ESTADÃO: Israel exerce o direito de se defender e defender o Mundo

O programa nuclear iraniano é uma ameaça existencial a Israel e, por isso, é um alvo legítimo. Ademais, interromper a escalada nuclear do Irã será um alívio para o mundo
Em 1981, quando a Força Aérea de Israel destruiu o reator nuclear de Osirak, no Iraque de Saddam Hussein, houve muitas manifestações de indignação na comunidade internacional. Em 2007, o mesmo se repetiu após o bombardeio às instalações nucleares secretas do regime sírio. Mas o tempo se encarregou de mostrar quem estava certo. Por isso, o ataque israelense contra o Irã na madrugada de 13 de junho deve ser compreendido pelo que é: um ato preventivo de legítima defesa e um serviço à segurança regional e global.
A operação Leão em Ascensão, que envolveu cerca de 200 aeronaves e mais de uma centena de alvos, teve como objetivo impedir que a teocracia xiita que governa o Irã desde 1979 alcance a capacidade de fabricar armas nucleares. Realizada com precisão cirúrgica, a ofensiva atingiu centros de enriquecimento de urânio em Natanz, instalações de mísseis balísticos, depósitos militares, centros de comando e a cúpula do aparato militar iraniano, incluindo o chefe da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, e o chefe do Estado-Maior, Mohammad Bagheri.
O momento foi calculado. Após quase 20 meses de confronto aberto com os braços armados de Teerã – Hamas, Hezbollah, Houthis –, Israel obteve superioridade tática. O Irã, isolado, exaurido, com sua defesa aérea degradada por ataques anteriores, vivia um raro momento de vulnerabilidade. Tel Aviv avaliou que a janela de oportunidade seria curta. E que esperar mais significaria correr o risco de uma bomba nuclear na mão de quem prometeu aniquilar Israel.
O histórico do regime iraniano justifica o ceticismo em relação às vias diplomáticas. Por décadas, Teerã violou suas obrigações no Tratado de Não Proliferação Nuclear. Há poucos dias, a Agência Internacional de Energia Atômica confirmou que o Irã está enriquecendo urânio em níveis próximos ao grau militar, operando instalações secretas e ocultando informações. Ao mesmo tempo, seguia promovendo negociações com os EUA enquanto acelerava seu programa. A confiança se esgotou.
A comunidade internacional pregava calma. Mas a história ensina que, diante de ameaças existenciais, a passividade cobra seu preço. A doutrina de sobrevivência israelense – expressa há décadas – é clara: não haverá um segundo Holocausto por omissão. A ofensiva atual, como as de 1981 e 2007, é guiada por esse princípio.
As consequências são imprevisíveis. O Irã já está retaliando com drones e mísseis, e pode promover atentados terroristas. Mas o custo da inação seria maior. O que está em jogo não é apenas a existência de Israel, mas a própria lógica da não proliferação nuclear. Um Irã armado com bombas nucleares não ameaçaria apenas Israel, mas desestabilizaria todo o Oriente Médio, empurrando outras potências regionais a buscarem seus próprios arsenais atômicos.
A aposta de Israel é arriscada, mas coerente com os sinais que o próprio Irã emitiu. A operação parece mirar não apenas as instalações nucleares, mas também desmantelar o “Eixo da Resistência” e enfraquecer estruturalmente o regime teocrático – eventualmente oferecendo à oposição oportunidades para uma mudança de regime. Se bem-sucedida, poderá abrir caminho para uma nova arquitetura de segurança regional – com maior aproximação entre Israel e os países árabes sunitas e, quem sabe, até mesmo condições futuras mais realistas para um Estado palestino estável.
Israel agiu sozinho, mas não agiu só por si. Agiu também por aqueles que, mesmo em silêncio ou em crítica pública, reconhecem a natureza predatória do regime iraniano. Os líderes ocidentais que hoje pedem “moderação” terão, como no passado, de admitir que foi Israel quem fez o que precisava ser feito.
O dia 13 de junho de 2025 pode marcar o início de uma nova era no Oriente Médio, menos marcada pela chantagem e mais próxima de uma estabilidade duramente conquistada. O tempo dirá. É cedo para prever os desdobramentos. Mas, se o ataque conseguiu de fato atrasar o programa nuclear iraniano e enfraquecer sua capacidade de agressão, o mundo terá um motivo concreto para agradecer – ainda que em silêncio.
Bolsonaro encerra visita ao RN e reforça Rogério como seu pré-candidato ao governo


Com o abraço do povo mossoroense, o ex-presidente Jair Bolsonaro encerrou a sua agenda de compromissos do Rota 22 no Rio Grande do Norte neste sábado (14), quando participou de seminário do projeto em Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte.
Durante o encontro, Bolsonaro lembrou o compromisso de sua gestão com a responsabilidade fiscal, trouxe expectativas para o próprio futuro na politica e reforçou que o senador Rogério Marinho é o seu pré-candidato ao governo do Estado.
Como exemplos de sua administração, o ex-presidente citou o otimização de empresas estatais e a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). “Nós mostramos a que viemos. São quatro anos de governo que vocês podem comparar com os 14 anos do PT antes de mim, e podem comparar com os dois anos e meio do PT atualmente. Lá atrás eu tinha um teto de gasto, atualmente não tem”, disse.
Ao reforçar seu apoio a pré-candidatura do senador Rogério Marinho ao governo no ano que vem, Bolsonaro voltou a elogiar o desempenho do parlamentar durante o seu governo.”Rogério Marinho foi um gigante do Ministério do Desenvolvimento Regional. O homem que realmente, ao assumir o Ministério, disse a que veio. Tanto que o trabalho dele foi bom e numa vaga para o Senado ele conseguiu se eleger. Reconhecimento por parte de vocês, competência por parte dele”, disse.
Rogério, por sua vez, trouxe em seu comentário os benefícios do governo Bolsonaro para o Rio Grande do Norte. “É sempre bom relembrar: o Estado do Rio Grande do Norte recebeu o maior aporte de valores de sua história, com quase 14 bilhões de reais, fruto da ação deste presidente que está aqui. Um presidente empreendedor, enérgico, bem-intencionado, com espírito público, que permitiu que os seus ministros tivessem a liberdade de buscar melhorar a qualidade de vida da população. Mais Brasil, menos Brasília. Foi uma realidade”, disse.
Também estiveram presentes no encontro os deputados estaduais Dr. Kerginaldo e Coronel Azevedo; os deputados federais General Girão e Sargento Gonçalves; o vereador Gabriel Cesar (Parnamirim): a prefeita de Extremoz, Jussara; o presidente do PL em Natal Coronel Hélio; e o prefeito de Ipanguaçu, Jefferson Charles; o presidente da Federação dos Municípios do RN, Babá Pereira; o vereador de Natal Subtenente Eliabe; e o comunicador Salatiel de Souza.
A visita faz parte da agenda do Projeto Rota 22, uma iniciativa do PL nacional em parceria com o Instituto Álvaro Valle, que percorre o país promovendo debates, oficinas e ações voltadas ao desenvolvimento regional e ao fortalecimento da base partidária.
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Sempre com um pé atrás! Os 4 signos mais desconfiados do zodíaco
Você é do tipo de pessoa que desconfia até da própria sombra? Então com certeza deve ser de um destes signos mais desconfiado

Existem pessoas que, depois de ouvir uma história, precisam apurar fato por fato para realmente acreditar que ela é verdade. Elas desconfiam até da própria sombra, nunca aceitando de primeira as palavras ditas.

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Você provavelmente já conheceu alguém assim ou mesmo é assim, mas você sabia que essa característica pode vir do signo da pessoa? Isso mesmo! Alguns signos são mais desconfiados do que outros por questões ligadas à sua personalidade.
Por isso, separamos para você a lista com os signos mais desconfiados do zodíaco. Descubra quais são eles segundo o astrólogo João Bidu:
Signos mais desconfiados
Escorpião
Esses são mesmo desconfiados de tudo! Esse é, inclusive, um dos motivos que levam os escorpianos a serem misteriosos, já que eles têm seu pé atrás até nas situações mais corriqueiras. Quando estão em grupo, esses nativos observam cada integrante, buscando descobrir se ele está dizendo a verdade ou não.
Presidente da Câmara, Dr. César Maia, retoma projeto “Saúde e Ação” com atendimentos gratuitos à população

O presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, vereador Dr. César Maia, retomou nesta semana o projeto Saúde e Ação, uma iniciativa que leva atendimentos médicos e orientações de saúde diretamente aos bairros do município.
A ação mais recente ocorreu no Clube de Mães do bairro Santos Reis, onde foram realizadas mais de 20 consultas médicas gratuitas, beneficiando diretamente moradores da região.
Reconhecido nacionalmente, o Saúde e Ação já foi premiado pela União dos Vereadores do Brasil (UVB) como uma iniciativa de destaque entre os legislativos municipais, por seu impacto social e compromisso com a promoção da saúde pública.
“O nosso mandato tem um olhar especial para as comunidades. Levar atendimento médico a quem mais precisa é mais do que uma ação social, é um dever com o povo de Parnamirim”, destacou Dr. César Maia.
O projeto seguirá atendendo outros bairros da cidade nas próximas semanas, ampliando o acesso à saúde e fortalecendo o vínculo entre o legislativo e a população.
Bolsonaro visita Oiticica e destaca papel de Rogério Marinho na transposição do São Francisco

Jair Bolsonaro (PL-RJ) voltou à Barragem de Oiticica, em Jucurutu (RN), obra que avançou para 93% para conclusão durante seu governo, com destaque para a atuação do ex-ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. A Barragem de Oiticica é considerada uma das obras hídricas mais importantes para o Seridó, com capacidade de armazenar 590 milhões de m³ de água e papel fundamental na distribuição das águas da transposição do Rio São Francisco no estado.
Na oportunidade, Bolsonaro também recebeu o titulo de Cidadão de Jucurutu, aprovado na Câmara do município por unanimidade.
“Quando convidei Rogério para a pasta do Desenvolvimento Regional, ele disse, quero com uma condição: Concluir a transposição do rio São Francisco. Eu disse; também quero isso. E ele (Rogério Marinho) trouxe água para o Nordeste”, relembrou o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaro destacou também os desafios enfrentados durante a finalização da obra. Apesar dos impactos da pandemia e da Guerra da Ucrânia, Bolsonaro reforçou que, o auxilio de Rogério Marinho, sua gestão fez muito pelo Nordeste. “Rogério Marinho, o nosso pré-candidato a governador, assumiu o Ministério, como todos os outros ministros meus, com muita liberdade, fez o que tinha que ser feito. Em menos de dois, fizemos muita coisa pelo Nordeste. O outro lado não fez em 14 anos”, disse.
Em sua fala, o senador Rogério Marinho reforçou o empenho do governo Bolsonaro em entregar a obra ao povo potiguar, considerando o grau de investimento. A entrega da barragem, que ocorreria ainda durante o governo Bolsonaro, foi retardada devido a um impasse na negociação entre o governo do estado 12 familias que viviam dentro da área onde a barragem se encontra.
“Aqui estamos diante da obra que teve a maior alocação de recursos feitas pelo governo do presidente Bolsonaro. 300 milhões de reais foram alocados na Barragem Oiticica, e só não foi concluída a obra porque o governo do Estado não teve a competência de conseguir desalojar 12 famílias, pagando a indenização”, explicou.
Rogério destacou a presença expressiva do público durante a visita a Oiticica. “O povo sabe, o povo do Rio Grande do Norte, quem fez pelo Rio Grande do Norte. O povo brasileiro ama o presidente Jair Messias Bolsonaro por tudo que ele é. Em 2026 nós estaremos juntos nas urnas para elegermos o maior número de deputados federais, de senadores e o nosso presidente Bolsonaro”, declarou.
O encontro teve ainda a participação de outras autoridades politicas, como o presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) Babá Pereira, os deputadoa federais General Girão e Sargento Gonçalves, o deputado estadual Coronel Azevedo e a deputada estadual Terezinha Maia e a prefeita de Extremoz, Jussara.
AGENDA
Nesta sexta-feira (13) de Oiticica, a comitiva segue para o Mossoró Cidade Junina. No sábado (14), às 7h visita ao Anel Viário de Mossoró e recebe o título de cidadão mossoroense e às 8h, terá o Seminário do Projeto Rota 22, no Hotel Garbos. Bolsonaro encerra a agenda às 14h30, no embarque pelo Aeroporto de São Gonçalo do Amarante.
A visita faz parte da agenda do Projeto Rota 22, uma iniciativa do PL nacional em parceria com o Instituto Álvaro Valle, que percorre o país promovendo debates, oficinas e ações voltadas ao desenvolvimento regional e ao fortalecimento da base partidária.
CANAIS DE TRANSMISSÃO
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Bolsonaro: “Nosso cabra da peste, Rogério Marinho, vai ser governador do RN ano que vem

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi recebido com entusiasmo por uma multidão no município de Currais Novos (RN), na região Seridó, no início da tarde desta sexta-feira (13) Bolsonaro agradeceu ao público pelo apoio e reforçou que Rogério Marinho é o nome do PL para o governo do Rio Grande do Norte, em 2026. “Eu tenho uma grande gratidão por ter vindo aqui. Aqui ao meu lado, está um grande senador da República: Rogério Marinho. É o nosso cabra da peste que vai ser governador no ano que vem”, disse.
Bolsonaro ainda ressaltou os bons resultados de sua gestão e afirmou como os benefícios trazidos durante sua administração, como a criação do pix, o aumento do valor do Auxílio Brasil (atual Bolsa Família), e a transposição do Rio São Francisco, finalizada em 2022 sob o comando do senador Rogério Marinho, que era o então ministro do Desenvolvimento Regional.
Ele destacou a eficiência do senador à frente da pasta. “Acabamos com todos os problemas e conseguimos dar uma vida mais digna ao nosso povo. Com o Marinho, trouxemos água para o Nordeste. Ele foi um leão a frente do ministério, e fez o que o PT não fez em anos”, disse, ressaltando em seguida: “Se estão nos atacando, é porque estamos no caminho certo. Eles podem ter muita coisa, mas nós temos duas: Temos Deus e o poder de Nossa Senhora. Vamos mudar o destino do nosso Brasil. Vamos fazer com que esse país cumpra as coisas que o seu povo merece”, disse.
