15 Experiências emocionantes sobre como a vida muda após a adoção

Adotar uma criança é algo incrível, mas pode ser complicado também. Ficamos entusiasmados com a ideia de como a vida daquele pequeno mudará, mas não percebemos que o processo de adoção pode ser uma montanha-russa. Criar um filho nunca é fácil, mas os pais adotivos têm a tarefa adicional de superar conversas difíceis e dar o amor que a criança precisa após ser abandonada. Por isso, compilamos algumas histórias inspiradoras de pais que adotaram. Esses seres corajosos, pacientes e amorosos, dispostos a amar aqueles que realmente deles precisam, são, de fato, pessoas admiráveis!

1.

Dois de nossos filhos são irmãos adotivos. Eu mentiria se dissesse que minha esposa e eu nunca nos questionamos se fizemos a coisa certa ao tirá-los da instituição que os acolhera, todavia nunca nos arrependemos. No início, os meninos tiveram dificuldade de adaptação, mas perceberam serem realmente amados e se acalmaram. 
É claro que crianças adotadas sempre sentirão alguma dor. Continuam se lembrando de seu passado sem poder a ele regressar, tampouco se livrar completamente dele. E essa é a parte mais difícil da adoção, mas será que existem crianças sem problemas? Claro que não. Portanto, não me arrependo de tê-los adotado. Pelo contrário, sou tão grato aos meus filhos que nem consigo expressar em palavras esse sentimento! © William Spencer / Quora

2.

Eu esperava que um dia meu filho adotivo me rejeitasse, então, me preparei para não levar uma possível rejeição para o lado pessoal. Um dia, esqueci o que estávamos discutindo, ele gritou: “Você não é minha mãe de verdade!” Dei uma risada e disse: “Você tem razão, não sou, mas sou a mãe que você tem. Vá fazer sua lição de casa” (ou qualquer coisa do gênero). O assunto não voltou mais à tona. Isso acontecerá principalmente se você se assustar. Evite levar as declarações ofensivas para o lado pessoal. © Jeanne Spellman / Quora

3.

Vivemos sem filhos por 8 anos e percebemos estar prontos para a adoção. Queríamos dois meninos entre 2 e 3 anos, mas, por alguma razão, nos ofereceram, logo de cara, um garoto de 6 anos e nos informaram um pouco sobre seu destino infeliz. Não íamos aceitar, pois o que ouvimos era horrível. No entanto, quando meu marido e eu vimos a foto, nos entreolhamos e entendemos que ele era para a gente. Na foto, não havia nenhum garoto bonito: ele era um pouco careca, com orelhas de abano e sorriso desdentado. Só que, de repente, sua história, sua condição, os problemas passados e futuros perderam a importância. Havia um sentimento claro de que aquele menino pertencia à nossa família. 

Com o segundo foi mais difícil. Havia um menino de 1 ano e meio, praticamente sem problema algum. Quando fomos vê-lo, o achamos bonito, mas que não era para nós. E foi aí que as críticas começaram! A coisa mais branda que nos disseram foi: “Vocês não estão em uma loja para escolher!”. Já conhecíamos esse sentimento, enfrentamos problemas com o mais velho, contudo, com ele a sensação clara de que era “nosso” permanecia, ficou ainda mais forte e nos ajudou. Irritados, nos ofereceram outro, mas, novamente, sentimos que não era para nós. Foi quando nos deram um ultimato: ou esse, ou nenhum. Ficamos muito preocupados, mas, mesmo assim, não aceitamos. E nos tornamos seus “piores inimigos”. Se não fosse pelo nosso sucesso na criação do mais velho, nunca mais nos deixariam adotar outra criança. 
Felizmente, um milagre aconteceu. Vi uma foto em um grupo de voluntários e meu coração quase parou. Mostrei a fotografia ao meu marido, que disse: “Esse é o nosso!” Lutamos por esse garotinho por seis meses, mas tivemos sorte. Somos seus pais há 10 anos. Sofremos muito, houve problemas que quase nos levaram a desistir, mas não o fizemos, porque eram nossos filhos. Eles são 100% nossos. © ar.mari / Pikabu

4.

Há 8 anos, nossa família adotou um garoto de 4 anos. Meus pais gastaram todo o dinheiro que tinham para comprar um carro e registrar a papelada, buscá-lo, vesti-lo, calçá-lo, educá-lo. Minha mãe até largou o emprego para ajudá-lo a se adaptar ao novo ambiente. Empreendemos toda nossa força e alma nisso. Todavia, agora não queremos mais amá-lo nem ser a família dele. O motivo? Ele rouba em casa, na escola e dos amigos, conta pequenas e grandes mentiras, é um péssimo aluno. Também é preguiçoso e narcisista, e ainda nem entrou na puberdade. Não ouve meus pais e acredita que todos temos uma dívida com ele. Oito anos de escândalos e nervosismo. © Oídoporahí / VK

5.

Adotamos nossa filha quando ela tinha 8 anos e já tínhamos um filho de 13. Foi quando vimos uma garotinha linda na casa de acolhimento, cuja família falecera em um terrível acidente. Agora, ela está com 19 anos, mas nunca me chamou de mamãe. Está tudo bem, mas ela ainda sente estar nos visitando e não em casa. Todas as suas relações conosco parecem ser apenas por gratidão. Quero muito que se sinta em casa, que saiba que este também é o lar dela. As palavras que há 11 anos gritou, quando discutimos pela primeira vez, dizendo que já tinha pai e mãe e que jamais teria outros, ficam dando voltas na minha cabeça. No entanto, nós a amamos muito. © Oídoporahí / VK

6.

Meus pais adotaram meu irmão mais velho. Todos os nossos parentes e amigos tinham certeza de que não conseguiriam criar uma pessoa normal, que nada de bom sairia dessa situação, pois tudo se resumia à genética. Como resultado, meu irmão concluiu o ensino médio com excelentes notas, ganhou várias medalhas de ouro e terminou a universidade com louvor. Ele é a única pessoa que sempre me apoiará e, não importa a situação, seguirá sendo gentil e sincero. Realmente, tenho muito respeito e admiração por ele, pois o considero um irmão de sangue. Os genes são uma coisa, mas o amor e a educação são completamente diferentes. © Oídoporahí / VK

7.

Uma vizinha perdeu seu único filho em um acidente de carro quando ele tinha 17 anos. Algum tempo depois, quando ela estava com 50 anos, adotou uma menina de 6, chamada Greta. A garota tinha alguns problemas de comportamento que mais tarde se transformaram em psicológicos. A vizinha a levou a médicos, tentou vários tratamentos, mas não teve sucesso.
Greta fugiu de casa pela primeira vez aos 14 anos. Alguns meses depois, voltou a fugir. Ela explicava essas atitudes por estar tentando voltar para a família da qual sua mãe adotiva a havia “roubado”. Ao completar 16 anos, desapareceu por mais de um ano. Só foi encontrada quando a vizinha recebeu uma ligação de um hospital de outro estado, dizendo que Greta havia dado à luz e fugido da enfermaria, deixando a criança e os contatos de sua mãe adotiva.
Assim, aos 67 anos, coube à vizinha a criação desse bebê. Greta aparecia somente uma vez por ano para pedir dinheiro à mãe adotiva, chantageando-a, dizendo que levaria a criança embora. Alguns anos depois, deixou mais um bebê em outro hospital. Agora, a vizinha tem mais de 80 anos e cria dois “netos” com problemas emocionais. © jaimystery / Reddit

8.

Tenho duas amigas que, com seus maridos, adotaram crianças. Ambas escolheram irmãos com menos de 5 anos. Os mais novos dos dois grupos foram adotados praticamente bebês ( com 10 e 18 meses). Os problemas enfrentados por essas crianças, mesmo em tão tenra idade, são astronômicos. Meus amigos são anjos absolutos por conseguirem lidar com tudo isso. Realmente amam seus filhos e fariam qualquer coisa por eles. Já os vi acabados, às vezes sem saber o que fazer para ajudar seus filhos traumatizados. É preciso mais do que uma família amorosa. Nem tudo são flores. É difícil. Muitas das crianças que precisam ser adotadas se encontram nessa condição por algum motivo e só alguém muito especial pode assumi-las. ©Dr**kenFerryBoatBird / Reddit

9.

Adotamos nossa filha há pouco mais de um ano e meio, quando ela tinha 9 meses de vida. Para mim, a experiência não foi diferente de ser mãe biológica. Os primeiros meses após levá-la para casa foram muito difíceis. Sentia que minha vida tinha virado de cabeça para baixo e que não era mais a minha vida. Parecia que não tinha controle sobre nenhum aspecto da minha existência. Acho que, como pais adotivos, sofremos uma pressão extra para “fazer a coisa certa”; não queremos que alguém nos aponte o dedo e diga que fracassamos por ela não ser nossa filha biológica. Quando olho para minha menina, nunca sinto que ela foi adotada. Sinto que ela é nossa, que sempre esteve conosco. Quando a trouxemos para casa, era uma criança quieta, sem autoconfiança, agarrada comigo e insegura. Hoje, está se transformando. Acho que o importante é educar qualquer criança, seja biológica ou adotada. © Yamini Ayyagari / Quora

10.

Meu melhor amigo faleceu em um acidente, deixando um filho pequeno. Eu o adotei. Meu marido tem filhas gêmeas de seu primeiro casamento, cuja mãe foi privada dos direitos parentais. Vivíamos todos juntos como uma família unida, e eu nem sequer pensava no fato de estar criando filhos de “outras pessoas” até meus próprios pais começarem a me importunar. “Por que você está carregando os filhos dos outros, para que carregar esse fardo? Você precisa dar à luz seu próprio bebê!” Nas festas, sussurravam coisas desagradáveis para as crianças, insinuando que foram abandonadas e serem um fardo para mim. A gota d’água foi quando meus pais me disseram: “Não tivemos você para não continuar nossa família!” Acabei limitando drasticamente toda a comunicação com eles, não aguentava mais. 
As crianças cresceram e amadureceram. Chegou um momento em que precisei de um transplante de rim. Meus três filhos adotivos correram fazer o exame de compatibilidade, embora eu não tivesse pedido nada e nem mesmo soube disso. Meu marido me contou depois. No final das contas, uma de minhas filhas foi quem me doou um rim. Só depois disso, meus pais ligaram para a neta pela primeira vez e lhe pediram desculpas. © Oídoporahí / VK

11.

Adotei uma menina de 4 anos. Agora ela está com 33, formada em duas faculdades, uma filha maravilhosa! Certa ocasião, lhe perguntei: “Você não se sente estranha por saber que é adotada? ” Ela respondeu: “Não! Sempre me senti orgulhosa por ser digna dessa família e por você ter me escolhido”. Depois tive um bebê e agora tenho dois filhos maravilhosos. © Erika Cirule / Youtube

12.

Minha filha mais nova veio morar conosco quando tinha 10 anos. Foi minha filha do meio quem a trouxe para uma festa do pijama e já está conosco há 13 anos. Na sua idade, ela passou por muita coisa. Com sua chegada, percebi pela primeira vez na vida que deveria amar alguém sem esperar nada em troca. Que ela talvez nunca fosse capaz de nos amar, que talvez nunca fosse fiel a nós como sua família. Foi preciso uma filha adotiva para me ajudar a me conhecer de verdade. 
Por favor, não me entendam mal, amo demais meus filhos biológicos e daria minha vida por eles, mas amo minha filha adotiva, talvez um pouco mais. Ela mudou nossas vidas e nos fez sermos pessoas muito melhores. Hoje, meus quatro filhos são amigos e unidos, como uma verdadeira irmandade. Somos a família dela e ela é a nossa. © Renee LaCoste Long / Quora

13.

Decidi contar a história do meu amigo Ramiro, que se tornou pai adotivo em 1995. Ele era motorista, casado com Teresa e tinha um filho. Sua esposa foi dar à luz sua filha. No hospital, uma adolescente abandonou seu bebê, uma criança chorona e doente, e a esposa de Ramiro, em um primeiro momento, a alimentou. O bebê seria levado para uma casa de acolhimento de crianças, mas como era recém-nascido, a pedido de Teresa, o deixaram mais um tempo, dizendo que o levariam em três dias. Era primavera e onde moravam não havia ruas asfaltadas, chovia muito e o acesso era difícil. Ramiro trouxe a filha e o bebê abandonado para casa, mas não achou que seria permanente. Acreditava que, quando as chuvas cessassem, levariam o bebê para uma instituição de acolhimento. No entanto, quando foram buscar o bebezinho, ele havia adoecido e acharam melhor não tirá-lo dali. Teresa já havia dito na época que não permitiria que o levassem. Foi quando o chamou de filho pela primeira vez. Ramiro e Teresa se candidataram à adoção, tinham uma boa família, então não tiveram grandes dificuldades. Recentemente, Ramiro disse que, quando Sérgio (foi o nome dado ao garoto) tinha 8 anos, um vizinho “gentil e honesto” lhe contou tudo. O menino a princípio se calou, depois perguntou aos pais que não mentiram, lhe contaram toda a verdade. Sergio ficou em silêncio por um longo tempo e depois disse: “Bem, agora pelo menos entendo por que todo mundo tem pele clara e eu sou moreno”. 

Ramiro e Teresa se mudaram para uma cidade maior com toda a família. Agora os filhos estão crescidos, o mais velho foi para a capital, a filha se casou e se mudou para outra cidade. Eles não se esquecem de seus pais, sempre escrevem e os visitam. Sérgio decidiu ficar com os pais, ele mora no prédio ao lado. Também se casou e trabalha, como o pai, de motorista. O próprio Ramiro disse: “Agradeço ao destino e à minha esposa por termos um filho assim. Dói meu coração só de imaginar o que lhe teria acontecido se Teresa não o tivesse visto no hospital”. Ontem fiquei sabendo que Sérgio teve uma filha, que recebeu o nome de Teresa, em homenagem à sua mãe. © Sibirskix / Pikabu

14.

Quando nosso filho adotivo tinha 14 anos, tivemos uma briga, não me lembro exatamente o motivo, mas, de repente, ele disse que não éramos sua família e que seria melhor se nunca o tivéssemos adotado. Fiquei magoada, criei coragem e disse: “Sim, eu sei”. Surpreendentemente, por algum motivo, me senti melhor porque meu filho finalmente disse isso em voz alta. Naquele dia, ele saiu de casa e passou a noite com amigos. É claro que meu marido, meu filho mais novo e eu ficamos muito preocupados. 
Depois, ele voltou e pediu desculpas por seu comportamento e por ter fugido. De repente, seus olhos se encheram de lágrimas e disse que só o machucava o fato de ser adotado e que, mais do que qualquer outra coisa no mundo, gostaria de ser nosso filho de verdade, de sangue. Isso tocou meu coração mais do que suas palavras na discussão. Disse-lhe que me sentia da mesma forma. Sentamos de frente um para o outro e nos olhamos nos olhos. Passado um tempo, nosso relacionamento melhorou. © Ruth Alborough / Quora

15. 

Minha irmã e seu marido são estéreis, então, decidiram adotar uma garotinha de uma casa de acolhimento, muito quieta e submissa. Ao vê-la, a sogra exclamou: “Muito obrigada! Na minha velhice, não cuidarei de meus próprios netos, mas dos filhos enjeitados de outras pessoas! Nem sabemos se essa órfã tem alguém da sua família”. O casal a acalmou, disseram-lhe que tudo o que estava falando era culpa do estresse. Cinco anos se passaram, mas a avó não conseguia aceitar a neta adotada. Inclusive, chegou a comprar presentes de Natal apenas para os filhos de sua filha mais velha, seus netos de sangue. Para não magoar a criança e não entrar em discussões absurdas, minha irmã reduziu ao máximo a comunicação com a sogra.

O que o motivaria ou o faria hesitar em adotar uma criança? Quais obstáculos acredita que os pais adotivos precisam superar ao criar filhos adotivos?

A adoção é um ato de amor e responsabilidade. Este gesto transforma a vida das crianças ao lhes oferecer estabilidade emocional, oportunidades de crescimento e desenvolvimento, além de um ambiente seguro e acolhedor. Para os adotantes, é uma chance de formar uma família e vivenciar o amor incondicional. Conheça outras histórias de adoção e se emocione ainda mais.

Paulinho Freire e Eriko Jácome prestigiam lançamento de livros do prefeito Álvaro Dias

Paulinho Freire e Eriko Jácome prestigiam lançamento de livros do prefeito Álvaro Dias
Na noite desta segunda-feira (23), o presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome, e o futuro prefeito da cidade, Paulinho Freire, marcaram presença no lançamento das obras Do Sertão do Seridó ao Casarão da Mipibu e a segunda edição revisada de A Guerra dos Tamoios e a História Não Contada do Brasil. Ambas foram escritas pelo prefeito Álvaro Dias, reconhecido pelo seu profundo interesse pela história brasileira.
O evento reuniu diversas autoridades, personalidades locais, que aproveitaram a oportunidade para garantir seus exemplares autografados.
“O prefeito Álvaro Dias demonstra mais uma vez sua sensibilidade ao resgatar e compartilhar aspectos tão ricos da nossa história. Suas obras são verdadeiras contribuições para o conhecimento e um legado para as futuras gerações”, afirmou o presidente da Câmara, Eriko Jácome.

O que Putin não disse no seu discurso anual

Em sua transmissão habitual, “Linha Direta”, realizada em 19 de dezembro, Putin apresentou uma visão otimista dos “resultados do ano” na Rússia

O que Putin não disse no seu discurso anual
Reprodução/Instagram

O discurso anual de Vladimir Putin frequentemente suscita mais questionamentos sobre o que não é mencionado do que sobre o que é declarado.

Em sua transmissão habitual, “Linha Direta”, realizada em 19 de dezembro, Putin apresentou uma visão otimista dos “resultados do ano” na Rússia. Contudo, é importante confrontar essa retórica com a realidade da política russa.

Consumo de carne

No evento, Putin reafirmou sua postura de que a economia do país está em boas condições. Para justificar o aumento dos preços, ele alegou que os russos consomem uma quantidade excessiva de carne, afirmando que a média é de 80 quilos por pessoa anualmente, comparado a apenas 42 quilos no resto do mundo.

Precisamos de movimento”

O ditador do Kremlin também insinuou que a guerra pode ser um remédio para a apatia e estagnação, mencionando que “quando tudo está calmo e estável, nos sentimos entediados e precisamos de movimento”.

Entretanto, Putin omitiu questões alarmantes, como a falta de espaço para sepultar soldados caídos e o fato de que muitos corpos permanecem nas trincheiras por meses, com os sobreviventes lutando ao lado deles contra as forças ucranianas.

Além disso, Putin afirmou que não há desemprego na Rússia e que os salários estão aumentando. Porém, ele não se referiu ao fato de que cerca de 11,8 milhões de cidadãos vivem abaixo da linha da pobreza e que uma em cada cinco famílias com crianças mal consegue se sustentar com alimentos.

Mísseis Oreschnik

Putin destacou um novo sistema de mísseis chamado Oreschnik (a bétula), expressando entusiasmo pelo armamento. Ele também alegou que as forças russas estão avançando na linha de frente, conquistando diariamente novos territórios.

Taxa de natalidade

A taxa de natalidade continua a ser um problema. Putin reconheceu que as medidas para incentivar o nascimento de crianças são insuficientes e pediu aos líderes regionais que priorizassem essa questão.

A Duma Estatal chegou a recomendar que as mulheres tivessem filhos antes dos 18 anos e criticou métodos contraceptivos modernos.

Diplomacia

Putin destacou suas relações diplomáticas com líderes da China e da Índia enquanto deixou passar menções à Coreia do Norte. Ele terminou seu longo discurso reafirmando sua decisão inabalável de atacar a Ucrânia.

Controle cultural

Putin destacou como sua mensagem estava sendo disseminada nas escolas e instituições públicas. Isso ocorre num contexto em que 12% do currículo escolar já está comprometido com educação patriótica relacionada à chamada “Operação Militar Especial”.

Enquanto isso, novos projetos culturais visam subordinar a arte ao Estado e reforçar temas bélicos nas produções literárias e cinematográficas. O Ministério da Cultura se responsabiliza pela criação de museus relacionados à guerra.

Repressão política crescente

A repressão política intensifica-se com novas legislações permitindo a apreensão de bens pertencentes a indivíduos perseguidos por motivos políticos.

Estima-se que até o final de 2024 cerca de 2976 pessoas estarão sob investigação criminal por razões políticas na Rússia.

A crise nas forças policiais se agrava enquanto os índices de criminalidade aumentam dramaticamente.

As organizações defensoras dos direitos humanos relatam um crescimento alarmante no número de perseguições políticas e detenções arbitrárias.

Isso, porém, permaneceu obscuro nas declarações oficiais.

Em Natal, vereadores, prefeito e vice eleitos são diplomados pelo TRE-RN 

Os 29 vereadores eleitos para a próxima Legislatura (2025-2028) na Câmara Municipal de Natal foram diplomados pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande Norte (TRE-RN), no final da tarde desta quinta-feira (19). A cerimônia de diplomação foi realizada no Plenário Ministro Seabra Fagundes, sede do TRE-RN, e presidida pela juíza da 1ª zona eleitoral, Diretora do Fórum Eleitoral de Natal, Dra. Valéria Maria Lacerda Rocha. Na ocasião, também foram diplomados o prefeito eleito, Paulinho Freire (União Brasil) e a vice-prefeita eleita, Joanna Guerra (Republicanos).

Representando os parlamentares eleitos, o presidente da Casa, vereador Eriko Jácome (PP), falou que a cerimônia de diplomação constitui a soberania da vontade do povo e o respeito aos valores democráticos. “Trata-se da conclusão do calendário eleitoral, o que legitima os eleitos para o exercício dos seus cargos. A responsabilidade, então, é imensa, pois somos legítimos representantes da população e temos o dever de trabalhar pelo bem estar de todos os cidadãos, sem nunca perder de vista que os verdadeiros donos deste diploma são os habitantes da nossa cidade”.

Vereador mais votado da capital potiguar com 9.765 votos, Robson Carvalho (União Brasil) afirmou que sua vitória é fruto de um mandato que representa os anseios da população, aliado ao desejo de mudança e fortalecimento de atividades focadas no desenvolvimento do município.”Foram molas propulsoras para lograr êxito. Justiça, trabalho, renda, educação, turismo e saúde são palavras que precisam sair do papel e tomar formas concretas. Por exemplo, o Hospital Público Veterinário pelo qual lutamos, sonhamos e conseguimos implementar”.

Ao fazer uso da palavra, o prefeito eleito de Natal, Paulinho Freire, disse que com trabalho e planejamento espera oferecer respostas rápidas e eficazes às demandas urgentes da cidade. “Seguiremos atuando com ética e transparência, sempre ouvindo as vozes dos natalenses. O momento exige união, diálogo e colaboração, Natal merece que todos trabalhem juntos: sociedade civil, setor público, iniciativa privada e representantes políticos. Só assim reuniremos as condições necessárias para superar os desafios que temos pela frente”, concluiu.

Na sequência, a juíza da 1ª zona eleitoral, Valéria Maria Lacerda Rocha, pontuou que a diplomação é o ato pelo qual a Justiça Eleitoral atesta que o candidato ou candidata foi efetivamente eleito ou eleita pelo povo e, por este motivo, está apto ou apta para tomar posse no cargo. “Este é o último ato de um processo que começou com as convenções partidárias, continuou com os requerimentos e registros das candidaturas, depois vieram as propagandas eleitorais, a apuração e totalização dos votos, a apreciação das prestações de contas, até chegar, enfim, o tão sonhado diploma. Todos que estão aqui presentes passaram por essa longa e exaustiva trajetória e agora representam o povo de Natal”.


Posse – No próximo dia 1º de janeiro será realizada a posse do prefeito Paulinho Freire, da vice-prefeita Joanna Guerra e dos vereadores eleitos de Natal. 

Relação dos vereadores de Natal eleitos e diplomados pelo TRE-RN:

1- Aldo Clemente (PSDB) 
2- Anne Lagartixa (Solidariedade)*
3- Brisa (PT) 
4- Camila Araújo (União Brasil) 
5- Cláudio Custódio (PP)*
6- Daniel Rendall (Republicanos)*
7- Daniel Santiago (PP)* 
8- Daniel Valença (PT) 
9- Eribaldo Medeiros (Rede)
10- Eriko Jácome (PP) 
11- Fulvio (Solidariedade)
12- Herberth Sena (PV)  
13- Hermes Câmara (Cidadania)
14- Irapoã (Republicanos)*
15- João Batista Torres (DC)*
16- Kleber Fernandes (Republicanos)
17- Léo Souza (Republicanos)* 
18- Luciano Nascimento (PSD) 
19- Matheus Faustino (União Brasil)*
20- Nina Souza (União Brasil)
21- Pedro Henrique (PP)*
22- Preto Aquino (Podemos)
23- Robson Carvalho (União Brasil)
24- Samanda (PT)* 
25- Subtenente Eliabe (PL)*
26- Tárcio de Eudiane (União Brasil)*
27- Tércio Tinôco (União Brasil) 
28- Thabatta Pimenta (PSOL)*
29- Tony Henrique (PL)*

*Eleitos para o primeiro mandato na Câmara Municipal de Natal

Texto: Junior Martins
Fotos: Verônica Macedo

Prefeita, vice-prefeita, vereadores e vereadoras são diplomados


A Justiça Eleitoral diplomou, nesta quinta-feira (19), os 21 vereadores, da prefeita Professora Nilda, da vice-prefeita Kátia Pires e dos 21 vereadores eleitos para o mandato de 2025 a 2028, em Parnamirim. A cerimônia de diplomação ocorreu no auditório do IFRN de Parnamirim e contou com eleitos, familiares e imprensa.

O momento da diplomação é o marco do fim do processo eleitoral e a afirmação da aptidão de cada parlamentar e gestor do executivo a tomar posse em suas novas funções.

Obras de João Campos no Recife tiveram R$ 7,8 mi de superfaturamento, segundo relatório do TCE

Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República.

Um relatório emitido pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) revelou irregularidades financeiras na construção do Hospital da Criança do Recife. Esta obra, considerada uma das promessas eleitorais mais destacadas pelo prefeito João Campos, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), apresenta um apontado superfaturamento de R$ 7,8 milhões.

O departamento responsável pela fiscalização de infraestrutura no TCE-PE tomou a iniciativa de demandar uma medida cautelar, no dia 13 do último mês, para que fosse congelada a quantia superfaturada das contas da Prefeitura do Recife. Este montante equivale a cerca de 6% do custo total do projeto, que soma R$ 116 milhões.

Novo Programa de Aceleração do Crescimento

Hospital da Criança do Recife é parte integrante do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), anunciado pelo governo federal sob a administração de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2023. Este programa visa dinamizar o desenvolvimento de diversas infraestruturas no país, proporcionando investimentos que impactam diretamente a qualidade de vida da população.

Em novembro de 2024, a obra recebeu a visita do ministro da Casa Civil, Rui Costa, ressaltando a relevância do projeto no contexto das políticas públicas federais. A presença de membros do governo federal durante o processo de construção demonstra um esforço conjunto entre as diversas esferas administrativas para que a iniciativa seja concluída com sucesso.

Análise do Tribunal de Contas

A partir do momento em que foram descobertas as inconsistências financeiras no empreendimento, o caso foi designado para ser analisado pelo conselheiro Marcos Loreto. Cabe destacar que Loreto possui um laço familiar com o representante municipal João Campos, sendo primo de Renata Campos, mãe do prefeito. A atribuição desse caso ao conselheiro adiciona uma camada de complexidade à análise, dada a proximidade relacional.

papel do TCE-PE neste contexto é assegurar que os recursos públicos sejam geridos de forma eficiente e transparente, minimizando quaisquer riscos de malversação de fundos e garantindo que os valores gastos estejam em conformidade com o planejamento e a execução dos contratos assinados.

Observações estabelecidas por órgãos de monitoramento, como o TCE-PE, são cruciais para orientar correções em processos administrativos e para evitar a incidência de práticas que prejudiquem os cofres públicos. Medidas como o bloqueio cautelar de verbas têm um impacto direto na gestão local, obrigando o município a rever suas práticas de contratação e execução.

Além disso, tais relatórios são fundamentais para sustentar a confiança da população no governo e nas instituições estaduais, ao demonstrar que há mecanismos de supervisão eficazes que zelam pelo uso adequado dos recursos públicos.

Próximos passos

Com a análise do caso em curso, restam expectativas sobre os desdobramentos que a decisão do TCE-PE poderá causar, tanto na continuidade das obras do Hospital da Criança quanto nas políticas de governança de Recife. A transparência nas medidas tomadas será essencial para assegurar que o projeto seja completado sem mais obstáculos, cumprindo sua função social de maneira plena.

Conforme investigações e discussões prosseguem, a população aguarda ansiosa por soluções que não apenas corrijam os desvios detectados, mas também que previnam futuras irregularidades em outros projetos públicos.

Mulher vomita após encontrar unha de gel em sanduíche: “Nojento”

Unha em sanduiche
Grávida de seis meses, Brushra comprou um sanduíche de carne e cebola; ao saborear a refeição, sentiu algo “borrachudo” na boca

Uma mulher grávida acabou vomitando após comer um sanduíche da rede de gastronomia Marks and Spencer (M&S), em Andover, Hampshire (Inglaterra). De acordo com o jornal britânico The Mirror, o episódio ocorreu depois que Brushra Perkins encontrou uma unha de gel no meio do lanche.

Grávida de seis meses, Brushra comprou um sanduíche de carne e cebola; ao saborear a refeição, sentiu algo “borrachudo” na boca. Ao olhar para a comida, deparou-se com a unha de gel rosa.

“Eu pensei ‘o que diabos é isso?’. Estava com aparência suja. Tive a sensação no estômago de que ia ficar [doente], então tive que pedir ao meu marido para parar no posto de gasolina mais próximo. É nojento”, disse ela, que vomitou logo depois.

Brushra ainda reclamou da organização do M&S. “Estou enojado com o nível de higiene alimentar deles. Não é só porque a unha de alguém caiu acidentalmente. Eles deveriam estar usando luvas”, disparou.

A mulher disse ainda que procurou a rede de comida para reclamar, mas o M&S declarou que uma investigação interna do caso poderia levar até seis semanas.

Empresa faz sucesso com ‘fralda roqueira’ para acompanhar shows bem na frente do palco

Empresa faz sucesso com 'fralda roqueira' para acompanhar shows bem na frente do palco
Empresa faz sucesso com ‘fralda roqueira’ para acompanhar shows bem na frente do palco — Foto: Divulgação

Fãs podem se aliviar sem precisar sair do local privilegiado no meio da multidão; produto esgotou rapidamente

Não são raras as vezes em que fãs, para ficar colados ao palco de um grande show, apelam a fraldas a fim de se aliviar ali mesmo e não perder o lugar privilegiado. Para estar ali é necessário entrar logo após a abertura dos portões. 

Em vídeo comovente, menina autista se despede do pai com câncer; VEJA

Foto: Reprodução/redes sociais.

No início de 2022, Weslley Waila foi diagnosticado com câncer na vesícula biliar, dando início a uma jornada intensa de luta e resiliência. Acompanhado de perto por sua esposa Alice Deleon e sua filha Duda, que na época tinha apenas sete anos e é diagnosticada com autismo, Weslley enfrentou diversos procedimentos médicos. A família vivia em cidades diferentes, com a mãe e a filha residindo em Rio Grande, enquanto Weslley realizava seu tratamento em Porto Alegre.

Durante dois anos, a luta contra a doença incluiu cirurgias, radioterapia e quimioterapia. No entanto, quando estas opções se exauriram, o foco se voltou para os cuidados paliativos. Esta abordagem, focada na qualidade de vida do paciente e no alívio do sofrimento, tornou-se essencial para a família, possibilitando momentos significativos de amor e compreensão.

Despedida de menina autista do pai com câncer viraliza

Como os cuidados paliativos ajudam as famílias?

Os cuidados paliativos são fundamentais em situações onde o tratamento curativo já não é mais eficaz. Eles proporcionam aos pacientes e suas famílias um suporte integral, que vai além das necessidades físicas e abarca aspectos emocionais, sociais e espirituais. Alice e Weslley encontraram nisso o espaço necessário para transcender a dor física diante da proximidade do fim.

A despedida de Weslley foi marcada por um momento especial em que o hospital permitiu que Duda, até então só conectada ao pai por videochamadas, pudesse visitá-lo. A oportunidade trouxe compreensão e serenidade à menina, que pôde vivenciar e entender o estado do pai de maneira concreta e amorosa.

Quais os desafios de explicar uma doença para uma criança autista?

Explicar uma condição complexa como o câncer a uma criança, especialmente a uma com transtorno do espectro autista, requer sensibilidade. É preciso utilizar uma linguagem adequada ao nível de compreensão da criança, esclarecer o que está acontecendo sem assustá-la ou sobrecarregá-la emocionalmente. Alice desempenhou um papel crucial ao comunicar a Duda a gravidade da situação, preparando-a para a inevitável despedida.

O dia da despedida, registrado em vídeo e amplamente compartilhado nas redes sociais, tornou-se uma representação do poder do amor e do vínculo familiar. Apesar da tristeza, permitiu que Weslley e Duda compartilhassem um último momento significativo, oferecendo a todos os envolvidos uma lembrança duradoura e pacífica.

Como enfrentar a perda e o luto?

O falecimento de Weslley foi um marco doloroso para Alice e Duda, influenciando significativamente as suas vidas. O suporte emocional e a memória dos momentos passados juntos se tornaram pilares fundamentais para as duas enfrentarem o luto. Alice destacou que, embora o sofrimento fosse visível, Weslley encontrou paz ao aceitar a sua condição e ao preparar a família para seguir em frente.

O luto, exacerbado pelas festividades de fim de ano, trouxe desafios adicionais à família. No entanto, a fortalecimento proporcionado pelos cuidados paliativos permitiu que Alice e Duda, apesar da dor da perda, reconhecessem a importância de cada instante partilhado com Weslley, preservando seu legado de amor e coragem.

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