Fala de Jaime “traidor” Calado gera revolta em São Gonçalo
“Não montamos uma guarda para matar o povo”, afirmou Jaime Calado, em uma declaração que gerou críticas por parte de diversos setores da região metropolitana. A declaração sugere uma visão equivocada sobre o papel da Guarda Municipal e lança dúvidas sobre a eficácia e a segurança dos próprios agentes.
A Guarda Municipal desempenha um papel fundamental na segurança pública, atuando não apenas na prevenção e combate ao crime, mas também na proteção da população em geral. O uso de armamento por parte da guarda é uma medida necessária para garantir que os agentes tenham os meios adequados para enfrentar situações de perigo e proteger a sociedade.
É importante ressaltar que o armamento utilizado pela Guarda Municipal não tem a finalidade de “MATAR O POVO”, como sugerido por Jaime “O Traidor”, mas sim de proteger a população e garantir a segurança pública. Os profissionais de segurança são treinados para agir dentro dos limites da lei e utilizar o armamento de forma responsável e proporcional às circunstâncias.
Além disso, a sugestão de que os guardas municipais não devem utilizar armamento coloca em risco a segurança desses profissionais, expondo-os a situações de perigo sem os recursos necessários para se defenderem e defenderem a população.
A segurança da população não pode ser comprometida por visões equivocadas sobre o papel e as funções da Guarda Municipal.
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VIA ATENTO 24 horas
Bolsonaro será transferido para Brasília em UTI aérea

Internado em Manaus com uma infecção na pele identificada como “erisipela”, Jair Bolsonaro deve ser transferido para um hospital particular em Brasília nesta segunda-feira (6) em uma UTI aérea, acompanhado de pelo menos dois médicos intensivistas. De acordo com o jornalista Igor Gadelha em sua coluna no Metrópoles, a previsão é de que a aeronave decole com o ex-presidente entre o final da manhã e o início da tarde de segunda.
Durante viagem a Manaus, no fim de semana, o extremista foi internado duas vezes.
A erisipela é uma infecção bacteriana da pele que geralmente afeta as pernas, mas pode ocorrer em outras partes do corpo. Ela é causada principalmente pela bactéria Streptococcus pyogenes, também conhecida como estreptococo beta-hemolítico do grupo A. A infecção resulta em áreas da pele vermelhas, inflamadas, quentes e doloridas, muitas vezes acompanhadas por febre e calafrios.
Lula tenta ganhar os evangélicos

Na quarta-feira, sai a nova pesquisa Quaest que vai medir a popularidade, a aprovação do governo Lula e a expectativa do brasileiro em relação a economia do país. É uma pesquisa nacional, que começou a ser feita na sexta-feira e será concluída hoje, de forma presencial, com 2 mil entrevistados.
Ou seja, iniciou-se já com as chuvas no Rio Grande do Sul como assunto nacional e termina hoje quando o assunto ganhou proporções de uma tragédia.
A última pesquisa nacional do instituto foi feita há dois meses (houve outra em abril, mas feita em apenas quatro estados).
Entre março e agora, pode-se dizer que a economia continuou como estava: o consumo aquecido, inflação controlada e desemprego em níveis reduzidos. Houve também o anúncio e da prisão dos acusados de mandantes do assassinato de Marielle Franco, mais um evento público de Jair Bolsonaro (o do Rio de Janeiro, bem mais modesto que o de São Paulo) e o recentíssimo fiasco no ato de 1º de maio de Lula.
Na pesquisa de março, a mais recente, 51% dos entrevistados aprovavam o trabalho de Lula e 46% desaprovavam. O que significava que Lula caíra três pontos percentuais na comparação com a pesquisa anterior, realizada em dezembro de 2023.
A pesquisa reafirmava ainda que a popularidade do presidente com os evangélicos continuava em viés de baixa, com um índice de desaprovação de 62% — uma queda de seis pontos percentuais em relação a dezembro.
Quem acompanha de perto o governo garante que Lula dará enorme atenção ao resultado dessa e de outras pesquisas que devem sair em maio. Se o ponteiro da popularidade não subir, Lula, que anda impaciente, poderia mexer em algumas peças do seu ministério.
Na semana passada, a Secom lançou uma campanha institucional, a de mote “Fé no Brasil”, justamente com o objetivo de lustrar a imagem do governo. Não é uma campanha bem avaliada dentro do próprio governo. Independentemente disso, não daria tempo de ela fazer algum efeito que seja visível já na pesquisa Quaest que será conhecida na quarta-feira.






