
Após a denúncia, a Secretaria de Saúde emitiu uma nota informando que o médico em questão havia iniciado seu trabalho na unidade há menos de um mês e que foi imediatamente afastado de suas funções.
Pacientes relataram que o médico estava embriagado, mas a prefeitura ressaltou que, embora visivelmente alterado, não foi possível especificar qual substância o profissional havia ingerido.
O Conselho Regional de Medicina (CRM) e o Conselho Regional de Enfermagem (Coren) foram notificados sobre o comportamento do médico, para que sejam tomadas as medidas apropriadas contra o profissional e a equipe, além do registro imediato de um Boletim de Ocorrência.
A prefeitura de Penha afirmou que o médico não voltará a atuar no município. O Diretor Clínico do PA, Leandro Brasil, revisou o prontuário de todos os pacientes atendidos pelo médico, a fim de garantir que nenhum paciente seja prejudicado.
Por meio de nota, a prefeitura reforçou que não compactua com o ocorrido e repudia veementemente a situação. Além disso, enfatizou o compromisso com a qualidade do atendimento a todos os cidadãos.
O prefeito de Penha, Aquiles da Costa (MDB), se manifestou sobre o caso nas redes sociais, afirmando que não é a primeira vez que ocorre um incidente envolvendo um “médico” e que o profissional em questão é alguém que jamais deveria possuir um CRM. O prefeito ressaltou a importância de respeitar o investimento feito nos profissionais de saúde e garantiu que não permitirá impunidade nesse caso.
A Prefeitura Municipal de Penha reiterou seu compromisso em repudiar tal conduta e afirmou que tomará as medidas cabíveis para garantir a responsabilização do médico.
