
Michele, que atualmente está aposentada, recebeu seus primeiros “bebês”, como ela chama seus pets, em 2018, de um criador no Texas. De acordo com o jornal britânico Daily Mail, foi a partir da chegada dos ratos-toupeira-pelados, Elvis e Chuck, e dos ratos encapuzados, Lucy e Ethel, que ela começou a criar os animais.
Quando se mudou para a Califórnia, ela notou que não havia criadores de ratos na região. Por causa disso, a aposentada começou a vender os roedores, mas logo decidiu parar e os manteve como animais de estimação.
“É por isso que eu tenho tantos, porque eu os criei por temperamento, só para poder vendê-los para outras pessoas que amam ratos”, afirma.

“Todos os meus ratos têm um bom temperamento, então eu apresento alguém a um deles e geralmente eu os conquisto, ou os ratos os conquistam”.
O desejo da americana é mudar o estigma das pessoas sobre ratos, que acreditam que os roedores são animais sujos e doentes.
“Muitas pessoas mudaram de ideia e surpreendentemente os querem como animais de estimação. Algumas pessoas são muito abertas, mas outras nem tanto”, diz Michele.
Junto com os roedores, ela também cria quatro cachorros, três gatos e dois porcos. “Eu amo animais, queria ser veterinária quando crescesse, mas isso nunca aconteceu”.
