
A coluna Na Mira apurou que o casal cobrava de R$ 150 a R$ 200 para disponibilizar as gravações com conteúdo ilegal. A investigação revelou que os crimes ocorriam há ao menos um ano, no município de Paraty (RJ).
As apurações começaram a partir de informações repassadas pela Agência da União Europeia para a Cooperação Policial (Europol) ao Serviço de Repressão a Crimes de Ódio e Pornografia Infantil (Sercopi), da PF.
Os policiais analisaram vídeos divulgados no exterior e constataram que as vítimas eram brasileiras, moradoras de Paraty. Os pais das crianças foram presos por uma equipe da Delegacia de Polícia Federal (DPF) em Angra dos Reis.



O nome da operação, “Non Matri”, em tradução livre do latim significa “não é mãe”.
