
Por meio de nota, a PF ressaltou que, na tentativa de esclarecer a hipótese criminal, adotou “as primeiras medidas de polícia judiciária no tratamento inicial da ocorrência”, com oitivas, apreensão de aparelhos telefônicos e da quantia em espécie.
Em complemento, a PRF informou que o condutor tinha credenciais de acesso ao Congresso Nacional e que a apreensão pode ser a “ponta de um iceberg”.
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Durante a abordagem policial, o suspeito, que não teve o nome divulgado e dirigia um Toyota Corolla preto, não soube informar a origem da quantia e acabou detido.


A equipe também notou contradições nas respostas dele sobre o trabalho que exerce e a motivação da viagem. Questionado quanto à origem do dinheiro, o suspeito ficou nervoso e afirmou que seria “proveniente de atividades com aluguéis de carros”.
