Escritório do Departamento de Estado declara apoio o povo cubano e condena “esquema coercitivo e exploratório”
13/08/25 às 21:27 | Atualizado 13/08/25 às 21:27

O escritório do Departamento de Estado dos EUA para Assuntos do Hemisfério Ocidental afirmou que o trabalho forçado e a exploração não tem lugar no mundo moderno, após a revogação de vistos ligados ao programa Mais Médicos nesta quarta-feira (13).
A publicação nas redes sociais afirma que a revogação de vistos mira funcionários e ex-funcionários do governo brasileiro e da OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde) “ligados ao esquema coercitivo e exploratório de exportação de mão de obra do regime cubano”.
A nota expressa apoio ao povo cubano e conclui que o “trabalho forçado e exploração não têm lugar no mundo moderno”
O Departamento de Estado anunciou mais cedo arevogação de vistos de pessoas que chamou de “cúmplices” do que seria um esquema de trabalho forçado que explora médicos cubanos. “Esse esquema enriquece o regime corrupto em Cuba e priva o povo cubano de cuidados médicos essenciais”, afirma.
As restrições de vistos também atingem funcionários de governos africanos, cubanos e granadinos, de acordo com o secretário Marco Rubio. “Países cúmplices dessa prática exploratória devem pensar duas vezes”, disse.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu o Mais Médicos e os servidores que contribuíram para implementar o programa em publicação nas redes sociais.
“O Mais Médicos, assim como o Pix, sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja. O programa salva vidas e é aprovado por quem mais importa: a população brasileira”, escreveu Padilha no X (antigo Twitter).
Segundo Padilha, o governo tem “muito orgulho de todo esse legado que leva atendimento médico para milhões de brasileiros que antes não tinham acesso à saúde”.
