
revela aquilo que o país sabe que, mais cedo ou mais tarde, acontecerá: a prisão
do ex-presidente.
Investigado em diversas frentes – seja no Supremo Tribunal Federal, seja
no Tribunal Superior Eleitoral -, o líder da extrema-direita brasileira
ressurge no noticiário policial como suspeito de fraudes em cartões de vacina
da Covid-19, incluindo o dele próprio e o de sua filha de 12 anos.
Agentes de delegados da PF foram à casa de Bolsonaro e levaram documentos,
celulares, HDs, entre outras coisas, que, impreterivelmente, vão piorar a
situação jurídica do líder da oposição.
Essas buscas e apreensões quase sempre dificultam a condição dos
investigados.
Neste caso – o de inserção de dados falsos de vacinação contra a Covid-19 nos
sistemas do Ministério da Saúde – o ex-presidente subiu de patamar: virou
alvo de ação policial.
Minimizando o efeito da doença, dos imunizastes e escondendo o cartão de
vacina com sigilo de 100 anos, Bolsonaro vai negar, mas teria adulterado dados
para poder entrar em outros países.
Com isso, não abriu a porta só de outros países, mas provavelmente a da
prisão, hoje cada vez mais próxima dele.
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