CREA-RN sob questionamento:emissão de CAT 14 anos após término da obra levanta suspeitas


Após 14 anos da conclusão de obra, emissão de CAT gera questionamentos no CREA-RN
Uma representação envolvendo a emissão de uma Certidão de Acervo Técnico (CAT) pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte (CREA-RN) tem despertado atenção no setor da construção civil. O documento, solicitado em caráter de urgência para habilitar a empresa WSC Empreendimentos, apresenta divergências técnicas e temporais que têm sido alvo de debate entre profissionais.
O caso está relacionado ao empreendimento Residencial Mansão Terrazzo, localizado em Mossoró (RN). De acordo com os registros, a obra teria utilizado sistema modular, mas vistorias posteriores não identificaram esse tipo de execução, gerando dúvidas sobre a compatibilidade das informações declaradas.
Outro ponto é que, embora a obra tenha sido concluída em 2011, a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) foi registrada apenas em 2012. Ainda assim, a CAT só foi emitida em 2025 — 14 anos após a conclusão da construção. Especialistas ouvidos pela reportagem consideram a prática, no mínimo, questionável, já que a certidão deveria refletir a atuação técnica contemporânea à execução da obra.
Também foram anexados ao sistema do CREA-RN dois atestados distintos sobre o mesmo empreendimento, com informações divergentes. Em um deles, a empresa figura ao mesmo tempo como contratante e contratada, situação que levanta dúvidas sobre a regularidade do procedimento. Além disso, constam itens genéricos e quantitativos considerados incompatíveis com o porte da edificação.
O responsável técnico vinculado ao acervo é Pedro Augusto da Escóssia Chaves, atual presidente do Sinduscon de Mossoró. Esse contexto gerou debates sobre eventuais influências institucionais ou políticas no processo de emissão da CAT, em razão da posição de destaque que ele ocupa no setor.
⚠️ Juristas e engenheiros consultados ressaltam que, se as inconsistências forem confirmadas por órgãos competentes, a situação pode ensejar apurações por irregularidade administrativa, fraude documental ou até favorecimento em licitação. Também pode trazer impactos à credibilidade do CREA-RN e às entidades de classe envolvidas.
A reportagem solicitou manifestação ao CREA-RN e à WSC Empreendimentos, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.

Moraes manda liberar salário e retira tornozeleira de Marcos do Val

Ministro liberou contas e cartões do parlamentar após pedido da presidência do Senado

29/08/25 às 19:23 | Atualizado 29/08/25 às 20:04

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta sexta-feira (29) a retirada da tornozeleira eletrônica e a liberação do salário do senador Marcos do Val (Podemos-ES).

Na decisão, o ministro também manda desbloquear as redes sociais, chaves Pix e cartões de crédito e débito do senador. No entanto, mantém a proibição de Do Val sair do país e a apreensão dos passaportes.

As alterações nas medidas cautelares foram reconsideradas pelo ministro após um pedido da presidência do Senado. Segundo a manifestação, as cautelares estariam dando a “incapacidade temporária para exercer o mandato” por Do Val.

O senador cumpre outras restrições, além de não poder sair do país, deve ficar em casa no período noturno.

A determinação do bloqueio de contas do senador ocorreu após ele ir para os Estados Unidos usando um passaporte diplomático. Ao retornar ao Brasil, o parlamentar passou a usar tornozeleira.

“De modo que o seu retorno ao Brasil, com apreensão do passaporte diplomático utilizado na viagem e vedação de se ausentar do país, indica a possibilidade de revogação dessas medidas”, justifica o ministro Alexandre de Moraes.

Em nota, a defesa de Marcos do Val informou que recebeu a decisão “com satisfação”.

“A atuação técnica e responsável da Advocacia do Senado Federal em conjunto com esta defesa foi essencial para resguardar as prerrogativas parlamentares, que jamais poderiam ter sido limitadas sem fundamento sólido”, diz trecho

Embaixada do Brasil comunica USTR sobre início de processo de retaliação

Governo brasileiro afirma que o processo até uma eventual reação será longo

29/08/25 às 15:27 | Atualizado 29/08/25 às 21:02

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Embaixada do Brasil em Washingtoncomunicou oficialmente, nesta sexta-feira (29), oUSTR (Representante Comercial dos Estados Unidos) sobre a abertura de um processo que poderá resultar na aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica contra o país, em resposta à tarifa de 50% imposta a produtos brasileiros.

Na noite de quinta-feira (28), o Itamaraty acionou a Camex (Câmara de Comércio Exterior) para iniciar consultas e investigações voltadas à aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica, após aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT).

O governo brasileiro afirma que o processo até uma eventual reação será longo. Segundo integrantes do Executivo, a notificação abre espaço para que o governo Trump se manifeste, permitindo diálogo e negociação diplomática a qualquer momento.

O Brasil tem repetido que não se recusa a negociar os termos comerciais.

“A hora que eles quiserem negociar, o Lulinha paz e amor está de volta”, disse o petista na última quinta-feira (28), durante a nomeação dos novos diretores das agências reguladoras, no Palácio do Planalto.

Confira o ranking dos dez maiores bilionários do Brasil, segundo a Forbes

Eduardo Saverin é apontado novamente como o brasileiro mais rico, com fortuna de R$ 227 bilhões. Lista tem 31 estreantes

Por Extra — Rio de Janeiro

28/08/2025 08h44  Atualizado agora 


Eduardo Saverin, cofundador do Facebook

nullEduardo Saverin, cofundador do Facebook — Foto: Bloomberg

A lista dos dez maiores bilionários brasileiros de 2025, que reúne 300 nomes com patrimônio acima de R$ 1 bilhão, foi divulgada nesta quinta-feira (dia 27) pela Forbes Brasil. Entre eles, está Eduardo Saverin, que mantém a liderança pelo segundo ano consecutivo, enquanto Vicky Safra se mantém como a única mulher no Top 10.

A edição deste ano registrou ainda 31 estreantes, que conquistaram o status de bilionário pela primeira vez, e mostrou que mais da metade dos nomes teve aumento de patrimônio, apesar de 20,6% terem registrado queda. 

A lista é elaborada a partir de várias fontes, segundo a Forbes Brasil. A mais importante são os preços das ações listadas em Bolsa, com base na cotação de fechamento de 30 de junho de 2025. Além de serem informações públicas, esses dados são oficiais e auditados, o que os torna confiáveis. 

Veja abaixo quem está no Top 10 do ranking de bilionários brasileiros:

1 – Eduardo Saverin

Eduardo Saverin, bilionário brasileiro, cofundador do Facebook — Foto: Wei Leng Tay/Bloomberg

nullEduardo Saverin, bilionário brasileiro, cofundador do Facebook — Foto: Wei Leng Tay/Bloomberg 

Pelo segundo ano consecutivo, o cofundador do Facebook Eduardo Saverin lidera a lista dos brasileiros mais ricos. O empresário, nascido em São Paulo e radicado em Cingapura, acumula um patrimônio estimado em R$ 227 bilhões. O valor representa um salto de 45,5% em relação ao ano passado e foi possível graças à febre da inteligência artificial. Ele tem quase R$ 100 bilhões a mais do que a segunda colocada, Vicky Sarfati Safra e família, com R$ 120,5 bilhões. 

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  • Patrimônio: R$ 227 bilhões (+45,5%)
  • Empresa: Facebook
  • Setor: Tecnologia
  • Idade: 43 anos

2 – Vicky Sarfati Safra e família

Vicky Safra e a família têm um patrimônio de R$ 120,5 bilhões — Foto: Arquivo

nullVicky Safra e a família têm um patrimônio de R$ 120,5 bilhões — Foto: Arquivo 

Em segundo lugar aparece Vicky Sarfati Safra e família, com patrimônio de R$ 120,5 bilhões, 9,4% maior do que o registrado em 2024. Viúva do banqueiro Joseph Safra, que faleceu em dezembro de 2020, Vicky herdou metade da fortuna e mantém participação relevante nos negócios da família. Os demais herdeiros são os filhos: Jacob, Esther, Alberto e David. No início de 2025, Jacob e David compraram a participação de Esther no banco. Alberto já havia se afastado do grupo em 2019 para fundar a gestora ASA. Vicky lidera ainda a Vicky and Joseph Safra Philanthropic Foundation, que apoia iniciativas nas áreas de saúde, educação e artes. A família continua controlando o Banco Safra, consolidando sua presença no setor financeiro. 

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  • Patrimônio: R$ 120,5 bilhões (+9,4%)
  • Empresa: Banco Safra
  • Setor: Finanças
  • Idade: 73 anos

3 – Jorge Paulo Lemann

Jorge Paulo Lemann, cofundador da 3G Capital — Foto: Dania Maxwell/Bloomberg

Jorge Paulo Lemann, cofundador da 3G Capital — Foto: Dania Maxwell/Bloomberg 

Jorge Paulo Lemann perdeu 4,2% de seu patrimônio do ano passado para cá, mas ainda tem R$ 88 bilhões. Aos 85 anos, o empresário segue como acionista controlador da AB Inbev, gigante cervejeira, além de manter participações na Restaurant Brands International, dona das redes Burger King e Tim Hortons, e em outros investimentos globais. O grupo inclui ainda a São Carlos Empreendimentos, em sociedade com Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira. Em maio de 2025, a 3G Capital, grupo de investimentos do qual Lemann é sócio, adquiriu a Skechers por cerca de US$ 9,4 bilhões, seu primeiro grande negócio em três anos. 

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  • Patrimônio: R$ 88 bilhões (-4,2%)
  • Empresa: AB Inbev / 3G Capital
  • Setor: Bebidas / Investimentos
  • Idade: 85 anos

4 – André Santos Esteves

André Esteves, presidente do Banco BTG Pactual — Foto: Bloomberg

André Esteves, presidente do Banco BTG Pactual — Foto: Bloomberg 

Na quarta posição está André Esteves, com R$ 51 bilhões, um aumento expressivo de 56% em relação ao ano passado. Principal acionista do BTG Pactual, Esteves viu o banco registrar lucro líquido ajustado recorde de R$ 13,4 bilhões nos 12 meses até junho de 2025. Sua trajetória no setor financeiro começou ainda jovem, em 1989, como analista de sistemas do Banco Pactual, e quatro anos depois ele se tornou sócio do banco. Em 2005, entrou para o rol de bilionários e nunca mais saiu. 

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  • Patrimônio: R$ 51 bilhões (+56%)
  • Empresa: BTG Pactual
  • Setor: Finanças
  • Idade: 57 anos

5 – Fernando Roberto Moreira Salles

Fernando Roberto Moreira Salles tem patrimônio de R$ 40,2 bilhões, 4,5% maior do que em 2024. Primogênito do banqueiro Walther Moreira Salles, Fernando é acionista do Itaú Unibanco por meio da Companhia E. Johnston de Participações e também participa da mineradora CBMM, líder mundial na produção de nióbio. Em 2022, ele comprou parte da participação dos irmãos Walther Júnior e João, ficando com 50% do capital da EJ, que detém cerca de 33% das ações do Itaú. 

  • Patrimônio: R$ 40,2 bilhões (+4,5%)
  • Empresa: Itaú Unibanco / CBMM
  • Setor: Finanças / Mineração
  • Idade: 79 anos

6 – Carlos Alberto da Veiga Sicupira

Beto Sicupira, sócio da AB Inbev e da 3G Capital — Foto: Divulgação/Expert/XP

Beto Sicupira, sócio da AB Inbev e da 3G Capital — Foto: Divulgação/Expert/XP 

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Logo atrás está Carlos Alberto da Veiga Sicupira, com patrimônio de R$ 39,1 bilhões, que recuou 20,8% em relação a 2024. Sócio da AB Inbev e da 3G Capital, ao lado de Jorge Paulo Lemann, Sicupira enfrentou um período desafiador, marcado pela crise da Americanas em 2023, mas conseguiu manter boa parte do patrimônio graças à participação no conglomerado cervejeiro. Após vender sua participação na Kraft Heinz, a 3G Capital manteve-se discreta até a compra da Skechers no início de 2025. 

  • Patrimônio: R$ 39,1 bilhões (-20,8%)
  • Empresa: AB Inbev / 3G Capital
  • Setor: Bebidas / Investimentos
  • Idade: 77 anos

7 – Pedro Moreira Salles

Pedro Moreira Salles é copresidente do Conselho de Administração do Itaú Unibanco — Foto: Edilson Dantas

Pedro Moreira Salles é copresidente do Conselho de Administração do Itaú Unibanco — Foto: Edilson Dantas 

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O sétimo lugar é ocupado por Pedro Moreira Salles, com fortuna de R$ 38 bilhões, um aumento de 5,1% em relação a 2024. Terceiro filho de Walther Moreira Salles, Pedro é copresidente do Conselho de Administração do Itaú Unibanco e, assim como os irmãos, possui participação na Companhia E. Johnston de Participações. Ele também tem ações na CBMM, em que ficou com 44% após a reestruturação familiar de 2022. 

  • Patrimônio: R$ 38 bilhões (+5,1%)
  • Empresa: Itaú Unibanco / CBMM
  • Setor: Finanças / Mineração
  • Idade: 65 anos

8 – Miguel Gellert Krigsner

Miguel Krigsner, fundador de O Boticário — Foto: Cláudio Belli/Valor

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Miguel Gellert Krigsner, fundador de O Boticário, aparece em oitova luga do ranking, com patrimônio de R$ 34,2 bilhões, um crescimento de 19,2% ante 2024. Nascido em La Paz, na Bolívia, ele se mudou com a família para Curitiba aos 11 anos. Graduado em farmácia e bioquímica, Krigsner fundou em 1977 a farmácia de manipulação que se tornaria O Boticário, pioneiro em franquias de cosméticos no país. Atualmente, a rede controla marcas como Eudora, Quem Disse, Berenice?, Beauty Box, Vult e O.U.i. Em 2025, a empresa recebeu crédito de R$ 1 bilhão do BNDES para financiar sua expansão. 

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  • Patrimônio: R$ 34,2 bilhões (+19,2%)
  • Empresa: O Boticário
  • Setor: Cosméticos
  • Idade: 75 anos

9 – Alexandre Behring da Costa

O empresário Alexandre Behring da Costa — Foto: Carla Romero/Valor

O empresário Alexandre Behring da Costa — Foto: Carla Romero/Valor 

  • O nono colocado é Alexandre Behring da Costa, com R$ 31 bilhões, uma queda de 11,1% em relação a 2024. Engenheiro eletrônico e especialista em private equity, Behring foi sócio da Modus OSI Tecnologias e depois da GP Investimentos, chegando a comandar a América Latina Logística em 1998. Atualmente, integra os conselhos da Restaurant Brands International, dona das redes Burger King e Tim Hortons, e é figura importante na 3G Capital.
  • Patrimônio: R$ 31 bilhões (-11,1%)
  • Empresa: 3G Capital
  • Setor: Investimentos
  • Idade: 58 anos
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10 – Jorge Neval Moll Filho

O cardiologista Jorge Neval Moll Filho — Foto: Divulgação/Rede D'Or

O cardiologista Jorge Neval Moll Filho — Foto: Divulgação/Rede D’Or 

Por fim, o décimo lugar pertence a Jorge Neval Moll Filho, com patrimônio de R$ 30,4 bilhões, crescimento expressivo de 119,1%. Cardiologista de formação, Moll fundou a Rede D’Or em 1977, hoje o maior grupo hospitalar do Brasil, com 69 hospitais próprios e 53 clínicas oncológicas. A empresa abriu capital na B3 em 2020, movimentando R$ 11,3 bilhões. Jorge Moll continua como principal acionista e presidente do Conselho de Administração da empresa, com sua esposa e cinco filhos também participando do capital. Neste ano, surgiram rumores de uma possível parceria entre a Rede D’Or e a rede de medicina diagnóstica Fleury, mas o negócio não foi confirmado. 

Câmara Municipal de Natal comemora o DIA DO CORRETOR

€ A Câmara de Parnamirim realizou, nesta terça-feira (26), uma sessão solene para homenagear os profissionais da educação infantil do município.
e Por proposição da vereadora Rafaela de Nilda, a solenidade teve o intuito de celebrar e exaltar a importância dos professores, auxiliares, coordenadores e cuidadores infantis e o trabalho que desempenham na formação da educação basilar de crianças.

Câmara de Parnamirim homenageia educadores infantis do Município

€ A Câmara de Parnamirim realizou, nesta terça-feira (26), uma sessão solene para homenagear os profissionais da educação infantil do município.
e Por proposição da vereadora Rafaela de Nilda, a solenidade teve o intuito de celebrar e exaltar a importância dos professores, auxiliares, coordenadores e cuidadores infantis e o trabalho que desempenham na formação da educação basilar de crianças.
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