
PT quer despachar Dilma para China com boquinha de R$100 mil por mês

Longe é melhor
A suspeita de que a ideia de despachar Dilma para o outro lado do mundo, defendida por Fernando Haddad, faz a delícia de Brasília.
Truyjo tem mandato
A indicação brasileira é uma violência: o atual presidente do banco é o diplomata brasileiro Marcos Truyjo, cujo mandato vai até 2025.
Pedaladas no Brics?
No Congresso, a indicação de Dilma provoca constrangimento: ela foi destituída do cargo por haver cometido crime de responsabilidade.
Boquinha de sonho
O banco dos Brics paga salários em dólar e funcionários recebem uma “mesada” de 10% a 26% de acréscimo aos pagamentos.
Não é piada, Dilma vai assumir presidência de um banco do Brics
Dilma deve assumir presidência do Banco dos Brics
Interlocutores do governo Lula disseram que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem tratado para Marcos Troyjo renúnciar ao cargo

A ex-presidente da República Dilma Roussef deve comandar o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD). A instituição financeira é conhecida como “Banco dos Brics”, que é formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A petista deve substituir o economista e diplomata Marcos Troyjo, que foi indicado pelo ex-presidente da República Jair Bolsonaro em 2020.
Interlocutores do governo Lula disseram que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem tratado com Troyjo sobre a renúncia dele ao cargo. O diplomata deve renunciar para integrar a equipe de Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), no governo de São Paulo. As informações foram adiantas pela revista Exame e CNN.
Pelo rodízio acertado entre os países membros dos Brics, o Brasil comandaria o NBD entre 2020 e 2025. A indicação de Dilma deve ser oficializada até o final de fevereiro.
O Novo Banco de Desenvolvimento foi criado em 2014 e passou a funcionar em 2016. O objetivo é financiar projetos obras que que contribuam para o crescimento dos países membros.
Ex-presidente da República entre os anos de 2011 e 2016, Dilma Rousseff tem formação em Economia. A petista foi ministra de Minas e Energia e da Casa Civil durante os dois primeiros mandatos de Lula.
