputado estadual Cabo Bebeto (PL) protocolou uma moção de repúdio contra a procuradora do Estado na Assembleia Legislativa. Ele chamou a conduta de “desnecessária, desleal, covarde.

Governadora do RN está com medo de ser presa!

O presidente da CPI da Covid-19 na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, o deputado estadual Kelps Lima (Solidariedade-RN), entregou o relatório final ao Procurador-Geral da República (PGR), Augusto Aras, pessoalmente.
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O parlamentar estava acompanhado dos senadores Marcos Rogério (PL-RO) e Eduardo Girão (Podemos-CE), que tiveram brilhante atuação durante a CPI da pandemia instalada pelo Senado.
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A Comissão constatou que houve fraude na compra de 30 respiradores pelo Consórcio Nordeste. O valor total da aquisição custou aos acofres públicos a “bagatela” de R4 48 milhões, mas nunca chegaram ao destino final. O montante nunca foi devolvido e ficou por isso mesmo.
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Os governadores petistas Rui Costa, da Bahia, e a governadora do Rio Grande do Norte, e outras dezenas de servidores foram indiciados.
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Aras se comprometeu a dar os devidos prosseguimentos legais ao caso e fazer o possível para colocar os culpados na cadeia.

Daniel descumpriu ordens do STF por isso vai usar tornozeleira!

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes cobrou um posicionamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a atuação do deputado federal Daniel Silveira (União-RJ), que teria descumprido medidas cautelares impostas pela Corte. Moraes deu um prazo de cinco dias para que a PGR se manifeste.
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No domingo (20/3), Silveira esteve em um evento conservador em que se encontrou com o presidente do PTB paulista, Otávio Fakhoury, deu entrevista e atacou Alexandre de Moraes.
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Segundo decisão do STF, as três condutas estão vetadas e, em caso de descumprimento, pode causar o retorno à prisão.
Ao revogar a prisão do deputado, em novembro do ano passado, Moraes o proibiu de “ter qualquer forma de acesso ou contato com os demais investigados nos Inquéritos 4.781/DF e 4.874/DF, salvo os parlamentares federais”.
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É o caso de Fakhoury, que responde pelas duas investigações.
As sanções a Daniel Silveira foram impostas no âmbito da ação penal a qual responde por grave ameaça e incitar a hostilidade entre o STF e as Forças Armadas. Em abril, por unanimidade, o plenário do Supremo recebeu a denúncia, transformando-o em réu.
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