Vereadores aprovam reajuste no piso salarial da educação de Parnamirim

Buscando assegurar a valorização dos profissionais de ensino e melhorar a educação municipal, a Câmara de Parnamirim aprovou o reajuste do piso salarial do magistério, em 6,27%, conforme lei federal. O projeto de Lei Complementar nº 02/2025, de autoria do Poder Executivo, foi aprovado em regime de urgência, durante a sessão ordinária desta quarta-feira, 26, no Plenário Dr. Mário Medeiros.

Durante a discussão da proposta, a líder do governo na Casa, vereadora Rhalessa de Clênio, relatou que o projeto é um marco para a nova gestão, valorizando e motivando os professores da rede municipal. “O primeiro passo está sendo dado. Nossos professores estão à frente em uma educação que é a base para construirmos uma sociedade mais justa e igualitária.”, declarou.

“Não existe homenagem maior do que garantir o direito a um salário justo”, afirmou o vereador Michael Borges, durante o debate. O parlamentar ressaltou a importância de garantir o avanço na carreira dos professores para que haja o aprimoramento do ensino nas estruturas educacionais do município.

Em concordância, os demais vereadores enfatizaram a importância dos docentes para o desenvolvimento de Parnamirim. Ao final, o presidente da Casa, Dr. César Maia, parabenizou o empenho dos parlamentares e o apoio aos profissionais de educação. O texto segue em tramitação nas instâncias do Legislativo e depois será enviado para sanção do Poder Executivo.

Texto: Lívia Mel, sob a supervisão de Cida Ramos

Foto: José Neto

Após discussão,Trump diz que Zelensky poderá voltar ‘quando estiver pronto para a paz’; acordo de minerais não foi assinado

Presidentes se reuniram para assinar acordo sobre o acesso americano aos recursos ucranianos, mas discussão fez afundar os esforços diplomáticos

Após uma discussão pública entre os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, antes de reunião destinada a assinar um acordo sobre o acesso aos recursos minerais ucranianos, o líder americano disse que seu homólogo “desrespeitou” os Estados Unidos, e que poderá voltar à Casa Branca “qunado estiver pronto para a paz”. Além do espanto com as cenas no Salão Oval, o fim abrupto da visita põe em xeque o comprometimento dos EUA com o apoio a Kiev na guerra contra a Rússia.

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