Restrição e processo: quem são os ex-BBBs que não pisam mais na Globo

Este portal também citou nomes que não querem ser relacionados com o programa da emissora carioca

Restrição e processo: quem são os ex-BBBs que não pisam mais na Globo

Para comemorar as 25 edições do Big BrotherBrasil, o programa da TV Globo promoveu um “chamadão” para a nova edição, mas alguns nomes não apareceram e o portal LeoDiasconta quem não pisa mais os pés na emissora carioca, assim como aqueles que não querem que seu nome seja associado ao reality show.

Marcelo Dourado, do BBB4 e 10 disse em uma entrevista: “A política da empresa restringe minha participação em matérias ligadas exclusivamente ao BBB”. Atualmente, ele tem sua própria academia no Rio de Janeiro e um projeto online de atividade física. O ex-confinado é formado em educação física e faixa preta de judô, jui-jitsu e luta livre.

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Reprodução Instagram/montagem
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Já Aline, do BBB5, entrou na Justiça para que matérias com seu nome envolvendo participação no programa seja retirada do ar. Ela deixou o programa com fama de fofoqueira e ganhou o apelido “X9”. Atualemnte ela é funcionária dos Correios e mora em São Paulo. Em 2018, ela ganhou na Justiça de São Paulo, para que o site Ego (da Globo) retirasse conteúdos relacionados a ela.

BBBs que não querem que seu nome seja relacionado ao programa

Mahmoud Baydoun, participante da edição 18, saiu do programa anunciando que não queria ser chamado de ex-BBB. Sexólogo e doutorando sobre o tema, ele usa a conta do Instagram para falar sobre sexualidade.

Adriana Sant’anna e Rodrigão foi um casal formado no BBB11 e estão juntos até hoje. Eles são influenciadores digitais. Para o casal, o reality show ficou para trás, segundo o Extra.

Fernando Fernandes e Aline Goltschalgtambém foi um casal formado em uma das edições do BBB e permanecem juntos. Conheceram-se na 15ª e não gostam de ser chamados de ex-BBBs, de acordo com o Extra. Os dois se apresentam como casal lifestyle em uma rede social. Fernando é tiktoker e youtuber.

BRONCA GRANDE: Suspeita de compra de votos em Currais Novos

A população do RN está sem saber como ITAMAR JR. o recém-eleito vereador de Currais Novos, no Rio Grande do Norte, conseguiu lograr êxito em sua campanha sem residir no município e participando o mínimo em sua campanha, já que nesse período o candidato dava aulas durante a semana em uma instituição de ensino, em Natal.
Recebemos uma denúncia de uma suspeita causa de onde se explica um pouco, como isso foi possível.
SUSPEITA n.º1 — O candidato colocou a própria mãe para lidar com o “departamento” de COMPRAS de VOTOS em troca de CIMENTO.
Nos áudios é possível perceber UMA VOZ QUE SUPOSTAMENTE SERIA a mãe do candidato cobrando de uma pessoa uma tabela onde estariam listados vários eleitores para entrega de cimento em troca de votos. “Você coloca o nome da pessoa, a rua e o bairro viu! Para gente saber entregar direitinho, o número da casa, tudo bem arrumadinho…”.
Percebemos também que essa cobrança foi feita a uma pessoa de um grupo onde outras pessoas já tinham entregado suas tabelas. Haja cimento!
O candidato que se autodenominava como o Voto Inteligente, parece não ser tão inteligente assim.
“Eu queria que você apagasse do seu celular essas coisas, viu. Apague!”
compra de voto, isso tem que ser investigado



#crimeeleitoral


#mp #tse #denuncia #curraisnovos #riograndedonorte
Denúncia de suspeita de compras de votos em Currais Novos

Flavio de Beroi recebe homenagem da câmara municipal de Nova Cruz

Recebi na noite de ontem da
@camaranovacruz o prêmio destaque pelo desempenho e destaque na recém trajetória de vida pública, político-administrativo. Contribuindo com o desenvolvimento deste município. Só gratidão, disse o prefeito.
O evento também contou com a presença do senador STYVENSON VALENTIM que tem enviado muitos recursos para o desenvolvimento local

Médicos se confraternizam em happy hour e confirmam apoio a Ricardo Queiroz


Um despretensioso happy hour acabou com médicos se confraternizando na tarde desta quinta-feira (26), no Restaurante Tábua de Carne Via Costeira, com membros da atual diretoria da Unimed Natal.

O encontro, que começou despretensioso, contou com mais de 30 médicos passando pelo local e declarando apoio a candidatura do médico cardiologista Ricardo Queiroz à presidência da cooperativa médica. A eleição está prevista para ser realizada em março de 2025.

O atual diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Fernando Pinto, grande incentivador da forte chapa, formada pelos médicos Emerson Oliveira, Flávio Medeiros e Maria do Perpétuo, esteve no encontro, juntamente com vários profissionais de saúde, como a oncologista da Liga Contra o Câncer, Dra. Sulene Cunha, o médico ortopedista Fábio Freire, e o ginecologista Gustavo Mafaldo.

A chapa ganha novos simpatizantes a cada dia. A confiança e experiência dos atuais diretores fazem a diferença no xadrez eleitoral.

Wolney França apresenta relatório de gestão ao Presidente do TCE-RN, Gilberto Jales

O vereador e presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, Wolney França, se reuniu nesta quinta-feira (26) com o conselheiro e presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN), Gilberto Jales, para entregar o relatório da gestão da Casa Parlamentar referente ao período de 2021 a 2024. O documento reúne um panorama das ações e resultados alcançados durante o mandato de Wolney França à frente do Legislativo municipal.

Um dos destaques da gestão foi a conquista, por dois anos, do Selo Diamante de Transparência Pública, premiação concedida pelo TCE-RN às instituições que se destacam no cumprimento das exigências legais e boas práticas de governança pública. A Câmara Municipal de Parnamirim recebeu o selo em 2022 e 2024, consolidando sua posição como referência estadual em transparência e eficiência administrativa.

Durante o encontro, Wolney França destacou a importância do alinhamento entre as instituições públicas para garantir uma gestão eficiente e voltada para os interesses da população. “Esse relatório é mais do que uma prestação de contas; é um compromisso com a ética e o respeito ao cidadão”, afirmou.

O relatório entregue ao TCE-RN detalha os avanços obtidos em áreas como modernização administrativa, ampliação do acesso à informação, implementação de políticas públicas e de sustentabilidade, e valorização do servidor com marco inovador em benefício da população parnamirinense durante a gestão 2021-2024.

URGENTE: Após urinar sangue, Daniel Silveira recebe atendimento médico na prisão

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O ex-deputado Daniel Silveira passou por atendimento médico, em Bangu 8, depois de urinar sangue, na quarta-feira 25.

Há cinco dias, Silveira precisou ir ao Hospital Santa Teresa, em Petrópolis (RJ), em virtude de crise renal.

Desde agosto, o ex-deputado vem se queixando de dores lombares, por causa de cálculos nos rins.

Conforme o advogado Paulo Faria, que cuida do caso de Silveira, o ex-deputado foi levado à Unidade de Pronto Atendimento do presídio e liberado na sequência.

Ex-deputado Daniel Silveira é vítima de tortura, diz advogado

A Oeste, Faria afirmou que o ex-deputado é vítima de “tortura”. Por isso, pediu orações a Silveira, que voltou a ser preso por ordem do ministro Alexandre de Moraes, devido a suposto desrespeito a medidas restritivas ao buscar atendimento médico, por causa da crise renal.

Há poucos dias, Moraes concedeu liberdade condicional ao ex-deputado, porém, estabeleceu uma série de cautelares, entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica.

Faria, em outras oportunidades, acionou a Comissão Interamericana de Direitos Humanos para denunciar a situação na qual Silveira se encontra.

Além disso, o advogado conversou com parlamentares do Partido Republicano a respeito dos abusos no processo do ex-deputado.

Fonte: Revista Oeste

Criança é encontrada dormindo em guarda-roupa após família e Polícia Militar realizarem buscas por ela

A família de uma menina, de 2 anos, pediu ajuda da Polícia Militar do Paraná (PM-PR) depois que a criança desapareceu. Durante as buscas, ela foi localizada dormindo dentro do guarda-roupa, em casa. 

O caso aconteceu na tarde de terça-feira (24) no bairro Jardim do Lago, em Rolândia, norte do Paraná. 

De acordo com a PM, os pais da menina a deixaram sob os cuidados de um avô em casa. Quando voltaram, não encontraram a criança. 

De acordo com a Polícia Militar do Paraná, as buscas duraram aproximadamente 40 minutos. — Foto: PM/Divulgação

De acordo com a Polícia Militar do Paraná, as buscas duraram aproximadamente 40 minutos. — Foto: PM/Divulgação 

O portão estava aberto e, por isso, suspeitaram de um sequestro. A PM foi acionada e vizinhos e amigos também ajudaram a procurar pela menina. 

Após 40 minutos de buscas pelo bairro, ela foi encontrada em casa, dormindo dentro do móvel e sozinha. Não foi informado quem localizou a criança.

Construtora terceirizada nega trabalho análogo à escravidão em fábrica da BYD na Bahia

Imagens mostram condições de trabalho em obra da BYD na Bahia

Imagens mostram condições de trabalho em obra da BYD na Bahia 

A Jinjang Construction Brazil Ltda, construtora terceirizada responsável pelos trabalhadores chineses resgatados em situação de trabalho análogo à escravidão, que prestavam serviço para a BYD em Camaçari (BA), comentou que as acusações são inconsistentes com os fatos. 

“Serem injustamente rotulados como ‘escravizados’ fez com que nossos funcionários se sentissem com sua dignidade insultada e seus direitos humanos violados, ferindo seriamente a dignidade do povo chinês. Assinamos uma carta conjunta para expressar nossos verdadeiros sentimentos”, disse a empresa em uma rede social chinesa.

A publicação faz referência ao resgate de 163 trabalhadores chineses na fábrica da BYD em Camaçari (BA), após denúncia ao Ministério do Trabalho e Emprego. 

De acordo com as informações da equipe de auditores fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os trabalhadores foram encontrados em alojamentos de uma empresa terceirizada, prestadora de serviços para a indústria automobilística. 

Os funcionários estavam distribuídos em quatro alojamentos principais. A fiscalização resultou em embargos e interdições, já que os espaços apresentavam situações degradantes para os trabalhadores. O MTE informou ter encontrado as seguintes irregularidades: 

A fiscalização também comunicou ter encontrado refeitório sem condições mínimas de higiene, banheiros químicos insuficientes e em estado deplorável, exposição à radiação solar sem proteção, além do registro de acidentes recorrentes devido às condições de alojamento e jornadas exaustivas: 

Também foram constados indícios de trabalho forçado, segundo o MPT. Os trabalhadores pagavam caução, tinham 60% dos salários retidos, recebiam apenas 40% em moeda chinesa, enfrentavam ônus excessivo para rescisão contratual e tinham passaportes retidos. Esses fatores impediam a saída ou o retorno ao país de origem, configurando confisco de valores recebidos. 

As jornadas eram de 10h diárias, com folgas irregulares. Os trabalhadores descansavam em condições inadequadas, sobre materiais de construção, por exemplo. 

Também havia restrições de movimento e contratos não formalizados ou de difícil compreensão agravavam a situação, caracterizando violações sistemáticas aos direitos trabalhistas. 

Em nota, a BYD diz que rompeu o contrato com a construtora terceirizada e alojou os 163 trabalhadores em hotéis da região.

Morre no Rio de Janeiro, aos 80 anos, o ator e diretor Ney Latorraca

Ator estava internado desde o último dia 20 na Clínica São Vicente por conta de um câncer de próstata e morreu devido a uma sepse pulmonar

Foto colorida do ator Ney Latorraca usando óculos marrom

Morreu nesta quinta-feira (26/12) o ator Ney Latorraca, aos 80 anos, no Rio de Janeiro. Ele estava internado desde o último dia 20 na Clínica São Vicente, no bairro da Gávea, por conta de um câncer de próstata, e morreu devido a uma sepse pulmonar.

A fama do ator foi conquistada ao longo de mais de 50 anos dedicados à carreira artística na TV, no teatro e no cinema. Filho de um crooner e uma corista, já nasceu ligado à arte e iniciou sua trajetória profissional logo na infância.

Fez radionovela e teatro estudantil antes de ir para a televisão, inicialmente como figurante, e depois alcançou o sucesso em novelas, séries e programas humorísticos.

“Ator já nasce ator. Aprendi desde pequeno que precisava representar para sobreviver. Sempre fui uma criança diferente das outras: às vezes, eu tinha que dormir cedo, porque não havia o que comer em casa. Então, até hoje, para mim, estou no lucro”, disse o ator em depoimento ao Memória Globo.

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“O sucesso mexeu comigo, não sabia que o sucesso era tão violento desse jeito. Fiquei com medo na época, fiquei doente”, comentou o ator em entrevista ao Persona In Foco, da TV Cultura.

Em 2012, Ney Latorraca ficou internado em uma UTI durante quase 50 dias, após passar por uma cirurgia de retirada da vesícula. O procedimento ocasionou uma inflamação que atingiu as vias biliares e se espalhou pelo corpo.

Por conta disso, o artista disse, em certa ocasião, que já havia definido questões relacionadas ao seu testamento. Por não ter filhos, Ney revelou que deixaria o patrimônio acumulado ao longo dos anos na TV para instituições voltadas ao teatro, visto que foi nesse segmento que fez milhões.

O ator tomou a decisão de antecipar o seu testamento, informando qual destino gostaria que a sua herança tivesse. De acordo com ele, o documento estava pronto e o patrimônio que acumulou com os anos de trabalho será destinado a projetos sociais e instituições de arte, uma vez que ganhou a maioria do seu dinheiro por meio da carreira artística exercida nos palcos.

Personagens antológicos

O ator Ney Latorraca construiu uma trajetória de sucesso na TV e esteve presente em um dos maiores sucessos da Globo: a novela Da Cor do Pecado.

Ney era casado há 29 anos com Edi Botelho e vivia uma vida longe dos holofotes. Ele não fazia questão de compartilhar intimidades nem usava suas redes sociais, paradas desde 2017.

Ney Latorraca assinou contrato vitalício com a TV Globo. A decisão foi na contramão da política adotada pela emissora, que vem interrompendo contratos longevos e firmando parcerias por obra. O ator estreou na Globo em 1975, na novela Escalada, a primeira escrita por Lauro Cesar Muniz para o horário nobre da emissora.

Ney interpretou, na ocasião, Felipe, um playboy que caiu no gosto do público. O ator consolidaria, nos anos seguintes, tipos que se tornariam antológicos na história da TV. Alguns exemplos são o Volpone, de Um Sonho a Mais” (1985); o vampiro Vlad, de Vamp (1991); e o Barbosa, do humorístico TV Pirata (1988).

15 Experiências emocionantes sobre como a vida muda após a adoção

Adotar uma criança é algo incrível, mas pode ser complicado também. Ficamos entusiasmados com a ideia de como a vida daquele pequeno mudará, mas não percebemos que o processo de adoção pode ser uma montanha-russa. Criar um filho nunca é fácil, mas os pais adotivos têm a tarefa adicional de superar conversas difíceis e dar o amor que a criança precisa após ser abandonada. Por isso, compilamos algumas histórias inspiradoras de pais que adotaram. Esses seres corajosos, pacientes e amorosos, dispostos a amar aqueles que realmente deles precisam, são, de fato, pessoas admiráveis!

1.

Dois de nossos filhos são irmãos adotivos. Eu mentiria se dissesse que minha esposa e eu nunca nos questionamos se fizemos a coisa certa ao tirá-los da instituição que os acolhera, todavia nunca nos arrependemos. No início, os meninos tiveram dificuldade de adaptação, mas perceberam serem realmente amados e se acalmaram. 
É claro que crianças adotadas sempre sentirão alguma dor. Continuam se lembrando de seu passado sem poder a ele regressar, tampouco se livrar completamente dele. E essa é a parte mais difícil da adoção, mas será que existem crianças sem problemas? Claro que não. Portanto, não me arrependo de tê-los adotado. Pelo contrário, sou tão grato aos meus filhos que nem consigo expressar em palavras esse sentimento! © William Spencer / Quora

2.

Eu esperava que um dia meu filho adotivo me rejeitasse, então, me preparei para não levar uma possível rejeição para o lado pessoal. Um dia, esqueci o que estávamos discutindo, ele gritou: “Você não é minha mãe de verdade!” Dei uma risada e disse: “Você tem razão, não sou, mas sou a mãe que você tem. Vá fazer sua lição de casa” (ou qualquer coisa do gênero). O assunto não voltou mais à tona. Isso acontecerá principalmente se você se assustar. Evite levar as declarações ofensivas para o lado pessoal. © Jeanne Spellman / Quora

3.

Vivemos sem filhos por 8 anos e percebemos estar prontos para a adoção. Queríamos dois meninos entre 2 e 3 anos, mas, por alguma razão, nos ofereceram, logo de cara, um garoto de 6 anos e nos informaram um pouco sobre seu destino infeliz. Não íamos aceitar, pois o que ouvimos era horrível. No entanto, quando meu marido e eu vimos a foto, nos entreolhamos e entendemos que ele era para a gente. Na foto, não havia nenhum garoto bonito: ele era um pouco careca, com orelhas de abano e sorriso desdentado. Só que, de repente, sua história, sua condição, os problemas passados e futuros perderam a importância. Havia um sentimento claro de que aquele menino pertencia à nossa família. 

Com o segundo foi mais difícil. Havia um menino de 1 ano e meio, praticamente sem problema algum. Quando fomos vê-lo, o achamos bonito, mas que não era para nós. E foi aí que as críticas começaram! A coisa mais branda que nos disseram foi: “Vocês não estão em uma loja para escolher!”. Já conhecíamos esse sentimento, enfrentamos problemas com o mais velho, contudo, com ele a sensação clara de que era “nosso” permanecia, ficou ainda mais forte e nos ajudou. Irritados, nos ofereceram outro, mas, novamente, sentimos que não era para nós. Foi quando nos deram um ultimato: ou esse, ou nenhum. Ficamos muito preocupados, mas, mesmo assim, não aceitamos. E nos tornamos seus “piores inimigos”. Se não fosse pelo nosso sucesso na criação do mais velho, nunca mais nos deixariam adotar outra criança. 
Felizmente, um milagre aconteceu. Vi uma foto em um grupo de voluntários e meu coração quase parou. Mostrei a fotografia ao meu marido, que disse: “Esse é o nosso!” Lutamos por esse garotinho por seis meses, mas tivemos sorte. Somos seus pais há 10 anos. Sofremos muito, houve problemas que quase nos levaram a desistir, mas não o fizemos, porque eram nossos filhos. Eles são 100% nossos. © ar.mari / Pikabu

4.

Há 8 anos, nossa família adotou um garoto de 4 anos. Meus pais gastaram todo o dinheiro que tinham para comprar um carro e registrar a papelada, buscá-lo, vesti-lo, calçá-lo, educá-lo. Minha mãe até largou o emprego para ajudá-lo a se adaptar ao novo ambiente. Empreendemos toda nossa força e alma nisso. Todavia, agora não queremos mais amá-lo nem ser a família dele. O motivo? Ele rouba em casa, na escola e dos amigos, conta pequenas e grandes mentiras, é um péssimo aluno. Também é preguiçoso e narcisista, e ainda nem entrou na puberdade. Não ouve meus pais e acredita que todos temos uma dívida com ele. Oito anos de escândalos e nervosismo. © Oídoporahí / VK

5.

Adotamos nossa filha quando ela tinha 8 anos e já tínhamos um filho de 13. Foi quando vimos uma garotinha linda na casa de acolhimento, cuja família falecera em um terrível acidente. Agora, ela está com 19 anos, mas nunca me chamou de mamãe. Está tudo bem, mas ela ainda sente estar nos visitando e não em casa. Todas as suas relações conosco parecem ser apenas por gratidão. Quero muito que se sinta em casa, que saiba que este também é o lar dela. As palavras que há 11 anos gritou, quando discutimos pela primeira vez, dizendo que já tinha pai e mãe e que jamais teria outros, ficam dando voltas na minha cabeça. No entanto, nós a amamos muito. © Oídoporahí / VK

6.

Meus pais adotaram meu irmão mais velho. Todos os nossos parentes e amigos tinham certeza de que não conseguiriam criar uma pessoa normal, que nada de bom sairia dessa situação, pois tudo se resumia à genética. Como resultado, meu irmão concluiu o ensino médio com excelentes notas, ganhou várias medalhas de ouro e terminou a universidade com louvor. Ele é a única pessoa que sempre me apoiará e, não importa a situação, seguirá sendo gentil e sincero. Realmente, tenho muito respeito e admiração por ele, pois o considero um irmão de sangue. Os genes são uma coisa, mas o amor e a educação são completamente diferentes. © Oídoporahí / VK

7.

Uma vizinha perdeu seu único filho em um acidente de carro quando ele tinha 17 anos. Algum tempo depois, quando ela estava com 50 anos, adotou uma menina de 6, chamada Greta. A garota tinha alguns problemas de comportamento que mais tarde se transformaram em psicológicos. A vizinha a levou a médicos, tentou vários tratamentos, mas não teve sucesso.
Greta fugiu de casa pela primeira vez aos 14 anos. Alguns meses depois, voltou a fugir. Ela explicava essas atitudes por estar tentando voltar para a família da qual sua mãe adotiva a havia “roubado”. Ao completar 16 anos, desapareceu por mais de um ano. Só foi encontrada quando a vizinha recebeu uma ligação de um hospital de outro estado, dizendo que Greta havia dado à luz e fugido da enfermaria, deixando a criança e os contatos de sua mãe adotiva.
Assim, aos 67 anos, coube à vizinha a criação desse bebê. Greta aparecia somente uma vez por ano para pedir dinheiro à mãe adotiva, chantageando-a, dizendo que levaria a criança embora. Alguns anos depois, deixou mais um bebê em outro hospital. Agora, a vizinha tem mais de 80 anos e cria dois “netos” com problemas emocionais. © jaimystery / Reddit

8.

Tenho duas amigas que, com seus maridos, adotaram crianças. Ambas escolheram irmãos com menos de 5 anos. Os mais novos dos dois grupos foram adotados praticamente bebês ( com 10 e 18 meses). Os problemas enfrentados por essas crianças, mesmo em tão tenra idade, são astronômicos. Meus amigos são anjos absolutos por conseguirem lidar com tudo isso. Realmente amam seus filhos e fariam qualquer coisa por eles. Já os vi acabados, às vezes sem saber o que fazer para ajudar seus filhos traumatizados. É preciso mais do que uma família amorosa. Nem tudo são flores. É difícil. Muitas das crianças que precisam ser adotadas se encontram nessa condição por algum motivo e só alguém muito especial pode assumi-las. ©Dr**kenFerryBoatBird / Reddit

9.

Adotamos nossa filha há pouco mais de um ano e meio, quando ela tinha 9 meses de vida. Para mim, a experiência não foi diferente de ser mãe biológica. Os primeiros meses após levá-la para casa foram muito difíceis. Sentia que minha vida tinha virado de cabeça para baixo e que não era mais a minha vida. Parecia que não tinha controle sobre nenhum aspecto da minha existência. Acho que, como pais adotivos, sofremos uma pressão extra para “fazer a coisa certa”; não queremos que alguém nos aponte o dedo e diga que fracassamos por ela não ser nossa filha biológica. Quando olho para minha menina, nunca sinto que ela foi adotada. Sinto que ela é nossa, que sempre esteve conosco. Quando a trouxemos para casa, era uma criança quieta, sem autoconfiança, agarrada comigo e insegura. Hoje, está se transformando. Acho que o importante é educar qualquer criança, seja biológica ou adotada. © Yamini Ayyagari / Quora

10.

Meu melhor amigo faleceu em um acidente, deixando um filho pequeno. Eu o adotei. Meu marido tem filhas gêmeas de seu primeiro casamento, cuja mãe foi privada dos direitos parentais. Vivíamos todos juntos como uma família unida, e eu nem sequer pensava no fato de estar criando filhos de “outras pessoas” até meus próprios pais começarem a me importunar. “Por que você está carregando os filhos dos outros, para que carregar esse fardo? Você precisa dar à luz seu próprio bebê!” Nas festas, sussurravam coisas desagradáveis para as crianças, insinuando que foram abandonadas e serem um fardo para mim. A gota d’água foi quando meus pais me disseram: “Não tivemos você para não continuar nossa família!” Acabei limitando drasticamente toda a comunicação com eles, não aguentava mais. 
As crianças cresceram e amadureceram. Chegou um momento em que precisei de um transplante de rim. Meus três filhos adotivos correram fazer o exame de compatibilidade, embora eu não tivesse pedido nada e nem mesmo soube disso. Meu marido me contou depois. No final das contas, uma de minhas filhas foi quem me doou um rim. Só depois disso, meus pais ligaram para a neta pela primeira vez e lhe pediram desculpas. © Oídoporahí / VK

11.

Adotei uma menina de 4 anos. Agora ela está com 33, formada em duas faculdades, uma filha maravilhosa! Certa ocasião, lhe perguntei: “Você não se sente estranha por saber que é adotada? ” Ela respondeu: “Não! Sempre me senti orgulhosa por ser digna dessa família e por você ter me escolhido”. Depois tive um bebê e agora tenho dois filhos maravilhosos. © Erika Cirule / Youtube

12.

Minha filha mais nova veio morar conosco quando tinha 10 anos. Foi minha filha do meio quem a trouxe para uma festa do pijama e já está conosco há 13 anos. Na sua idade, ela passou por muita coisa. Com sua chegada, percebi pela primeira vez na vida que deveria amar alguém sem esperar nada em troca. Que ela talvez nunca fosse capaz de nos amar, que talvez nunca fosse fiel a nós como sua família. Foi preciso uma filha adotiva para me ajudar a me conhecer de verdade. 
Por favor, não me entendam mal, amo demais meus filhos biológicos e daria minha vida por eles, mas amo minha filha adotiva, talvez um pouco mais. Ela mudou nossas vidas e nos fez sermos pessoas muito melhores. Hoje, meus quatro filhos são amigos e unidos, como uma verdadeira irmandade. Somos a família dela e ela é a nossa. © Renee LaCoste Long / Quora

13.

Decidi contar a história do meu amigo Ramiro, que se tornou pai adotivo em 1995. Ele era motorista, casado com Teresa e tinha um filho. Sua esposa foi dar à luz sua filha. No hospital, uma adolescente abandonou seu bebê, uma criança chorona e doente, e a esposa de Ramiro, em um primeiro momento, a alimentou. O bebê seria levado para uma casa de acolhimento de crianças, mas como era recém-nascido, a pedido de Teresa, o deixaram mais um tempo, dizendo que o levariam em três dias. Era primavera e onde moravam não havia ruas asfaltadas, chovia muito e o acesso era difícil. Ramiro trouxe a filha e o bebê abandonado para casa, mas não achou que seria permanente. Acreditava que, quando as chuvas cessassem, levariam o bebê para uma instituição de acolhimento. No entanto, quando foram buscar o bebezinho, ele havia adoecido e acharam melhor não tirá-lo dali. Teresa já havia dito na época que não permitiria que o levassem. Foi quando o chamou de filho pela primeira vez. Ramiro e Teresa se candidataram à adoção, tinham uma boa família, então não tiveram grandes dificuldades. Recentemente, Ramiro disse que, quando Sérgio (foi o nome dado ao garoto) tinha 8 anos, um vizinho “gentil e honesto” lhe contou tudo. O menino a princípio se calou, depois perguntou aos pais que não mentiram, lhe contaram toda a verdade. Sergio ficou em silêncio por um longo tempo e depois disse: “Bem, agora pelo menos entendo por que todo mundo tem pele clara e eu sou moreno”. 

Ramiro e Teresa se mudaram para uma cidade maior com toda a família. Agora os filhos estão crescidos, o mais velho foi para a capital, a filha se casou e se mudou para outra cidade. Eles não se esquecem de seus pais, sempre escrevem e os visitam. Sérgio decidiu ficar com os pais, ele mora no prédio ao lado. Também se casou e trabalha, como o pai, de motorista. O próprio Ramiro disse: “Agradeço ao destino e à minha esposa por termos um filho assim. Dói meu coração só de imaginar o que lhe teria acontecido se Teresa não o tivesse visto no hospital”. Ontem fiquei sabendo que Sérgio teve uma filha, que recebeu o nome de Teresa, em homenagem à sua mãe. © Sibirskix / Pikabu

14.

Quando nosso filho adotivo tinha 14 anos, tivemos uma briga, não me lembro exatamente o motivo, mas, de repente, ele disse que não éramos sua família e que seria melhor se nunca o tivéssemos adotado. Fiquei magoada, criei coragem e disse: “Sim, eu sei”. Surpreendentemente, por algum motivo, me senti melhor porque meu filho finalmente disse isso em voz alta. Naquele dia, ele saiu de casa e passou a noite com amigos. É claro que meu marido, meu filho mais novo e eu ficamos muito preocupados. 
Depois, ele voltou e pediu desculpas por seu comportamento e por ter fugido. De repente, seus olhos se encheram de lágrimas e disse que só o machucava o fato de ser adotado e que, mais do que qualquer outra coisa no mundo, gostaria de ser nosso filho de verdade, de sangue. Isso tocou meu coração mais do que suas palavras na discussão. Disse-lhe que me sentia da mesma forma. Sentamos de frente um para o outro e nos olhamos nos olhos. Passado um tempo, nosso relacionamento melhorou. © Ruth Alborough / Quora

15. 

Minha irmã e seu marido são estéreis, então, decidiram adotar uma garotinha de uma casa de acolhimento, muito quieta e submissa. Ao vê-la, a sogra exclamou: “Muito obrigada! Na minha velhice, não cuidarei de meus próprios netos, mas dos filhos enjeitados de outras pessoas! Nem sabemos se essa órfã tem alguém da sua família”. O casal a acalmou, disseram-lhe que tudo o que estava falando era culpa do estresse. Cinco anos se passaram, mas a avó não conseguia aceitar a neta adotada. Inclusive, chegou a comprar presentes de Natal apenas para os filhos de sua filha mais velha, seus netos de sangue. Para não magoar a criança e não entrar em discussões absurdas, minha irmã reduziu ao máximo a comunicação com a sogra.

O que o motivaria ou o faria hesitar em adotar uma criança? Quais obstáculos acredita que os pais adotivos precisam superar ao criar filhos adotivos?

A adoção é um ato de amor e responsabilidade. Este gesto transforma a vida das crianças ao lhes oferecer estabilidade emocional, oportunidades de crescimento e desenvolvimento, além de um ambiente seguro e acolhedor. Para os adotantes, é uma chance de formar uma família e vivenciar o amor incondicional. Conheça outras histórias de adoção e se emocione ainda mais.

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