PT sai em defesa do mandante da morte de Marielle Franco

O deputado federal Washington Quaquá (PT-RJ; foto) partiu em defesa do ex-deputado estadual Domingos Brazão, suspeito de ser o mandante do assassinato da ex-vereadora carioca Marielle Franco.
“Conheço o Domingos Brazão de longa data, inclusive de campanhas eleitorais nacionais onde ele esteve do nosso lado. Sinceramente, não creio que ele tenha cometido tal brutalidade”, disse Quaquá em artigo publicado em blog petista.
Quem mandou matar Marielle havia sido preso pela Lava Jato?
Blogs petistas afirmam que o agora delator Ronnie Lessa apontou Brazão como mandante dos assassinatos da vereadora Marielle Franco (na foto, em painel de homenagem na Câmara dos Deputados) e do motorista Anderson Gomes, ocorridos em 14 de março de 2018 com a participação do miliciano. São os mesmos blogs petistas que demonizam a Lava Jato, que chegou a prender Brazão cerca de um ano antes, em 29 de março de 2017, durante a Operação Quinto do Ouro, desdobramento da força-tarefa anticorrupção no Rio de Janeiro.
Vereador, deputado estadual por cinco mandatos consecutivos (1999-2015) e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) eleito em 2015 pela maioria dos pares na Assembleia Legislativa fluminense (Alerj), ele foi alvo de mandado de prisão temporária, junto a quatro outros conselheiros, no âmbito de investigação de fraude e corrupção no tribunal. A operação teve como base a delação premiada de Jonas Lopes, ex-presidente do TCE, e também atingiu o ex-governador Sérgio Cabral e o ex-presidente da Alerj Jorge Picciani.
Os conselheiros foram acusados de receber propinas em troca de vista grossa sobre desvios em obras no estado. As vantagens indevidas incluíam uma mesada de 70 mil reais para cada um, que seria paga pela Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio (Fetranspor).

PT considera região Norte como perdida

PT trata Região Norte como caso perdido nas eleições municipais
PT cogita lançar apenas uma candidatura no Norte, à Prefeitura de Rio Branco, para marcar posição em uma região considerada caso perdido
O PT trata a Região Norte como um caso perdido nas eleições municipais deste ano. O partido não pretende investir nas capitais da região e só deverá lançar candidatura à Prefeitura de Rio Branco.
Embora já tenha governado o Acre (1999-2019) e o Pará (2007-2011), o PT nunca foi um partido forte na região. Nos últimos anos, porém, a situação se agravou, com o avanço do bolsonarismo.
Em 2022, Lula só ganhou em três estados do Norte: Amazonas, Pará e Tocantins — todos com margens bem apertadas.

PT x PT, Briguem satanazes!

Os trabalhadores da saúde decidiram, na manhã desta quinta-feira (6), que a categoria vai entrar em greve. A decisão ocorre após os profissionais debaterem a negociação da data base de 2023 em assembleia, a convocação dos cadastros de reserva, o Piso da Enfermagem e as demais pautas que, de acordo com eles, o Governo do Estado se comprometeu a atender na Mesa SUS de junho, e não fez. A greve deverá iniciar no dia 19 de julho.
A Assembleia Geral ocorreu às 9h, no auditório do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol). De acordo com Rosália Fernandes, coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde RN), as motivações para o retorno da greve se deram a uma “quebra no que foi negociado” entre a categoria e o governo do estado.
A principal reivindicação da categoria é a negociação da data base 2023, que fez parte do acordo de suspensão da última greve. Entre as reivindicações também aparecem a implementação do piso da enfermagem, reenquadramento de servidores com mais de 30 anos, necessidade de aumento da jornada de trabalho de 30h para 40h, convocação de profissionais do cadastro de reservas para atendimento de demanda e melhoria nas condições de trabalho.
Segundo o Sindsaúde, o governo se comprometeu a atender essas demandas na Mesa SUS de junho, mas não o fez. “As reuniões tem sido no sentido de ser, como chamamos no sindicato, “mesas de enrolação”. Na negociação da (suspensão) da greve ficou decidido que agora, no mês de junho, a Mesa SUS iria debater a pauta econômica, e simplesmente os representantes diretos não apareceram. Pedro Lopes, secretário estadual de administração, não foi, e o ponto da campanha salarial foi retirado da pauta”, disse Rosália Fernandes.
Para a coordenadora, o governo só toma medidas para se reunir com a categoria para poder afirmar que o fez, mas nenhuma ação efetiva é tomada de fato. “O primeiro desrespeito vem quando tiram o ponto principal do acordo da greve. A pauta econômica foi dada como ponto de informe, e o representante principal do governo, que é o secretário de administração, não estava. Assim como não foram para nenhuma dessas reuniões o chefe de gabinete civil, o secretário de planejamento. Então existe essa ausência. Esse diálogo é um diálogo que de fato, eles dizem que fazem, mas não é encaminhado (para resolução), pois os representantes principais não estão presentes”, relatou.
Veja detalhadamente as pautas reivindicadas pelos trabalhadores:
– Negociação data base 2023
– Comissão do Piso Salarial de Enfermagem
– Convocação do cadastro de reserva
– Progressão funcional
– Gratificação de incentivo à qualificação
– Agendamento de reunião extraordinária que foi adiada
– Ampliação de carga horária
Leia a nota completa divulgada pelo Sindsaúde:
Em Assembleia Geral da categoria, os trabalhadores e trabalhadoras da saúde do estado do Rio Grande do Norte deflagraram, por unanimidade, uma greve geral a partir do dia 19 de julho. A categoria reivindica a negociação da data base 2023 que faz parte do acordo de suspensão da última greve.
O governo Fátima Bezerra (PT) se comprometeu que na Mesa SUS de junho seria feito o debate sobre as reivindicações financeiras da categoria, o que inclui a reposição salarial, o piso da radiologia e mudança de nível para as pessoas que têm mais de 30 anos. Porém, na reunião, esse assunto foi retirado de pauta, sendo apresentado apenas como um informe de que o governo vai discutir qualquer reposição salarial depois da aprovação de um TAG no TCE, o que possivelmente ocorra em agosto.
Diante do fato, o Sindicato demonstrou sua indignação com a falta de compromisso do governo e esta Assembleia da categoria decidiu os rumos da luta. Nas próximas semanas serão realizadas reuniões nos locais de trabalho para discutir as atividades e, cabe relembrar, que a reunião para tratar da situação dos auditores, veterinários, servidores da vigilância sanitária, o protocolo dos pacientes privados de liberdade no Hospital Walfredo Gurgel, além de outros pontos foi remarcada para o dia 13 de julho e, caso haja novidades, a base será convocada.
A paciência dos (as) servidores (as) do estado já acabou há um tempo e a gestão foi alertada sobre esse desgaste. Agora não tem mais volta, o caminho é a luta!
Tribuna do Norte

Lula terá 10 mil cargos comissionados para os amigos

Quando assumir o comando do governo, em 1.º de janeiro de 2023, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva herdará da administração de Jair Bolsonaro 9.587 cargos comissionados para distribuir na Esplanada, sem contar instituições de ensino e agências reguladoras. Desse contingente, 60% das posições devem ser ocupadas por servidores de carreira e as demais estão liberadas para qualquer pessoa. Após negociar o loteamento de ministérios com partidos, para obter apoio no Congresso, esses postos podem entrar na partilha com a legenda ou ainda ser distribuídos a outras agremiações, se a gestão do ministério vir a ser compartilhada entre aliados.
Existem, ainda, 31.185 funções comissionadas, que só podem ser preenchidas por servidores públicos efetivos. Nestes casos, o servidor ganha adicional no salário para fazer um trabalho diferente daquele para o qual foi contratado.
As informações foram levantadas pelo Ministério da Economia, a pedido do Estadão, e dizem respeito somente aos cargos que são indicados diretamente pelo governo. A conta não inclui agências reguladoras, universidades, institutos federais (IFs) nem o Banco Central, pois estas instituições têm autonomia para preencher os postos. Quando consideradas, o total de cargos e funções hoje ocupados no Executivo sobe para 90,1 mil. O número representa quase 16% de toda a força de trabalho, formada por 568,4 mil servidores, sem contar as empresas estatais.
A fatia a ser preenchida pelo novo governo dará a Lula a possibilidade de instalar em postos de chefia servidores concursados ligados a partidos, como o próprio PT, que foram alocados em funções de baixa relevância na gestão de Bolsonaro. O troca-troca na administração federal ainda envolverá uma situação a ser administrada pelo presidente eleito: a destituição de militares da ativa ou da reserva que passaram a ocupar cargos de confiança no atual governo. Como mostrou o Estadão, entre 2013 e 2021 houve um crescimento de 193% no número e militares nessas funções. O levantamento mais recente indicava que havia pelo menos 1 mil oficiais em postos que antes eram de civis.
A partir de janeiro, há previsão de que novos cargos comissionados sejam criados para atender à nova configuração da Esplanada, que passará a ter 37 ministérios – ainda que a ideia seja manter um gasto total similar ao que existe hoje. Ao longo deste mês, coube ao futuro presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, definir a estrutura e a quantidade de cargos disponíveis para cada ministério. Boa parte dos atuais comissionados deverá ser exonerada, mas não todos: em alguns casos, é impossível fazer a troca imediatamente sem paralisar a máquina pública.
Apesar de grande, o número de posições que podem ser ocupadas não se compara ao que existia em maio de 2016, quando o PT deixou o poder após o afastamento da então presidente Dilma Rousseff. Naquele momento, eram 21.155 cargos do tipo DAS (Direção e Assessoramento Superior), sem contar outros tipos de comissionados.
Lula já deu início a conversas com aliados que poderão definir o destino de pelo menos parte destes cargos e funções. O presidente eleito teve reuniões separadas com dirigentes do PSB, do Cidadania e do PDT, para tratar da montagem do governo. Para ter um mapa preciso de quais serão as posições a preencher, a equipe de transição solicitou ao governo atual informações sobre a quantidade de cargos comissionados, ocupados e vagos, em cada uma das pastas.

Deputada Isolda vota a favor de lascar o POVO

A deputada Isolda Dantas votou hoje a favor da aumentar os impostos da população, conhecido como ICMS. Isolda é do partido dos trabalhadores e aumentado os impostos deixando os produtos mais caros, deve ser melhor para o povo né ? Parabéns a você que votou no PT, tanto em Isolda Dantas como na governadora. ENGULA O CHORO!

Ganhou a do burro!

O Partido dos Trabalhadores não quer Simone Tebet (MDB) a frente de um ministério durante o governo Lula. O MDB não deve colocar a parlamentar como representante do partido no governo Lula.
O PT não quer assumir a responsabilidade da indicação de Tebet por ela não compor a base petista.
Segundo os integrantes do governo de transição, a senadora pode “virar o Sergio Moro do Lula”, que deixou o governo Bolsonaro acusando o mandatário de crimes que não foram provados.

PT vai pagar 50 pessoas para “observar” transição com salários de quase 18 mil

50 observadores com salários de até 18 mil

transição entre o atual governo de Jair Bolsonaro (PL) e o futuro, de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), começou oficialmente nesta quinta-feira (3/11), com reuniões em Brasília entre membros do grupo vencedor da eleição e autoridades da gestão que está de saída.

Nesta sexta-feira (4/11), o Diário Oficial da União (DOU) deve trazer as primeiras nomeações de aliados de Lula que vão participar dessa transição, a ser coordenada pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB).

Essas nomeações são reguladas por uma lei federal de 2002, assinada pelo então presidente, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), com o objetivo de organizar a transição para o primeiro governo Lula – a Lei nº 10.609/2002.

Pelas regras, os vencedores deverão indicar até 50 nomes para que a Casa Civil do governo Bolsonaro, comandada por Ciro Nogueira, os nomeie oficialmente. Os nomeados terão direito a salários que variam de R$ 2.701,46 a R$ 18.327,65. Os cargos são transitórios e valem até 10 de janeiro do ano que vem, 10 dias após a posse do novo presidente.

PRF apreende 4 milhões de reais para compra de votos possivelmente de Lula !

Políciais rodoviários federais apreenderam, na sexta-feira (28/10), mais de R$ 4 milhões na operação Eleições 2022. A suspeita é de que a verba seria utilizada para um suposto esquema de compra de voto do partido dos trabalhadores às vésperas do segundo turno.

Em Minas Gerais e no Ceará, os agentes resgataram R$ 1,42 milhão em duas ocorrências.
No estado mineiro, a operação foi realizada em Uberaba. Nela, foram recolhidos R$ 900 mil em espécie e US$ 40 mil (R$ 210 mil aproximadamente em reais), também supostamente usados para compra de voto. O valor estava dentro de um estepe, num compartilhamento escondido do banco do veículo.

João Maia trai Bolsonaro e entrega PL para aliados de Lula

O diretório do Partido Liberal (PL) em Mossoró tem um novo comando. A ex-prefeita Claudia Regina assume a presidência da comissão provisionaria. A indicação é do deputado reeleito João Maia, por intermédio de Neilton, deputado estadual eleito.
Claudia Regina assume o comando do partido no lugar de Josué Moreira. A ex-prefeita não tem nenhuma ligação com o bolsonarismo na cidade. Demostra ter simpatia pelo petismo e apoiou a governadora Fátima Bezerra (PT) no primeiro turno.
A indicação de Claudia para liderar o partido pegou os bolsonaristas de surpresa. Um duro golpe de João Maia contra a direita mossoroense. São patriotas que estão nas ruas dia e noite defendendo o presidente Bolsonaor e as bandeiras da direita e do conservadorismo. Por ISMAEL SOUZA

Agora deu o carái- Vice de Rui Costa declara apoio a Bolsonaro, assistam:

Vice-governador de Rui Costa, João Leão diz que tomou juízo e declara apoio a Bolsonaro: “Tomei juízo”. Isso foi como uma dinamite na campanha do presidente lula na Bahia. O presidente Bolsonaro tem conseguido reverter muitas lideranças no Sudeste e nordeste. Nessa reta final Bolsonaro aparece com mais estratégia, enquanto Lula parece ter chegado no teto. O vice-governador da Bahia, João Leão (PP), já tinha anunciado ao governador Rui Costa (PT) a meses atrás o rompimento do PP com o governo do PT no estado, mas agora partiu para o ataque e está começando entregar us podi do petista. Leão entregou as três secretarias que eram ocupadas pela legenda no Executivo local.

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