Mark Zuckerberg usa galaxy S23 ultra em evento da META

A Meta realizou seu evento Connect 2023 há alguns dias, onde revelou uma série de novidade relacionadas ao Metaverso e realidade mista. Porém, outra coisa chamou a atenção durante a apresentação, que foi o smartphone usado por Mark Zuckerberg, fundador e presidente da empresa.
Meta Quest 3 é oficial com Snapdragon XR2 Gen 2, tela 30% melhor e som espacial
Mark Zuckerberg mostra avatar super-realista no metaverso
Durante a revelação dos seus produtos, Mark utilizou dois Galaxy S23 Ultra, com um deles conectado através do USB Tipo-C para transmitir a sua tela. O modelo na cor preta serviu apenas como aparelho de referência, enquanto aquele na cor creme exibia um dos novos avatares realistas de IA da Meta.
O próprio Zuckerberg já revelou anteriormente que tem o costume de utilizar smartphones Android e iPhone de forma simultânea. Então não é uma surpresa ele aparecer com uma das principais referências entre os aparelhos Android.

Durante a apresentação, a Meta revelou o Meta AI, um chatbot que estará disponível no WhatsApp, Instagram e Facebook Messenger em breve.
Além dele, a empresa anunciou o Meta Quest 3, uma nova geração do seu headset de realidade mista. Ele já havia sido mostrado pela Meta há alguns meses, mas agora foi anunciado por completo com diversas melhorias.
Entre os seus destaques, está o novo processador Snapdragon XR2 Gen 2, 128 GB de armazenamento, e uma tela aprimorada com resolução 4K. O Quest 3 pode ser controlado por meio de gestos com a mão, mas existe um controle para maior precisão. Ele será vendido por 499 dólares, cerca de R$ 2.570 na conversão.
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A respeito de um novo modelo da Samsung, o suposto Galaxy S24 Ultra já é alvo de rumores de forma frequente. Até o momento, é esperado que ele tenha um corpo de alumínio, tela com acabamento plano e processador Snapdragon 8 Gen 3 For Galaxy. Ele deve ser anunciado em algum momento no primeiro trimestre do ano que vem.

Faustão faz declaração sobre final de tratamento

Faustão afirma estar em reta final de recuperação ao reaparecer na Globo
Ele homenageou o filho, João Guilherme, que participou de quadro no Caldeirão do Huck contra João Augusto, filho de Gugu
8.out.2023 às 20h42
O apresentador Fausto Silva reapareceu na TV Globo, durante o Caldeirão com Huck, e disse estar na reta final de sua recuperação, após ser submetido, em agosto, a um transplante de coração.
Faustão homenageou o filho, João Guilherme, que participou da batalha de Lip Sync contra João Augusto, filho do apresentador Gugu Liberato, morto em novembro de 2019.
“Você [Luciano Huck] proporciona um dia histórico para o João Guilherme. Quando apostei nele, sabia que ele tinha carisma, simpatia. Mas, depois, quando você joga na jaula dos leões, é que você vê se ele tem personalidade mesmo” , disse Faustão.
“Ele só tem que ter calma e serenidade, as coisas vão acontecer no tempo certo. O importante é ter foco no trabalho, saber que é uma carreira difícil. Ele é absurdamente precoce. Acho que ele tem um caminho de ótimas perspectivas. Não pode se deslumbrar, ficar muito atrás do Instagram. É preciso dosar um pouco, não viver uma vida de fantasia.”
Durante quase duas décadas, Faustão, na Globo, e Gugu, no SBT, disputaram a audiência da população brasileira nas tardes de domingo.
No quadro, os dois filhos imitaram interpretações de cantores, para a avaliação da plateia. Mas não houve um vencedor neste domingo (8). Luciano Huck deu o prêmio a João Guilherme e a João Augusto.
O primeiro vai estrear um novo programa na Band no sábado (21). Pelo que foi indicado no Caldeirão do Huck, o segundo deve trilhar a mesma profissão do pai.

Dapatú?

Enlace do bilionário Henrique Dubugras e Laura Fiúza reuniu cerca de 600 convidados na ilha paradisíaca e fechou pontos turísticos da região.
E o casamento do ano, entre Henrique Dubugras e Laura Fiúza, continua dando o que falar. Após virarem notícia por fecharem pontos turísticos de Fernando de Noronha para o enlace e reunirem cerca de 600 convidados na ilha, o casal encantou a todos com a decoração da festa.
Depois de mostrar fotos da cerimônia e descobrir o preço do vestido da noiva, a colunafoi em busca de alguns detalhes da estrutura para mostrar para vocês, queridos leitores. Quem sabe sirva de inspiração para as moças que pretendem casar em breve.
Nas imagens, é possível ver que as cores básicas do evento foram branco, bege e marrom. Inclusive o bolo de quatro andarem foi decorado nesses tons e adornado com muitas flores.
As centenas de convidados e familiares dos pombinhos ainda puderam descansar em cantinhos aconchegantes e beber uma água de coco natural, pois os organizadores montaram uma espécie de quiosque com a fruta.
Cenário paradisíaco e beijo de cinema
O casamento Henrique Dubugras e Laura Fiúza parou, literalmente, a ilha de Fernando de Noronha e o enlace dos pombinhos virou notícia esses últimos dias, conforme publicado por esta coluna com exclusividade. E como a gente está sempre atento às novidades, trazemos agora alguns cliques da cerimônia, que aconteceu no último sábado (07/10).
Apesar de os noivos terem suas contas restritas aos seguidores e amigos, nosso time conseguiu alguns cliques do evento, que contou com um cenário paradisíaco, praia ao fundo do altar e um beijo de cinema entre os pombinhos. Em um vídeo, os dois aparecem sendo aplaudidos pelos convidados e familiares.
O casamento
Fernando de Noronha é um dos lugares mais lindos do Brasil e é o sonho de muitas pessoas viajar para conhecer o local. Agora, imagina casar nessa ilha deslumbrante? É o que o jovem brasileiro bilionário Henrique Dubugras fará. Mas não será um casório no estilo que nós, meros mortais, estamos acostumados não… A celebração será um evento daqueles, com direito a pontos turísticos fechados por mais de 10 dias.

ARTIGO: Como perdi o baço, 1/2 pâncreas e conquistei o 3º lugar no Sul-Americano de Jiu-Jitsu. Por Marcus Aragão

A vida é uma luta. Aliás, várias. Vinha travando uma contra um cisto na cauda do pâncreas desde 2014. Benigno desde sempre, mas em 2021 começou a apresentar características preocupantes, e a indicação era cirurgia — não queríamos que deixasse de ser benigno.
A cirurgia foi marcada com o Dr. José Jukemura no Hospital Alemão Oswaldo Cruz em São Paulo. Durante um mês, estudei 10 horas por dia sobre o cisto, os protocolos, a cirurgia, a recuperação e tudo o que os fóruns da internet disponibilizassem. Li artigos científicos, revistas internacionais de gastroenterologia, fiz amizade com diversos pacientes pelo mundo e hoje sou um dos administradores do grupo privado “Distal Pancreatectomy Support and Resources” no Facebook. Não indico a ninguém embarcar nessa paranoia de querer saber tudo sobre cada detalhe, mas eu não conseguia ser diferente. Isso me estressava e me acalmava ao mesmo tempo.
Em março de 2022, fui com toda a família passar 33 dias em um apartamento alugado ao lado do hospital. Minha irmã Luciana passou a primeira semana comigo, acompanhando cada detalhe e dando o apoio e amor necessários nesse momento. Como a cirurgia era muito delicada, pois o protocolo sugeria a retirada do baço e da cauda do pâncreas onde estava o cisto, qualquer urgência no pós-operatório estava perto do pronto atendimento do Oswaldo Cruz. Fomos todos, inclusive o “pipoca”, nosso cãozinho maltês, que adorou viajar na malinha da Latam. Enfim, foram longos dias.
O dia em que mais senti medo na vida foi ao entrar na sala de cirurgia — é melhor pular essa parte. Acordei com muita dor na UTI. Manoela já estava ao meu lado — felizmente, em São Paulo, é permitido um acompanhante 24 horas na UTI. É o momento em que o ser humano mais precisa de apoio. Chamei pela minha mãe, pedia morfina e imaginava que tinham arrancado meu estômago junto. Essa é a parte ruim de ler demais sobre o assunto, pois sabia que essa possibilidade existia. Graças a Deus, meu estômago permaneceu intacto.
Estava cheio de fios, sondas, “mangueirinhas”, cateteres, mas sentia gratidão por estar vivo — a biópsia sairia dentro de 4 dias. Sabia que a batalha seria enorme, mas daria certo. De vez em quando, vinha uma saudade da vida que não vivi. Um sentimento de culpa por ter deixado algumas coisas passarem e ainda mais eu, que agora estava sabendo e sofrendo na pele que a vida pode chegar ao fim a qualquer momento.
Foi aí que fiz várias promessas a mim mesmo. Umas 4 no total, mas todas relacionadas a viver a vida com mais intensidade em todas as áreas, seja na vida pessoal, profissional, esportiva ou de lazer. Uma delas foi lutar em um grande campeonato de Jiu-Jitsu — me pareceu bastante relevante, pois dependia da perfeita recuperação do meu corpo. Afinal, não há como competir sem estar 200% bem condicionado. E esse processo de recuperação não foi nada fácil. Muita caminhada sofrida após as refeições, 25 dias com dreno no abdômen, e a cicatrização era bem lenta, pois as enzimas do pâncreas vazavam pelo orifício onde estava o dreno — 90 dias até a cicatrização completa. Hoje tenho dois umbigos.
Interrompo este artigo para fazer um agradecimento ao cirurgião Dr. Jukemura, pois foi de uma atenção sem igual. Enviei mensagens pelo WhatsApp durante 55 dias e ele respondeu todas as vezes. Sempre bem-humorado, atencioso e passando a segurança necessária para nos acalmar. Outro agradecimento especial é para Manoela, minha esposa, que se virou como santa, mãe e quase enfermeira para enfrentarmos esse desafio. Conseguimos.
Agora, tenho que voltar ao período pré-cirurgia para explicar um detalhe importante. Passava horas no grupo privado das pessoas que fizeram a cirurgia no Facebook, colhendo informações com pessoas nos quatro cantos da Terra. Sentia uma vontade genuína de ajudar. Lembro que na época me colocaram como um dos administradores do grupo, e continuo lá até hoje. Minha promessa de competir em um grande campeonato era devido ao desejo de postar essa conquista no grupo e mostrar a todos que podemos viver uma vida normal.
Vou poupar vocês dos momentos difíceis do período de recuperação para focar na superação. O trabalho começou após 7 dias na forma de pequenas decisões, respostas a e-mails e mensagens de WhatsApp. Retornar ao trabalho era bem mais fácil do que as atividades físicas, e por isso me interessava tanto em voltar à boa forma. Lembro que, passados 52 dias da cirurgia, pesando 10 quilos a menos, retornei à academia de musculação e pegando pesos também bem leves — nossa, como foi difícil levantá-los. Também me sentia grato pela vida estar voltando ao normal. Meus exames estavam todos excelentes, e apesar de ter perdido 40% do pâncreas, não fiquei com diabetes nem precisei de nenhum tipo de reposição. Quanto à retirada do baço, apenas tive que tomar uma sequência de vacinas, e tudo bem.
Quando pisei nos tatames depois de 93 dias, não foi fácil, mas a alegria era enorme por ter minha vida de volta. Preciso falar que contei com o apoio do mestre Jair Lourenço e de todos os atletas da Kimura, que com muita paciência lutavam comigo com bastante cuidado. Obrigado, pessoal.
Com o resultado da biópsia sendo benigno (Glória a Deus!), concentrei-me no propósito de ficar mais forte, mais técnico e com mais saúde e resistência, através de uma alimentação balanceada, muito treino nos 7 dias da semana e hábitos saudáveis. Sentindo que tinha alcançado e superado todos esses objetivos e, ainda com os exames perfeitos, inscrevi-me no Sul-Americano de Jiu-Jitsu pela IBJJF (International Brazilian Jiu Jitsu Federation). O evento ocorreu em Barueri, São Paulo, no dia 17 de setembro de 2023.
Ter enfrentado a cirurgia em São Paulo me fez escolher justamente este mesmo estado para voltar a competir. Um dos fatores que tanto ajudaram na recuperação foi sentir a presença da minha mãe, da família e dos amigos sempre por perto — seja uma presença física ou apenas no sentimento. Isso fez uma diferença enorme.
Voltando ao dia do campeonato, nunca tinha visto de perto uma estrutura tão grande e organizada como o Sul-Americano de Jiu-Jitsu. Manoela ficou no hotel e só tomou coragem para assistir depois da primeira luta. Entrei no ginásio sozinho e encontrei todas as equipes adversárias concentradas, torcendo e aquecendo. Pois bem, fui fazer meu aquecimento solitário — mas a verdade é que realmente não me sentia só — tinha multidões dentro de mim. Minha família, amigos e companheiros de tantos anos de treino estavam comigo.
Apesar de ter me machucado na primeira luta, consegui o 3º lugar no Campeonato Sul-Americano, com lutas duríssimas. Fiz as postagens e enchi de alegria e esperança todos no grupo dos que fizeram a cirurgia. E espero ter passado a mensagem, também para você que me acompanhou até aqui, de que as adversidades existem para nos deixar mais fortes e lembrar que não podemos deixar para depois a vida que merecemos viver. Simplesmente porque talvez… não exista depois. Viva a vida, HOJE!
Marcus Aragão
Instagram @aragao01

Ministros de Lula usaram 49% mais voos da FAB do que os de Bolsonaro

Ministros de Lula usaram 49% mais voos da FAB do que os de Bolsonaro
Força Aérea realizou 1.574 voos para atender autoridades em 2023; no primeiro ano do governo anterior foram 1.053
Nos nove primeiros meses de 2023, os aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) fizeram 1.574 decolagens para atender autoridades do governo federal. É o que mostra um levantamento pelo pela CNN com base nos dados divulgados pela FAB.
A conta exclui os voos do presidente e vice-presidente da República. Se comparado ao mesmo período da gestão anterior, os auxiliares de Jair Bolsonaro (PL) voaram menos: entre janeiro e setembro de 2019, foram 1.053 voos. Aumento de 49%.

No geral, seja neste governo ou no anterior, as decolagens ocorrem para os mais diversos destinos. Desde o interior de estados do Nordeste, passando por regiões isoladas do Amazonas, até grandes centros como São Paulo –o destino mais solicitado pelos ministros.
Vídeo: Oposição critica ministra Anielle Franco por uso de avião da FAB
A lei permite que auxiliares do primeiro escalão usem as cerca de 30 aeronaves da FAB em três situações: “a serviço”, o mais invocado; por “segurança”; e em razão de “emergência médica”, que é pouco usada.
Para solicitar a aeronave, a autoridade precisa ficar numa fila, que depende da antiguidade da criação do ministério. Os mais antigos têm preferência. Os mais novos, muitas vezes, precisam pegar carona para chegar ao destino.
Cada ministro, a depender da configuração do avião, pode transportar até 15 convidados, que não necessariamente precisam ser servidores da administração pública.
Parlamentares também aproveitam a “beira” para irem fazer política em redutos eleitorais.
Entre os ministros que mais voaram de FAB em 2023 está o da Justiça e da Segurança Pública, Flávio Dino. Foram 79 voos de Norte a Sul do país. Mas um detalhe chama atenção. Boa parte encerrou numa sexta-feira no Maranhão, reduto eleitoral do ministro. Em todos os casos, o ministro justificou motivo de segurança para usar as aeronaves.
Anielle Franco, da Igualdade Racial, é o caso mais recente que chamou atenção. Usou um desses aviões para ir a uma partida de futebol em São Paulo, pela final da Copa do Brasil. Alegou estar a serviço. Ela recebeu ataques nas redes sociais porque gravou um vídeo dentro da aeronave torcendo para o Flamengo, que jogara na ocasião. Também teve que se explicar. À CNN, justificou que o voo está amparado pela legislação.
Outro ministro no ranking dos que mais voaram às custas da FAB é o atual chefe da pasta do Empreendedorismo, da Micro e Pequena Empresa, Márcio França. Enquanto esteve à frente do Ministério de Portos e Aeroportos, voou 35 vezes. Em todos os casos alegou estar a serviço, em atividade inerente à pasta.
Outros Poderes
Além de ministros, os chefes de Poderes e os comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica também têm o direito de uso dos aviões da FAB. Esses últimos pouco acionam o serviço.
Quanto aos presidentes da Câmara, Senado e Supremo Tribunal Federal (STF), o uso é mais frequente, no entanto bem abaixo dos 39 ministros de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, voou 107 vezes; Rodrigo Pacheco (PSD-MG), do Senado, 77; e Rosa Weber, então presidente do STF no período analisado, usou aviões da FAB apor 31 vezes nos nove primeiros meses deste ano.

Terremoto no Afeganistão deixa mais de 2 mil mortos e 9 mil feridos, diz Talibã

Terremoto no Afeganistão deixa mais de 2 mil mortos e 9 mil feridos, diz Talibã
Abalo de magnitude 6,3 no sábado (7) acontece em momento de profunda crise econômica no país; mais de 600 edifícios foram danificados, segundo a ONU
Cerca de 2.000 pessoas morreram depois que um poderoso terremoto atingiu o oeste do Afeganistão, disse o Talibã neste domingo (8), enquanto o país se recupera de outro desastre natural em um momento de profunda crise econômica.
O terremoto de magnitude 6,3 ocorreu no sábado (7), 40 quilômetros a oeste da cidade de Herat, na província ocidental de Herat – a terceira maior do Afeganistão.
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Abdul Wahed Rayan, um alto funcionário do Talibã do Ministério da Informação e Cultura, disse à CNN que estimam que cerca de 2.000 pessoas foram mortas. Mas ele alertou que o número pode aumentar com as operações de resgate em andamento e as pessoas ainda presas sob os escombros.
O terremoto inicial também foi sentido nas províncias vizinhas de Badghis e Farah e foi seguido por vários tremores secundários.
Janan Sayeeq, porta-voz do Ministério de Desastres, disse à Reuters que 2.053 pessoas morreram, 9.240 ficaram feridas e 1.329 casas foram danificadas ou destruídas.
Corpos em região afetada por terremoto no Afeganistão / Reuters
Avaliações anteriores da ONU indicaram um número menor de cerca de 100 mortos e 500 feridos. Cerca de 500 casas foram destruídas e 135 edifícios danificados, disse o Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA).
“No total, 4.200 pessoas (600 famílias) foram afetadas até o momento”, disse o OCHA.
As imagens mostraram enormes montes de destroços e escombros após o desabamento de edifícios. Multidões de sobreviventes se reuniram nas ruas em busca de segurança.
“Mahal Wadakah é considerada a aldeia mais afetada”, disse a ONU, relatando pelo menos 20 mortes. Outras áreas gravemente afetadas incluem Dasht Hows, Bahadorzai, Zoryan e Koshkak, acrescentou.
“Além disso, estima-se que 300 famílias (cerca de 2.100 pessoas) foram deslocadas para a cidade de Herat, onde vivem em edifícios abandonados.”
O Afeganistão sofreu danos significativos devido a uma série de terremotos recentes, no meio de uma terrível crise econômica e de fome, que matou e deslocou dezenas de milhares de pessoas.
O país é há muito tempo um dos mais pobres da Ásia e tem sido devastado por conflitos há décadas. Mas a sua capacidade de responder a desastres naturais foi ainda mais dificultada desde que os talibãs tomaram o poder em 2021, após a caótica retirada dos EUA, um evento que viu muitos grupos de ajuda internacionais retirarem-se.
Também levou Washington e os seus aliados a congelar cerca de 7 bilhões de dólares das reservas estrangeiras do país e a cortar o financiamento internacional. A situação paralisou uma economia já fortemente dependente da ajuda.
Na semana passada, o Banco Mundial alertou que dois terços das famílias afegãs enfrentam atualmente “ desafios significativos na manutenção dos seus meios de subsistência ”.
Região afetada por terremoto no Afeganistão / Reuters
Isto torna muito mais difícil para os afegãos recuperarem dos terremotos, que são um fenómeno regular num país que frequentemente sofre atividades sísmicas.
Um terremoto mortal em Março atingiu o nordeste do Afeganistão, fazendo com que os residentes fugissem das suas casas, ao mesmo tempo que derrubou edifícios inteiros e provocou deslizamentos de terra devastadores.
Os tremores também foram sentidos em várias grandes cidades do Paquistão e em lugares tão distantes quanto a capital indiana, Nova Delhi.
Um terremoto de magnitude 5,9 em Junho passado nas províncias orientais de Paktika e Khost, na fronteira com o Paquistão, matou mais de mil pessoas e fez com que grupos de ajuda se esforçassem para chegar às vítimas e sobreviventes em áreas afetadas por infraestruturas precárias.
O terremoto coincidiu com fortes chuvas e ventos que dificultaram enormemente os esforços de busca e viagens de helicóptero.
E um terremoto de magnitude 5,6 em 17 de janeiro de 2022 atingiu Badghis, outra província ocidental perto de Herat, na fronteira com o Turcomenistão, matou mais de 20 pessoas e reduziu centenas de casas de tijolos a escombros.

Israel é alvo da maior ação militar contra o país desde a guerra do Yom Kippur

Israel é alvo da maior ação militar contra o país desde a guerra do Yom Kippur
Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que o país está “em guerra” após o ataque surpresa
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Pessoas tentam apagar o fogo em carros após um ataques de mísseis vindos de Gaza neste sábado (7)Crédito: Ilia Yefimovich/picture Alliance via Getty Images
O Israel foi alvo neste sábado (7) da maior ação militar executada contra o país desde a guerra do Yom Kippur, na década de 1970. A ofensiva deste fim de semana foi comandada pelo grupo islâmico extremista Hamas.
Após o ataque, o exército de Israel reagiu e preparou uma contraofensiva. Somados, tanto a ofensiva do Hamas quanto a resposta israelense deixaram ao menos 532 mortos e 1.697 feridos, informou o Ministério da Saúde palestino.
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O ataque aconteceu “sábado da paz”, quando os judeus descansam após seis dias de trabalho, e é considerada data “sagrada” no judaísmo. Os bombardeios também aconteceram horas depois do último dia da celebração judaica Sucot.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que o país está “em guerra” após o ataque surpresa do Hamas. “Cidadãos de Israel, estamos em guerra – não numa operação, não em rondas – em guerra”, disse Netanyahu numa mensagem de vídeo.
O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, sustentou a posição de Netanyahu e disse que Israel “vencerá esta guerra” contra o Hamas, horas depois de o grupo lançar foguetes e enviar soldados para o território israelense.
“O Hamas cometeu um grave erro esta manhã e lançou uma guerra contra o Estado de Israel. As tropas das FDI [Forças de Defesa de Israel] estão lutando contra o inimigo em todos os locais. Apelo a todos os cidadãos de Israel para que sigam as instruções de segurança. O Estado de Israel vencerá esta guerra.”
Diante da situação, a população de Israel está amedrontada e assustada. Sem toque de recolher oficial, a Defesa Civil do país vem pedindo que as pessoas não saiam de casa.
Além disso, sirenes soam quando há bombardeios, alertando para que o cidadãos se direcionem para bunkers, onde podem se abrigar com segurança.
Militares do Hamas com roupas do exército de Israel
Em entrevista à CNN, o brasileiro Roberto Harari, que mora em Israel com esposa e filhos, disse que militares do Hamas usavam roupas do exército israelense quando cometeram os ataques ao país.
“A informação é que 200 a 300 terroristas entraram em Israel na madrugada. Esse é um dos motivos de medo que a gente tem aqui. Eles entraram aqui com uniforme do exército de Israel, bateram nas portas das pessoas. As pessoas abriram porque acharam que era o exército de Israel. E eles mataram essas pessoas a sangue-frio, sequestraram outros, na frente dos filhos, na frente dos pais, como terroristas do Hamas costumam fazer”, disse.
“Ataque suicida”
O ataque do Hamas em Israel é suicida para os líderes do grupo, afirmou Ian Bremmer, cientista político americano especializado em política externa dos Estados Unidos e presidente da Eurasia Group, a maior agência de consultoria de risco político do mundo.
“Esta ação foi suicida para a liderança do Hamas. Me parece o que aconteceu quando Prigozhin e o grupo Wagner decidiram ficar contra Putin. Eles agora estão sem saída. Eles serão removidos, eles serão mortos”, declarou.
“Já há ataques aéreos começando em Gaza nessa direção. Haverá guerra terrestre. Provavelmente haverá ocupação de longo prazo de Israel, um esforço para desarmar as milícias do Hamas, um desejo dos israelenses de paralisar e erradicar a ameaça contra Israel”.
Para Bremmer, Israel tem a posição geopolítica mais forte que já teve em décadas, o que fará com que a resposta militar seja muito forte contra o Hamas.
Falhas na inteligência
Embora Israel não seja estranho aos ataques terroristas, o ataque do sábado foi sem precedentes – sobretudo devido à falta de aviso.
Os militares de Israel foram pegos de surpresa, apesar de décadas em que o país se tornou uma potência tecnológica que ostenta uma das forças armadas mais impressionantes do mundo e uma agência de inteligência de primeira linha.
“Todo o sistema falhou. Não é apenas um componente. É toda a arquitetura de defesa que evidentemente falhou em fornecer a defesa necessária aos civis israelenses”, disse Jonathan Conricus, antigo porta-voz internacional das Forças de Defesa de Israel.
Para Ian Bremmer, cientista político americano especializado em política externa dos Estados Unidos, as falhas no sistema de defesa teriam sido provocadas, de forma ampla, pela crise interna que Israel enfrenta.
“A reforma judicial, como é chamada, que Netanyahu tem promovido, levando a manifestações sem precedentes em todo o país, manifestações pacíficas, mas envolvendo grande parte do país há meses, distraiu a inteligência israelita”, disse.
“Também distraiu os militares israelitas, muitos dos quais disseram que não estavam dispostos a servir nas forças armadas se a reforma judicial prosseguisse”.
Outro ponto que, segundo Bremmer, faz parte da crise interna é a campanha de expansão da coalizão de extrema direita do presidente Benjamin Netanyahu sobre os assentamentos israelenses na Cisjordânia, o que teria provocado reação violenta de palestinos.
“Muitas das forças de defesa israelenses estavam focadas na Cisjordânia, estavam focadas nos territórios ocupados e na segurança da fronteira. Eles retiraram muitas das tropas do foco do sul israelense e de Gaza. Então, claramente, os israelenses tiraram os olhos da bola”, concluiu.
“Este é um enorme fracasso da inteligência e da defesa para Israel e, especificamente, para Netanyahu. Eles eram vistos como o padrão ouro em vigilância, em coleta de inteligência, em segurança de fronteiras, especialmente quando falamos sobre as populações palestinas. E agora assistem palestinos armados abatendo civis em cidades israelenses e levando reféns de volta para Gaza”.
VÍDEO – Imagens mostram destruição de ataques em Israel
Entenda o conflito
De acordo com as Forças de Defesa de Israel (FDI), o ataque partiu da Faixa de Gaza. Mais cedo, o comandante militar do Hamas, Muhammad Al-Deif, divulgou uma mensagem gravada anunciando a operação “Tempestade Al-Aqsa”, na qual diz que o grupo militante palestino “alvejou as posições inimigas, aeroportos e posições militares [de Israel]” com milhares de foguetes.
Hamas declara guerra contra Israel: “Se você tem uma arma, é hora de usá-la”
Muhammad Al-Deif convocou um levante geral contra Israel em mensagem gravada neste sábado e declarou: “Se você [Israel] tem uma arma, use-a. Esta é a hora de usá-la – saia com caminhões, carros, machados. Hoje começa a melhor e mais honrosa história”.
O chefe do grupo palestino disse que o ataque a Israel foi uma resposta aos ataques às mulheres, à profanação da mesquita de al-Aqsa e ao cerco de Gaza.
Al-Deif apelou aos povos árabes e islâmicos para que viessem à “libertação de al-Aqsa”, a mesquita em Jerusalém
As FDI afirmam que o Hamas fez reféns e prisioneiros de guerra desde que lançou o seu ataque surpresa na manhã deste sábado (7). Em vídeos geolocalizados e autenticados pela CNN, o Hamas parece ter feito prisioneiros israelenses dentro e perto de Gaza, incluindo soldados de Israel.
Num dos vídeos, em Gaza, uma mulher descalça é puxada de um jipe por um homem armado e depois forçada a sentar-se no banco de trás do carro.”Estamos em guerra”, diz premiê israelense
Seu rosto está sangrando e seus pulsos parecem amarrados atrás das costas. O jipe também parece ter uma placa das FDI, sugerindo que pode ter sido roubado e trazido para Gaza.
Outro vídeo, que parece mostrar militantes do Hamas levando vários israelenses como prisioneiros, foi geolocalizado pela CNN em Be’eri, no sul de Israel, que é uma vila perto de Gaza.
Num outro conjunto de vídeos geolocalizados e autenticados, o Hamas parece estar capturando soldados israelenses.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que o país está “em guerra” após o ataque surpresa do Hamas na manhã deste sábado.
“Cidadãos de Israel, estamos em guerra – não numa operação, não em rondas – em guerra”, enfatizou Netanyahu numa mensagem de vídeo.
O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, sustentou a posição do premiê e afirmou que Israel “vencerá esta guerra” contra os militantes palestinos.
“O Hamas cometeu um grave erro esta manhã e lançou uma guerra contra o Estado de Israel. As tropas das FDI estão lutando contra o inimigo em todos os locais. Apelo a todos os cidadãos de Israel para que sigam as instruções de segurança. O Estado de Israel vencerá esta guerra”.

URGENTE- Hamas ataca ISRAEL, “estamos em guerra” diz premier Israelense

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que o país está “em guerra” após o ataque surpresa do Hamas na manhã deste sábado (7).
“Cidadãos de Israel, estamos em guerra – não numa operação, não em rondas – em guerra”, disse Netanyahu numa mensagem de vídeo.
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O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, sustentou a posição de Netanyahu e disse que Israel “vencerá esta guerra” contra o Hamas, horas depois de o grupo lançar foguetes e enviar soldados para o território israelense.
“O Hamas cometeu um grave erro esta manhã e lançou uma guerra contra o Estado de Israel. As tropas das FDI [Forças de Defesa de Israel] estão lutando contra o inimigo em todos os locais. Apelo a todos os cidadãos de Israel para que sigam as instruções de segurança. O Estado de Israel vencerá esta guerra.”
Veja também: Em encontro com Biden, Lula diz que EUA e Brasil são “amigos com objetivos comuns”
Leia na íntegra o discurso de Benjamin Netanyahu
“Cidadãos de Israel, estamos em guerra, não numa operação ou em rondas, mas em guerra. Esta manhã, o Hamas lançou um ataque surpresa assassino contra o Estado de Israel e os seus cidadãos. Estamos nisto desde as primeiras horas da manhã.
Convoquei os chefes do sistema de segurança e ordenei – em primeiro lugar – a evacuação das comunidades que foram infiltradas por terroristas. Isso está sendo feito atualmente.
Ao mesmo tempo, ordenei uma ampla mobilização de reservas e que respondemos ao ataque de uma maneira que o inimigo não conhecia. O inimigo pagará um preço sem precedentes.
Enquanto isso, apelo aos cidadãos de Israel para que cumpram estritamente as diretrizes das Forças de Defesa de Israel e do Comando da Frente Interna. Estamos em guerra e vamos vencer.”
Israel lança operação “Espadas de Ferro”
As Forças de Defesa de Israel lançaram a Operação “Espadas de Ferro” contra o Hamas após o ataque surpresa do grupo militante na manhã deste sábado, de acordo com um porta-voz das FDI.
O comandante militar do Hamas, Muhammad Al-Deif, disse que o grupo estava lançando uma operação chamada “Tempestade Al-Aqsa” visando “posições inimigas, aeroportos e posições militares”.
Hamas declara guerra contra Israel
Muhammad Al-Deif disse que o ataque a Israel foi uma resposta aos ataques às mulheres, à profanação da mesquita de al-Aqsa e ao cerco a Gaza. O Hamas afirma ter disparado 5.000 mísseis contra Israel.
O chefe do grupo apelou aos povos árabes e islâmicos para que viessem à “libertação de al-Aqsa”, a mesquita em Jerusalém.
Pelo menos 100 pessoas ficaram feridas em Israel nos ataques, segundo dados de dois hospitais.
Pelo menos 80 pessoas com vários graus de ferimentos foram transferidas para o Soroka Medical Center, um importante centro médico na cidade de Be’er Sheva, no sul de Israel, informou o hospital em comunicado.
O Centro Médico Kaplan em Rehovot, uma cidade no centro de Israel, disse que está tratando pelo menos 21 pessoas feridas no sábado, incluindo duas em estado grave, quatro em estado moderado e 15 com ferimentos leves.
Alguns dos feridos sofreram ferimentos de bala. Outros foram feridos por estilhaços, disse o Centro Médico Kaplan.
(Com informações de Amir Tal, Lauren Iszo e Hadas Gold, em Jerusalém e Tel Aviv)
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Lula tem que usar fraldão pelas cagadas que fãz , diz Bolsonaro

Ao chegar no aeroporto de Belo Horizonte, em Minas Gerais, nesta sexta-feira (6), ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL) afirmou entre apoiadores que o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), usa fraldão pelo “excesso de cagadas” que tem feito.
A declaração faz referência a uma fala de Lula sobre motoboys e motoristas por aplicativo terem que usar “fraldão” por conta das longas jornadas de trabalho, que não dão tempo nem deles irem ao banheiro.
“Quem tem que usar fraldão é o Lula, pelas cagadas que ele faz 24 horas por dia”, afirmou, arrancando gargalhadas dos presentes.
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