Mulher vomita após encontrar unha de gel em sanduíche: “Nojento”

Unha em sanduiche
Grávida de seis meses, Brushra comprou um sanduíche de carne e cebola; ao saborear a refeição, sentiu algo “borrachudo” na boca

Uma mulher grávida acabou vomitando após comer um sanduíche da rede de gastronomia Marks and Spencer (M&S), em Andover, Hampshire (Inglaterra). De acordo com o jornal britânico The Mirror, o episódio ocorreu depois que Brushra Perkins encontrou uma unha de gel no meio do lanche.

Grávida de seis meses, Brushra comprou um sanduíche de carne e cebola; ao saborear a refeição, sentiu algo “borrachudo” na boca. Ao olhar para a comida, deparou-se com a unha de gel rosa.

“Eu pensei ‘o que diabos é isso?’. Estava com aparência suja. Tive a sensação no estômago de que ia ficar [doente], então tive que pedir ao meu marido para parar no posto de gasolina mais próximo. É nojento”, disse ela, que vomitou logo depois.

Brushra ainda reclamou da organização do M&S. “Estou enojado com o nível de higiene alimentar deles. Não é só porque a unha de alguém caiu acidentalmente. Eles deveriam estar usando luvas”, disparou.

A mulher disse ainda que procurou a rede de comida para reclamar, mas o M&S declarou que uma investigação interna do caso poderia levar até seis semanas.

Empresa faz sucesso com ‘fralda roqueira’ para acompanhar shows bem na frente do palco

Empresa faz sucesso com 'fralda roqueira' para acompanhar shows bem na frente do palco
Empresa faz sucesso com ‘fralda roqueira’ para acompanhar shows bem na frente do palco — Foto: Divulgação

Fãs podem se aliviar sem precisar sair do local privilegiado no meio da multidão; produto esgotou rapidamente

Não são raras as vezes em que fãs, para ficar colados ao palco de um grande show, apelam a fraldas a fim de se aliviar ali mesmo e não perder o lugar privilegiado. Para estar ali é necessário entrar logo após a abertura dos portões. 

Em vídeo comovente, menina autista se despede do pai com câncer; VEJA

Foto: Reprodução/redes sociais.

No início de 2022, Weslley Waila foi diagnosticado com câncer na vesícula biliar, dando início a uma jornada intensa de luta e resiliência. Acompanhado de perto por sua esposa Alice Deleon e sua filha Duda, que na época tinha apenas sete anos e é diagnosticada com autismo, Weslley enfrentou diversos procedimentos médicos. A família vivia em cidades diferentes, com a mãe e a filha residindo em Rio Grande, enquanto Weslley realizava seu tratamento em Porto Alegre.

Durante dois anos, a luta contra a doença incluiu cirurgias, radioterapia e quimioterapia. No entanto, quando estas opções se exauriram, o foco se voltou para os cuidados paliativos. Esta abordagem, focada na qualidade de vida do paciente e no alívio do sofrimento, tornou-se essencial para a família, possibilitando momentos significativos de amor e compreensão.

Despedida de menina autista do pai com câncer viraliza

Como os cuidados paliativos ajudam as famílias?

Os cuidados paliativos são fundamentais em situações onde o tratamento curativo já não é mais eficaz. Eles proporcionam aos pacientes e suas famílias um suporte integral, que vai além das necessidades físicas e abarca aspectos emocionais, sociais e espirituais. Alice e Weslley encontraram nisso o espaço necessário para transcender a dor física diante da proximidade do fim.

A despedida de Weslley foi marcada por um momento especial em que o hospital permitiu que Duda, até então só conectada ao pai por videochamadas, pudesse visitá-lo. A oportunidade trouxe compreensão e serenidade à menina, que pôde vivenciar e entender o estado do pai de maneira concreta e amorosa.

Quais os desafios de explicar uma doença para uma criança autista?

Explicar uma condição complexa como o câncer a uma criança, especialmente a uma com transtorno do espectro autista, requer sensibilidade. É preciso utilizar uma linguagem adequada ao nível de compreensão da criança, esclarecer o que está acontecendo sem assustá-la ou sobrecarregá-la emocionalmente. Alice desempenhou um papel crucial ao comunicar a Duda a gravidade da situação, preparando-a para a inevitável despedida.

O dia da despedida, registrado em vídeo e amplamente compartilhado nas redes sociais, tornou-se uma representação do poder do amor e do vínculo familiar. Apesar da tristeza, permitiu que Weslley e Duda compartilhassem um último momento significativo, oferecendo a todos os envolvidos uma lembrança duradoura e pacífica.

Como enfrentar a perda e o luto?

O falecimento de Weslley foi um marco doloroso para Alice e Duda, influenciando significativamente as suas vidas. O suporte emocional e a memória dos momentos passados juntos se tornaram pilares fundamentais para as duas enfrentarem o luto. Alice destacou que, embora o sofrimento fosse visível, Weslley encontrou paz ao aceitar a sua condição e ao preparar a família para seguir em frente.

O luto, exacerbado pelas festividades de fim de ano, trouxe desafios adicionais à família. No entanto, a fortalecimento proporcionado pelos cuidados paliativos permitiu que Alice e Duda, apesar da dor da perda, reconhecessem a importância de cada instante partilhado com Weslley, preservando seu legado de amor e coragem.

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