
Enquanto isso, Zuckerberg doou milhões de dólares para grupos extremistas que visam desfinanciar ou até mesmo abolir a polícia em diversas cidades dos Estados Unidos, revelou o jornalista investigativo Lee Fang.
A Chan Zuckerberg Initiative (CZI), uma organização de caridade pessoal de Zuckerberg e sua esposa, Priscilla Chan, doou $3 milhões de dólares para a PolicyLink, a organização que criou o DefundPolice.org, que apoia ativistas para promover o “desfinanciamento da polícia”.
Em seu site, o grupo anti-polícia se orgulha de dizer que financia esforços para “diminuir o papel do policiamento nas comunidades e fortalecer visões alternativas para a segurança pública”, embora não liste quais podem ser essas alternativas.
A CZI também doou mais de $2,5 milhões para a Solidaire, que busca acabar com a polícia. Em junho de 2022, a Solidaire relatou em uma visão geral de seu programa Defund The Police for Funders que liderou, orgulhosamente, o “Anti-Police Terror Project”, que afirma ter desempenhado um papel significativo na remoção do orçamento do Departamento de Polícia de Oakland de $18 milhões de dólares.
A Black Lives Matter (BLM), uma organização marxista, é uma das organizações apoiadas pelo Solidaire. “Investir dinheiro no sistema de policiamento só ameaça as próprias vidas que eles supostamente protegeriam”, disse o BLM.
A CZI também fornece fundos anuais para um grupo comunitário que está ligado ao Departamento de Polícia de Redwood City, a agência local de aplicação da lei que supervisiona a sede da Meta em Melo Park, na Califórnia, e os escritórios da CZI em Redwood City, segundo Fang.
A Meta, contudo, aumentou os seus gastos com a segurança de Zuckerberg para $14 milhões em 2023, ante $10 milhões nos últimos anos, de acordo com um documento da empresa divulgado em fevereiro.
Em 2021, a Meta havia destinado $27 milhões para um “programa de segurança geral”, que assegurou a segurança de Zuckerberg, Chan e suas três filhas. VIA GABRIEL FERRIGNO
