Deputado Coronel Azevedo sai em defesa de policiais militares e critica postura da governadora Fátima Bezerra

Durante pronunciamento na Sessão Plenária da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, nesta terça-feira (19), o deputado estadual Coronel Azevedo (PL) fez um duro discurso em defesa dos policiais militares envolvidos em ocorrência registrada no último domingo (17), em Santana do Seridó, e criticou a postura da governadora Fátima Bezerra.

Segundo o parlamentar, a governadora utilizou as redes sociais para se solidarizar com um homem que teria depredado a estrutura de uma unidade hospitalar e, ao mesmo tempo, atacou a atuação dos policiais militares chamados para conter a ocorrência.

“Mais uma vez, como todo bom petista, a governadora correu às redes sociais para condenar os policiais e vitimizar o infrator. Ela não condenou a depredação do patrimônio público e, pior, atacou os profissionais que estavam apenas cumprindo o seu dever”, afirmou Azevedo.

O deputado destacou que dois policiais foram acionados para intervir após o indivíduo agir violentamente dentro da unidade de saúde, colocando em risco pacientes, idosos e trabalhadores do local.

Para Azevedo, a postura da governadora representa “inversão de valores” e desrespeito às forças de segurança:

“Policiais também são trabalhadores, pais de família, e precisam ser respeitados no exercício da missão de proteger a sociedade. Infelizmente, não é a primeira vez que vemos Fátima se posicionar contra a Polícia Militar e a favor de quem comete infração.”

O parlamentar concluiu afirmando que a gestão estadual vai terminar sem grandes realizações, mas marcada por episódios de “perseguição e humilhação” contra a categoria.

“Nada justifica a forma como a governadora tratou os policiais neste episódio. Seria um bem enorme para o povo potiguar se ela tivesse a grandeza de renunciar antes do término do mandato”, disse.

Coronel Azevedo reafirmou que continuará utilizando a tribuna da Assembleia Legislativa em defesa da Polícia Militar e contra qualquer tentativa de desmoralização da instituição.

Aconteceu hoje na Câmara Municipal de Natal

Uma audiência pública da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Câmara de Natal debateu, nesta segunda-feira (18), o regime de contratação dos médicos pela Prefeitura de Natal.
Na ocasião, representantes do Conselho Regional de Medicicina (Cremern) e do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed-RN) externaram as preocupações e reinvidicações da categoria, especialmente as contratações via terceirização e a necessidade de concurso público para recompor o quadro médico da rede municipal.
De acordo com o presidente do Sinmed-RN, Geraldo Ferreira, o Ministério Público do Trabalho e a Justiça do Trabalho são unânimes na afirmativa que as terceirizações não podem ser usadas para burlar a legislação trabalhista.

Tribuna Livre debate violência contra mulher

Na quinta-feira 29 de julho durante a 50º Sessão Ordinária, a Câmara Municipal de Parnamirim promoveu uma Tribuna Livre, para debater o tema “Mulheridades livres de violência no contexto da Lei Maria da Penha”, que teve como representante Valéria Felizardo, mãe da jovem Analia. O momento foi uma solicitação da DIVERSOMOS (Associação Norte Riograndense LGBTQIA+).

No plenário da Dr. Mário Medeiros estavam reunidos além dos vereadores, a secretária municipal das Mulheres e dos Direitos Humanos Khatia Palhano e a secretária da Mulher do município de Extremoz Sheila Freitas, para escutar o discurso da convidada.

“Venho à Casa do Povo com o coração dilacerado, em nome da memória da minha filha Márcia Anália e em nome de todas as mulheres que têm sido silenciadas e violentadas, muitas vezes sob o teto que deveria abrigá-las com amor”, discursou Valéria.

A representante usou sua fala na tribuna para pedir também aos vereadores presentes comprometimento, humanidade e ação efetiva, para que casos como o de sua filha não voltem a se repetir. “Cada um dos senhores aqui presentes têm o poder e o dever de legislar por quem não pode mais gritar por socorro. Peço que a história de Márcia (Anália) não se perca em ofícios”, disse a convidada em sua fala na tribuna.

A vereadora Rárika Bastos prestou solidariedade à convidada e afirmou o compromisso da Câmara no combate dessas violências. “É nesse momento que tanto esta casa legislativa, quanto o Executivo se levanta colocando em evidência essa mulheres que tem conhecimento de causa, para que a gente consiga atender, acolher, compreender e dar resolutividade”

Caso Anália

Márcia Anália Felizardo da Silva, de 23 anos de idade, foi encontrada morta em sua casa no dia 24 de abril de 2024. O seu ex-companheiro, Josué Viana, confessou o crime por não aceitar o fim do relacionamento. Anália foi morta de forma brutal e o crime comoveu toda a sociedade.

Texto: Luiz Thé

Foto: José Neto

STJ mantém prisão preventiva de Hytalo Santos

Ministro Rogerio Schietti afirmou que prisão foi fundamentada em indícios de crimes graves e que não há motivos para reverter decisão do tribunal da Paraíba

19/08/25 às 16:05 | Atualizado 19/08/25 às 16:05

Músicas do influenciador Hytalo Santos continuam nas plataformas de streaming  • Reprodução

O ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Rogerio Schietti Cruz negou nesta terça-feira (19) um habeas corpus apresentado pela defesa do influenciador digital Hytalo Santos e manteve a prisão preventiva decretada contra ele.

Hytalo foi preso na última sexta-feira (15). No mesmo dia, o TJPB (Tribunal de Justiça da Paraíba) negou um recurso apresentado pelo influenciador e manteve a prisão.

Ao recorrer ao STJ, a defesa alegou que a decisão de prisão foi tomada em “tempo recorde” após denúncias divulgadas pelo youtuber Felipe Bressanimconhecido como Felca, e sustentou que não houve o direito ao contraditório.

Os advogados afirmaram ainda que não havia intenção de fuga. Segundo eles, Hytalo não estava sob nenhuma restrição de viajar de Paraíba para São Paulo, onde foi preso.

O ministro Schietti destacou, porém, que não havia motivos para derrubar a decisão do tribunal paraibano. Segundo ele, a prisão preventiva foi fundamentada na gravidade dos crimes investigados.

“Nesse contexto, que aponta para a exposição reiterada e inadequada de crianças e adolescentes, bem como para a tentativa de destruição de provas relevantes à apuração dos fatos, não é possível constatar a plausibilidade jurídica do pedido de soltura”, apontou.

O ministro argumentou ainda que o regimento do STJ limita a atuação do tribunal em habeas corpus contra decisões liminares de instâncias inferiores, permitindo reverter apenas casos de ilegalidade “manifesta e intolerável”, que não foi o caso.

Caso Hytalo Santos

A Polícia Civil de São Paulo executou os mandados de prisão preventiva na manhã de sexta (15).

As investigações contra Hytalo Santos, iniciadas em 2024 pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) após denúncias via “Disque 100”, focam na exploração de menores e na “adultização” de crianças e adolescentes em seus conteúdos online.

Uma das denúncias mais visíveis foi feita pelo youtuber Felca, cujo vídeo detalha a exposição de jovens como Kamylinha Santos, de 17 anos, que supostamente foi exibida em situações sugestivas desde os 12 anos e teve seu pós-operatório de implante de silicone filmado. O vídeo de Felca já ultrapassa 42 milhões de visualizações, gerando ampla repercussão.

Brasileiros têm 70,5% da renda comprometida com contas, diz Serasa Experian

Com faturas de cartão de crédito, contas e dívidas a pagar, sobram, em média R$ 968 para o consumidor passar o mês

19/08/25 às 17:16 | Atualizado 19/08/25 às 17:17

De acordo com o levantamento, o número está em queda progressiva nos últimos anos  • Peter Dazeley / Getty Images

Brasileiros possuem, em média, 70,5% de suas contas comprometidas com contas a pagar — sejam elas faturas de cartão de crédito, contas de luz, gás e internet ou dívidas. Sobram, em média, R$ 968 para passar o mês.

Os dados foram levantados pela Serasa Experian, em pesquisa que busca avaliar a capacidade de pagamento do consumidor.

Com recorte salarial, os números se tornam ainda mais expressivos. Pessoas que ganham até um salário mínimo (R$1.804) têm 90,1% da renda comprometida. Isso significa que sua capacidade de pagamento — valor que o consumidor ainda teria disponível para poder arcar com seus compromissos financeiros — é de R$ 120.

Brasileiros que recebem dois salários mínimos, por sua vez, têm 79,4% da renda comprometida; três salários mínimos, 71,1%. Sobram, respectivamente, R$ 410 e R$ 1.056 mensais. Quanto maior a renda, menor o peso no orçamento.

De acordo com o levantamento, o número está em queda progressiva nos últimos anos. Em 2022, 72,3% da renda dos brasileiros estava comprometida; em 2023, 72%; em 2024, 70,9%. “Isso pode ser reflexo do mercado de trabalho aquecido e políticas de estímulo a renda”, explica Eduardo Mônaco, Vice-Presidente de Crédito e Plataformas da Serasa Experian.

“No entanto, temos observado, atualmente, que esse aumento na renda não está contribuindo para conter a elevação da inadimplência no país.” O especialista refere-se aos 77,8 milhões de inadimplentes medidos pela datatech em junho — aumento de 1% na comparação mensal. Isso são quatro a cada 10 pessoas.

O estudo foi feito a partir de informações coletadas pelas soluções de Renda e Renda+ da Serasa Experian, que trazem estimativas de renda da população. Os dados são de janeiro de 2025.

EUA dizem que questionamento do Brasil não é mérito da OMC

Ainda assim, norte-americanos aceitaram pedido de consultas e disseram estar prontos para conversar com autoridades sobre data “mutuamente conveniente” para tratativas

19/08/25 às 17:09 | Atualizado 19/08/25 às 17:09

Bandeiras dos Brasil e dos Estados Unidos
No caso das alíquotas globais, os EUA as justificam por conta dos “grandes e persistentes” déficits comerciais de bens com seus parceiros comerciais  • US Embassy/Reprodução

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A delegação dos Estados Unidos na OMC (Organização Mundial do Comércio) respondeu a um pedido de consulta do Brasil junto ao corpo diplomático internacional sobre o tarifaço do presidente Donald Trump.

As autoridades norte-americanas defendem que “questões de segurança nacional são questões políticas não suscetíveis de revisão ou de resolução por meio da resolução de litígios da OMC”, segundo a carta, que foi enviada na sexta-feira (15) e protocolada na segunda (18).

Ainda assim, os EUA disseram aceitar o pedido brasileiro para iniciar consultas, informando estarem prontos para conversar com as autoridades de sua missão sobre uma “data mutuamente conveniente” para as tratativas.

Os diplomatas norte-americanos afirmam que tanto as tarifas recíprocas anunciadas no dia 2 de abril, como a sobretaxa de 50% aplicada contra o Brasil são “relacionadas a questões de segurança nacional”, de modo que “não são suscetíveis de revisão ou de resolução por meio de solução de controvérsias na OMC”.

No caso das alíquotas globais, os EUA as justificam por conta dos “grandes e persistentes” déficits de bens com seus parceiros comerciais, “ameaçando a segurança nacional e a economia dos Estados Unidos”.

Ademais, a carta ressalta que “o presidente [Donald Trump] determinou que ações adicionais eram necessárias para enfrentar a emergência nacional decorrente das recentes políticas, práticas e ações do governo do Brasil que minam o Estado de Direito e ameaçam a segurança nacional, a política externa e a economia dos Estados Unidos”. O Brasil não acumula, porém, superávit com os norte-americanos.

O que a Casa Branca alega é que a postura do STF (Supremo Tribunal Federal) na responsabilização de big techs e outras questões do ambiente brasileiro – como o Pix e uma suposta falta de combate ao desmatamento – prejudicam a competitividade das empresas norte-americanas.

Desse modo, os EUA abriram uma investigação comercial sobre práticas brasileiras que acusam serem desleais e anti-americanas.

O governo brasileiro respondeu diretamente aos EUA na noite de segunda-feira (18) e também citou a ação na consulta à OMC – o que os Estados Unidos também alegam não ser coerente à pauta do órgão internacional.

“BOLSONARO NA CADEIA” Tanda Macedo recebeu 30 mil reais para cantar “ATÉ” duas horas

🔥 A festa “ROLE VERMELHO”, organizada pela vereadora Brisa Braachi do PT em 9 de agosto, onde a pulseira era BOLSONARO NA CADEIA segue repercutindo em Natal!
🎤 O evento contou com a apresentação da cantora Tanda Macedo, com contrato de 31 mil reais por até duas horas de show.
💬 O episódio gerou comentários no meio artístico local, levantando questionamentos sobre a forma como os recursos foram aplicados e o custo do evento.
📲 E você, o que acha dessa polêmica? Comente!
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