Na cadeia por estupro “Mulher trans” vai para cadeia Masculina

Lexi-Rose Crawford, “mulher trans” (pessoa que nasceu do sexo masculino, mas que se sente uma mulher), acabou atrás das grades, por estuprar a própria amiga. A polícia encaminhou Crawford ao presídio masculino em Bristol, na Inglaterra, informou o jornal britânico The Independent na quarta-feira 10.
Essa não é a primeira vez que Lexi-Rose vai para trás das grades. Em 2017, quando ainda se identificava como homem e atendia pelo nome de Dominic Risden, a prisão ocorreu por fazer sexo com uma garota menor de idade que conheceu on-line.
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Lexi disse que desmaiou e não se lembra de ter estuprado a amiga | Foto: Reprodução/Twitter/We Have It All
Já se identificando como “mulher trans”, Lexi levou um Playstation para jogar com a amiga na casa dela, mas em vez da programação de lazer, estuprou a “amiga vulnerável com seu pênis”, informou o jornal Daily Mail.
O crime ocorreu em 2019, depois de Lexi deixar a prisão pelo crime sexual anterior. A vítima disse que tentou tirar a própria vida depois de ter sofrido o estupro. O tribunal foi informado de que ela teve que passar um tempo no hospital como resultado do impacto que o ataque teve em sua saúde mental.
Ministério da Justiça do Reino Unido definiu que ‘mulheres trans’ com genitália masculina devem ir para presídios masculinos

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Justiça do Reino Unido não manda mulheres trans com genitália masculina para presídios femininos | Foto: Freepik
O juiz Michael Longman sentenciou Lexi a nove anos de prisão pelo estupro e seis anos e seis meses por agressão por penetração, que serão executados simultaneamente.
Depois da sentença, as autoridades britânicas encaminharam Lexi para a penitenciária masculina. Isso porque o Ministério da Justiça do Reino Unidotem uma política em vigor desde fevereiro que determina que infratoras transexuais não serão alojadas em prisões femininas se tiverem genitália masculina ou tiverem cometido crimes sexuais.
Lexi chegou a afirmar que sofreu desmaios e não lembra do que aconteceu na casa de sua amiga em 2019. Mas os promotores criticaram a alegação como uma “desculpa conveniente”.

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