Durante almoço no Capitólio dos EUA, JD Vance afirmou que o país do Oriente Médio também não pode enriquecer urânio
17/06/25 às 21:35 | Atualizado 17/06/25 às 21:35
Durante seu discurso na Conferência de Segurança de Munique em fevereiro, JD Vance citou o exemplo de um homem preso por rezar perto de uma clínica de aborto. • Leah Millis/Reuters via CNN Newsource
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JD Vance, vice-presidente dos Estados Unidos, disse que “o Irã não pode ter uma arma nuclear”, durante fala a repórteres após um almoço no Capitólio dos EUA com senadores republicanos nesta terça-feira (17).
Questionado pela CNN se o presidente Donald Trump está próximo de tomar uma ação ofensiva contra o Irã, Vance respondeu:
“Acho que o presidente está deixando claro para o povo americano e para o mundo inteiro que sua política é que o Irã não pode ter uma arma nuclear, e que parte disso é que eles não têm permissão para ter enriquecimento de urânio em seu país”.
Vance acrescentou que há “muitas opções diferentes à disposição do presidente sobre como atingir o objetivo político final”.
Ele pontuou ainda que o governo dos EUA está “tentando explicar por que isso importa para o povo americano, por que importa para o presidente dos Estados Unidos, e continuaremos fazendo isso”.
“Boiola depilada” é o segundo ataque da idosa em três dias; caso é investigado com injúria racial
17/06/25 às 21:48 | Atualizado 17/06/25 às 21:48
Mulher profere novas ofensas homofóbicas a moradores de condomínio • Crédito: Reprodução
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A Polícia Civil de São Paulo, pela 77º Distrito Policial (DP), em Santa Cecília, no centro da capital paulista, investiga uma nova denúncia de homofobia cometida pela jornalista Adriana Catarina Ramos, de 61 anos. O caso ocorreu um dia após a mulher ser solta depois da prisão em flagrante por um crime semelhante na última segunda-feira (16).
A abertura do inquérito policial deve ocorrer nesta quarta-feira (18) e, com o andamento da investigação, a jornalista será intimada para depor à Polícia Civil, de acordo com o delegado Cleber Henrique Martins de Oliveira, titular da 77º DP, em entrevista à CNN.
Vídeos mostram a idosa chamando um homem de “boiola depilada”, além de outras ofensas de natureza homofóbica.
As vítimas hostilizadas foram Danilo Cavalotti, Matteus Câmara e Gustavo Leão, que chamaram a Polícia Militar. A idosa foi levada à delegacia para ser ouvida e a prisão não ocorreu em flagrante pela ausência das vítimas no momento, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo.
Nesta terça-feira (17), os três homens compareceram à delegacia para registrar um boletim de ocorrência. O caso é investigado como injúria racial.
Na manhã desta segunda-feira (16/06), a Câmara Municipal de Parnamirim sediou uma audiência pública dedicada ao debate sobre a importância da conscientização a respeito da anemia falciforme. O evento, realizado no Plenário Dr. Mário Medeiros, foi proposto pelo vereador Eurico da Japão e contou com a presença de autoridades da saúde, representantes da sociedade civil e profissionais da educação.
A anemia falciforme é uma doença genética e hereditária que afeta a forma dos glóbulos vermelhos, tornando-os parecidos com foices. Essa deformação dificulta a circulação do sangue e pode causar crises de dor, anemia crônica e danos a órgãos vitais. O diagnóstico precoce, geralmente feito pelo “teste do pezinho” em recém-nascidos, é fundamental para garantir acompanhamento médico adequado e qualidade de vida aos portadores.
A proposta da audiência surgiu a partir da apresentação do Projeto de Lei nº 099/2025, de autoria do vereador Eurico da Japão. A iniciativa visa instituir uma política pública municipal específica para atender pessoas com anemia falciforme, assegurando diagnóstico precoce, acesso a medicamentos e um tratamento digno e contínuo.
Durante o encontro, o vereador Eurico ressaltou o papel fundamental da audiência na promoção da informação: “É uma realização feita com muito respeito e senso de responsabilidade, com o objetivo de conscientizar os profissionais da saúde, da educação e a população em geral sobre uma condição que atinge tantas famílias”, afirmou. Ele também agradeceu ao presidente da Câmara, vereador Dr. César Maia, pelo apoio e trabalho em prol da causa.
O presidente, por sua vez, reforçou a importância do espaço público para discutir o tema: “Precisamos buscar soluções e estimular o diagnóstico precoce. Um tema como esse precisa ser debatido de forma aberta e responsável”, declarou.
A Dra. Maria Zélia Fernandes, hematologista e professora da UFRN, alertou sobre o desconhecimento da doença mesmo entre profissionais de saúde: “Apesar de ter sido identificada há mais de um século, muitos médicos ainda confundem a anemia falciforme com outros tipos. O diagnóstico, idealmente feito nas primeiras semanas de vida, é essencial”, afirmou.
Presenças e falas marcantes Além do presidente Dr. César Maia e do propositor Eurico da Japão, a mesa contou com a presença da Dra. Brenda Martins Borges (especialista em clínica médica hematológica), da advogada Walquiria Vidal (diretora jurídica da APPAF) e da própria Dra. Maria Zélia Fernandes.
A extensão da mesa reuniu também Francisco Canindé de Moura (vice-presidente da APPAF), Ana Angélica Cabral (técnica de enfermagem do Hemonorte), Girlene da Silva Pereira (diretora da UBS Coahbinal), Edson Costa Galvão (diretor da UBS Prof. Clóvis Gonçalves dos Santos, em Emaús), Maria das Graças Ferreira (diretora da UBS João Dias Gomes), Francisca Lúcia França (psicóloga e representante da Secretaria Municipal de Educação) e Julia Ferreira (diretora técnica da Maternidade Divino Amor).
Da plateia, também contribuíram com falas importantes Nazareno Neres, o professor Hipócrates Viana (conhecido como “Professor Poquinha”) e Ingrid Samara, portadora de anemia falciforme, que compartilhou sua experiência pessoal e os desafios enfrentados no acesso ao tratamento.
Compromisso com a saúde pública Ao final da audiência, ficou evidente o compromisso dos participantes com a formulação de políticas públicas que ampliem o acesso à informação e ao tratamento adequado para pessoas com anemia falciforme. O Projeto de Lei segue em tramitação e com previsão de aprovação ainda esta semana.
A Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final da Câmara Municipal de Natal se reuniu nesta segunda-feira (16) e analisou 51 proposições legislativas. Durante a reunião, foram designados relatores para 25 projetos e emitidos pareceres sobre outros 26.
Entre os destaques, está o Projeto de Lei nº 116/2025, de autoria do vereador Kleber Fernandes (Republicanos), que institui o Programa de Formalização do Comércio para Ambulantes no município. “É importante estimular os ambulantes a se formalizarem, com CNPJ e como MEIs, para que tenham acesso a benefícios e também proporcionem mais segurança jurídica à população”, defendeu Kleber.
Outro projeto relevante é o PL nº 129/2025, de autoria do vereador Daniell Renall (Republicanos), que trata da obrigatoriedade de curso básico de primeiros socorros para equipes de escolas e CMEIs de Natal. O vereador Tony Henrique (PL), relator da proposta, destacou a importância da capacitação. “Precisamos de profissionais aptos a agir em emergências até a chegada do atendimento especializado”, justificou.
Também recebeu parecer favorável o Projeto de Lei Complementar nº 24/2023, enviado pelo Executivo, que cria o Conselho Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (COMSEMDES). Segundo Kleber Fernandes, que também relatou a matéria, o conselho terá participação democrática de diversos setores da sociedade e vai reforçar o papel do município na área da segurança pública, alinhando-se às novas legislações federais.
Ao final da reunião, o presidente da comissão, vereador Aldo Clemente (PSDB), destacou o sucesso do São João de Natal, encerrado recentemente no Polo Arena das Dunas. “O evento movimentou a economia local, gerou emprego e renda e proporcionou entretenimento gratuito para milhares de pessoas. A ocupação hoteleira aumentou mais de 12% em relação ao mesmo período do ano passado”, afirmou.
Advocacia-Geral da União (AGU) cita complexidade do caso, impacto social e econômico
Prédio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em Brasília • Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (16), a abertura de procedimento conciliatório na ação em que a União pede asuspensão de todos os processos envolvendo cobrança por descontos associativos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
“A instauração de incidente de solução negociada propiciará uma abordagem sistêmica e preventiva, apta a mitigar os impactos deletérios da judicialização massiva e da litigância predatória, assegurando a proteção dos direitos dos segurados de forma célere e eficaz, em contraposição a um litígio fragmentado e prolongado que resultaria em prejuízos para todos os envolvidos”, justifica.
Ainda de acordo com a AGU, a ampliação da proteção dos direitos dos segurados ao pagamento de benefícios de forma universal, contínua e sustentável pode ser aperfeiçoada pela adoção dos métodos de solução compositiva, com a participação de instituições com representatividade em matéria de proteção de direitos previdenciários, tais como a Defensoria Pública da União e do Ministério Público Federal.
“A instituição, portanto, de balizas e estruturas que permitam não apenas superar a crise instaurada, mas também estabelecer um ambiente de atuação seguro para os cidadãosque já foram indevidamente expostos à lesão de seus direitos é de singular relevância de modo a justificar a apreciação do método conciliatório”, completa a AGU.
Trump deixará o G7 mais cedo, retornando a Washington na noite desta segunda-feira, devido ao conflito entre Irã e Israel. A Casa Branca citou a situação no Oriente Médio como motivo para a partida antecipada.
Uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou a condenação do ex-prefeito de Canguaretama (RN), Wellinson Ribeiro, afastado do cargo no dia 3 de dezembro de 2021. O motivo? Segundo o relator do caso, ministro Rogério Schietti, o processo desrespeitou garantias básicas do réu, como a ampla defesa e o devido processo legal.
De acordo com Schietti, a defesa técnica do ex-prefeito à época não apresentou recurso dentro do prazo legal, o que comprometeu o direito de Ribeiro a se defender adequadamente. A ausência de um contraditório efetivo levou o STJ a considerar que o processo não poderia ter seguido como estava.
“A defesa não é apenas um direito do acusado, mas uma garantia essencial para o bom andamento do processo, dentro de um sistema que preza pela justiça e equilíbrio entre as partes”, escreveu o ministro em sua decisão.
Wellinson chegou a ser preso pela Polícia Federal em 9 de dezembro de 2021, após apresentar-se de forma espontânea na sede da instituição policial, acompanhado pelos advogados. O ex-prefeito foi condenado a mais de quatro anos de prisão em regime semiaberto pela Justiça Federal por ocultar documentos referentes a programas de educação e desviar recursos federais.