
Essa postura representou um revés contra o presidente brasileiro Lula, que esperava fortalecer a parceria entre os blocos econômicos europeu e sul-americano. Macron defendeu a necessidade de revisão do acordo, que ele considera desatualizado, apesar de sua própria nação integrar um grupo que planeja expandir o uso da energia nuclear para reduzir a dependência do carvão.
O episódio culminou com Lula abandonando a entrevista coletiva programada após o evento, uma decisão rapidamente interpretada como uma reação ao desfecho desfavorável para o Brasil. Embora tenha sido apresentada como uma medida de precaução, muitos perceberam isso como uma tentativa de Lula evitar questões sobre o fracasso em avançar nas negociações do acordo.
